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cantinho da casa

cantinho da casa

dia nacional do pijama

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No dia 20, sábado, foi o dia nacional do pijama.

Segunda-feira, dia de levar o sobrinho neto ao colégio, ia vestido com o pijama ( a minha sobrinha não gosta muito disto, nem sequer que o miúdo ande de pijama dentro de casa) e a criança ia feliz porque vai ter educação física e as actividades de hoje são todas feitas com o pijama vestido.

Em família, na semana passada, as crianças também fizeram uma casinha em papel, onde seria posto uma oferta em dinheiro, para ajudar uma associação, penso que desta cidade.

Manhã cedo, fui levantar dinheiro, também queria colaborar.

E ele ia feliz para o colégio.

Quando lá cheguei, a auxiliar que o recebeu já estava vestida de pijama.

Este colégio faz tudo pelas crianças. Outros há que não celebram nada.

Há quem diga que estão sempre em festa.

 

 

de hoje

O tempo está de chuva...

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Enquanto espero que o verniz das unhas seque, ando pelo Sapo a ler notícias.

E fui ver a pergunta do dia.

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E votei na última.

Não esperava, de todo, ver uma grande percentagem de pessoas que não vai a bares e discotecas.

Há muito tempo que não vou a bares.

A semana passada, tive um aniversário.

Mais de metade das convidadas foi para casa, poucas foram beber um copo.

Eu não fui.

As discotecas já não me seduzem.

Prefiro conversar sentada à mesa do restaurante.

Hoje, vou jantar fora.

 

primeiro de Agosto

Domiungo, dei um salto  à praia, queria dar um abraço de despedida aos meus meninos, e aos pais, que estão de regresso a casa, lá  no outro lado do Atlântico.

Se aqui o tempo estava fraco, mal saí da auto-estrada, a chuva caía com mais intensidade.

Aparecei de surpresa,uma vez que a sobrinha estava a arrumar as roupas de cama, e mesmo tendo contracto com uma empresa de limpeza, preocupa-se em deixar tudo minimamente apresentável.

E estive a ajudá-la.

Tinham avião a meio da tarde, estava mesmo a ver que iam chegar tarde ao aeroporto.

Eu fiquei a acabar umas arrumações na cozinha, saí uns minutos depois,o trânsito era intenso na estrada ( nãofiz o regresso pela auto-estrada), à espera de receber uma mensagem que, felizmente, chegou quando eu já estava em casa.

Por cá também chovia. Desagradável e cinzento, não me saía da cabeça o ditado " primeiro dia de Agosto, primeiro dia de inverno". 

A noite, que teve algumas cargas de água intensas, estive a ver uma séria na HBO ( tenho grátis durante três meses) e como habitualmente adormeço no sofá, contrariamente ao esperado, vi com interesse to 3º ao 7º capítulos.

Chegava de televisão, fui dormir ( mais uma vez o sono não quis nada comigo). Dei voltas na cama, levantei-me várias vezes. Às 4h30, peguei num livro, para tentar que o sono viesse, amanhecia quando  adormeci, para acordar às 8h00. 

Depois de deixar o menino no colégio, entrei no blog,  vi as estatísticas, e fiquei surpresa.

Tinha 401 visitas.

Achei estranho porque este cantinho raramente chega a este número, só é conseguido, e até ultrapassado,quando está em destaque na página principal do Sapo.

Não tinha nenhum link da página de destaques, pensei que fosse erro. Não costumo dar demasiada importância ao número, porque de facto a média deverá andar pelo 100, fui ver o que se passava.

236 é o número de visitas para o post que escrevi em 2017 "primeiro dia de Agosto, primeiro de inverno", e 97  para o post " ditados populares do mês de Agosto" 

Com um dia para ficar em casa, o tempo húmido e cinzento convidava à preguiça no sofá e a tomar um chá, as pessoas andariam pela net a pesquisar " primeiro dia de Agosto"  e o google encaminhava para o meu cantinho, daí um número tão grande de visitas.

Reli os comentários deste post e gostei da explicação que a Elvira deu sobre este ditado popular:

 

 

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Entramos em Agosto,  os dias começam a ficar mais pequenos, é o mês das férias, das nortadas, das marés vivas. Por este caminhar, teremos temperaturas de outono em pleno verão que, verdade seja dita, aqui no norte não é nada agradável.

Fui ver as previsões para o mês parece-me que a segunda quinzena ( que vou de férias), será mais quente.

Não sou fã de temperaturas altas, mas está a fazer falta um calorzinho para as praias.

 

Dia de Camões, de Portugal

e das Comunidades de Língua Portuguesa

 

O dia há de nascer
Rasgar a escuridão
Fazer o sonho amanhecer
Ao som da canção


E então
O amor há de vencer
A alma libertar
Mil fogos ardem sem se ver
Na luz do nosso olhar
Na luz do nosso olhar

Um dia há de se ouvir
O cântico final
Porque afinal falta cumprir
O amor a Portugal
O amor a Portugal!

 

 

Dia Internacional da Família

Hoje, é o Dia Internacional da Família, que eu muito prezo ter, e unida.

Infelizmente, há muitas famílias que perderam  os seus entes queridos, pelos mais diversos motivos, que todos conhecemos.

Mas não se justificam as mortes por homícidios, ataques terroristas e, infelizmente, pelo ódio entre irmãos.

Quando pensamos no conceito de família, pensamos nas crianças.  Este conceito evoluiu, a família já não é apenas o pai, a mãe, os filhos. 

É, também, o animal de estimação, são as pessoas do mesmo género, são os tios, são os avós,  são as pessoas que cuidam.

O conceito de família já não é entendida apenas pelos laços de sangue. É entendida por pessoas unidas por laços afetivos.

Encontrei esta imagem no Instagram, e trouxe-a comigo.

Esta é uma Família que apoia quem anda na rua e precisa de cuidados,de alimentos, de afectos.

 

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recordações

Uma sexta-feira que começou cedo, a manhã com um bonito sol.

À noite, desligo o wifi do telemóvel. E quando o liguei, tinha umas quantas mensagens no whatsapp, do grupo da família, que me fizeram chorar

Quantas pequenas estórias contadas pelos irmãos, agora pais, e da infância e adolescência, pelos sobrinhos, que eu desconhecia, algumas, outras  não me lembrava...até porque eu era jovem e vivia, com muita paixão, outras coisas.

Foram muitas surpresas que me deixaram feliz.

A tarde acabou com o céu carregado de nuvens cinzentas a condizer com a melancolia que sinto.

Gosto muito da minha família.

Tenho pensado muito no sorriso feliz da mulher que foi, e está presente nos nossos corações, Maria João Abreu.

Um bom fim de semana.

 

 

e agora, estou com sono

mais uma noite agitada.

não tinha de levar o sobrinho neto ao colégio, deitei-me por volta da 01:00h.

e adormeci quase de imediato. 

de repente, acordei! olhei o relógio da mesa de cabeceira: 04:00h.

levantei-me,fui à casa de banho.

deitei-me. sono, nada!

depois de muitas voltas na cama, levanttei-me, eram 06:00h, fui buscar um discos desmaquilhantes embebi-os em água de rooas para relaxar os olhos ( faço isto muitas vezes).

amanhecia, mais uma vez olhei o relógio, eram 08:00h.

adormeci.

acordei com os gritos das crianças na escola. convicta que teria dormido pelos menos uma hora, olhei o relógio, dormira apenas trinta minutos.

o corpo e as pernas estavam doridos,  pensei numa massagem completa que iria ajudar-me a relaxar.

levantei-me.

saí por volta das 11:00h para ir ao hipermercado fazer umas compras e passar no ginásio para saber como eram as aulas de grupo no exterior.

no ano passado, tinha comprado umas calças branca,na Zara, um dia que as pus a lavar na máquina, quando tirei a roupa elas estavam com um tom avermelhado. indignada porque não costumo misturar roupas, quando tirei tudo o que estava na máquina, vi umas calças bordeaux, da Massimo Dutti, que, sempre que as lavo, é à mão para não tingir a roupa. e foi quando me lembrei que as pusera na máquina para lavar com roupa preta,  mas como naquele dia não tinha nada para lavar, nunca mais me lembrei delas meti alguma roupa para lavar inclusive as calças brancas, que ficaram péssimas para vestir.

ora,um dia destes, mais quente que está o tempo, fui procurá-las para as vestir e não as encontrei.

e então lembrei-me do que acontecera.

no hipermercado, comprei umas calças brancas MO, que estão impecáveis, nem preciso de fazer a bainha.

não queria, para já, entrar em lojas, já tenho calças novas

passei no ginásio, que saudades! fui muito bem recebida.

todas as aulas têm de ser marcadas online ( isto eu sabia), mas o número é mais restrito. se tudo correr bem e conseguir reservar lugar, quarta-feira regresso para uma aula no exterior.

para utilizar as máquinas, também preciso reservar, mas pode ser na hora, já que de manhã há  mais disponibilidade. 

as esplanadas abriram, vou tomar café à Brasileira.

uma boa segunda-feira para vós

 

 

Dia Mundial da Poesia

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Encontro

Que vens contar-me
se não sei ouvir senão o silêncio?
Estou parado no mundo.
Só sei escutar de longe
antigamente ou lá pró futuro.
É bem certo que existo:
chegou-me a vez de escutar.

Que queres que te diga
se não sei nada e desaprendo?
A minha paz é ignorar.
Aprendo a não saber:
que a ciência aprenda comigo
já que não soube ensinar.

O meu alimento é o silêncio do mundo
que fica no alto das montanhas
e não desce à cidade
e sobe às nuvens que andam à procura de forma
antes de desaparecer.

Para que queres que te apareça
se me agrada não ter horas a toda a hora?
A preguiça do céu entrou comigo
e prescindo da realidade como ela prescinde de mim.

Para que me lastimas
se este é o meu auge?!
Eu tive a dita de me terem roubado tudo
menos a minha torre de marfim.
Jamais os invasores levaram consigo as nossa torres de marfim.

Levaram-me o orgulho todo
deixaram-me a memória envenenada
e intacta a torre de marfim.
Só não sei que faça da porta da torre
que dá para donde vim.

 

Poema e imagem, José  de Almada Negreiros

coisas do meu dia

em Janeiro, já se previa o confinamento, fora ao cemitério pôr flores decorativas, não plásticas,que tinha em casa.

ontem, com o primeiro dia do desconfinamento para as creches e escola do 1º ciclo, pensei que talvez o cemitério estivesse aberto, fui ver ao google, e sim,confirmava.

quando lá cheguei, as flores estavam intactas, não desbotara a cor

mas este post é para contar o seguinte:

estava na campa dos meus avós, mais à frente, umas mulheres de etnia cigana limpavam a campa dos seus familiares, comentavam que o cemitério não devia ter fechado, e tal.

estava eu a encher o balde com água, reparei que as duas mais velhas estavam à procura de alguma coisa no caixote do lixo.

ouvi-as comentar qualquer coisa, mas  não liguei.

 voltararam à campa, até que a mais velha  diz-me que a neta perdera o telemóvel e que teria sido ali pela beira da torneira, assim como dez euros que ela os vira e apanhara, mas o telemóvel não.

eu comentei que se alguém levasse o telemóvel também levava o dinheiro, que procurasse melhor ou que perguntasse  se ela teria deixadoi o telemóvel em casa ou no carro.

ela respondeu que a neta tinha a certeza que o trouxera, e comentou que ela viera de táxi.

decidi ajudar a mulher perguntei se sabia o número de cor que ligava, talvez o taxista desse pelo telemóvel e atendesse.

mas ninguém atendeu

ela agradeceu, desejou-me muita saúde, e foi para junto dos familiares.

de repente, ela aproximou-se e pediu-me se lhe fazia um favor

resposta afirmativa minha, pediu-me  que fizesse uma chamada, que a pagava

deu-me um número, alguém atendeu, pergunto se era para falar com ela

respondeu que sim, passei-lhe o telemóvel para a mão.

falou algo que não percebi nada, não demorou mais de trinta segundos, entregou-me o telemóvel e agradeceu.

fui às outras campas dos meus familiares e ,quando estava de saída, passei perto,vi -a e perguntei se sabia alguma coisa do telemóvel.

respondeu-me:"o telemóvel apareceu, está na florista".

dei o bom.dia e saí.

na ida à campa dosmeus familiares, e para prevenção, guardei os dois números para onde ela tinha ligado:
1º "cigana do cemitério que perdeu o telemóvel

2º  " chamada  que a cigana fez"

e porque guardei estes números?
porque se me ligassem,sabia com quem estava a falar.

apagá-los-ei mais para a frente.