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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

Notícias que orgulham

Maria Araújo, 08.07.15

 

O Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia , que tem chamado muito investigadores e nota-se sobretudo pelo número de Espanhois que andam por cá.

O crescente número de empresas, as parcerias com a UM, o espaço que seria o Dolce Vita, uma construção a mais cá na cidade, que, finalmente, vai ser aproveitada, com a vinda do Ikea (ai que bom) e outras .

Precisamos, agora, de dar mais vida ao centro, melhorar o exterior das constuções em algumas ruas da cidade, contribuir para que o comércio tradicional melhore, acabando com pagamento de estacionamento nas ruas centrais da cidade,  já que parques de estacionamento não faltam por cá.

Um vídeo aqui.

 

 

 

 

Licenciados ainda têm oportunidade.

Maria Araújo, 01.03.09

Mais uma vez deixei o televisor ligado nas notícias  que não acompanho  na totalidade, pois vou para a cozinha fazer algo para o jantar. Quando regresso à sala, neste cantinhodacasa, vejo sempre o restinho da reportagem que passa no momento.

Hoje, na SIC, falava-se de emprego e oportunidades.

Do que vi, mostrava tês situações em que recrutam pessoas licenciadas ou não nas respectivas áreas: energia, saúde e tecnologia.

Chamou-me particularmente atenção a Critical Software    subsidiárias em alguns países do mundo, que suscitou a minha curiosidade. Fui dar uma olhada ao site e confirmei o que ouvi. Trabalham para a NASA, Defesa, Finanças, Energia, Governo e Saúde,  por todo o mundo. Tem protocolos com a Universidade de Coimbra, emprega jovens, alguns deles ainda a estudar, mas com grandes capacidades e apetência para...

Por vezes o jovem completa um curso em determinada área que gosta ou lhe interessa, mas não encontra emprego compatível. Nem sempre também lhes interessa trabalhar noutra área que não seja a que escolheram.

Esta empresa, recicla pessoas para trabalharem com software. O que significa isto?

A empresa pretende pessoas de qualquer idade, com grandes capacidades, que não exercem actividade naquilo que gostam ou não têm emprego.

Proporcionam-lhes formação de 18 meses e têm emprego garantido neste mercado português, que não é ainda muito conhecido.

Das  várias declarações, acentuou-se o papel do jovem na escola na procura do saber , no esforço em aperfeiçoar o que não domina tão bem, o descobrir o que gosta e é capaz de.

Um dos entrevistados, contou que a filha quis entrar para medicina. Não conseguiu e entrou em farmácia. Acabou o curso e  a meio do estágio descobriram que ela tinha apetência para gestão.  Fez formação na área e trabalha agora como gestora. Adora o que faz.

As pessoas devem começar a trabalhar em qualquer coisa que gostem mesmo que não seja da áera para a qual têm habilitações.

 

Remato com o que escrevi em "Opinião de um  Brasileiro de Braga", onde postei um artigo da Revista Exportar.

 

Portugal tem capacidades, meios, pessoas. Há que saber investir naquilo que está ao seu alcance.