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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

usei a máscara durante o treino

Maria Araújo, 02.11.20

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imagem daqui

 

com o regresso ao ginásio, em junho, é obrigatório usar máscara a partir do momento que entramos no edifício, à excepção dos espaços onde fazemos o nosso treino, e em que nos foi dito que ficava ao critério de cada um fazer a aula com ou sem ela.

as regras são: pegar um colchão, passar o toalhete de desinfecção;  de seguida  desinfectar  as mãos, tirar a máscara, começar o treino.

a primeira vez, usei-a.

desde então, faço todos os procedimentos, depois tiro a máscara, embrulho-a num lenço de tecido de algodão que levo para este fim.

desde que "chegou" esta segunda pandemia, e os números começaram a subir de mais, pensei duas vezes usar a máscara durante o treino.

ontem, fui a uma aula de body balance, e sendo o estúdio pequeno não me senti segura, talvez porque nas aulas anteriores alguns  dos lugares marcados no chão estivessem vagos, a sensação de espaço era maior.

as aulas de segunda-feira e quarta-feira, são no estúdio grande, sinto mais segurança.

hoje, calhou que ficasse no fundo da sala onde se sente uma ventilação constante, estando ligado, ou não, o ar condicionado, que evito,  porque sou sensível ao frio, fico logo com o nariz congestionado.

decidi fazer a aula com máscara, com a certeza que a ventilação levar-me-ia a espirrar mais vezes que o habitual. era a única pessoa que "destoava" no grupo.

uma dada altura, espirrei, e comecei a sentir uma  enorme vontade de assoar o nariz, mas para isso tinha de tirar a máscara.

tentei aguentar mais um pouco até que me levantei, calcei as havaianas, saí do estúdio e fui à casa de banho assoar bem este nariz. e voltei à aula.

no final, fui tomar banho, sem tirar a máscara, tirei-a quando, no bar, tinha o café para tomar.

acabado de o beber, voltei a pô-la.

sou das poucas pessoas (há algumas) que acaba de comer e/ou tomar o café e volta a pôr a máscara.

as outras ficam frente-a-frente a conversar, sem elas, as máscaras.

mas faço isto em todo o lado,haja ou não distanciamentoo entre as mesas.

em conversa no whatsapp com uma das sobrinhas, que vai ao ginásio quando pode, e porque ela também partilha a mesma opinião no que se refere ao uso da máscara durante o treino, contei o que se passou.

pergunta imediata: " e que tal? aguenta-se bem?"

"claro que sim, e estou decidida a continuar".

então, pensemos: estamos constantemente a inspirar e expirar, o ar daquele espaço fica saturado. e há pessoas que parece não entenderem as instruções dos professores, que evitam que fiquemos de frente uns para os outros,e quando tal,como já aconteceu comigo, tenho uma de frente, e a quem disse que devia mudar a posição e ela me respondeu que quer assim.

confiamos uns nos outros, mas também não sabemos se há um que pode estar infectado, posso ser eu, logo, se a máscara me protege e aos outros, então o melhor será usá-la.

acho que vou ser a excepção, a partir de hoje.

não sou obsessiva, mas na minha idade todos os cuidados são poucos.

 

 

 

 

 

 

 

 

domingo pelo Porto

Maria Araújo, 29.05.18

Festa de aniversário no Porto, eu e minha irmã  não queríamos levar carro, não era possível irmos de boleia, as cadeiras dos meninos nos bancos dos carros grandes não havia espaço para duas pessoas, dei a ideia de viajarmos de comboio, no regresso casa havia boleia.

Viajávamos as duas quando a minha irmã me pergunta se tenho batom com cor ( que não uso), esquecera-se de trazer, teria de comprar um, estavamos com tempo, passaríamos num centro comercial, chegaríamos à festa à hora marcada.

Lembrei-me do centro comercial Via Catarina, saímos de São Bento, evitamos subir a Rua 31 de Janeiro, eu calçava sapatos de salto alto (que só uso para festas) seria mais fácil metermos pela Rua de Sá da Bandeira e seguirmos pela Rua Passos Manuel.

Há cerca de um ano que não passava na Rua de Sá da Bandeira,  estava em obras o café A Brasileira, eis que me deparo com um edifício completamente renovado,  o Hotel "A Brasileira" Pestana, digno de uma fotografia ( click!)

 

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Seguimos para o Via Catarina,  fez  compras de meias e o batom, o filho veio ter connosco. Estavamos em frente ao belo edifício Marcolino, a minha irmã repara no edifíco da FNAC e comenta o pormenor dos sinos junto do relógio.

Tantas vezes estive em frente e nunca reparara nos sinos!

A viatura Uber estava a chegar, sinal vermelho para o peão, ainda tive tempo de tirar uma fotografia ao edifício.

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Ando muito nervosa e impaciente com as atitudes do vizinho do 1º andar, sem apetite de comer, sem vontade para andar na net e no computador, que não usava há  cinco dias, o pouco que faço é no telemóvel, para descontrair e acabar o dia com mais serenidade, lembrei-me do passado dia de domingo e registá-lo com algumas fotos do evento e de um dia bem passado.

 

Espaço crianças.

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 Espaço adultos

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 A mesa do bolo antes...

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 ... e depois

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cestos Kasa

Maria Araújo, 05.09.15

 

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estou cansada de ver as caixas dos sapatos nas prateleiras do armário que tenho só para calçado.

estes dias, fiz uma experiência com um dos cestos, em castanho, que tenho na cozinha.

na mouche! 

estes cestos dão para guardar no mínimo 3 pares de sapatos e para as botas de cano alto, que brevemente sairão das caixas.

cada uma das prateleiras encaixa três cestos, mas como duas delas são para ter à mão o calçado que uso na estação, só preciso mesmo de comprar três.

fui ao Continente e encontrei os ideais para o efeito.

passei pelo Aki, não gostei de nenhum, são muito altos, não servem.

fui ver noutras lojas e cheguei à conclusão que os do Continente são os que melhor se enquadram no espaço..

há duas cores: azul e bege.

o bege condiz com a cor castanho do armário, mas o azul sobressai no tom dele e como tenho um espelho com moldura azul, do lado oposto ao armário, parece-me ser o azul o que vou escolher.

com o tecido Ikea em tons de azul que comprei para forrar uma cadeira e um banco, acho que o closet vai ficar mais acolhedor

 

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Espaço

Maria Araújo, 19.01.15

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Por que raio as pessoas gostam de fazer ginástica umas em cima das outras, quando há espaço suficiente para "se estenderem" e não perturbarem as outras?

Na aula de Pliates, a mulher que estava um pouco mais atrás de mim, quase tocava com a perna direita e cima do meu rosto.

E não se desviou um centímetro para poder fazer o exercício mais à vontade e não incomodar-me.

Se o estúdio estivesse com as 30 ou mais pessoas que costumam enchê-lo, ok, mas hoje havia muito espaço para não ficarmos uns em cima dos outros.

 

Donas do espaço

Maria Araújo, 25.05.13

E no ginásio, depois de uma aula de esforço, vou ao cacifo buscar os produtos para o banho e observo que há uma mulher que ocupa o meu com as suas coisas, vê que quero abrir a porta, não faz um movimentozinho para desviar o que lhe pertence, e dá-se ao luxo de estender as pernas para o lado da minha portita, para aplicar o creme de corpo?

Passo-me. "Mázinha", peço licença, atravesso os meus braços à frente do seu nariz, abro o cadeado, tiro as minhas coisas, fecho a porta e coloco a touca e a garrafa de água encostados ao meu cacifo. 

Os pés dela quase tocam os meus objectos pessoais, mas continuam sem fazer qualquer movimento.

E ela não pede desculpa por ocupar esse pequeníssimo espaço (atrás tem um comprido banco onde as pessoas podem colocar as coisas à medida que se vestem).

Regresso do banho e tudo na mesma...

Sai do balneário e deixa a porta do cacifo que ocupara, aberta (como odeiooooooo, que as deixem  abertas).

O espaço já é pequeno para tanta gente, por que razão não respeitam o dos outros?