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Angelina Jolie

por Maria Araújo, em 24.03.15

 

 

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“Nunca é fácil tomar estas decisões mas é sempre possível tomar o controlo e fazer escolhas sobre a nossa saúde. Devem procurar conselho médico, informarem-se das várias opções e decidir o que seja melhor para vocês. Conhecimento é poder”.

 

Uma jovem mulher que me surpreende pela coragem em tomar decisões delicadas, sem medo, a pensar no seu futuro e dos seus filhos.

Fiquei muito sensibilizada com as suas declarações, é um exemplo para mim e todas as mulheres que tiveram ou têm familiares com cancro.

Eu sou uma delas.

 

 

 

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Barcelona

por Maria Araújo, em 09.02.15

Ontem, final do dia, um convite, uma visita ao site de Ryanair, eu do lado de cá, a minha amiga do lado de lá, acertam-se os dias, imediata marcação do vôo para o dia 13 de março (não deixes para amanhã o que queres fazer hoje, por que  se o deixares, amanhã perdes a vontade...e desistes).

E assim, de repente, vou para a minha segunda visita a Barcelona, desta vez por quatro dias, com tempo para ver tudo o que não vi em outubro de 2013.

São estas decisões inesperadas que me deixam

 

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Foram as palavras de uma amiga, reformada há um ano, aquando do almoço que fizeram em minha homenagem, em agosto passado.

Enquanto recebia o vencimento pela instituição escola, a "coisa" andava bem. Comentava para os meus botões, "sofreste um corte do caraças, mas aguentas-te".

Gere-se aqui, corta-se ali, nada de alarmar.

Novembro, o mês de subsídio de Natal, o mês de pagamento do seguro do meu carrito (já com 15 anos), revisão, inspeção, acertos da energia, Natal, cujos gastos eram substanciais, pois nada faltava cá em casa, concentrava aqui as maiores despesas extra.

O subsídio passou a duodécimos, injeta-nos mais descontos, o vencimento passou a ser menor, aumentos do IRS, aumento na CGA, taxa do subsídio, aumentos da energia, água, gás, prestação da casa, enfim, uma panóplia de contas que nunca deixaram de ser pagas atempadamente.  Por vezes, as contas entravam na conta bancária e as faturas não chegavam cá, não é verdade dona EDP? (ainda me falta a fatura de agosto. E as minhas cartas reclamaçao que ainda não tiveram resposta?).

Recebi a pensão deste mês . Aliás, foi depositado na minha conta um valor GRANDE, da minha aposentadoria.

Nem queria acreditar! Pus-me, de imediato, a fazer contas à minha vida.

Como iria eu aguentar com "este elevado valor" as minhas despesas?!

Não recebera qualquer informação da CGA sobre descontos, valor a receber, NADA, a não ser os cartões de AP.

O valor depositado assustou-me, acreditem

Ontem, fui espreitar a caixo do correio.

Lá estava a carta tão esperada.

Abri! E o susto confirmou-se quando vi  "os descalabros" descontos que passo a sofrer como aposentada.

Quando pedi a reforma antecipada, ponderei bastante. A penalização era considerável ( a última subida no escalão foi em 2005), assumi conscientemente a minha decisão.

Não me arrependo NADA. Mas pensar que trabalhei quase 39 anos (comecei muito cedo a labuta, os meus pais não podiam pagar-me o curso, paguei-o eu como trabalhadora estudante) e observar que o trabalho árduo, mas feliz, destes anos, fez cair por terra  as minhas expectativas.

Em janeiro, a confirmar-se, há mais cortes.

Como dizia a minha grande amiga GD (a quem eu dava boleia, palavras de conforto, sorrios e lágrimas,  e partilhavamos os desabafos das nossas vidas), " A partir de agora, vais perceber que nunca mais vais receber o mesmo."

 

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Pensão e pensionistas

por Maria Araújo, em 06.12.12

Já estou na idade da reforma antecipada.

36 anos de trabalho, de descontos, tenho até 31 de dezembro para a requerer.

Devo pensar bem. Mais nos prós que nos contras.

Os contras, com muitos cortes no meu orçamento, porque vou ser substancialmente penalizada e o congelamento nos escalões vai limitar a tomada de uma decisão.

Amigos pensionistas que me visitam, aceito as vossas opiniões. Serão preciosas.

 

 

 

 

 

 

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A decisão

por Maria Araújo, em 08.05.10
 
Todos temos momentos em que devemos tomar uma decisão, por mais sinples que ela seja.
Eu tenho momentos de muita (in)decisão.
Por vezes, vou em frente e arrisco.
Outras, não! E depois arrependo-me.
Prefiro arriscar e aprender com o erro, que ficar indecisa e aprender/trazer NADA.

   Mail que acabei de receber
 
 
A Fábula do Executivo
 Esta é a fábula de um alto executivo que, "stressado", foi um dia ao psiquiatra. Relatou ao médico o seu caso. O psiquiatra, experiente, logo diagnosticou:
 - O Sr. precisa de se afastar, por duas semanas, da sua actividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, isole-se do dia-a-dia e busque algumas actividades que o relaxem.
Então, o nosso executivo procurou seguir as orientações recebidas. Munido de vários livros, CDs e "laptop", mas sem o telemóvel, partiu para a quinta de um amigo.
Passados os dois primeiros dias, o nosso executivo já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs.
 Porém, continuava inquieto. Pensou, então, que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava.·
Procurou o capataz da quinta e pediu-lhe trabalho para fazer.
O capataz ficou pensativo e, vendo um monte de esterco que havia acabado de chegar, disse ao nosso executivo:~
 - O Senhor Doutor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.
Pensou o capataz para consigo próprio: "Ele deverá demorar uma semana com esta tarefa".
Puro engano! No dia seguinte já o nosso executivo tinha distribuído todo o esterco por toda a área.
O capataz deu-lhe então a seguinte tarefa: abater 500 galinhas com uma faca. Tarefa que se revelou muito fácil para o executivo ansioso: em menos de 3 horas já estavam todos os galináceos prontos para serem depenados!
Pediu logo nova tarefa. O capataz disse-lhe então:
- Estamos a iniciar a colheita de laranjas. O Senhor Doutor vá, por favor, ao laranjal e leve consigo três cestos para distribuir as laranjas por tamanhos: pequenas, médias e grandes.
 Passou o dia e o executivo não regressou com a tarefa cumprida. Preocupado, o capataz dirigiu-se ao laranjal. Viu o nosso executivo, com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, e a falar sózinho:
 - Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena?
 - Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média?
- Esta é média. Não, é pequena. Ou será grande???
 
 
Moral da história: Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O difícil é tomar decisões.
 
 

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