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a leitura real EDP

por Maria Araújo, em 23.08.17

 

 

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Todos os meses faço a leitura de eletricidade cá de casa, entre os dias 7 e 10 de cada mês, e envio para aqui.

No passado mês de Novembro de  2016, o contador  bi-horário foi substituído, passei a registar três leituras em vez de duas. 

Desde então as minhas idas à EDP foram frequentes, porque a página de leituras não fora alterada, não conseguia registar as três novas.

Depois de  várias tentativas na loja e online para conseguir enviá-las, só em Abril ficou resolvido o problema através do meu registo online, que antes, também, não conseguira entrar (após um e-mail a pôr o problema, o assunto resolveu-se).

Foi sol de pouca dura, porque nos meses seguintes fornecia as minhas leituras mas na factura  vinha a leitura estimada ( da EDP. Em Julho correu bem, estavam correctas.

Este mês, registei a leitura do contador, atempadamente, no dia 7, para que a EDP não facturasse por estimativa.

Contudo, consultando a minha página de cliente EDP,  verifiquei que as datas das leituras estimadas dos últimos dois meses são de cinco dias  após as minhas, e aquelas eram as que vinham nas facturas.

Achei estranho. Se tinha o cuidado de as dar dentro do prazo, porque diabo as minhas não eram as facturadas? Não fui reclamar, aguardei a factura de Agosto.

Recebo-as por via electrónica, entre os dias 16 e18, não recebera aindaa do mês, passei ontem, dia 22, na EDP. 

A factura estava para ser enviada, desta vez, mais tarde uns dias.

Quando expus a questão das leituras que dou atempadamente e a EDP considerar as estimadas, a funcionária, depois de consultar o computador, elucidou-me desta forma:

" No caso do seu contador, a leitura passou a ser automática, isto é, a senhora deu as suas leituras no dia x, e fez bem, mas a EDP fez o registo automático no dia y ( os tais 5 dias após o meu registo) e este é que conta. Não sei se me faço entender. A partir de agora, não precisa de registar na página as leituras do seu contador porque este fá-lo automaticamente no dia 12. E o envio da factura passa a ser também mais tarde."

Toma, Maria! Se não fosses reclamar ficavas todo o tempo sem saber o porquê de a factura trazer a leitura estimada, que é agora a leitura real!

A minha resposta foi esta: "Entendi, sim. Mas a EDP devia informar os clientes desta alteração. E pode ter a certeza que todos os meses, no dia 12, vou ler o meu contador. Se houver disparidade, garanto que venho reclamar."

Hoje, recebi a factura.

Cá está ela, a minha leitura:

 

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e a leitura real, automática/EDP

 

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EDP Box

por Maria Araújo, em 21.07.16

 

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Mais de 50 anos que este prédio tem, nunca a luz das escadas avariou.

Em finais de 2015, a EDP enviou uma carta a informar que, oportunamente, seria retirado o contador ( que não foi) e substituído por uma box (terminal de rede inteligente)-

Em fevereiro deste ano, subia eu as escadas, vejo os técnicos procederem à sua substituição ( continua lá o velhinho contador), faei com eles. 

Serviço feito, tudo corria bem até que há 48 horas, o sistema automático deixou de funcionar.

A luz está dia e noite ligada.

Na caixa, encontrei o Auto de Retirada do Contador,  com a identificação da empresa, que nem é de Braga, que fez a instalação do novo contador.

Liguei.

Informaram-me o que eu previra: "tenho de contratar um electricista credenciado para ver o que se passa".

O mais caricato é isto mesmo: " em 50 anos que vivo neste prédio, nunca o velhinho contador deixou de fazer o seu trabalho".

Como a energia do prédio está nas minhas mãos, lá terei de procurar o tal electricista credenciado.

 

 

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o mar e o homem

por Maria Araújo, em 23.02.16

o dia do meu aniversário foi passear pela praia, carregar o corpo e a mente de energia, sentir o sabor salgado do mar e a aragem fresca do vento fraco, deixar fluir o pensamento.

É no inverno que melhor aprecio estes momentos, só meus,  também de outras tantas pessoas que passeiam pela praia, ou vão surfar, ou até pescar. 

Neste caminhar de inverno pela praia, tem-se a noção do quanto o mar,  revolto, e o homem medem forças, um porque precisa de  mostrar a sua ira quando o mau tempo vem, o outro para manter a praia "intacta" para a próxima época balnear.

Nesta luta constante, o homem adopta as estratégias e os meios mais seguros para que o mar não destrua as dunas, estas preservem as lindas vivendas que ele, homem, de forma desordenada e para seu prazer (é tão bom ter uma casa numa duna com o mar como paisagem),construiu.

E foi nesta caminhada  que entendo a luta travada entre o homem e o mar. Um leva areia, o outro retém-na ou vai buscar a outros lados, draga-a ao próprio mar para, em tempo oportuno, libertarem as cordas, os "sacos" , os tubos, sei lá, e fazer a praia, agora minúscula, uma praia aprazível no verão.

Depois há o lixo que se acumula na praia. Os troncos de árvores que o vento, nos dias de tempestade, leva para onde calha, o pneu de tractor que, provavelmente, o mar trouxe ou o homem esqueceu de o levar.

Apesar de tudo, as nuvens cinzentas, o sol que espreita, o céu, por vezes azul, convidam ao prazer de uma bela e serena caminhada.

O que aqui escrevi é o pouco que sei e que estas minhas  fototografias mostram destas coisas da engenharia hidráulica e do ambiente.

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Que boa notícia!

por Maria Araújo, em 15.04.15

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Estamos cansados dos cortes

Os preços no supermercado sobem, e quando sobem nunca é menos de dez cêntimos (não fossem algumas promoções).

Não é pedir de mais, mas porque não a energia eléctrica, também?

 

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É só energia!

por Maria Araújo, em 29.03.14

de manhã aula de hidro,

almoço,

saída a pé para a aulu de zumba, ás 16.30h

regresso a casa,

estou rota...

e às 20.30h, uma missa de sétimo dia (nunca imaginei que houvesse missa a esta hora),

jantar,

depois, vou deixar-me adormecer no sofá...com a Kat, a minha gata, estendida, na sorna, em cima das minhas pernas.

é só energia...mas estou rota de cansaço

 

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O professor

por Maria Araújo, em 08.03.14
 
 
que hoje substituiu o meu professor de hidro, é meu primo em 2º grau.

Costuma puxar muito por nós, imprime muita energia á aula, exige esforço.

E hoje, deu-lhe para "meter-se" comigo.

Bem alto dizia:"vá lá, és capaz, já falta pouco, tu consegues", e eu ria-me e "puxava"mais por mim até que num dos exercícios  que tinhamos de levar os pesos às pontas dos pés, diz-me:"vá, mais, com umas pernas tão boas, és capaz de mais...".

E eu alinhava no que ele pedia. As senhoras riam-se e olhavam para mim.

Não estamos habituadas a este tipo de aulas (o nosso professor é mais "soft").No final da aula, algumas senhoras comentava"este professor  é exigente".

Eu gosto destas aulas em que temos de mostrar energia e resistência.

Desta forma, comecei o dia da Mulher com muita genica.

E a propósito de"ser capaz", vejam como o nosso poder é intenso e forte...um vídeo "roubado" da Lolita...

 

 

 

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Por cá, há quem o faça

por Maria Araújo, em 26.08.13

Ao entrar no Sapo, li esta notícia.

Durante muitos anos, enquanto estive no ativo (até ao dia 25 de julho transacto) tive sempre o cuidado de desligar os interruptores das salas por onde passava, assim como o computador, quando não precisava de o usar mais. Aliás, na última aula do dia, sempre que via um computador ligado, desligava-o eu. Garanto que 99,5% dos colegas não os desligavam.

Recentemente, alguém me dissera que as ordens eram para deixarmos as luzes ligadas, pois ficava mais caro ligar e desligar os interruptores sempre que uma aula acabava e começava outra.

Sinceramente, achei estranho, mas continuei a  fazê-lo.

Por volta do mês de maio, os alunos dos cursos de eletricidade andavam pelas salas a colar post-it. Estes diziam: "por favor, desliguem o interruptor".

E foi neste gesto que concluí que eu tinha razão, contrariamente à maioria dos colegas que deixavam as luzes sempre ligadas, tarefa dos funcionárias dos pavilhões.

Se há mais escolas que poupam energia através de um gesto tão simples como desligar o interruptor, não sei. Na minha, finalmente, foi adotado no ano letivo transacto.

Se em casa tenho o hábito de poupar na eletricidade ( os únicos aparelhos que ficam ligados durante a noite, e porque tem de ser, são o frigorífico, o cilindro e o telefone), faço o mesmo no local de trabalho e "ai, que sou sempre criticada!", em casa dos meus familiares.

Todos temos de mudar de atitude e esta não custa nada.

 

 

 

 

EUA: post-it nos interruptores ajudam três escolas a poupar €262 mil em electricidade

 

 

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"Fodee", discover something delicious, ahahahaha!

por Maria Araújo, em 05.01.13

uma saudável alimentação.

 

 

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Energia

por Maria Araújo, em 21.04.12

Depois da chuva da manhã, o sol chegou; depois de uma aula de hidroginástica (cans)ativa e de um relaxamento ao som de "perdoname"; depois de um corte de cabelo (andava a precisar há algum tempo); depois de duas horas aqui a trabalhar, acho que vou lá dentro tomar um cházinho e comer uma torrada; e depois, acho que vou fazer uma máscara de rosto e relaxar um pouquito.

Passar o fim de semana a pensar no trabalho que se tem de programar para a semana que vem, é "duro", mas também não apetece sair de casa.

É energia em ação!

 

 

 

 

 

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Hoje

por Maria Araújo, em 05.11.08

Hoje foi um dia em que fiz de tudo um pouco.

Fui fazer uns exames de rotina à Póvoa de Varzim. Uma das consultas estava marcada para as 15h30, logo tinha um intervalo de espera de 2h30m.

Como o tempo estava radioso, apesar de fresco, e como sempre faço quando o Sol sorri bem alto no horizonte, fui gozar o tempo até uma esplanada de um café que fica mesmo em cima da areia,  junto ao mar.

Era a único cliente que petiscava uma tosta mista acompanhada de um panachê, enquanto  deitava os olhos para o jornal, actualizando as notícas, que nem sempre posso acompanhar.

Mais uns clientes que vêm tomar o café àquele simpático espaço, também com a rádio sintonizado para a RFM...Boa música àquela hora!

Depois de folhear o jornal, permaneci sentada a olhar o mar.
Pensava no mundo, no novo Presidente dos EUA; na confiança que a maioria da população mundial deposita nele; na natureza; na vida que passa a correr; nos amores e desamores; na manifestação dos estudantes contra o novo regime de faltas, que eu também sou contra;...na bela paisagem que estava a minha frente que, de repente, me fez esquecer tudo o que invadia o meu pensamento.

O Sol que timidamente descia no horizonte, reflectia no mar, também tímido e sereno, uma luz brilhante e intensa de onde milhares de estrelas cintilantes brotavam como que a dizerem "Não é só no céu que nós existimos. Estamos aqui na Terra para dar vida à vida e alegrar os vossos  corações".

Senti-me bem e com mais energia para continuar a minha vida e o meu trabalho.

Ainda fui à escola no final do dia e à ginástica às 20h30.

Um ligeiro cansaço me impedia de vir até aqui escrever este post, mas vim.

Não queria esquecer este momento de hoje e dizer o quanto aquela luz  me transportou para o meu mundo interior, como só ela e a natureza  conseguem.

 As fotos estão no telemóvel. Quando souber enviá-las para o pc, vou postá-las neste blog.

 

 

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