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do meu fim de semana

por Maria Araújo, em 02.10.19

Com os bilhetes para o Altice Forum Braga para este  espectáculo, reservara mesa para quatro  pessoas, neste restaurante (as opiniões são favoráveis)  quem me atendeu pediu que fosse para as 20:00h, avisei as outras "miúdas".

Comecei a manhã com uma aula de Yoga,  de tarde estive por casa a arrumar umas coisas, ao final da tarde fui ver a aula de natação do meu sobrinho neto, quase a fazer 2  anos, a aula acabava às 19:00h, ficara por pouco tempo... E que feliz estava ele, com a mãe, a brincar na água, ora com o esparguete, ora com o colchão, ora a bater com as pernas!

Quando me apercebi que depois de sair da piscina a mãe tinha de dar banho ao miúdo, tomar o dela , vesti-lo, vestir-se, não era fácil fazê-lo sozinha, deixei-me ficar para a ajudar.

Tratei dele, passei a toalha pelo corpinho fofo, levei-o para a bancada onde estão os secadores de cabelo, sequei-o. 

A mãe já se encontrava no balneário, ajudei-a a vestir o menino. Pronto ficou, saí do balneário, sentei o miúdo no banco e dei-lhe umas bolachas e um sumo.

Quando saímos do edifício, o relógio marcava 19:30h, tinha uma amiga à porta de casa à minha espera, eu deixara o telemóvel em casa a carregar a bateria.

Eles seguiram para casa do avô, que fazia anos, eu ainda tinha de andar 10 minutos a pé.

Vivo perto do Forum, mas lembrei-me que havia festa depois da actuação dos cantores convidados, eu queria dançar, sair do Forum às 3:00h, ou mais, e regressar a casa a pé com uma das amigas que vive longe, decidi levar o carro e estacioná-lo ( a hora não era a de maior movimento) num parque em frente ao restaurante.

E ainda bem que o fiz.

Às 20.15h entrávamos no restaurante. Faltavam mais duas pessoas, ligámos a avisá-las que chegáramos, esperávamos por elas.

Uma delas, que também vive perto do Forum, chegou um pouco depois, mas a outra ( minha irmã mais nova), que ficara de aparecer em minha casa, não conseguiu aparecer a horas, levava o seu carro e iria ter connosco.

Mas os minutos passavam, ela não chegava, liga, uma, liga duas, liga muitas vezes, ora não atendia, ora quando atendia dizia que andava à procura de estacionamento.

Entretanto, os empregados andavam de um lado para outro a atender os clientes, a nossa mesa ficava em frente ao balcão, ignoravam-nos, até que pedi que viessem atender-nos.

Pedimos para nós as três, avisamos que viria um terceira pessoa, depois pediria o prato.

Como estavamos numa pizzaria, e tendo chegado a horas, e com reserva de mesa,  deduzimos que o serviço seria rápido.

Passavam os minutos, a comida não vinha para a mesa. Perguntaram-nos se queríamos as bebidas antes de os pratos virem para a mesa, que estavam quase prontos, pedimos que viessem junto.

Às 21:00h veio o prato de bacalhau que a minha amiga pedira. As duas pizzas não vieram, a minha amiga esperava que o empregado as trouxesse, eu aconselhei-a a comer, não devia deixar esfriar o bacalhau.

Passaram mais 10 minutos, insisti que iniciasse a sua refeição.

Chamamos o empregado, ele informou que as pizzas estavam a sair, mas o facto é que sempre que víamos pizzas em cima do balcão o destino delas eram outras mesas.

Entretanto, a minha irmã não chegava, ligamos imensas vezes, o telemóvel estava com problemas, nem sempre conseguíamos falar com ela, até que liga-nos e pede por favor que peçamos qualquer coisa para ela, estava a morrer de fome.

As nossas pizzas ainda não tinham chegadao, pedimos uma para ela, questinamos o empregado sobre a demora das nossas " Temos a casa cheia, não esperávamos, o serviço está atrasado".

Às 21:30h vieram as duas, e grandes, pizzas. E a minha irmã, finalmente (com 1:30h de atraso), chegou.

Foi comendo das nossas pizzas, quando eu já estava satisfeita ( comi 4 fatias), passei o meu prato para a sua frente e disse-lhe que fosse comendo, quando viesse a pizza dela ( se viesse), levaria-a para casa, comia-a no domingo.

A pizza foi posta à sua frente 15 minutos depois de chegar. Comeu duas fatias.

O empregado levantou os pratos das pessoas que tinham acabado a sua refeição, e foi então que reclamamos o serviço:

porque reservamos mesa e pediram-nos que fossemos para as 20:00h, que passavam junto à nossa mesa não traziam a lista, que as pizzas deviam ter vindo junto com o prato de bacalhau, que o serviço era muito fraco. 

O empregado não sabia o que fazer, pedia desculpa.

Saímos do restaurante às 22:30h. 

No Forum ainda tirámos umas fotos na passadeira vermelha ( red carpet), os La Frontera já tocavam ( um pouco aos "berros") as melhores canções foram as últimas.

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Seguiu-se Cock Robin, algumas músicas que não conhecia, muito aplaudido, cantou algumas das canções que nos fizeram cantar junto com ele.

À meia-noite, entraram em palco os Boney M. Foi a loucura total.

Cantou-se, dançou-se, aplaudiu-se... e Liz Mitchell dizia a cada intervalo de canção:  "We love you".

E se pudessem ter ficado a noite toda, não nos cansávamos de aplaudir, de cantar, de dançar.

Depois, veio a Festa.

Dois DJ's puseram o pessoal a dançar, a saltar, a cantar tudo o que era música dos anos 70 e 80, não só estrangeira, como portuguesa : Doce, Carlos Paião, Xutos e Pontapés, António Variações, Da Vinci,  Hermam José, José Cid, enfim, as que nos aminaram e deixaram-nos esquecer o trabalho, as preocupações, o cansaço.

Dançámos muito.

Saímos do Forum por volta das 03:45h. Levei-as a casa.

Às 04:30h cheguei à minha, ainda trocámos umas mensagens no whatsapp sobre esta divertidíssima noite ( refiro que estavam muitos jovens mas a maioria do público era maduro), deitei-me às 05:h00. Mas o sono, malandro, não quis nada comigo.

Os comentários?

Adorei, é para repetir, precisamos de mais, a vida não é só trabalho...

Em Dezembro há outro espectáculo. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Dia Mundial do Cão

por Maria Araújo, em 26.08.19

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Ouvira de manhã, na rádio, que hoje é o Dia Mundial do Cão.

Eu não tenho cão, nunca quis ter, porque em criança fui mordida pelo rafeiro do meu avô materno, fiquei sempre com medo destes animais de estimação, amados por uns, desprezados por muitos, são eles os mais fieis amigos que podemos ter.

A minha irmã mais velha adoptara uma cadelinha  de rua que, entretanto, teve três filhotes, ficou com a cadelita, o cãozito foi levado para a aldeia, foram as duas as companheiras desta família que foi ficando mais pequena, à medida que foram saindo de casa.

A minha irmã e o meu cunhado cuidavam destas duas cadelinhas, mãe e filha, era um amor louco.

E quando eu ia lá a casa, a google saltava para o meu colo, queria mimos.

A kim, mais rebelde, não me dava muita importância, queria o colo da minha irmã e/ou das minhas sobrinhas, quando estas vinham a casa.

Se a família ia de férias, costumavam eles estar à espreita do lado de dentro da varanda e, mal me viam, ladravam, desciam as escadas, já sabiam que eu ia cuidar delas.

A google faleceu há dois anos, ficou a kim, agora mais velha, mais calma, vê e ouve mal. De quando em vez, era costume levá-la à praia para correr, fugir de nós, para depois voltar, feliz, com a liberdade que lhe dávamos.

Depois veio o scott.

Este foi encontrado nas ruas da capital, abandonado e maltratado, uma amiga da minha sobrinha acolheu-o, mas sem grandes condições para ficar com ele, a minha sobrinha aceitou-o com muito carinho.

Sempre que vinham, de carro, passar o fim de semana a Braga, traziam o scott. E sempre que pudéssemos dávamos um salto à praia para que ele corresse e este, sim, tem uma vida, um sofreguidão pela rua, se passa perto de um campo de ténis descobre as bolas perdidas, trá-las na boca, é uma alegria, chega-se perto dos donos, ou de mim ( porque eu adoro o scott) deixa cair a bola para que a apanhemos e lancemos para longe e ir apanhá-la.

O meu sobrinho neto gosta da kim, mas adora o scott pela sua energia, as brincadeiras que têm juntos.

E há o buzz, o cão do meu irmão mais novo. Não convivo com ele, são poucas as vezes que o vejo, mas é um cão lindo.

Quando decidiram adoptar este cão, ainda bebé, a minha cunhada disse que não queria animais em casa. Mas os filhos tanto insistiram que decidiram ficar com ele. É uma alegria.

Há dias, chegaram de férias, comentei: " que saudades dos seus donos", ao que respondeu a dona: " não sei quem tinha mais se ele ou nós".

Eu não tenho um cão, mas reconheço que estes são os grandes amigos da minha família, muito dedicados aos seus donos, e vice-versa.

Não concebo que se trate mal os animais, e tendo eu uma gata, e sei o quanto ela se preocupa comigo e me dá paz, reconheço que o cão dá muito mais de si pelo seu dono.

 

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Dia Mundial da Fotografia

por Maria Araújo, em 19.08.19

19 de Agosto e porque estamos no Verão, que este ano está muito fraquinho,mas a meu gosto, escolhi  uma fotogtafia das férias no Algarve deste ano.

O meu sobrinho neto adora bolas de futebol, de ténis, de pilates, de vólei e onde quer que veja um miúdo ou graúdo a jogar à bola, corre na sua direcção.

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Dia Mundial dos Avós

por Maria Araújo, em 26.07.19

eles, que têm um papel muito importante na ajuda aos filhos.

Não sou a única que vai buscar os netos aos colégio, levá-los ao parque infantil, dar um passeio pelas ruas da cidade, dar-lhes o lanchinho ou o jantar, porque as crianças têm rotinas, e esta hora é sagrada, cantar as nossas e velhas canções, aprender novas, é tudo uma questão de participar no crescimento das crianças que são a nossa felicidade.

Não tenho filhos, tenho cinco sobrinhos netos, o sexto chegará em Setembro.

O V é único sobrinho neto que está mais próximo da família. Os outros quatro vivem fora do país, só nas férias de  Verão. Hoje, vou para a casa da praia ficar com os dois sobrinhos netos brasileiros. 

Deixo uma fotografia do meu sobrinho neto mais novo, da nossa brincadeira no parque ( desculpem não mostrar o rosto, respeito a decisão dos pais de não publicar fotografias dos filhos).

IMG-20190725-WA0000.jpg

Feliz Dia dos Avós

voce-sabia-que-dia-26-de-julho-e-comemorado-o-dia-

 E aqui a história deste dia.

 

 

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Dia da Terra

por Maria Araújo, em 22.04.19

2019-04-22 (2).png

 29 anos depois, para lembrar que o planeta está em sofrimento, que temos obrigação de o poupar, de o proteger, de o respeitar, e para que possamos vivê-lo  em pleno e deixá-lo saudável para as gerações futuras, a primeira imagem que fui buscar aqui  da História do Dia da Terra.

 

 

 

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1de Abril...

por Maria Araújo, em 01.04.19

e a notícia do jornal O Minho, em destaque a rainha da pop que, zangada com os alfacinhas,  decidiu vir viver  para a terra do arroz de sarrabulho. Mas eu acho que é porque o Sporting de Braga tem as cores da equipa onde o filho treina. 

Querida, tens tudo para viver aqui perto: praias para os teus passeios a cavalo, parques radicais para os filhos, montanhas para escalar, pistas equestres, campos de ténis, pistas de aviação, futebol, canoagem,  e acima de tudo, uma excelente gastronomia... e bons vinhos.

Tivesse eu o teu dinheiro, compraria este lindíssimo solar.

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E dizia um amigo meu "O Minho é que é lindo, carago!"

Vem Madonna, serás bem recebida.

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discordo, com certeza

por Maria Araújo, em 28.02.19

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De boca em boca, e com conhecimento de causa, chega-se aqui.

O que na terapia convencional demora anos a alcançar, nas terapias não convencionais, os resultados surpreendem a cada sessão.

Carinho,conhecimento, trabalho, empenho, persistência, experiência, determinação, dedicação, profissionalismo e muito mais... os resultados saltam à vista.

Terapias não convencionais na Lei de Bases da Saúde, SIM.

 

 

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os atrasos e cancelamentos das consultas

por Maria Araújo, em 13.02.19

na pergunta do dia do Sapo da passada segunda-feira teve 70% dos votos.

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Precisamente na segunda-feira, em Lisboa, numa clínica privada, tinhamos duas consultas marcadas ( marcação proposta pela clínica) : a primeira para as 11h30, a segunda para 13h30.

À hora marcada estavamos lá, a médica não tinha chegado. 

Quando chegou, por volta das 12h15, atendeu uma família que chegara de uma longa viagem, as crianças dormiam nas cadeiras.

A nossa vez chegou por volta das 12h45.

Na segunda consulta, perguntei se a médica chegara, a resposta foi positiva, entramos à hora marcada.

Em Outubro passado, nesta clínica, uma consulta marcada para as 10h00, entramos para o consultório por volta das 12h00, atrasou a segunda consulta, perdemos o comboio, tivemos de comprar bilhetes para o comboio seguinte.

Há quinze dias, num hospital privado desta cidade, com uma consulta marcada para as 9h00, pensaramos que seria pouco provável o médico dar consultas tão cedo, comentaramos que se chegasse às 9h30 seria bom, até porque seriamos as primeiras, não havia ninguém na sala de espera.

Fomos chamadas por volta das 9h10 para uma sala mais pequena, mandaram-nos aguardar que entraríamos de imediato.

Não passaram mais de três minutos, abre-se a porta do consultório, saem de dentro um pai com o filho, entramos nós.

A consulta demorou o tempo suficiente.

Saímos.

E comentamos que estivessem os médicos a horas no consultório, salvo raras excepções que haja uma urgência, as consultas não teriam os atrasos que têm e evitariam o desespero do utente que perde horas de trabalho.

 

 

 

 

 

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 20.11.18

Tinha marcado para hoje deixar o carro na oficina para fazer uma revisão, antes de ir à inspecção, desmarquei tudo,  o carro da minha irmã avariou, foi rebocado, emprestei o meu para ela ir trabalhar.

Fui levar o carro, aproveitei para, finalmente,  marcar uma consulta na clínica de fisioterapia  que fica em frenta à casa da minha irmã.

O médico dá consultas neste dia, tive sorte, alguém tinha cancelado a sua consulta da manhã, ficou para mim.

Depois desta,  foram marcadas as horas do tratamentos, a funcionária perguntou se queria fazer, nesse momento, o primeiro tratamento. 

Com certeza que sim,  ao meio-dia estava a sair da clínica.

A caminho de casa, decidi mudar o trajecto e passar no mercado municipal para comprar fruta, trouxe maçãs, tangerinas, bananas, romãs, castanhas e nozes.

Pensara fazer  lasanha de courgette e espinafres, para o almoço, aproveitava o forno para comer  as  primeiras castanhas deste ano.

Enquanto a lasanha estava no forno, na parte de baixo as castanhas assavam no tabuleiro, duas teriam escapado à faca, dois morteiros ouvi, fui ver o forno ( não o abri), a lasanha estava intacta e tostadinha, o forno cheio de padaços de castanha.

A lasanha estava deliciosa, as  castanhas de Trás-Os-Montes souberam muito bem, comi-as todas.

Sem carro, e com aula no ginásio às 17h15m,  fui para a paragem de autocarro  na expectativa de chegar a horas de conseguir uma senha para a aula das 16h30, estive trinta minutos à espera, já não chegava a tempo, quando  parou e perguntei ao condutor qual a hora do autocarro seguinte: "dentro de cinquenta minutos" - respondeu  -" mas saia daqui  por que as pessoas querem entrar", saí, este condutor não foi simpático,  passei pelo supermercado para comprar detergentes, a empregada vem amanhã, não quero que lhe falte nada ( a ela falta mais eficiência na limpeza da casa), voltei a casa, liguei o pc para ver os horários do autocarro que devia apanhar e que pára muito perto do ginásio.

A aula correu bem ( a D põe-nos KO) pergunta-nos: " meninas, estão bem?" e respondemos "sim", ela é excelente e um amor.

Desci a rua até ao Continente. Na paragem em frente a este, há um autocarro que passa de vinte em vinte minutos, leva dez a chegar onde ao centro e muito perto da minha casa, aproveitei para ir à padaria  minha preferida.

Fiz um jantar leve.

Sem notícias da minha irmã, se tinha chegado bem,  o que foi "diagnosticado" ao carro, enviei sms, tive resposta uma hora mais tarde.

Tinha chegado bem, o carro só fica pronto na quinta-feira, precisava do meu para amanhã, na quinta-feira vai com uma colega.

Amanhã, tenho duas aulas no ginásio. Não vou à primeira,  o autocarro não chega a horas, vou para a segunda, noutro autocarro que não passa perto do ginásio,  tenho de fazer a pé uma rua íngreme, mas são só cinco minutos.

Nunca pedi, nem peço, um carro emprestado.

Sempre que deixava o carro na oficina e tinha de ir trabalhar, ia de boleia ou na camioneta da carreira, como se diz cá no norte.

Não fosse a chuva, vinha a pé para casa.

O carro faz falta, oh, se faz!

 

 

 

 

 

 

 

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Dia deTodos os Santos

por Maria Araújo, em 01.11.18

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neste 1º de Novembro, que também celebramos e recordamos os nossos entes queridos ( embora eu não vá, neste dia,ao cemitério),  tivemos uma manhã com nuvens mas airosa.

A tarde ficou escura, triste, chuvosa, significou, para mim, um Dia de Finados (no calendário religioso, dia 2 de Novembro).

 

 

 

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