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# idosa

por Maria Araújo, em 20.05.19

Publiquei no meu Instagram umas fotografias dos ramos de flores que comprei a uma senhora de 82 anos que, por esta altura, costuma estar sentada num muro que separa o passeio da entrada de um banco, a vendê-los.

Escrevi este texto:

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Ontem, arrumava as roupas de inverno, lembrei-me da senhora, dos raminhos de flores espalhados em cima daquele muro, algo me dizia que, no ano passado, tinha escrito um post sobre ela.

Procurei. E foi em 2017 que o escrevi...

 

# idosa

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do fim de semana # 1

por Maria Araújo, em 28.04.19

Sábado, pela primeira vez,  fomos à actividade "Sessões Pais & Bebé" nesta biblioteca, assistir ao conto " A Carochinha e o João Ratão",  para crianças dos 12 aos 36 meses de idade.

Além da história,  pretendia-se que as crianças tomassem  contacto  sensorial com os objectos que faziam parte da história.

A história demorou o tempo suficiente para as crianças a ouvirem, a maioria portou-se muito bem contrariamente a alguns pais que falavam muito alto e perturbavam a actividade.

No final, os miúdos brincavam com legos, pequenas garrafas de plástico com areia, brinquedos, enquanto outros sentavam-se à volta de uma pequena mesa para a sessão de pintura.

Eu e a minha sobrinha não estávamos à espera que o bebé ( meu sobrinho neto) tivesse um comportamento exemplar. Sempre atento à história, era a canção que captava a atenção dos miúdos, na interacção com os outros bebés, na brincadeira com os materiais que, pelo tacto, visam promover o desenvolvimento da criança.

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Depois da sessão, fomosao lanche numa esplanada, e um passeio pelo centro da cidade. O bebé, que adora empurrar o carrinho, lá foi de mão dada com a mãe, a outra tia avó empurrava o carrinho e eu fotograva a cena.

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Combináramos passar o domingo na praia, passaríamos por Fão, almoçaríamos por lá, queríamos ver o tapete de flores feitos de pétalas de camélias, pampilos, cravos e cardos, para a festa do Bom Jesus de Fão, estando o tempo com sol, aproveitaríamos, também, para levar o bebé à praia e deixá-lo sentir a areia nos pés.

Deixámos o carro no parque do aldeamento, fomos pelo paredão junto ao rio Cávado em direcção a Fão.

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Chegamos à praça, não vi o tapete de flores na rua.

Aproximamo-nos da igreja, lá estava ele aos pés do altar, lindo e cheio de luz.

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Um espelho permitia que víssemos o outro lado do tapete.

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Subi as escadas que me levaram atrás do altar para tirar uma fotografia de outro ângulo quando escuto um homem que, sentado junto a uma mesa, presumo que guardava o crucifixo do Senhor onde tinha a seus pés uma bandeja com dinheiro, me disse que teria uma perspectiva mais bonita de todo o tapete se subisse as escadas que  dão acesso ao coro, estas do lado direito da igreja.

Comentei que esperava ver o tapete na rua,a resposta foi que há um tapete que é feito na rua, sim, de quatro em quatro anos e quando a imagem do Senhor dos Passos vai no cortejo da procissão. 

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E assim o fiz...

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o tapete de flores

por Maria Araújo, em 23.04.19

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no centro da cidade, uma tradição com 200 anos de religião e cultura galega do Município de Pontearas,Pontevedra, foi o que encontrei quando fui à farmácia.

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a chica-esperta

por Maria Araújo, em 19.07.18

Das cinco bancadas de flores que há no largo junto ao cemitério há anos que compro na senhora Helena, a florista nos seus 70 anos, que tem a filha a ajudá-la, e  actualmente o companheiro desta.

A minha mãe faria ontem 89 anos, a minha irmã mais velha faria amanhã 67 anos, fui hoje ao cemitério pôr flores e  círios, que faço habitualmente de 15 em 15 dias ou sempre que posso.

Quando cheguei à bancada das flores, uma cadeira com uma caixa de fósforos em cima vedava a passagem para o interior, nenhum dos vendedores por ali, vejo uma senhora  com muito boa aparência, também na casa dos 70, que se aproximou e disse que não estava ninguém mas que tinha flores para vender.

Convicta que estaria a guardar a bancada enquanto os donos não chegavam, apontei para as flores brancas que  queria, perguntei-lhe o preço, ao que me respondeu que não sabia, que estava ali para vender as suas flores, e apontava para um balde, que estava ali sem ninguém saber, que não mexera em nada, e insistia na compra das suas flores.

Respondi que gostava das suas flores para as jarras de casa, não as queria para o cemitério.

Volto à carga pergunto se sabia onde tinha ido a florista, ela pega no seu balde de flores e põe junto às flores brancas repetia que tinha aquelas para vender, pedia-me que comprasse as suas, até que eu digo-lhe exactamente isto:

- Vou levar círios e flores brancas, por favor, quando a senhora chegar diga-lhe que uma cliente serviu-se do que queria e vem pagar quando sair do cemitério. Ela já sabe, sempre me disse que levasse o que quisesse quando não estivesse aqui, ela confia  mim.

E foi então que ela me respondeu:

- E eu sei lá bem dizer quem é a senhora! Ela não me conhece, eu estou aqui para vender as minhas flores. Vá lá, compre, cada ramo custa 1 euro.

Farta de a ouvir, comprei dois ramos de orquídeas.

Insistia para levar um ramo de flores azuis, respondi que não,  que queria as brancas da florista e quando me dirijo ao balcão para pegar nos círios, atrás de mim ouço uma  voz muito indignada que perguntava o que estava ela a fazer ali.

Virei-me e vejo a filha da senhora Helena, e o companheiro, que teriam ido tomar  pequeno-almoço no café que fica do outro lado da praça, com certeza com os olhos postos no estaminé, ter-se-iam apercebido da cena, vieram em defesa do que lhes pertence.

Eu pedi desculpa, disse que pensava que a senhora estaria ali a tomar conta da bancada, que ela insistira comigo para comprar as suas flores, que não sabia quem era aquela senhora.

Educadamente a florista mandou a senhora sair dali, que não tinha nada que invadir um espaço que não lhe pertence, que se queria vender as suas flores que o fizesse longe da sua bancada, que a senhora era uma atrevida.

E a senhora das flores justificava-se que não estava ali para tirar nada, que vira que não estava ninguém, decidira vender as suas flores  a quem se aproximasse, e que não fez nada de mais.

A estas palavras, a florista exalta-se, repete que ela é uma atrevida, que invadiu o seu espaço, que saia dali para fora,  que não volte a aparecer à sua frente.

Fiquei palerma com tudo isto que nem a vi pegar nas suas coisas e desaparecer.

Comentei com a florista que se ela não tivesse aparecido ia servir-me, a mãe sempre me pusera à vontade, que sabia que eu pagaria na volta. Comprei as flores brancas e os círios.

A cena acabou, mas fiquei com aquela imagem da senhora, nos seus 70 anos, de boa aparência, uma atrevida que não respeitou o lugar de quem ali trabalha, e que mostrou ser mais uma chica-esperta das muitas e muitos que proliferam neste país.

 

 

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fui à praia

por Maria Araújo, em 19.06.18

apliquei o protector solar antes de sair de casa.

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A rotina de sempre, quando se chega lá: abre-se o guarda-sol, estende-se a toalha, vai-se refrescar o corpo na água do mar, dão-se pequenos passeios pela praia.

Debaixo do guarda-sol, ora de costas, ora de frente, e para que as pernas, a parte do corpo que mais quero bronzear, ganhem tom, bolas! saí de lá exactamente como cheguei: branca.

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No pequeno mercado da praia, fiz compras de peixe, legumes e fruta, comprei flores, também.

Cheguei a casa  por volta das 15h45, pus a secar mais duas das seis pesadas cortinas da sala, tomei um banho e fui fazer duas aulas de Pilates.

O jantar foi uma sopa e caldeirada de peixe, cerejas e damascos para sobremesa.

As previsões indicam que sexta-feira o  vento é de leste, será um bom dia de praia, voltarei lá ( e os meus sobrinhos netos cariocas chegam nesse dia para mais umas férias, abraçá-los-ei de tarde).

Antes que cheguem as férias da maioria dos portugueses, há que aproveitar a praia para os que têm o privilégio, como eu, de ir nesta altura.

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fui colher as Maias

por Maria Araújo, em 30.04.18

Diz a lenda que colhendo estas flores da urze na véspera do 1º de maio e pendurando-as, à noite, na porta, muma janela ou varanda, significa que durante o ano não vai faltar o pão em casa.

As histórias são diferentes de região para região, é uma  tradição que nem sempre cumpro, mas hoje, quando fui meter gasolina, e de propósito fora da cidade, encontrei-as num terreno do lado de trás da bomba.

As minhas Maias...

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Um poema de José Régio

 

Canção de Primavera

Eu, dar flor, já não dou. Mas vós, ó flores, 
Pois que Maio chegou, 
Revesti-o de clâmides de cores! 
Que eu, dar, flor, já não dou. 

Eu, cantar, já não canto. Mas vós, aves, 
Acordai desse azul, calado há tanto, 
As infinitas naves! 
Que eu, cantar, já não canto. 

Eu, Invernos e Outonos recalcados 
Regelaram meu ser neste arrepio… 
Aquece tu, ó sol, jardins e prados! 
Que eu, é de mim o frio. 

Eu, Maio, já não tenho. Mas tu, Maio, 
Vem com tua paixão, 
Prostrar a terra em cálido desmaio! 
Que eu, ter Maio, já não. 

Que eu, dar flor, já não dou; cantar, não canto; 
Ter sol, não tenho; e amar… 
Mas, se não amo, 
Como é que, Maio em flor, te chamo tanto, 
E não por mim assim te chamo?

 

 

Uma canção de Maio

 

 

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Foto da Semana # 17

por Maria Araújo, em 29.04.18

 

 

Subia em direcção ao lago do Bom Jesus, vejo um vaso  de flores ( penso que são petúnias) pousado junto ao passeio. De repente, uma senhora sai de uma das portas da casa, que presumi ser a Casa Paroquial, e põe outro vaso ao lado do primeiro.

Tão lindosque eram, tirei a fotografia antes que ela os levasse sabe-se lá para onde.

Quando descia o mesmo caminho, os vasos já não estavam lá.

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 26.04.18

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Fui ao Mercado Municipal, espreitei a zona dos talhos, que antigamente estavam apinhados de pessoas que iam comprar a carne para toda a semana, estava tudo vazio, não se viam talhos nem carne nem pessoas.

Espero que as próximas obras do mercado dêem vida ao que foi um grande Mercado Municipal e que hoje restringe-se à venda de legumes e frutas.

A vinda dos hipermercados e supermercados destruíram o nosso mercado onde havia uma certa confiança e familiaridade entre quem comprava e vendia.

Lembro-me de ir com a minha mãe, ajudá-la nas compras,  por vezes estávamos meia hora ou mais à espera, quer no talho quer no peixe, à espera da nossa vez, e de onde trazíamos de tudo, e com boa qualidade, para toda a semana.

Passei numa vendedora que legumes, que não a habitual, porque vi favas. Adoro-as na sopa, embora as pessoas digam que são deliciosas num arroz ou estufado, mas não aprecio. E a minha mãe cozinhava-as muito bem. Aliás, tudo o que ela cozinhava, excepto bolos, era bem feito. Dá-me umas saudades da comida da minha mãe!

Ora estava eu a comprar as favas, trouxe ovos biológicos, também, aproximam-se duas senhoras que perguntam o que era aquele legume.

A vendedora respondeu, mas elas não entenderam. 

Meti-me na conversa, disse o nome, que elas repetiram , e perante a pergunta " como se comem?",  expliquei que pode ser na sopa, no arroz ou estufadas. Pedi à vendedora uma, abri a vagem, retiro uma fava e ensinei como se tira a "pele".

Ficaram maravilhadas as duas senhoras brasileiras do interior do Estado de São Paulo que vieram viver para cá há pouco tempo, andavam a conhecer o mercado e os produtos.

Lembrei-me que está a chegar o mês das cerejas, mas este ano, com a chuva e o frio que tivémos nestes últimos dois meses, certamente que elas chegarão aos mercados para meados de Maio. Espero que com o calor destes dias traga muitas e boas cerejas.

Comprei flores que as vendedoras trazem do campo, e que prefiro-as às das floristas.

 

 

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a Páscoa é cor

por Maria Araújo, em 25.03.18

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e pequenas peças que decoram a sala e a cozinha.

Para a semana vêm as flores.

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do meu dia

por Maria Araújo, em 31.10.17

Tenho andado muito calma nas tarefas do meu dia-a-dia, faço as coisas com tempo, ou se deixo algo por fazer não fico stressada, desligo o computador para que não me distraia a ler blogs ( a minha perdição) e me esqueça do que ficou em suspenso, enfim, gosto deste momento que passo e espero continuar por muito mais tempo.

Ontem de manhã, depois do ginásio, fui à florista comprar um ramo, pequeno e simples, para a campa dos meus pais e irmã mais velha.

Seguiria de imediato para o cemitério, queria fazer uma pequena limpeza ( que é feita sempre que lá vou ) evitaria a confusão de hoje. A hora do almoço é a ideal, fiz o que tinha previsto fazer.

Tinha em casa dois vasos com crisântemos que deixara propositadamente para hoje, visto que faltava limpar a campa dos meus avós e meu irmão mais velho e queria comprar flores para o caso de ser preciso compor uma das campas.

Fui de manhã à feira de flores na Praça do Município, viria a casa fazer uns arranjos e seguiria a pé, porque no dia de hoje é impensável levar o carro para o cemitério... E queria fazer tudo de manhã.

Tudo  pronto: dois vasos de crisântemos, um arranjo, um ramo de flores, uma garrafa de água para regar as flores, tesoura.

Meti-me então a fazer o percurso a pé, cerca de 20 minutos. O peso ainda era substancial, pensei  levar o carro, mas não, perderia mais tempo a encontrar estacionamento. Troca o saco mais pesado ora para uma mão, ora para a outra, equilibrava o cansaço, cheguei rápido e bem.

Pus os vasos nas respectivas campas, segui para a do meu cunhado. Ontem verificara que as flores colocadas no Domingo estavam a murchar, não aguentariam muitos dias. Tirei-as, arranjei a floreira com o ramo que comprara na feira.O vaso coloquei-o aos pés da campa, pensei que quem lá fosse com certeza que o deitaria ao lixo, mas não me competia a mim fazê-lo, não fora eu que o pusera lá.

Sobejou o arranjo pequeno, passei na campa da mãe da minha amiga N, deixei-o lá. 

A fome apertava, 2h da tarde, não estava com vontade de cozinhar, passei no restaurante junto à padaria onde compro o pão, trouxe arroz de pato. 

Precisava de tirar umas fotocópias, de passar no estúdio fotográfico e fazer umas fotografias dos meus sobrinhos netos que nasceram recentemente, saí e... estúdio fechado!

Passo quase diariamente na sapataria Calçado Guimarães, não costumo entrar, não me desperta grande atenção, nunca comprei nada, embora já tivesse ouvido comentários de terem bom calçado.

Entrei. Percorri as prateleiras, vi botins que gostei mas que não me interessavam pelas cores, que já tenho,  fui às botas de cano alto, há 2 anos que procuro em pele, cor camel, e não encontro.  Não tinha nem gostei de nada do que vi.

Já de saída, reparo noutra prateleira com botins da salto baixo e em camurça. A cor vermelho, chamou-me a atenção.

Procuro o número, pego na caixa, perguntei à funcionária se não havia a mesma cor mas com o salto mais alto. Não, não havia.

Calcei. Gostei. Paguei... e trouxe um spray para aplicar e que protege a camurça.

Regressei a casa deixando para 5ª feira as fotocópias e as fotografias, sentei-me a ler enquanto tinha luz do dia ( esta mudança da hora não devia ter acontecido). 

É noite de Halloween, há 2 ou 3 anos que o grupo costuma jantar em São Pedro de Este, não recebi qualquer chamada nem SMS, presumo que este ano decidiram ficar por casa.

 

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