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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

gastar dinheiro em livros

Maria Araújo, 18.07.18

O filho de uma minha amiga vai no final do mês, em voluntariado, para a Guiné Bissau, leva material escolar para as crianças.

Quando ela perguntou se tinha por casa livros, lápis,  cadernos, respondi que não, mas que faria muito gosto em ajudar o filho, compraria algum material para as crianças. Pediu-me que não gastasse dinheiro, que procurasse em casa ou pedisse  aos familiares com filhos.

O que disse é para ser feito, fui hoje ao Continente ver o que há de novo de materais escolares.

Comprei duas dúzias de lápis, uma embalagem com esferográficas azuis, borrachas, uma caixa de 24 lápis de cor e  outra marcadores.

Faltam os cadernos, a ver na Staples.

Perto destas prateleiras  vi várias bancadas com livros com desconto que vão dos 10% aos 40%.

Dei várias voltas às bancadas, procurava os autores Elena Ferrante e Carlos Ruiz Záfon( deste autor li "'O Jogo do Anjo"),  não os encontrei.

A oferta é muita, vale a pena gastar uns euros e aproveitar os descontos, mas o que queria não vi, até que numa das prateleiras opostas às bancadas, encontro livros da  autora que procurava com um pequeno desconto de 10%.

Os livros estão caros, este tem um desconto de 1,80€ , não era de mais, comprei.

Tenho  bastantes livros que esperam que os leia, mas vou voltar, vi livros de autores que gosto com 20 e 30% de desconto.

Gastar dinheiro em livros é um.prazer para os amantes da  leitura, passem  lá, quiçá os vossos preferidos tenham um bom desconto.

 

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fica o multibanco

Maria Araújo, 08.09.17

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Fui ao banco para cancelar o cartão (com descontos em compras) que tenho há dois anos e meio. As despesas eram maiores que os benefícios, não se justificava mantê-lo.

Por motivos que não interessa contar, passei no balcão perto de casa, expliquei o que me levava a não poder falar com o meu gestor de conta.

Quem me atendeu disse que resolvia o assunto mas teria de encaminhá-lo para ele que, entretanto, iria ligar-me. E perguntou-me se queria mesmo cancelar o cartão.

Preenchidos os impressos,  mas antes de os assinar, a pessoa liga ao gestor de conta a explicar o que se passa.

Do outro lado da linha, ele teria manifestado o seu desagrado ( e eu já o avisara que ia cancelar o cartão), pois, do lado de cá, ela perguntava-me se não queria voltar atrás; se não me arrependeria; que ele ficava zangado comigo; se era mesmo isto que queria; o cartão é bom; tenho descontos ...

A resposta que passei foi quando era interesse do banco, ligavam a  fazer-me propostas disto e daquilo. Estava na hora de eu decidir o que queria dele. E não queria o cartão.

Quando tal ela comenta com ele que será melhor aceitar o cancelamento não fosse eu levar a conta também.

Eu sorria e acenava com a cabeça que sim.

E desligou.

Só entre nós ( tenho uma amizade especial com esta pessoa),  entrei em  alguns detalhes. Quando os miúdos andavam por aqui, fazia uso do cartão, pagavas as despesas mensais, usufruía dos descontos e da anuidade. 

Este ano, vieram com o seguro mensal associado à conta, os descontos que tinha não compensavam manter um cartão que ficava dispendioso.

E foi desta que me desfiz de mais um encargo que só beneficiava o banco.

Fica o multibanco.

 

 

 

 

 

Black Friday

Maria Araújo, 22.11.16

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da La Redoute, já me levou a aproveitar a oportunidade de comprar artigos a metade do preço.

Costumo dar uma vista de olhos à newsletter, que recebo por e-mail, mas sem paciência para escolher o que tantas páginas nos oferecem, há oito anos que não comprava nada.

Uma amiga costuma comprar sapatilhas para os filhos, avisara-me,  há cerca de três semanas, que todos os artigos estavam com 50% de desconto.

E como sou fã das sapatilhas New Balance, conheço o catálogo, procurei e encontrei.

Recebi a encomenda, já as calcei e usei a carteira que também comprei..

Hoje, e até ao dia 28, os preços são Black Friday, têm mais um desconto extra de 15%.

As botas de cano alto mais recentes que tenho, têm seis anos. Precisava de um par camel, mas está difícil encontrar,  comprei estes botins.

Ora, entrei no site da La Redoute, fui procurar as botas de cano alto. 
Saltos muito altos, que não são para mim, eis que encontro uns botins nas cores camel e preto, com um salto de 4cm, mais baixos 2cm que os que comprei no fim de semana.

O preço de catálogo é de 99,90 ‎€, com os descontos ficou por 42,49  ‎€ (  gostava de publicar a fotografia do site La Redoute, mas já não aparecem lista de descontos).

E é desta forma que, com ideia de comprar um par de botas, este outono e pela primeira vez, comprei : dois pares de sapatos, as sapatilhas, e dois pares de botins.

Decididamente, as botas de cano alto ficam para o ano.

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Seleção de livros com 50% de desconto

Maria Araújo, 22.01.15

Sou uma cliente pouco assídua do Continente, mas quando há promoções que me interessam, aproveito a ida ao ginásio e passo lá.

Como as bancadas dos livros ficam na entrada, vou directamente a elas ver as novidades e as promoções. 

E hoje, lia-se numa delas "seleção de livros com 50% desconto". Nem hesitei.

Espreito de um lado, espreito do outro, pego num, dou uma leitura a uma qualquer página, coloco-o no lugar, dou outra volta, e encontro este: "O Jogo do Anjo" de Carlos Ruiz Zafón.

Não conheço o autor, mas lera na blogosfera vários comentários muito positivos às suas obras.

Peguei nele e meti-o no carrinho, pelo valor de 7,45 euros.

Fui à bancada ao lado, procurei outras obras do autor, mas não vi.

Todos os livros desta bancada do tinham 10% de desconto.

Encontrei o livro muito divulgado nas redes sociais "Prometo não falhar" , também com 10% na Wook, mas não foi desta vez que o trouxe.

Não contando com os livros que tenho no escritório, na estante da sala de estar, separados dos muitos livros que já li, tenho  à minha espera cerca de 10 livros que separei no outono passado.

Acabando o livro erótico que estou a ler, vou para o livro que comprei hoje.
Estou curiosa em conhecer a obra do autor.

 

 

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"A partir de agora, vais perceber que nunca mais vais receber o mesmo"

Maria Araújo, 21.11.13

Foram as palavras de uma amiga, reformada há um ano, aquando do almoço que fizeram em minha homenagem, em agosto passado.

Enquanto recebia o vencimento pela instituição escola, a "coisa" andava bem. Comentava para os meus botões, "sofreste um corte do caraças, mas aguentas-te".

Gere-se aqui, corta-se ali, nada de alarmar.

Novembro, o mês de subsídio de Natal, o mês de pagamento do seguro do meu carrito (já com 15 anos), revisão, inspeção, acertos da energia, Natal, cujos gastos eram substanciais, pois nada faltava cá em casa, concentrava aqui as maiores despesas extra.

O subsídio passou a duodécimos, injeta-nos mais descontos, o vencimento passou a ser menor, aumentos do IRS, aumento na CGA, taxa do subsídio, aumentos da energia, água, gás, prestação da casa, enfim, uma panóplia de contas que nunca deixaram de ser pagas atempadamente.  Por vezes, as contas entravam na conta bancária e as faturas não chegavam cá, não é verdade dona EDP? (ainda me falta a fatura de agosto. E as minhas cartas reclamaçao que ainda não tiveram resposta?).

Recebi a pensão deste mês . Aliás, foi depositado na minha conta um valor GRANDE, da minha aposentadoria.

Nem queria acreditar! Pus-me, de imediato, a fazer contas à minha vida.

Como iria eu aguentar com "este elevado valor" as minhas despesas?!

Não recebera qualquer informação da CGA sobre descontos, valor a receber, NADA, a não ser os cartões de AP.

O valor depositado assustou-me, acreditem

Ontem, fui espreitar a caixo do correio.

Lá estava a carta tão esperada.

Abri! E o susto confirmou-se quando vi  "os descalabros" descontos que passo a sofrer como aposentada.

Quando pedi a reforma antecipada, ponderei bastante. A penalização era considerável ( a última subida no escalão foi em 2005), assumi conscientemente a minha decisão.

Não me arrependo NADA. Mas pensar que trabalhei quase 39 anos (comecei muito cedo a labuta, os meus pais não podiam pagar-me o curso, paguei-o eu como trabalhadora estudante) e observar que o trabalho árduo, mas feliz, destes anos, fez cair por terra  as minhas expectativas.

Em janeiro, a confirmar-se, há mais cortes.

Como dizia a minha grande amiga GD (a quem eu dava boleia, palavras de conforto, sorrios e lágrimas,  e partilhavamos os desabafos das nossas vidas), " A partir de agora, vais perceber que nunca mais vais receber o mesmo."