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já tinha saudades

por Maria Araújo, em 11.10.18

de passar pelo Parque das Nações.

De fugida, foi hoje o dia.

 

Nunca fotografara esta saida do Metro da Gare do Oriente

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Entretanto, vim pernoitar a Fátima.

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é inexplicável

por Maria Araújo, em 23.10.17

a tranquilidade que sinto depois de ter cumprido uma missão.

Para a viagem, ida e volta, e nem dei pelo tempo passar, levei este livro do desafio de leitura.

 

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no meio da multidão...

por Maria Araújo, em 14.05.17

Cinco mulheres de mochilas às costas, os banquitos que haviam comprado há 4 anos a acompanhá-las,  chegaram a Fátima ao início da tarde.

Contrariamente ao que esperavam, a entrada em Fátima foi calma. O trânsito sereno, muitas pessoas na rua e nas esplanadas dos cafés, gente bem disposta.

Depois de tomarem o ansioso café, dirigiram-se para o recinto do santuário. 

Mais de metade deste estava cheio, decidiram ficar cá em cima, a "dois passos" daquele tão falado terço, que só à noite mostraria o seu esplendor.

Pessoas bonitas, pessoas bem dispostas, de  todos os estratos sociais, todos iam ocupando um bocadito do espaço que, sem se ficar apertado, era o ideal para si.

Uma das amigas, que conhece meio mundo, ouve alguém de um grupo de senhoras e um senhor, todos entre os 70 e 80 anos, que acabava de chegar e assentar  as cadeiras e bancos, ali ao lado, comentar algo com uma das suas amigas.  Reconhecendo a voz de uma das senhoras, virou-se e,  abraços e beijos . " Olá, .... Não é possível...".

Uma amiga da mãe, uma vizinha de rua de outros tempos, que já não via há bastante tempo.

E ali se formou um belo grupo de pessoas de várias idades.

O Papa chegou, a oração do silêncio seguido pela multidão, a sua saída do recinto para descansar e preparar-se para a noite mais mágica de Fátima, muitas pessoas começaram a movimentar-se para jantar.

O grupo das cinco mulheres, com as mochilas no chão a fazerem de mesa, tira-se tudo o que se levara para as refeições: bola de carne, rissóis de camarão e carne, bolinhos de bacalhau, panados de frango, pão e maçãs.

Convidados para este repasto, o grupo mais velho agradeceu o convite, tinham outros planos. 
De repente, forma-se mesmo ali ao lado um corredor pelo qual as pessoas passavam junto ao grupo das cinco, que petiscavam.

Ouve-se uma voz que diz mais ou menos isto: " Olha muito bem que aqui se  comi".

As cinco riem-se, vêem as pessoas que pararam a observarem-nas: um casal acompanhado de um jovem (este andaria pelos 20s). 

"Sirva-se", diz uma delas ao mesmo tempo que levanta o tupperware.

Ele serve-se de um rissol. O filho não quis rissóis mas gostaria de provar "aquela coisa além", a bola de carne.

A esposa teria ficado envergonhada, não quis nada.

E o marido serviu-se de mais um ou dois rissóis, agradeceram e seguiram o seu caminho.

Mais alguém passou que achou piada e também se serviu.

Uns breves minutos passaram quando a amiga organizadora da visita a Fátima, de frente para o corredor, diz: " A esta temos de oferecer".

Todas voltaram-se para ver quem era a "esta". 

A blogger deste cantinho riu-se. As outras riram-se, também.

Junto a "esta" o marido  com o filho mais novo sentado sobre os seus ombros. Muito simpático, diga-se.

Uma delas pergunta: " São servidos?"

Resposta da "esta": " Muito obrigada. Vamos dar de comer ao menino, os outros não quiseram vir,  ficaram lá em baixo"

De casaco comprido cinza, respondeu-nos com muita simpatia, agradeceu o gesto. Ele agradeceu também. E não se serviram.

Quando o casal estava fora de alcance, eis que uma das amigas do grupo comenta: " Não suporto esta mulher..." E conta às outras o motivo de...

Logo a seguir, telefona ao marido a contar a cena....E o marido ainda lhe respondeu que ela há-de mudar...

O mundo é pequeno, e, no meio da multidão passou junto ao grupo a mui conhecida e popular ex-ministra da Agricultura e Mar, agora presidente do CDS-PP e candidata à Câmara de Lisboa, Drª Assunção Cristas.

 

 

 

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estarei em Fátima

por Maria Araújo, em 12.05.17

E não vou ter palavas para escrever o que se sente.

Apenas o silêncio e a lembrança de todos os que eu amo e  daqueles que, sem conhecer, fazem parte da minha vida.

Hoje o dia é de branco. De paz.

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Fátima, o meu/nosso dilema

por Maria Araújo, em 06.05.17

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Vou a Fátima no dia 12. Até aqui, tudo bem.

Mas estou/estamos com um dilema que é: como vai ser a noite/ casas de banho?

Sem alojamento, com os agasalhos necessários para a noite, depois de ter enviado um e-mail a comunicar a meteorologia para os dias 12 e 13, com chuva,  a "organizadora"  diz isto :

 

"Segundo a H , não se dorme nessa noite (há muitas cerimónias a decorrer), vamos andando de capelinha em capelinha. Fátima é fria, logo tempos que levar roupa quentinha para a noite. No caso de chover, levar um impermeável........  xixi,..... há muitas casas de banho públicas e cafés, e..."

 

Ontem, num jantar de amigos, e em conversa com uma das amigas que faz parte do grupo de Fátima, habituada a longas caminhadas em peregrinação ( mas a idade também já pesa) e a cerimónias deste género, comentou comigo:

"Sempre pensei que participaríamos nas cerimónias da noite de 12 e no dia 13, de manhã cedo, regressaríamos a casa.

Não estava à espera de ficarmos para o dia 13 até porque não temos alojamento, vai ser muito complicado aguentarmos a noite toda no recinto. E se chover, o melhor será levarmos calçado impermeável, que é muito caro. Vou tentar arranjar emprestado."

Ora, a vai a pé, como sempre o faz, há anos, encontra-se connosco, sei lá bem onde, no recinto.

A C, a "organizadora", que é amigas delas, acha que nós aguentamos a noite e o dia. Decidiu-se, ficou decidido.  

Os bilhetes de autocarro, ida e volta, estão comprados.

Comentei com a A, no jantar, que quem não aguentar as 24h o melhor será não ficarmos para as cerimónias do dia 13.

Comentário dela:

" Se não aguentarmos, e a P diz o mesmo, manhã cedo metemo-nos num autocarro até à Batalha, ou Coimbra e seguimos para Braga. Que se lixe o dinheiro do bilhete."

Inteiramente de acordo. Tenho a certeza que não vou conseguir ficar 24h num recinto com uma multidão de pessoas, imagino com longas filas para as casas de banho, seguido das horas em pé durante a noite.... É este o meu/nosso dilema.

 

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Fátima

por Maria Araújo, em 02.05.17

Já temos os bilhetes de autocarro para a nossa visita a Fátima no dia 12 e 13.

Ele, o autocarro, deixa-nos a 600m do recinto.

Vai ser mágico, como foi há 4 anos.

E aquele terço da Joana Vasconcelos vai iluminar as nossas mentes, as nossas almas. 

Vou chorar,  eu sei.

 

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o oportunismo de fazer negócio

por Maria Araújo, em 03.03.17

O Papa Francisco vem a Fátima em Maio. E as minhas amigas decidiram que vamos à Procissão da Velas, no dia 12.

Em Novembro, a impulsionadora destas loucuras ligou para a pessoa que nos indicou a pensão onde ficamos alojadas há 4 anos, que disse que não havia qualquer hipótese de alojamento em Fátima. Nem lá nem em lado nenhum.

Provavelmente, nos arredores num raio de 20 km conseguíssemos. 

Vamos a Fátima. Não sabemos como.

De carro, está fora de questão. Uma das amigas, que não sabe se vai, não pode viajar de autocarro, devido ao problema que tem na coluna. De comboio, e  segundo me disse uma delas, a estação fica a cerca de 10 km da cidade.

Estou incumbida de tratar do nosso transporte. Mas ainda não mexi os pés para nada.

Não temos alojamento, não levamos carro, não sei se teremos de viajar com um dia de antecedência.

Pergunto: vamos passar a noite ao relento?

Estava a ver os e-mails, surge-me a Booking com ofertas aliciantes para várias cidade portuguesas e estrangeiras.

De repente, aparece à frente dos meus olhos "Fátima".  

Sabendo que estão a pedir preços muito elevados por um quarto, e em casas particulares, mesmo assim, fui espreitar.

" Quê?! - comentei para mim própria -  " São doidos. Que oportunismo! ?"

E fiz uma simulação para o dia 12 de Maio, para uma guesthouse, das mais baratas que apareciam:

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Se fizer a simulação, para a mesma gusethouse,  com check-in para os dias 13 ou 14, não há quartos para esses dias.

Mas se fizer para o dia 15, os preços são estes:

 

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Uma exploração, esta cidade que não gosto.

Se fizesse uma reserva para 5, cada uma de nós teria de pagar por um quarto triplo, 460 euros,  por uma noite. Para 4 pessoas seria 393 euros, cada.

Se não tivermos uma alternativa minimamente viável para dormimos uma noite, mesmo que ao relento mas agasalhadas, não vale a pena a viagem.

Mas, e a devoção?

Resta-me pesquisar os transportes com horários que nos permita fazer a viagem de manhã cedo, passarmos lá a noite da Procissão das Velas, e regressarmos, logo de manhã, com o nascer do sol, e se houver sol nesse dia, no primeiro transporte que tivermos disponível.

Penso que seria bom haver regulamentação que evitasse estes exorbitantes preços.

 

 

 

 

 

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a primeira longa caminhada

por Maria Araújo, em 22.01.17

Não sou pessoa de estar horas no sofá a dormir, a ver TV,  ou até a ler.

Depois de caminhar  cerca de 30 km entre Braga (centro) e Trofa, pela N14, o meu corpo quer sofá e cadeira.

Combináramos repetir esta experiência, mas desta vez, viajaríamos de comboio.

Ora, no início deste mês, a amiga C lançou o repto de fazermos o percurso  a pé. Duas colegas suas fazem-no todos os anos, seria um desafio interessante fazermos também.

Quando a N ligou-me  a dizer as suas intenções, comentei que não, que estava fora de questão fazer Fátima a pé.Conheço o meu corpo, os meus limites, não contassem comigo para isso.

Depois de me convencer a fazer a primeira experiência, aceitei, mas fui determinada em dizer que dificilmente irei na peregrinação a Fátima.

O objectivo é fazermos, durante vários sábados, uma distância  de 30 a 50 km até completarmos os 245km que leva a caminhar entre Braga e Fátima e, na semana das comemorações, fazermos este percurso a pé.

Ora, a semana passada, tive o telefonema da N a confirmar que faríamos Braga/Trofa.

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Aceitei o desafio. Primeiro pela companhia, depois por que como caminhante de estrada ( que me faz uma confusão enorme, enquanto condutora), seria um teste, também, à minha resistência.

Antes de lançar-me na aventura, li  na net alguns testemunhos sobre caminhadas e caminhantes, o que vestir e calçar, como proceder durante o percurso.

Fui à Decathlon fazer umas compras.

A conselho da funcionária, que fez algumas recomendações sobre o que é mais conveniente usar, não encontrei palmilhas em silicone com o meu número de calçado, e os calcanhares "não", dissera-me ela. Comprei  dois pares de meias, barras de cereias, água, chocolates.

À noite, preparei tudo. Antes de dormir, massajei os pés com vaselina para não ganhar bolhas ( bendita  vaselina e meias).

Sábado às 7 h, estavamos no ponto de encontro. Uma das amigas, a P veio de Vieira do Minho. Era a primeira vez que se metia num desafio destes, também.

Coletes reflectores vestidos, saímos de Braga (centro) em direcção a Celeirós, estrada N14.

Cada uma das iniciadas, e ao seu ritmo, conversa com a, depois com b, por vezes ficávamos para trás, ou uma seguia atrás isolada. As duas veteranas levavam algum avanço, os carros passavam bem junto a nós ( foi aqui que percebi que de facto se anda depressa de mais). Quando um camião  se aproximava, eu parava o mais possível na parte de dentro da berma. Quanto perigo!

Fizemos algumas paragens. Caminhos alternativos junto à estrada, só encontramos um, em Santiago da Cruz, Famalicão. Os poucos passeios que existem, são estreitos, íamos em fila.

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Chegamos a Famalicão por volta das 12h, eu já não aguentava, doía-me a nádega direita, o joelho esquerdo dava sinal de dor. 

A C perguntou-me se queria ficar, apanhava o comboio para Braga. 

Ria-me, ao mesmo tempo que ela dizia que a Trofa não ficava a mais de 6 km.

Eu respondia que seria mais que isso, pelo menos 10km.

Cruzámo-nos com um senhor e perguntou: " O senhor pode dizer-nos se estamos muito longe de Fátima?"

O senhor deu uma gargalhada e respondeu: " Ui, eu nem lhe respondo!"

Mais à frente, perguntou a outro: " Pode dizer-me quantos quilómetros são daqui à Trofa?"

"Cerca de 6 / 7 km", respondeu.

"Acho que não, devem ser mais", comentei com a C.

Cada vez que subia e descia um passeio, a minha perna: "ai!", queixava-me eu.

Eu  que dizia que nem a Famalicão chegava!

Esperávamos almoçar. A N, que fez os caminhos de Santiago, dizia: " Quero sentar-me numa esplanada, quero comer alguma coisa e beber um fino".

As veteranas não nos ouviam, seguiam muito à frente. 

A ideia que tivéramos era de almoçar, recuperarmos as forças e continuar.

Estava a ser duro demais. Tínhamos mais  quilómetros para andar, o  joelho esquerdo queixava-se.

Já na zona industrial de Ribeirão, comentamos que devíamos ter parado para almoçar, recuperar da primeira etapa e depois continuarmos. As outras não diziam nada. À medida que caminhávamos, muitos condutores e ciclistas cruzavam-se, buzinavam e/ou diziam adeus.

As duas caminhavam com muita facilidade, não perdoavam. A C e a P seguiam atrás. Eu, a N e a P2 ficámos para trás.

Passamos a zona industrial de Ribeirão, o fim estava  perto, mas cada passo que dávamos parecia que nunca mais chegávamos à meta.

Pouco antes do início da ponte que liga Ribeirão à Trofa, sentamo-nos num muro, por breves minutos. Nenhuma das outras quatro estavam à nossa vista.

De repente, vejo a N abrir a mochila e tirar de dentro uma joelheira de compressão. E diz-me: " Dói-te o joelho, deixa-me pôr esta joelheira. Alivia a dor que tens na perna." 

Na verdade o joelho estava muito inchado, mal conseguia caminhar.
"Não, obrigada. Como vou eu vestir a joelheira?".

Sem que eu contasse, ajoelhou-se, vestiu-me a joelheira por cima das calças. Ajustou-a.

Uma grande fila de automóveis em direcção à Trofa atravessava a ponte, ouvimos alguém buzinar.

Uma senhora perguntou: " precisam de ajuda?"

Rimo-nos, agradecemos e respondemos que estava tudo bem. Comentou a N : " É isto que eu gosto. A simpatia das pessoas quererem prestar ajuda".

Atravessámos a ponte, encontrámos a placa em granito que nos indica que ali começa o Minho.

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E nós tínhamos acabado de sair do Minho.

Continuámos o caminho, ligámos às nossas companheiras. Estavam mais à frente à nossa espera.

Tinha acabado a nossa primeira experiência. Eram 14:30h.

O que para as veteranas leva 4:30h a percorrer os 35km, levou-nos 7:20h. 

Queríamos almoçar. As veteranas comentaram que tinhamos de encontrar a estação de caminhos de ferro e seguir viagem para Braga, que o comboio era às 15:15h.

Comentei que seria melhor almoçarmos, queríamos beber um fino, tinhamos tempo de chegar a Braga.

A C, que as conhece melhor, falou com elas. Decidiram esperar por nós.

Fomos comer uma sopa e uma sande de carne assada,  bebemos fino. 

E que bem que nos soube aquela refeição ligeira. 

O comboio seguinte era uma hora depois, tínhamos tempo.

À chegada a Braga, o companheiro da C estava à nossa espera.

Tinhamos combinado ir de táxi, uma de nós ia buscar o carro e levaria as outras. Éramos sete.

Quando me  chamaram para entrar no carro, perguntei como era com as duas, as veteranas. A C respondeu-me que a filha da x ia buscá-las. Mesmo assim, chamei-as e disse-lhes adeus.

Não foi simpático da parte delas não se despedirem de nós. Não gostei.

Entendo que demorou-lhes o dobro do tempo a fazer os 35km, mas elas sabiam que o resto do grupo nunca tinha

feito uma caminhada tão extensa.

Antes de regressarmos a casa, fomos ao café beber um panachê, rir um pouco da nossa aventura.

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Quando me dirigia ao carro mal conseguia andar. O meu corpo estava dorido. 

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Cheguei a casa, tomei um banho,comi algo leve e fui para o sofá. Dexei-me ficar. Na cama deixei-me dormir estendida, não conseguia virar-me. Mas dormi bem.
Hoje ainda não estou a cem por cento.

As sms que recebi das três amigas, dizem que adoraram, que foi difícil, que com calma vão pensar na próxima etapa Uma das sms diz:

"Como estão as meninas?
Dói tudo? Pés, pernas, barriga e cabeça?

Sinal que estamos  prontas para a próxima."

A próxima, segundo as veteranas, vai ser Trofa - Santo Ovídio, Vila Nova de Gaia.

Respondi:

" (...) Podes estar pronta para a próxima. Eu desisiti. Não dá, não aguento(...)."

(Mas vai ser um caso a pensar. O convívio entre nós, é bom demais).

 

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Desafio de fotografia dos trinta dias # 25

por Maria Araújo, em 22.06.16

Uma emoção

 

O sentimento, o respeito, a humildade, e a fé que vivi em Fátima nos dia 12 e 13 de Maio de 2013.

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Fátima

por Maria Araújo, em 13.05.13

Foi emocionante.

Escreverei, com tempo, o que vivi.

É hora de descansar.

Obrigada pelos vossos comentários.

 

duas fotos...

 

 

 

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