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ainda os gatinhos

por Maria Araújo, em 13.04.18

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O  destaque deste post  despertou a atenção e o interesse da blogger "A Vida na Quinta"  levou a uma intensa troca de e-mails.

A blogger vai ficar com um felino de pêlo de cor bege, independentemente de ser macho ou fêmea ( a inexperiência e o facto de serem bebés não nos garante que o que pensamos sejam três machos e duas fêmeas)  tentaremos, este fim de semana, fazer a sua identificação.

Por que os blogs são óptimas vias divulgação e comunicação, agradeço o contacto da Helena, e a confiança que depositou em mim com o envio da fotografia de família  , através do blog do Clube de Gatos do Sapo, e, mais uma vez, à Equipa do Sapo, o destaque que interessou a C, uma jovem apaixonada pelo campo e pelos animais, a adoptar um. 

A nova morada deste três gatinhos vai ser na zona de Lisboa, oportunamente farei a calendarização da sua entrega às duas simpáticas famílias.

Bem hajam!

 

 

 

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quem deseja, tem

por Maria Araújo, em 11.04.18

 

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Uma gata de rua circulava pelo bairro de vivendas onde todos os residentes têm cães. E as minhas sobrinhas tinham duas cadelinhas, mãe e filha, a mãe morreu vai para dois anos, ficou a Kim.

Os gatos andam pela zona,  os moradores não os querem dentro de casa mas vão alimentando dois gatos que por lá andam, deixando a ração num canto do jardim.

A gata procura comida ma casa das minhas sobrinhas, o meu cunhado alimenta-a.

Se a Kim implica com o Scott, o cão que de quando em vez vem com os donos passar uns dias de férias ou o fim-de-semana, que faria se um dos gatos entrasse em casa.

A família combinou colaborar com uma verba e levar a gata ao veterinário para esterizá-la, ofereci-me para isso, mas havia um problema. Se a gata é de rua, se marcasse com o veterinário um dia e uma hora, seria difícil apanhá-la, a não ser que a fechassemos em algum lado. 

E os dias passaram, "a gata está mais gorda", dizia o meu cunhado, ninguém percebeu que estava prenha.

Ora no passado dia 2, passei na casa das minhas sobrinhas para me despedir do meu sobrinho neto, sai da cave da casa o meu sobrinho e diz que a gata tinha acabado de ter três gatinhos.

Fui espreitar, lá estava ela a limpar o último que nascera. Não ficou por aí, teve mais dois gatinhos.

Ora com cinco gatos, a ideia de esterilizar a gata não foi posta de parte, aguardamos mais um tempo, tratar de dar os gatinhos era  nossa prioridade.

No Clube de Gatos do Sapo, publiquei um post com um vídeo, "quiçá", pensei, "alguém queira adoptar um".

E não é que tive um comentário? De imediato contactei a blogger.

Dois dias depois, leio  este post.

Troca de e-mails constantes, toma uma decisão: quer dois gatinhos.

Sempre a pô-la a par do estado dos gatinhos, envio as lindas fotografias dos seus bebés escolhidos, um macho e uma fêmea.

E porque a distância não é problema, dentro de três semanas, se estes pequenotes estiverem prontos para viver sem a mãe, viajarão uns quantos quilómetros para serem acolhidos e bem cuidados pela nova e simpática família.

Falta encontrar um, dois, três famílias ou donos para os outros gatinhos.

E, como já referi, a distância não é problema. Se um de vós, que lê este post, estiver interessado em adoptar um, ou dois, ou os três gatinhos, contacte-me, por favor. 

goingnuts desejou ter um gato, gostou demais deles que, em família e a três, decidiram ficar com dois.

Por que quem deseja, tem.

 

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foi um dia e tanto

por Maria Araújo, em 08.04.18

Quinta-feira, depois da cena do jovem  "o ruivo",  já na descida da rua 31 de Janeiro, o telemóvel tocou.

Era a minha amiga M a responder-me  à SMS que enviara (em conversa, no café, no dia anterior, dissera-me  que tinha intenção de ir ao Bom Jesus do Monte, no dia seguinte, supus que iria sozinha).

Estava um dia muito agradável, depois desta caminhada, e porque há muito tempo que não vou ao Bom Jesus a pé, far-lhe-ia companhia se ela assim o entendesse.

Os filhos fora de casa, era o dia ideal. Ia, sim, sozinha. Eu sentia-me com forças para mais uns quilómetros, ofereci-me para fazer companhia, combinamos  sair por volta do meio-dia.

Pés a caminho, rodovia fora, subimos por Tenões. Eram inúmeros os jovens que desciam aquela estrada.

Chegamos aos escadórios lá estavam os autocarros que aguardavam os turistas que subiam o monte pelo velhinho ascensor movido a água, e desciam pelos escadórios.

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Subimos, e parámos no belo largo para as fotografias, continuámos a subida.

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Corpo quente da caminhada e da subida, não convinha entrar no frio Santuário, fizemos uma pequena paragem no miradouro para vermos a cidade.

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Após uns minutos de reflexão, e como adoro fotografar tectos e nunca me lembrara deste, chegou a sua vez.

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Orações cumpridas, fomos comprar gelados, ouço a minha amiga dizer "one hundred and forty", virei-me,  traduzia para  um estrangeiro o valor que a senhora lhe dissera em português. Uns segundos depois vejo-a  falar com outro senhor, a quem pediu desculpa pensando ser estrangeiro, que era, mas brasileiro.

Encetou-se uma conversa sobre o ascensor que queria saber onde era, a explicação de como funcionava a subida e a descida, que o Santuário é dos mais bonitos da Europa, nem o de Notre Dame é tão belo, que temos uma paisagem lindíssima...

Eu pouco falava, e nem precisei, limitei-me a observar o senhor. Uma simpatia de homem, cabelos grisalhos a tender para o branco, olhos castanhos, barba de 2/3 dias, vestuário desportivo mas elegante, fazia perguntas sobre Braga e comentava se há casas para alugar, que somos um povo tranquilo, que a polícia trata bem as pessoas, que no Brasil as balas perdidas matam muita gente, que é impossível lá viver, que é do Recife, que tem intenção de viver em Portugal, que pensou viver em Cascais ou Oeiras..

Chamou a esposa que, mais à frente, observava a vista da cidade, para ouvir a nossa conversa.

Ela aproximou-se e cumprimentou-nos.

Os óculos escuros não deixavam ver o seu rosto moreno, mas pareceu-me ser uma bela mulher.

À minha pergunta se estavam de carro, e  à resposta afirmativa, reparando  no calçado prático que traziam, aconselhei-os a descer os escadórios, "a descer todos os santos ajudam", disse, e fazer a subida de ascensor;  que o parque era grande, havia o lago na parte superior, muito para ver neste espaço.

Despediram-se de nós, dirigiram-se à loja de recordações.

Subimos ao lago, vimo-los caminhar na direcção da gruta, cá em baixo.

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Gosto de tirar fotografias dos mesmos locais, e este, em particular, onde se vê a cidade ao fundo. 

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Pais e filhos passeavam de barco. Do outro lado do parque  as crianças divertiam-se no renovado "parquinho" infantil.

E as numerosas árvores carregadas de camélias dão vida e cor ao espaço.

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Muitos eram os turistas que tiravam a fotografia da praxe, consegui um pequeno espaço para fotografar a minha amiga.

Decidimos fazer o regresso a casa a pé, passamos pela antiga bracalândia que deu lugar ao Instituto de Nano Tecnologia, lembrei-me da "anedota" com imagem  que alguém me enviara e que diz mais ou menos isto: 

Bracarense que é bracarense dirá sempre que foi ao Feira Nova (Braga Parque), que estacionou o carro na Bracalândia ( Instituto de Nano Tecnologia)  e meteu gasolina na Mobil ( BP).

5 km de manhã, mais estes 9,5 km, comentei com a minha amiga que as pernas estavam a dar os mesmos sinais de cansaço da nossa longa caminhada em Barcelona, naquele domingo de Março de 2015.

E por falar em Barcelona, comentei, também,  que "conheço" um blogger que viveu nesta bela cidade, que escreve belos textos dos lugares menos frequentados pelos turistas, e que, quem os lê, apetece meter-se no avião e conhecer o que passa ao lado.

Metemos pelos campos de jogos da Rodovia, em reconstrução, vê-se algum betão (espero que não deja demais), um parque radical já pronto, barras paralelas para os atletas de rua,  novas vias pedonais a alcatroar.

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A M é uma boa companhia ( ela diz que sou a sua mana) tem o tempo muito ocupado com a família e o trabalho, já nem os nossos passeios à noite, pelas ruas da cidade, fazemos.

Gostaria de repetir as nossas caminhadas, as conversas, os desabafos, as gargalhadas.

Foi um dia e tanto, esta quinta-feira.

 

 

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não me recordo de ter um Natal...

por Maria Araújo, em 27.12.17

2017 surpreendeu-me com a chegada de mais dois sobrinhos netos.

O Natal tem sido, há alguns anos, neste cantinho.

Este foi o ano de os casais, irmãos e sobrinhas, passarem em casa dos sogros, pelo que, na noite de Ceia estivemos reunidas oito pessoas. No almoço de Natal, dois membros foram à família do pai, ficamos reduzidos a cinco.

Com muita ou pouca família reunida é sempre um dia especial desde que estejam todos à volta da mesa a conversar e desfrutar das iguarias desta época que convida a comer e beber.

Tudo correu muito bem, chegou a hora de abrir os presentes, jogar um dos jogos de tabuleiro, desta vez o Jogo do Risco, até às 3h30.

No dia 25, as cinco pessoas que estiveram neste cantinho comemoraram o Natal com um excelente repasto, bom vinho e a tradicional doçaria. 
Passou rápida a tarde, para o jantar estariam todos de volta: vieram os irmãos ausentes, nove dos onze sobrinhos e os dois sobrinhos netos cariocas. 

E a casa regressou à barulheira das vozes em conversas disto e daquilo, aos brindes, às brincadeiras das crianças no hall como se este fosse um campo de basquetebol.

Hora de jantar, sentaram-se à mesa dezasseis pessoas.

Depois de jantar, e porque estão todos de férias, fez-se o jogo do Loto. Ninguém tinha moedas, jogou-se a feijões.

Os sobrinhos netos queriam participar do jogo, sentavam-se no colo do pai ou da mãe, pegavam nos feijões, de  quando em vez desconcentravam-nos do jogo.

As  crianças mostravam cansaço, dois sobrinhos diziam estar a chocar gripe, o meu carioquinha mais novo, que tinha vindo do frio da cidade dos avós paternos, estava com tosse, era hora de acabar este Natal e todos descansarem.

Todo o trabalho de preparação do Natal foi o mesmo dos anos anteriores: cozinhar, fazer os doces, preparar a mesa.

Esta casa esteve sempre cheia na festa de Natal. Não me recordo de ter um Natal em que tivessemos tantos membros da família ausentes nas duas refeições. Mas foi um Natal Feliz e sossegado.

 

 

 

 

 

 

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para vós

por Maria Araújo, em 23.12.17

 

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os meninos estão em vantagem

por Maria Araújo, em 14.10.17

Três sobrinhas com filhos. Duas vivem fora do país.

Em Agosto, na Irlanda, nasceu o 4º sobrinho neto.

Hoje de madrugada, em Lisboa, nasceu o 5º.

Os seus nomes, do mais velho para o mais novo: António, Anna, Francisco, Daniel e Vicente.

Fico feliz ver a família a aumentar.

 

 

 

 

 

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retrato de família

por Maria Araújo, em 04.05.17

 

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o Natal passou

por Maria Araújo, em 27.12.16

o trabalho que me deu ( e não cozinhei no dia de Natal, todos os oito pratos foram feitos pelo meu irmão mais novo) tirou-me o apetite de vir aqui escrever sobre esta festa da família.

Há oito anos que o Natal é em minha casa. Foi muito bom, a família estava completa, comeu-se muito bem, bebeu-se melhor, os vinhos foram muito bem escolhidos por eles. Comi e bebi pouco.

Deixo um cheirinho do que foi o almoço de Natal, com vinte e uma pessoas mais as três crianças que se sentaram à mesa connosco, comeram e foram brincar.

 

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De cima para baixo, da esquerda para a direita: capão de Valongo; "foda" à Monção; cabrito,  Entre-Os-Rios;  pernil assado, Alto Douro; migas de São Vítor; sarapatel, Alto Alentejo;  arroz de zimbro, Serra da Estrela.

O pato que já estava cozido, para o arroz,  e a fazer na hora, para o jantar, acabou por ficar no tacho. Está agora congelado à espera de ser cozinhado para um almoço ou jantar.

E o meu desejo de tirar a foto de família e a dos sobrinhos e sobrinhos netos foi cumprido.

É a festa do ano, foi alegre, gosto muito da minha família, o trabalho é de mais, o corpo recupera.

 

 

 

 

 

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árvore de iluminação

por Maria Araújo, em 16.12.16

Tenho imensas peças decorativas em vermelho, pensei  decorar a árvore com bolas, estrelas e outros penduricalhos desta quadra festivam, nessa cor, tal como no ano passado.

Mas decidi mudar. Desfiz tudo e optei pelo branco e prateado, cores que não abundam nas peças que tenho que são predominantemente pinhas pequenas.

Cansa-me a árvore cheia de bonecada e bolas, queria uma decoração simples e leve. A casa vai ter cerca de 22 pessoas, a sala é comprida mas não suficiente larga para andarem de um lado para o outro e para que as peças não caiam, porque alguém se encosta à parede e/aos cortinados, decidi não pôr nada que atrapalhasse o convívio familiar. Conheço bem a família, há muita conversa, ruído, gargalhadas, crianças, enfim, quanto mais acessível a sala ficar, melhor.

Castiçais brancos, velas brancas, ramos de pinheiro em jarras, a decoração estava praticamente pronta, vou alterá-la. 

Não fiquei satisfeita com a decoração da árvore. Faltava qualquer coisa que a enchesse, mas não queria bolas.

Hoje passei no Ikea, vi  estas caixas de flocos de neve (para iluminação) cujo  preço era de 2,99 ‎€ , comprei a 0,99‎€. Já experimentei na árvore e gostei.

Mas mudei a árvore para outro canto da sala. Tirei medidas ao lado da sala onde tenho o aquecimento, o armário (aparador) que é comprido, cabe neste espaço. A mesa tem 1,85m, aberta fica com 2,30m, não chega para a família que é numerosa e que, felizmente, vão estar cá  todos neste Natal. Preciso de desmontar a mesa da cozinha, com 1,20m  e mesmo assim vamos ficar  um pouco apertados. Os jovens adoram abrir as asas ( braços) quando estão à mesa, vão ter de se apertar um pouco.

No ano passado comprei luzes decorativas, não precisava delas para a árvore, fiz uma árvore de natal na parede.

Estamos a sete dias do Natal e pela primeira vez na minha vida a decoração não está a cem por cento. Tudo porque quis simplificar mas com a mudança de armários vou começar tudo de novo.

É Natal, o trabalho começa a apertar, e ainda tenho muitas compras para fazer.

Os presentes dos sobrinhos estão comprados, excepto a da Sofia, minha afilhada, porque ainda não decidi o que vou oferecer.

A árvore de iluminação de parede da minha sala é esta.

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devo ser das poucas

por Maria Araújo, em 02.12.16

pessoas que ainda não montou a árvore de Natal.

Continua tudinho guardado na garagem, e não me parece que será neste fim de semana que vou pôr mãos à obra.

Quanto às prenda, aqui em casa, cada adulto recebe uma. Fazemos um sorteio vai para seis anos, este ano, ofereço à minha irmã mais nova. 

Depois há os sobrinhos, os estudantes, que recebem de toda a família. Os sobrinhos que trabalham, fazem parte do sorteio.

Tenho as duas sobrinhas e afilhadas, a Filipa, que vem do Rio com os meus lindos sobrinhos netos, e a Sofia. 

Para os(as) amigos(as), fiz uma selecção e limitei o número a seis.

Hoje, foi o dia de comprar a primeira prenda de Natal: a da minha irmã.

 

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