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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

ainda as faturas digitais

Maria Araújo, 01.03.19

quando escrevi este post, entrei logo em acção perguntando no PD se já era possível receber as facturas digitais no meu correio electrónico, a resposta foi que não, que ainda não sabiam de nada.

Ontem, estava numa sala de espera de uma clínica, recebi uma mensagem que dizia que já podia receber as facturas em formato digital no endereço de e-mail à minha escolha.

De imediato segui os passos, ficou feita a adesão.

Não foi necessário fazer o downlaod da APP.

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Lembrei-me do Continente, e este pede que faça o download da aplicação, tratei de a fazer, segui as instruções, recebi uma SMS com um código, introduzi o número do meu cartão, até que esbarro no passo que diz que vai ser enviado um código para o e-mail.

Sem sinal no telemóvel de que recebera um e-mail, voltei atrás, repeti de novo, o código nunca chegou. Há minutos, voltei a repetir tudo, esbarrei no mesmo passo, não recebi e-mail, logo,a adesão  não foi feita.

Após várias tentativas, já só me restava uma, desisti. E enviei um e-mail a pedir ajuda.

O que na primeira foi tão simples e rápido, na segunda não vejo por que usar a APP  quando eu apenas pretendo receber as faturas digitais.

 

"não temos acesso aos dados"

Maria Araújo, 25.05.16

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foi a resposta que me deu o responsável da loja do grupo Inditex, onde comprei as calças que decidi trocar.

Expliquei o que aconteceu.

"No final do dia fechamos o programa, não conseguimos ter acesso a faturas".

Apresentei todos os meus argumentos e  mais este: " um "amigo"  dissera-me que se a fatura tinha o NIF, sabendo o dia e a hora que fui à loja, poderiam passar uma segunda  via e fazer a troca".

"Não podemos, não temos acesso aos dados".

Então pedi o contacto de alguém superior. "O superior sou eu", respondeu, educadamente,o jovem.

"Mas quero apresentar reclamação.Nunca me aconteceu nada disto, quero saber se tenho solução".

Perguntou-me se queria o livro de reclamações, respondi que sim, abre o livro, volta a dizer-me que não pode dar-me a segunda via do talão porque os clientes abusavam e o grupo acabou com o acesso aos dados.
Pensei na alternativa de ir ao supermercado, "quem sabe, mas quase impossível, a funcionária ou alguém topasse o talão e o guardasse?!", desisiti registar no livro de reclamações, agradeci, e saí da loja.

Fui ao supermercado, falei com uma das responsáveis e ela falou o que eu já sabia : todos os talões que os cliente deixam nas caixas, vão para o lixo. Mas garantiu-me que todas as lojas comerciais têm acesso aos dados e se o cliente perdeu a fatura, pode adquirir a segunda via.

"Ligue para a Deco", aconselhou.

Liguei para uma das lojas do grupo, no Porto, expliquei que perdera um talão e se era possível obter outra via.

A resposta foi a mesma " Não temos acesso aos dados, não podemos dar a segunda via. A solução é expor a questão no Apoio ao Cliente, no website."

Agradeci e desliguei.

Fico com as calças, que até são giras (impliquei que fazem umas rugas atrás, nas pernas. Defeito meu, com certeza), mas vou enviar um e-mail porque quero ver se me respondem e o quê.

 

 

 

não consigo perceber

Maria Araújo, 03.11.15

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a mentalidade da maioria das pessoas que não querem fatura  das compras que fazem.

Vária vezes escrevi  e comentei que nem sempre me lembro de pedir fatura, mas se me perguntarem se quero, respondo que sim.

Na caixa do supermercado, um senhor que deve andar pelos 75 anos, foi operário na empresa do meu pai, conheço-o bem, estava a  ser um pouco grosseiro por que uma senhora  se posicionou ao lado da operadora de caixa, e falava de alguém que , porvavelmente, conheciam.

Disse-lhe para se acalmar porque a senhora estava a conversar enquanto fazia o pagamento das compras. Por sua vez,a senhora que estava à frente dele dizia: "parece-me que esta gente não tem o almoço para fazer, não saem do sítio, só conversa e mais conversa".

Quando chegou a vez do senhor e a operadora pergunta-lhe se quer fatura, responde: "Não minha, senhora! Era o que faltava, eles querem controlar o que nós compramos! Não precisam saber da minha vida".

Conhecendo-o eu, meti-me  na conversa e disse que não era bem assim, mas interrompe-me logo: "Um amigo meu disse-me que as finanças foram em cima dele porque gastou mais do que aquilo que recebe. As finanças não têm nada que saber onde gasto o dinheiro. Se as pessoas ganham 500 e gastam mil, dão um passo maior que a perna, logo, eles controlam tudo e lixam-nos a vida."

A minha vez chegou, já eu tinha na mão o cartão do supermercado, o cartão e-fatura, e o multibanco.

Comentei entre dentes: "Não vale a pena argumentar com pessoas  idosas e com ideias retrógradas".

Paguei e trouxe a minha fatura.

 

 

 

 

o cartão e-fatura

Maria Araújo, 25.07.15

 

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Sempre que entramos na nossa página das Finanças para registar faturas, uma chamada de atenção aconselha-nos a imprimir o cartão personalizado que, a usá-lo, a máquina lê o número, assegurando a sua confidencialidade e facilitando o processo de emissão da fatura pela  operadora de caixa.

Esquecia-me de o imprimir, até ao dia em que li o post desta simpática blogger.

Imediatamente imprimi e guardei-o junto ao meu cartão NIF.

Ontem fui às compras e quando me perguntaram se queria fatura (nem sempre me lembro de a pedir) respondi  que sim,  pego no cartão e dou-o à operadora de caixa que comentou comigo: "é tão mais simples quando nos dão o cartão!"

Repeti o gesto em todas as lojas onde fiz compras.

Boa dica, miúda do blog "a lupa de alguém". Agora já não preciso de estar constantemente a dizer o NIF.