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um passeio por terras minhotas

por Maria Araújo, em 13.09.18

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(imagem da internet)

 

 

Há bom par de anos que não fazia a massagem duche Vichy, que tanto gosto, a semana passada, peguei no telefone e marquei para as termas, onde já havia experienciado vários tratamentos de massagem,mais próxima da cidade: Caldelas.

20 minutos de massagem com óleos essenciais, a pressão dos jactos de água  no corpo deixaram-me completamente relaxada.

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Fonte exterior: imagem própria

 

Saí das termas, meti por uma estrada que não sei onde ia ter, umas placas indicavam zona de miradouro, parei junto à capela que encontrei, a  de Santo Ovídio, não encontrei o miradouro, o caminho mais estreito certamente ia lá ter,  por entre o pinhal, ou antes o eucaliptal,  não arrisquei continuar a subida, estava sozinha, não se via viv'alma, tirei umas fotografias à paisagem.

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capela de Santo Ovídio

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Já na estrada Amares-Braga, fui visitar o que há muito quisera conhecer, o Mosteiro de Santo André de Rendufe.

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Não esperava ver um edifício destruído. 

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Do lado de trás da igreja deverá haver alguma coisa interessante para ver e que me pareceu estar em melhores condições.

 

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Não vi nada que indicasse que o Mosteiro poderia ter visitas, até que numa casa que faz esquina com o caminho de pedra, a Calçada do Couto, um pequeno painel indicava os dias ,dim de semana, e horas de visita ao interior deste.

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Meti pela calçada, tentei vislumbrar alguma entrada, aproximavam-se duas mulheres, perguntei como poderia chegar à parte de trás do Mosteiro, responderam que tinha que seguir aquele caminho estreito, mais à frente em terra, que levaria cerca de dez minutos a chegar.

Desisti da ideia, um fim de semana farei a visita aos claustros e à biblioteca (encontrei alguma informação aqui.)

Deixei esta terra, passei no Ikea, almocei por lá, fui trar uma ideias de móveis para o meu closet.

Tudo o que fiz ao longo deste dia foi na maior das calmas.

À noite, um jantar com as ex-colegas e amigas do trabalho.

 

 

 

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dois dias de Lisboa

por Maria Araújo, em 10.05.18

Ontem à noite, o meu sobrinho neto comeu a papa, dormiu sem tomar o leite ( felizmente é um bebé que  não chora de noite, acorda e volta a adormecer), os olhos dele tinham indícios de conjuntivite, a mãe estava preocupada.

De manhã, acordei às 6h, não dormi mais, às 7h30 ele desperta, começa a rotina incansável da mãe.

Foi um alívio vê-lo bem. A fome de leite era de mais, dei-lhe o biberão enquanto a mãe se preparava para o levar ao colégio e seguir para o trabalho.

Um bebé doce, bem disposto, risonho ( só protesta quando a mãe lhe limpa os olhos e o nariz, mas quem gosta?).

Dia de regressar a casa, cansada que estava  do quanto que andei a pé, ficava este dia para tentar pôr em prática o que projectara.

Estou de regresso a casa, e no Alfa  (este comboio tem tomada de ligação para o telemóvel) já a sair de Lisboa, vou partilhar com fotografias como aproveitei o dia do 10° aniversário deste cantinho.

Comecei pelo Reservatório Mãe D'Água das Amoreiras.

Mal entrei fiquei fascinada com aquele espelho de água e ao fundo aquele doce burburinho da água que cai da fonte.

Uma visita que aconselho quando passearem pelas Amoreiras.

Nas paredes uma exposição canadiana com o tema "Pontos de Vista" que retrata  os direitos humanos.

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A etapa seguinte era seguir para os lados do Beato, queria ver a Exposição World Press Photo.

Pesquisei a sua localização, a minha sobrinha dissera-me que ficava longe, desconhecia os autocarros para a zona.

Lembrei-me que o amigo  José da Xã   deixara um comentário com vários nomes de lugares a visitar, um deles, o Museu do Azulejo, em Madre Deus. Coincidência repara que os autocarros com esse destino passam na rua onde vive a minha sobrinha.

Fui buscar a mala a casa, tinha o cartão viva viagem carregado, entrei no autocarro, saí à porta do Museu do Azulejo. E mais uma vez, fiquei deslumbrada.

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Com imensas fotografias no meu telemóvel queria preservar a bateria, o último passo era o Hub Criativo do Beato.

O funcionário do Museu não foi nada simpático quando lhe perguntei onde ficava este espaço, saí sem resposta, segui a minha intuição.

O edifício não aparecia, perguntei a um senhor que fumava à porta de um restaurante,  já em Xabregas, explicou-me que estava no caminho certo, teria de andar mais uns quantos metro, vire ali, depois acolá, é fácil lá chegar.

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Os passeios pela baixa de Lisboa foram a pé, levara sapatilhas o mais prático para caminhar na calçada da capital, estava rota de cansaço, lá cheguei ao armazém velho mas espaçoso do Beato.

As fotografias são impressionantes, emotivas, chocantes do quão o ser humano é cruel com o seu igual,  com a natureza e os animais.

 

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De saída para procurar um restaurante para almoçar, naquela freguesia de subúrbio, ainda entrei no espaço ao lado também com uma exposição "Energisers"  sobre pessoas que trabalham para a GALP e "que asseguram  a energia necessária para garantir que o mundo não pára" .

 

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Tinha duas horas para almoçar e apanhar o autocarro para Santa Apolónia, passo num restaurante "tipo" tasco que tinha uma ementa à porta que me convidou a entrar.

Gostei do aspecto, duas mesas ocupadas dor casais, sentei-me numa mesa ao lado da única rapariga sozinha naquele espaço.

Escolhi comer carapau assado na brasa com batata cozida e salada de alface e tomate com pimento assado ( o dono do restaurante erguntou-se se gostava e queria na salada), trouxe para a mesa um cesto com duas fatias de pão e um prato com azeitonas.

Não costumo comer pão às refeições, mas tendo que esperar pelo prato, e com a fome que tinha, foi a entrada que me soube pela vida, acompanhada de uma cerveja.

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Comi tudo, fiquei bem, estava pronta para seguir caminho.

O dono ainda me tentou com uma salada  de morangos, mas eu já não conseguia comer mais nada, pedi o café.

Explicou-me onde devia apanhar o autocarro, às 15h 05 estava eu na entrada da estação, pronta para viajar.

 

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Tinha muito tempo, tirei mais uma fotografias, fui para o comboio, liguei o telemóvel para me entreter na viagem e fazer este post, que não consegui publicar por falta de rede.

Adoro Lisboa, que nesta altura está cheia de turistas, fico cansada deste ambiente, espero que não seja preciso voltar, sinal que está tudo bem com a família, em outubro voltarei para a minha consulta.

Entretanto, na próxima semana vou a Vila Franca de Xira entregar os gatinhos, a sobrinha pediu-me para ficar lá um dia,  mas se puder, meto-me no primeiro comboio intercidades que houver para regressar a casa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Já só faltam onze dias

por Maria Araújo, em 14.04.15

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para o almoço em Leiria, organizado aqui pelo meu querido amigo do blog coisasdafonte,um blog cheio de actividade(s), excelente convívio e partilha de coisas pequenas e grandes do nosso conhecimento e vida.

Quantas vezes queimei o jantar? Quantas vezes fui almoçar à cantina, quase em cima da hora para o trabalho, porque me perdia na pesquisa de imagens, palavras, lugares, e responder acertadamente aos passatempos que publicava?

Foi com estas actividades que "ganhou" muitos amigos virtuais e formou uma autêntica família de bloggers.

Segundo o Rui, fui das primeiras bloggers a visitá-lo. Tenho muito prazer em divulguar neste meu cantinho que ele é uma pessoa fantástica, simples, culta, meigo, e um bom anfitrião.

Um encontro lançado na sua fonte em dezembro de 2014,  muitos bloggers aceitaram a ideia com entusiasmo e carinho. E do outro lado do Atlântico, o amigo Professor, que embarca esta noite de São Paulo para visitar o nosso lindo país,  estará presente, também, neste convívio/almoço.

Nem todos vão estar presentes. Alguns fora do país, outros porque não podem, vai ser como se estivessem, porque sei que a conversa vai ser de partilha e de lembrança dos não presentes. 

Sendo de todo impossível visitar estes cantos, e eles o meu, conhecemo-nos pelos comentários saudáveis e desafiantes que este nosso amigo, o Rui, muito bem sabe fazer, vou estar lá, com muito prazer, para conhecer pessoalmente estes seus amigos bloggers.

Vai ser convívio bonito. É por tudo isto que o mundo da blogosfera me encanta.

E já só faltam onze dias.

 

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Barcelona - dia 2

por Maria Araújo, em 19.03.15

No final da tarde do dia anterior, as nuvens ameaçavam chuva.  E eu dizia que Barcelona é cidade de chuveiros que passam de imediato e dá lugar ao sol quente.

Sábado de madrugada, as meninas dormiam, eu acordei com a forte chuva que caía.

Projectaramos visitar a Fonte Mágica  de Montjuic no final da tarde, para vermos o espectáculo de luz e som, o tempo não estava a ajudar.

Mas os chuveiros passavam e arriscamos sair sem o único guarda-chuva que uma delas levara (uma por todas, todas por uma). Mal saímos do apartamento, mais uma carga de água desta vez por cerca de meia hora, metemo-nos num café a saborear um queque de chocolate e um café (ai que o nosso café é, sem dúvida, excelente).

A chuva dava lugar ao sol, pouco sorridente, aproveitavamos para tirar fotografias. Descemos as Ramblas na direção do porto de Barcelona para espreitarmos o centro comercial onde tem uma perfumaria com produtos de cosmética que não temos cá, e com boas promoções todo o ano.

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(junto à Estátua de Colom)

Encontrei o creme de rosto que queria, que nunca usei mas ouvi falar muito bem dele, e o perfume Noa, pequeno, ambos os produtos em promoção ( o perfume custava 49 euros, comprei por 19 euros).

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(almoço no SubWay)

Almoçámos, tendo por companhia dois jovens Coreanos que se entretinham a manusear os seus telemóveis, fizemos mais umas compras de T-shirts para os filhos de uma das minhas amigas, saímos em direção ao Bairro Gótico.

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(jovens Coreanos)

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(vista do Porto Velho)

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(Plaça Reial)

 

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(Câmara de Barcelona)

 

Chegamos à Catedral, e as nuvens negras ameaçavam uma forte carga de água.

Na entrada principal da Catedral viam-se uma pequena orquestra e um alguns grupos de pessoas, na sua maioria casais maduros, que formavam círculos e no meio destes, no chão, os sacos das compras.

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(a dança no rossio da Catedral)

De repente, eles e elas, de mãos dadas, levantam os braços e começam a dançar. Pé esquerdo à frente, vem atrás, pé direito à frente, volta atrás... Uma dança muito engraçada que não foi executada na sua totalidade porque a chuva fez o favor de estragar o espectáculo. Era vê-los fugirem para junto das lojas e abrigarem-se, como nós também fizemos. Ora entravamos numa loja, ora saíamos, até que a chuva passasse, o que demorou mais de meia hora. Aproveitamos para mais umas compras (elas, porque eu não comprei mais nada nesse dia).

Estavamos perto do apartamento, era hora fazer o percurso até à Praça de Espanha para vermos o espectáculo na Fonte Mágica, que acontecia entre as 19h e as 21h.

Mas a chuva não desistia, o caminho era extenso. Desistimos na esperança de no domingo haver espectáculo. E depois de perguntarmos a várias pessoas, inclusive no Teatre Del Liceu, onde iria actuar nessa noite James Taylor, ninguém sabia dar-nos a informação (soubemos no dia seguinte que no inverno só há espectáculos à 6ª feira e ao sábado).

Fomos jantar paella ( boa, mas com algum sal a mais) num simpático restaurante nas Ramblas. Conhecemos um casal francês que jantava na mesa ao lado. Ele ofereceu-se para tirar uma fotografia às três, e a conversa pegou.

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(o "trio" no restaurante)

As noites estavam muito frias, não tinhamos vontade de passear, regressamos ao apartamento.O meu quarto era o que apanhava melhor a net, sentavamo-nos na cama e com os telemóveis na mão, conversavamos e combinavamos os planos para o dia seguinte. Adormeci cedo.

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(o quarto do WiFi)

 

Este sossegado dia terminou quando, por volta das 3h, talvez, acordamos com o estrondoso som de vidro que se partiu e uma voz de homem bêbedo sobressaía de uma outra voz que, pensamos, tentava controlar a primeira.
Meu coração batia forte, do susto.

E as vozes não se calavam. Esta cena durou cerca de 20 minutos, até que o sossego voltou.

É o senão de se alugar um apartamento. Há sempre alguém que não respeita o descanso dos outros.

 

(continua)

 

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Choro de me rir...

por Maria Araújo, em 13.07.14

Tem 3 anos, este vídeo que encontrei nesta fonte inesgotável de sabedoria e partilha.

Vi três vezes e o final põe-me a chorar, de rir.

Obrigada, Rui.

 

 

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Três anos de Coisas

por Maria Araújo, em 24.10.12

culturalmente enigmáticas sempre viradas para a nossa terra, que é PORTUGAL (quantas foram as vezes que, nos intervalos das aulas te espreitava e, de repente, virava-me para uma colega e perguntava:"Ó ....quem é o rei, senhor, homem que...")

Parabéns, senhor das Coisas, uma FONTE inesgotável de conhecimento.

Sabes o quanto te admiro. E venham lá mais três.

Um abraço.

 

 

 

(uma das fontes do conhecimento)

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Um homem fantástico com mulheres fantásticas

por Maria Araújo, em 17.02.12
 
 

 

 

 

Para o Prof. João Oliveira

 

 

 

 

 

 

 

A fonte que gerou muitos comentários. O vento levou a fonte aqui.

Os meus preferidos do fantástico Tony Bennett e suas fantásticas mulheres.

 

 

 

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Coisas da Fonte

por Maria Araújo, em 22.11.09

 

 

 

Neste país da "Alice in the wonderland", quem aqui vier espreitar o meu blog clique aqui.

 

 

 

 

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Kama Sutra H&M

por Maria Araújo, em 20.11.09

Resposta ao blog  da fonte, Rui.

 

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Ainda as ruínas

por Maria Araújo, em 12.11.08

Hoje tive que ir ao centro da cidade. Passo junto às obra, pois vivo a 5 minutos da Praça central de Braga.

No regresso, a minha sobrinha, 10 anos, linda e inteligente, puxa-me pelo braço e leva-me a ver as ruínas que falei no post de ontem. Explicou-me que tem lá uma gruta por onde corre água e que os "homens" vão destrui-las para reconstruir a avenida.

Todos os transeuntes que por lá passam espreitam para ver o que de certeza não esperavam ver, em pleno centro.

Em conversa com um amigo soube que os arqueólogos dizem que as ruínas são da Idade Média e não da época  Romana.

O que sei é que são ruínas e que deveriam ser preservadas . Já chega de se destruir um património tão importante e antigo, como já fizeram há anos, com azulejos, fontes em pedra e muito mais que eu não sei, e que foram levados e/ou vendidos a grandes senhores que ousaram colocá-las nos jardins das suas quintas, longe dos olhares sábios, e em prol de uma sociedade ávida de dinheiro e construção desmedida.

Sendo uma avenida importante de ligação a várias ruas, penso que seria de bom senso dos autarcas e dos arqueólogos preservarem aquilo que pode chamar o turismo à terra dos Arcebispos e encontrarem uma solução que leve o trânsito a ser desviado por e para outras vias de acesso... Mas o túnel tem que existir, não tem?????!!!!!!

 

 

 

PB100013 por você.

 

 

 

 

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