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pensamos no tempo, na cidade

por Maria Araújo, em 15.07.18

e nem sempre é o tempo que faz na praia.

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Fizesse sol, nevoeiro, chuva ou vento,  combinara passar o dia na casa de praia com a minha sobrinha e filhotes.

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Na cidade o tempo estava um pouco encoberto e com algum vento, convidei a minha irmã para vir comigo.

Auto-estrada fora,  a sobrinha tinha ido almoçar com uns amigos, tinhamos a chave da casa, fomos para a piscina.

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O tempo convidava à praia, a piscina é para os dias de vento,  no momento que saímos de casa, chegam eles.

Os bejinhos, os abraços, eles ficavam por casa, fomos nós à praia.

A temperatura  estava óptima, não havia vento, fomos para a restinga de Ofir.

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A água do mar estava agradável, maré alta, tivemos cuidado com o banho.

Desafiei a minha irmã fazermos o regresso pelo margem do rio, que ela não conhecia.

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Ficou encantada, nunca vira Esposende do outro lado da margem, parecia uma criança a brincar no rio.

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Dirigimo-nos ao passadiço, fizemos o percurso até casa por este.

O fim de tarde continuava sereno, sem vento.

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Ficamos para jantar.

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As crianças foram dormir, a conversa estava agradável, mas era hora de regressar a casa.Já não sou das que adora conduzir à noite na auto-estrada, vinte minutos nas calmas, à meia-noite estavamos em Braga.

E a noite continuava serena e linda.

Pensar que o tempo que faz na cidade é o mesmo que faz na praia, é errado. 

E as praias do norte enganam-nos, também.

Fossem todos os dias de praia como o de hoje.

Foi um dia maravilhoso.

 

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a nova família dos gatinhos

por Maria Araújo, em 19.05.18

adoptados, e que quero que leiam aqui, está muito feliz com os seus bebés.

Contactamo-nos diariamente, eu porque quero saber como estão, a H, por que os recebeu com muito amor, como uma forma de agradecer tão belos felinos.

Fui dar um abraço aos meus sobrinhos netos brasileiros que estão cá por uns dias, quando foram dormir, fui espreitar os gatinhos, que ainda não têm família, e encontrei-os, e à mãe gata, assim:

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Espero, muito em breve, encontrar uma família para os dois gatos de cor clara, um macho e uma fêmea. O preto, uma fêma, em início de junho irá para a sua nova família.

O que mais quero é que todos sejam muito felizes.

 

 

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e os gatinhos

por Maria Araújo, em 17.05.18

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crescidos e muito, muito brincalhões, viajam hoje, comigo, para Vila Franca de Xira, onde os espera uma família ansiosa por os receber.

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Fêmea de pêlo claro, macho preto.

 

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ainda os gatinhos

por Maria Araújo, em 13.04.18

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O  destaque deste post  despertou a atenção e o interesse da blogger "A Vida na Quinta"  levou a uma intensa troca de e-mails.

A blogger vai ficar com um felino de pêlo de cor bege, independentemente de ser macho ou fêmea ( a inexperiência e o facto de serem bebés não nos garante que o que pensamos sejam três machos e duas fêmeas)  tentaremos, este fim de semana, fazer a sua identificação.

Por que os blogs são óptimas vias divulgação e comunicação, agradeço o contacto da Helena, e a confiança que depositou em mim com o envio da fotografia de família  , através do blog do Clube de Gatos do Sapo, e, mais uma vez, à Equipa do Sapo, o destaque que interessou a C, uma jovem apaixonada pelo campo e pelos animais, a adoptar um. 

A nova morada deste três gatinhos vai ser na zona de Lisboa, oportunamente farei a calendarização da sua entrega às duas simpáticas famílias.

Bem hajam!

 

 

 

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quem deseja, tem

por Maria Araújo, em 11.04.18

 

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Uma gata de rua circulava pelo bairro de vivendas onde todos os residentes têm cães. E as minhas sobrinhas tinham duas cadelinhas, mãe e filha, a mãe morreu vai para dois anos, ficou a Kim.

Os gatos andam pela zona,  os moradores não os querem dentro de casa mas vão alimentando dois gatos que por lá andam, deixando a ração num canto do jardim.

A gata procura comida ma casa das minhas sobrinhas, o meu cunhado alimenta-a.

Se a Kim implica com o Scott, o cão que de quando em vez vem com os donos passar uns dias de férias ou o fim-de-semana, que faria se um dos gatos entrasse em casa.

A família combinou colaborar com uma verba e levar a gata ao veterinário para esterizá-la, ofereci-me para isso, mas havia um problema. Se a gata é de rua, se marcasse com o veterinário um dia e uma hora, seria difícil apanhá-la, a não ser que a fechassemos em algum lado. 

E os dias passaram, "a gata está mais gorda", dizia o meu cunhado, ninguém percebeu que estava prenha.

Ora no passado dia 2, passei na casa das minhas sobrinhas para me despedir do meu sobrinho neto, sai da cave da casa o meu sobrinho e diz que a gata tinha acabado de ter três gatinhos.

Fui espreitar, lá estava ela a limpar o último que nascera. Não ficou por aí, teve mais dois gatinhos.

Ora com cinco gatos, a ideia de esterilizar a gata não foi posta de parte, aguardamos mais um tempo, tratar de dar os gatinhos era  nossa prioridade.

No Clube de Gatos do Sapo, publiquei um post com um vídeo, "quiçá", pensei, "alguém queira adoptar um".

E não é que tive um comentário? De imediato contactei a blogger.

Dois dias depois, leio  este post.

Troca de e-mails constantes, toma uma decisão: quer dois gatinhos.

Sempre a pô-la a par do estado dos gatinhos, envio as lindas fotografias dos seus bebés escolhidos, um macho e uma fêmea.

E porque a distância não é problema, dentro de três semanas, se estes pequenotes estiverem prontos para viver sem a mãe, viajarão uns quantos quilómetros para serem acolhidos e bem cuidados pela nova e simpática família.

Falta encontrar um, dois, três famílias ou donos para os outros gatinhos.

E, como já referi, a distância não é problema. Se um de vós, que lê este post, estiver interessado em adoptar um, ou dois, ou os três gatinhos, contacte-me, por favor. 

goingnuts desejou ter um gato, gostou demais deles que, em família e a três, decidiram ficar com dois.

Por que quem deseja, tem.

 

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foi um dia e tanto

por Maria Araújo, em 08.04.18

Quinta-feira, depois da cena do jovem  "o ruivo",  já na descida da rua 31 de Janeiro, o telemóvel tocou.

Era a minha amiga M a responder-me  à SMS que enviara (em conversa, no café, no dia anterior, dissera-me  que tinha intenção de ir ao Bom Jesus do Monte, no dia seguinte, supus que iria sozinha).

Estava um dia muito agradável, depois desta caminhada, e porque há muito tempo que não vou ao Bom Jesus a pé, far-lhe-ia companhia se ela assim o entendesse.

Os filhos fora de casa, era o dia ideal. Ia, sim, sozinha. Eu sentia-me com forças para mais uns quilómetros, ofereci-me para fazer companhia, combinamos  sair por volta do meio-dia.

Pés a caminho, rodovia fora, subimos por Tenões. Eram inúmeros os jovens que desciam aquela estrada.

Chegamos aos escadórios lá estavam os autocarros que aguardavam os turistas que subiam o monte pelo velhinho ascensor movido a água, e desciam pelos escadórios.

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Subimos, e parámos no belo largo para as fotografias, continuámos a subida.

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Corpo quente da caminhada e da subida, não convinha entrar no frio Santuário, fizemos uma pequena paragem no miradouro para vermos a cidade.

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Após uns minutos de reflexão, e como adoro fotografar tectos e nunca me lembrara deste, chegou a sua vez.

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Orações cumpridas, fomos comprar gelados, ouço a minha amiga dizer "one hundred and forty", virei-me,  traduzia para  um estrangeiro o valor que a senhora lhe dissera em português. Uns segundos depois vejo-a  falar com outro senhor, a quem pediu desculpa pensando ser estrangeiro, que era, mas brasileiro.

Encetou-se uma conversa sobre o ascensor que queria saber onde era, a explicação de como funcionava a subida e a descida, que o Santuário é dos mais bonitos da Europa, nem o de Notre Dame é tão belo, que temos uma paisagem lindíssima...

Eu pouco falava, e nem precisei, limitei-me a observar o senhor. Uma simpatia de homem, cabelos grisalhos a tender para o branco, olhos castanhos, barba de 2/3 dias, vestuário desportivo mas elegante, fazia perguntas sobre Braga e comentava se há casas para alugar, que somos um povo tranquilo, que a polícia trata bem as pessoas, que no Brasil as balas perdidas matam muita gente, que é impossível lá viver, que é do Recife, que tem intenção de viver em Portugal, que pensou viver em Cascais ou Oeiras..

Chamou a esposa que, mais à frente, observava a vista da cidade, para ouvir a nossa conversa.

Ela aproximou-se e cumprimentou-nos.

Os óculos escuros não deixavam ver o seu rosto moreno, mas pareceu-me ser uma bela mulher.

À minha pergunta se estavam de carro, e  à resposta afirmativa, reparando  no calçado prático que traziam, aconselhei-os a descer os escadórios, "a descer todos os santos ajudam", disse, e fazer a subida de ascensor;  que o parque era grande, havia o lago na parte superior, muito para ver neste espaço.

Despediram-se de nós, dirigiram-se à loja de recordações.

Subimos ao lago, vimo-los caminhar na direcção da gruta, cá em baixo.

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Gosto de tirar fotografias dos mesmos locais, e este, em particular, onde se vê a cidade ao fundo. 

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Pais e filhos passeavam de barco. Do outro lado do parque  as crianças divertiam-se no renovado "parquinho" infantil.

E as numerosas árvores carregadas de camélias dão vida e cor ao espaço.

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Muitos eram os turistas que tiravam a fotografia da praxe, consegui um pequeno espaço para fotografar a minha amiga.

Decidimos fazer o regresso a casa a pé, passamos pela antiga bracalândia que deu lugar ao Instituto de Nano Tecnologia, lembrei-me da "anedota" com imagem  que alguém me enviara e que diz mais ou menos isto: 

Bracarense que é bracarense dirá sempre que foi ao Feira Nova (Braga Parque), que estacionou o carro na Bracalândia ( Instituto de Nano Tecnologia)  e meteu gasolina na Mobil ( BP).

5 km de manhã, mais estes 9,5 km, comentei com a minha amiga que as pernas estavam a dar os mesmos sinais de cansaço da nossa longa caminhada em Barcelona, naquele domingo de Março de 2015.

E por falar em Barcelona, comentei, também,  que "conheço" um blogger que viveu nesta bela cidade, que escreve belos textos dos lugares menos frequentados pelos turistas, e que, quem os lê, apetece meter-se no avião e conhecer o que passa ao lado.

Metemos pelos campos de jogos da Rodovia, em reconstrução, vê-se algum betão (espero que não deja demais), um parque radical já pronto, barras paralelas para os atletas de rua,  novas vias pedonais a alcatroar.

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A M é uma boa companhia ( ela diz que sou a sua mana) tem o tempo muito ocupado com a família e o trabalho, já nem os nossos passeios à noite, pelas ruas da cidade, fazemos.

Gostaria de repetir as nossas caminhadas, as conversas, os desabafos, as gargalhadas.

Foi um dia e tanto, esta quinta-feira.

 

 

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não me recordo de ter um Natal...

por Maria Araújo, em 27.12.17

2017 surpreendeu-me com a chegada de mais dois sobrinhos netos.

O Natal tem sido, há alguns anos, neste cantinho.

Este foi o ano de os casais, irmãos e sobrinhas, passarem em casa dos sogros, pelo que, na noite de Ceia estivemos reunidas oito pessoas. No almoço de Natal, dois membros foram à família do pai, ficamos reduzidos a cinco.

Com muita ou pouca família reunida é sempre um dia especial desde que estejam todos à volta da mesa a conversar e desfrutar das iguarias desta época que convida a comer e beber.

Tudo correu muito bem, chegou a hora de abrir os presentes, jogar um dos jogos de tabuleiro, desta vez o Jogo do Risco, até às 3h30.

No dia 25, as cinco pessoas que estiveram neste cantinho comemoraram o Natal com um excelente repasto, bom vinho e a tradicional doçaria. 
Passou rápida a tarde, para o jantar estariam todos de volta: vieram os irmãos ausentes, nove dos onze sobrinhos e os dois sobrinhos netos cariocas. 

E a casa regressou à barulheira das vozes em conversas disto e daquilo, aos brindes, às brincadeiras das crianças no hall como se este fosse um campo de basquetebol.

Hora de jantar, sentaram-se à mesa dezasseis pessoas.

Depois de jantar, e porque estão todos de férias, fez-se o jogo do Loto. Ninguém tinha moedas, jogou-se a feijões.

Os sobrinhos netos queriam participar do jogo, sentavam-se no colo do pai ou da mãe, pegavam nos feijões, de  quando em vez desconcentravam-nos do jogo.

As  crianças mostravam cansaço, dois sobrinhos diziam estar a chocar gripe, o meu carioquinha mais novo, que tinha vindo do frio da cidade dos avós paternos, estava com tosse, era hora de acabar este Natal e todos descansarem.

Todo o trabalho de preparação do Natal foi o mesmo dos anos anteriores: cozinhar, fazer os doces, preparar a mesa.

Esta casa esteve sempre cheia na festa de Natal. Não me recordo de ter um Natal em que tivessemos tantos membros da família ausentes nas duas refeições. Mas foi um Natal Feliz e sossegado.

 

 

 

 

 

 

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para vós

por Maria Araújo, em 23.12.17

 

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os meninos estão em vantagem

por Maria Araújo, em 14.10.17

Três sobrinhas com filhos. Duas vivem fora do país.

Em Agosto, na Irlanda, nasceu o 4º sobrinho neto.

Hoje de madrugada, em Lisboa, nasceu o 5º.

Os seus nomes, do mais velho para o mais novo: António, Anna, Francisco, Daniel e Vicente.

Fico feliz ver a família a aumentar.

 

 

 

 

 

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retrato de família

por Maria Araújo, em 04.05.17

 

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