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... ao estudar. Também caí, mas ainda me consegui levantar"

 

palavras finais de um dos depoimentos de uma das várias estórias que contam como funcionam as Finanças deste país, no artigo "O inferno são as Finanças" do jornal Público.

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"Hoje, tudo é automático. Não há a possibilidade de se analisar cada caso na sua especificidade. Isso já levou à falência de milhares de empresas. E tenho muitas dúvidas de que, feitas as contas, estes métodos estejam a levar a um aumento da receita."

Eduardo Paz Ferreira, fiscalista

 

"Eles não faziam ideia de como se organiza um espectáculo. Não se informaram sobre a especificidade do caso. Nem sabiam o que são royalties."

Cristina Branco, cantora

 

"Perdi a confiança em Portugal. As penhoras são automáticas, não há nada que se possa fazer ou alegar. Não há meios de defesa."

Tiago Salazar, escritor

 

"60%  dos chefes de Finanças ocupam o lugar em regime de substituição. É uma espécie de comissão de serviço, de que podem ser dispensados a qualquer momento"

 

“Cada vez que vou ao portal, a dívida aumentou. Há meses, tinha 70 processos e devia 12 mil euros.  Fiz as contas a um pagamento em prestações, mas não conseguiria, porque o prazo máximo que concedem é de 36 meses.”

 

Paulo T.

 

 

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"hoje não! - estórias de outros cantos

por Maria Araújo, em 19.06.15

para partilhar convosco.

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Sei que não estou sozinha: faço parte de uma geração que não mede esforços pra atender a todas as necessidades dos filhos. Existem por aí histórias de todo tipo, mas muitos de nós, especificamente, nos preparamos para recebê-los com “tudo o que têm direito”, incluindo na lista, aliás, um monte de itens cuja necessidade é questionável. Algumas famílias, inclusive, optam por ter menos filhos exatamente com este argumento: dar a ele tudo “do bom e do melhor”. Justo. Muito justo. Tem gente que vai além: repensa suas próprias necessidades na intenção de atender ao filho. O perigo, nesses casos, é quando as necessidades se confundem com as vontades. Algumas famílias, no afã de ver os pequenos felizes, os deixam conduzir a rotina de casa. Tudo pelo sim! Tudo em nome do sorriso, do contentamento. 

Esse esforço independe do poder aquisitivo - com orçamentos e padrões de consumo diferentes, as famílias se assemelham na vontade de prover. Essa semana, envolvido pela novidade do momento na escola, o menino veio nos dizer que quer fazer capoeira. Nada contra a capoeira, pelo contrário, mas decidimos que não. Existe a questão financeira - a capoeira custa! -, mas a razão principal aqui é o exercício, que tomamos o cuidado de praticar de tempo em tempo. Obviamente, diante do não, a primeira reação é a careta, que até tenta se fazer passar por choro. Depois, vem o mais poderoso dos argumentos: 

- “Mas eu quero!”
- “Eu sei que você quer. Mas você também quis o futebol e a música, não quis?”
- “Quis…”
- “Então, amor, é preciso escolher!”

Depois da minha frase, o “eu quero” apareceu mais algumas vezes, e tivemos a rica oportunidade de conversar sobre escolhas, sobre limites, sobre responsabilidades. Claro que a decisão de não se juntar aos colegas da capoeira não é definitiva. Se quiser muito, de fato, ele aprenderá a compensar, e nós estaremos aqui pra lhe comprar uma calça branca. Mas sabemos, tanto eu quanto você, que mais da metade das vontades deles passa tão rápido quanto o por do sol. 

O não pode soar rígido, ríspido ou até desnecessário. Mas, contanto que praticado com carinho e cuidado, traz um pacote de benefícios, que inclui a saúde financeira da família, a chance de reviver e redescobrir alegrias no que já temos em casa - ou na escola - e uma boa oportunidade de se deparar com o limite. A criança tem voz, precisa e deve participar, mas isso implica em entender, também, que, a cada escolha, há que se fazer uma renúncia, não é? Trata-se de uma eficiente medida do que virá por aí. Porque, é claro, ninguém tem tudo o que quer. E quanto antes isso ficar evidente, melhor. 

 

créditos  equilibrosa

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Se há bloggers

por Maria Araújo, em 30.04.15

 que me fazem cair  lágrimas de emoção, também os há que me fazem cair lágrimas de tanto rir.

E se hoje me emocionei, também chorei de riso.

Vá, senta-te na tua chaise-longue e lê esta estória muito bem contada no blog lost in wonderland

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CC, com "style"

por Maria Araújo, em 14.11.14

A  blogger  terceirense que mais estórias de balcão sabe e tem para contar.

E a propósito deste meu post, o dela, aqui com muito estilo.

Espreitem.

E cliquem nos links.

Vão gostar.

 

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(fotografia do blog CC)

 

 

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Os senhores doutores (médicos)

por Maria Araújo, em 04.12.13

Se há bloggers que eu gosto de ler são, na sua maioria, de jovens.

Não são quaisquer jovens . São os que lutaram para ter um emprego condigno com a sua área de formação, mas cujo país fez o favor de lhes cortar as pernas.

Mas as pernas são fortes e caminham. E a mente, por vezes fragilizada, indignada, revoltada com o que se lhe oferece, decide não desistir.

Quem fica por cá, quer dar tudo de si para ajudar o país a sair da situação em que está, sempre com esperança de que amanhã vai ser melhor.

Felizmente, tenho encontrado, por aqui, muitos jovens ( estão sempre no meu pensamento, sem os conhecer pessoalmente) cheios de vida, com muita vontade em ficar por cá.

São jovens com muito talente, bom nível cultural, inteligentes, uma escrita fluente, mostrando com simplicidade a vida que têm, as difcilcudades por que passaram, ou passam, enfim, as suas estórias.

Uma das bloggers que muito admiro, é sem dúvida alguma, esta.

Não há dia nenhum que não visite o seu espaço, quer seja aqui, quer seja no FB.

Entrei lá, no FB, e li a estória de hoje.

Com o comentário registado de que ia editá-lo aqui no meu cantinho, gostaria que lessem a sua estória (se gostarem, leiam mais sobre esta jovem).

Este post não pode ficar por aqui.

Acrescento o seguinte: faço minhas as palavras da CC.

Parece-me que os senhores doutores (médicos) são intocáveis. Estes sim, mereciam que lhes fosse feita uma AVALIAÇÃO.

 

 

 

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