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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

nem durante a guerra...

Maria Araújo, 16.04.19

Quando, ontem, liguei a televisão e vejo o incêncio de Notre Dame de Paris, fiquei de coração partido.

O meu pensamento foi para o título deste filme (com uma banda sonora lindíssima), passado na II Grande Guerra Mundial,  o facto é que Paris nunca ardeu, passou incólume aos ataques da guerra. 

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Muitos anos depois, em pleno século XXI, em que a segurança dos nossos monumentos parece, e devia, ser altamente eficaz, o símbolo da Religião, da Cultura e da História de França, e do mundo, "sucumbe" a um incêndio.

Bohemian Rhapsody, o filme

Maria Araújo, 06.11.18

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logo no início, senti um arrepio, uma vibração, as lágrimas que escorrem durante todo o filme, pelos actores, pelas músicas, pela recordação do que vi na televisão e em directo de Wembley, já lá vão 33 anos, LIVE AIDS.

Digam bem ou mal do filme, temos uma história. E por que o filme debruça-se especialmente em Freddie Mercury, e como nasceram as belíssimas músicas dos Queen, hoje, saí da sala com um aperto no coração e os olhos molhados.

 

 

 

 

 

a canção, o filme, o actor

Maria Araújo, 16.09.17

Saía de casa quando na RFM aquele primeiro acorde de umas das mais belas e eróticas melodias, que gosto de ouvir com o volume suficientemente alto, mas que não incomode ninguém, «You can leave your hat on»  de Joe Cocker, traz-me algumas recordações... Também do filme «Nove Semanas e Meia», na minha opinião, dos filmes ( há outros) mais sedutores e eróticos que já vi.

 

 

Era cedo para a aula de Pilates, sentei-me num dos sofás a ver uma revista quando vejo alguém aproximar-se, estender-me a mão ao mesmo tempo que me dá um beijo ( a primeira vez que um professor me dá um beijo) na face e diz: " gosto de a ver aqui, nunca falha".

As palavras que me deixaram com um brilho nos olhos eram dele, do professor de Pilates, um homem jovem, olhos azuis, bonito, e com um humor requintado ( agora é que não vou faltar aos sábados).

Depois do almoço, entro na página principal do Sapo.

Fiquei estarrecida com este título . Li a notícia.

Doeu-me tudo; o coração e a mente.

Procurei outras notícias mais positivas. Páro e leio esta : " Mickey Rourke faz hoje 65 anos: quem o viu e quem o vê".

"Coincidência", comentei: "  A canção, Joe Cocker, 9 Semanas e Meia, Mickey Rourke. Ao serão, vou rever o filme".

A minha homenagem ao actor, com uma das cenas mais eróticas do filme «Nove Semanas e Meia».

 

 

 

Bolero

Maria Araújo, 28.11.16

bo·le·ro |é|
(espanhol bolero)

substantivo masculino

1. Dança espanhola muito agitada e acompanhada às vezes de violão e castanholas.

2. Música que acompanha essa dança.

3. Pequeno casaco de mulher.

4. Chapéu de mulher, de forma redonda e com borlas.


"bolero", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/bolero [consultado em 28-11-2016].

 

Surgiu a palavra a propósito de uma escrita, quis saber mais alguma coisa sobre o seu significado.

Quando penso em bolero, vem de imediato à mente: a obra musical "Bolero" de Ravel, o bailado coreografado por Maurice Béjart, no filme do realizador Claude Lelouch, " Les Uns et Les Autres",  e o polémico filme "10"  com Bo Derek.

Ora nestas pesquisas, descobri um blog que comenta a citação de Maurice Béjart que diz que a dança é de origem oriental e não espanhola.

“Música demasiadamente conhecida, mas sempre nova, dada a sua simplicidade. Uma melodia de origem oriental e não espanhola, que se enrola em si própria, que aumenta de volume e de intensidade, devorando o espaço sonoro e envolvendo a melodia no final”.Maurice Béjart

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 Acaba o post com um clipart multimédia delicioso.

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Certamente vão ficar encantados com a perfeição deste clip, pelo que, se tiverem curiosidade em ver, cliquem  neste link e deliciem-se ao som de "Bolero", de Maurice Ravel.

 

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  A arte multimédia, que eu não entendo,  é fantástica!