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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

os selos CTT

Maria Araújo, 11.12.18

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Em 2015, escrevi este post a propósito de na época de Natal fazer questão de enviar os postais com selos.

Este ano não foi excepção, fui à loja CTT, estavam imensas pessoas ( acho que foi dia de os reformados receberem) dificilmente saíria de lá a horas para fazer as tarefas que tinha decidido para hoje, comprar selos ao balcão estava fora de questão, pensei voltar amanhã para despachar uma encomenda, lembrei-me da máquinas de selos.

Sem querer passar à frente das muitas pessoas que me olharam quando me dirigi ao balcão apenas para saber  qual o valor dos selos que devia comprar para um postal, o funcionário respondeu-me de imediato que era o valor do correio normal, voltei à máquina,  fiz a compra.

Expectante com os selos que sairiam da máquina, decepção minha, eram todos iguais,  e nada alusivo ao Natal ou outro tema que me surpreendesse.

Na loja online, na página "filatelia",  e para quem gosta de coleccionar, os temas são muitos e interessantes.

Descobri, também, que é possível a personalização de selos de Natal.

 

 

 

 

 

O Serviço dos Correios

Maria Araújo, 29.01.18

Acabei de ligar a televisão, passa na RTP1 o programa Pós e Contras, cujo tema trata do serviço dos CTT.

Foi o mote para publicar o post que tinha há algum tempo nos meus rascunhos, estava com dúvidas se havia de publicar.

Então é o seguinte: o 2º Desafio, Livro Secreto, da MJ, que começou há 1 ano, e durará outro, visto que o número de participantes duplicou, tem como via  de contacto o FB.

Fui fã desta rede social, há algum tempo que desisti dela, deixou de ter a importância que tinha, passei a ir com alguma frequência  e desde que este desafio começou, não só porque nos é enviado ( em privado) o nome e endereço para quem enviamos o livro que temos em mãos, mas também para comunicarmos  ao grupo o envio e recepção do livro do mês.

Ora no mês de Novembro passado, o livro que enviei não chegou ao destinatário. 

A MJ, contactou-me.

Fiquei preocupada, pensei que a mim nunca iria acontecer um extravio de livro. Tinha o registo de envio, fui aos CTT saber o que poderia ter acontecido, assunto que escrevi  neste post.

Cerca de três semanas depois, recebi a carta dos CTT que dizia o que eu não esperava, de todo. Explicava que há várias modalidades e entre elas o correio registado, que passo a citar:

" pelas suas características é alvo de um tratamento o qual é associado um número de objecto ( código de barras) que nos permite:

- a confirmação de entrada das correspondências na rede CTT;

- o controlo ao longo do seu percurso;

- a confirmação da data de entrega ou devolução.

No caso em apreço, não se tratando de correio registado não podemos proceder a averiguações mais detalhadas."

Pois bem, esta carta veio confirmar o que o funcionário me dissera " Se o livro fosse enviado por correio registado, a coisa era outra".

Parece-me que os CTT só se responsabilizam pelo correio extraviado se este for resgitado pelo que qualquer encomenda que não chegue ao destinatário estão-se a borrifar para o cliente, que confia e paga o serviço.

Eu aceito a resposta, até porque está de acordo com o texto que consta da reclamação, mas o que eu deveria ter escrito foi o que motivou o extravio, e o que de facto aconteceu ao balcão entre mim e a funcionária, que levaria  à abertura do envelope para verificação postal e não ter seguido viagem, que passo a explicar os factos desse dia de Novembro.

Fui atendida por uma senhora que costuma ser simpática, e já nos conhecemos do habitual correio de cartas e livros que envio, que repara no envelope almofadado, que não dos CTT, que entreguei, sugere que, para não pagar como encomenda, e sabendo ela que era um livro, não fosse aberto para verificação,  abrir o envelope.

Fiquei a olhar para ela, perguntei porquê, "para pagar menos", comentou.

Estava difícil a sua abertura, adverti que poderia rasgar, o melhor seria enviá-lo como entreguei.

Ela diz que consegue abri-lo, insiste mas rasgou um pedaço.

Volto a dizer que pago o que for preciso que não abra mais. Ela insiste que consegue, que não havia necessidade de pagar tanto dinheiro. E eu já estava na disposição de comprar um envelope CTT pois estava a ver a coisa mal parada.

Embora com um rasgão, dobra a parte aberta, faz um furo, pega num fio, passa à volta do envelope.

Mais uma vez perguntei se não haveria problema na verificação, respondeu-me que não ( já estava a ver a coisa passar na alfândega ou lá o que é isso, para verfificação, desta vez porque o envelope ia pior que quando entreguei), acabei por confiar: "eles sabem o que fazem", pensei eu.

Ora passados 20 dias, a MJ envia o e-mail a informar-me que o livro não chegara ao destino.

Costumo guardar os talões de envio, peguei nele, sem perda de tempo fui imediatamente, pelas 14h, aos CTT falar com a senhora, porque era mesmo com ela que queria falar da dita cena.

Tirei o ticket. Sorte minha, encontrei-a junto às caixas dos apartados. Vi que alguém a seguia, esperei um pouco.

Quando regressa, aproximo-me dela, mostro-lhe o talão e relembro o que se passara nesse dia.

A fulana olha para mim com ar de desprezo e diz-me: " A senhora acha que não tenho mais que fazer? São horas de ir para o balcão, tenho o meu trabalho por abrir". E vira-me as costas, deixa-me ali sem palavras.

Entretanto, o número do meu ticket já passara, fui tirar outro.

Ela vai para o balcão, esperei que ela me chamasse para me dizer qualquer coisa, como, tire um ticket e aguarde a sua vez, dirijo-me a ela e pergunto: " A senhora não vai atender-me? Tenho ticket"

Responde-me:" Qualquer um dos meus colegas sabe atendê-la".

Chega a minha vez, dirigi-me ao funcionário que estava mesmo ao lado dela.

Expliquei o que se passou com o livro, mas não entrei em pormenores do que foi feito ao envelope.

E foi quando ele me disse o acima citado : " Se o livro fosse enviado por correio registado, a coisa era outra".

Comentei que sempre enviara os livros em envelope almofadado e correio normal, nunc tivera nehum extravio e depois de mais algumas palavras que troquei com ele, e de maneira que ela escutasse, foi-me dado um impresso de reclamação.

Antes de sair, fiz-lhe um reparo " O talão de pagamento deveria ter o nome do funcionário para que em caso de alguma reclamação o pudessemos fazer directamente com ele".

Comentário dele: " Não sei para quê"

Resposta minha: " Mas sei eu."

Dois dias mais tarde, fui entregar a reclamação.

Foi ela que me atendeu. 
Educamente entreguei o impresso.

Perguntou-me pelo envelope, que não tinha, pediu-me que fosse à prateleira e tirasse um.

Quando o entreguei, ela dobra o impresso, mete-o no envelope e diz-me, educadamente, também: "Está fechado, fica entregue".

Perguntei: " Quando poderei ter uma resposta?"

"Não lhe posso dizer. Não é da competência dos CTT. Receberá por correio uma carta", respondeu.

E a carta chegou em Dezembro, com o acima citado.

Mas já aconteceu algo que me deixou desiludida com o desempenho destes serviços.

Há cerca de um ano e meio, fiz uma compra online, que seria enviado por CTT Correio Expresso.

A loja online ia dando informação do estado da encomenda, que demoraria cerca de um mês a chegar às minhas mãos.

Passado algum tempo entrei no site  fui ver a posição da encomenda, foi-me informado que estaria a chegar e dentro do prazo.

O tempo passou, a encomenda não vinha, entrei em contacto com o fornecedor, que me informou, no próprio site que iria pesquisar o que acontecera.

Uns dias mais tarde, recebi um contacto para enviar o NIB, os CTT não souberam dar resposta à situação, ia ser devolvido o dinheiro.

Tive a sorte de recuperar o dinheiro, estava a lidar com um fornecedor de produtos online fidedigno, mas os CTT perdeu muito da credibilidade que eu e todos nós tinhamos nos seus serviços.

Perdeu qualidade e seriedade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

coisas do meu dia

Maria Araújo, 22.11.17

Imagem relacionada

 

Na loja CTT da minha zona, depois de uma "conversa", que ficará para um post,  sobre o livro do desafio de leitura que não chegou ao destino, o funcionário ouviu a minha reclamação e diz-me: " Se o livro fosse enviado por correio registado, a coisa era outra".

Respondi que queria reclamar, deu-me um impresso (que trouxe para casa visto que tinha um compromisso hoje de tarde, não podia perder mais tempo) e acrescentei:

" O talão de envio do livro devia trazer registado o nome do funcionário que fez o despacho".

"Não sei porquê", respondeu.

" Mas sei eu", objectei.

Resolvendo o problema, um dia destes sai post.

 

Preços CTT

Maria Araújo, 09.06.17

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Quarta-feira passada, fui aos CTT enviar o livro do segundo desafio de leitura. Entrei na loja a cinco minutos de fechar ( convicta que fechava às 18h).

Fui escolher uma saqueta almofadada, a M, preenchi o nome e morada meu e do destinatário, assinalei o "x" no quadradinho livro, nem fechei a saqueta,o  meu número de chamada apareceu no écran.

Dirigi-me à funcionária, que fechou a saqueta, colocou-a na balança. Disse-lhe que queria correio normal. Não teria ouvido, fez-me a pergunta.

Perguntou.também,se queria factura, respondi  que não ( mas devia), disse-me o valo a pagar: € 2,45

Achei estranho pagar este valor, mas como não reparara no preço da saqueta, paguei e saí.

Cheguei a casa, tirei o talão de pagamento e foi quando reparei na designação e quantia de cada um dos produtos:  € 1,40 pelo envio em correio normal, a saqueta  € 0,85.

Voltar atrás não valia de nada, a loja estaria fechada, pensei ir no dia seguinte.

Procurei outros talões que teria guardado de envios anteriores, mas nas minhas limpezas de papelada não encontrei nenhum.

Esqueci o assunto.

Ontem de tarde, fui à caixa do correio, tinha um envelope almofadado que me fez sorrir. Lembrei-me que seriam os dois livros

" Viagem ao Mundo dos Gatos", do Clube de Gatos do Sapo, que encomendei à Marta. 

Foi quando me lembrei do assunto CTT.

A primeira coisa que fiz foi ver  o valor da franquia registado na saqueta. E fiquei pasmada: €0,76. A saqueta tem a mesma medida que eu escolhera para o envio de um livro, este igual ao da imagem, no topo deste post..

Fui procurar os valores no site dos CTT.

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Então a saqueta tamanho M custa  € 0,85, valor que consta no talão.

 

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O livro não pesa mais de 50 gramas: custo  € 0,65.  Paguei   €1,40

A Marta enviou dois livros pagou  € 0,76 de franquia,  mais a saqueta,  totalizou  € 1,61.

Pergunto: o que levou a funcionária a cobrar-me mais  € 0,84?

Seria porque não escrevi na saqueta a palavra LIVRO?
Mesmo assim, não é razão para pagar uma franquia tão elevada. 

 

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coisas do meu dia

Maria Araújo, 30.09.16

Sem que desse por nada, a Kat dormiu toda a noite no roupeiro ( as portas são de correr) fechei-as antes de dormir.  6:30h da manhã, hora que a Kat faz o favor de me acordar porque quer comer, sinto as garras dela arranharem a porta.

Convicta que estava do lado de fora do quarto, não me levantei para a abrir.

Às tantas, percebi que ruído vinha de dentro do quarto e: " Ela está dentro do roupeiro!"  Levantei-me, abri a porta, a do quarto também, pu-la fora ( não quero habituá-la ao meu quarto).

Meia hora depois levantei-me para lhe dar de comer. Ela sossega e eu volto para a cama. E adormeci ( às vezes desperto, o sono não vem mais).

Às 8:30h, o despertador dá sinal, hora de levantar para ir ao ginásio.

Depois da primeira aula, e já no balneário a mudar a t-shirt, a conversa entre duas senhoras preparadas para a aula de hidro, era esta:

Senhora X - Era o que faltava mandar calar. Eu faço os exercícios na mesma.  Que quer ela?

Senhora Y - Ela ( a professora) diz que enquanto dá a aula temos de estar calados. Ela não gosta que se fale.

Senhora X - Mas se eu faço os exercícios e estiver calada, pouco me incomoda que os outros estejam a falar. Ela não tem nada que mandar calar. 

E continuou a conversa com o silêncio da outra que me pareceu não gostar do que esta dizia.

Foram este tipo de senhoras e a conversa que tinham durante as aulas de hidro que deixei de ir à semana. Passei a ir ao fim de semana. É  um sossego.

 

Hora de almoço, liguei o rádio na RC, estava bem disposta. Se passa uma música que gosto e que dá para dançar, danço ou dançamos...

Vejo a Kat em pontaria para pegar nela e dançar comigo ( mas com cuidado porque ela não gosta muito que a pegue e, por vezes , arranha-me. É tão doida!)

Yes! Ahahahaha! Dançou comigo, dei-lhe um beijo no pêlo e pousei-a.

Após o almoço, decidi ir aos CTT enviar os livros de  " Vamos Alimentar uma Bibiloteca?" ,  que a Magda divulgou no blog. Estava com tempo para os despachar, seria já hoje, não fosse segunda-feira ter outras coisas e esquecer-me.

Nos CTT, peguei num envelope almofadado, grande, para três livros, preenchi o endereço, esperei a minha vez.

Dirijo-me ao balcão e dá-se esta conversa:

Eu - Quero enviar estes livros para a Madeira, não os meti no envelope para o senhor passá-lo no código.

Ele (funcionário) - Os livros estão escritos?

Eu - Não, a não ser este que tem uma dedicatória.

Ele - Muito bem. Olhe, não quer comprar um livro do Mia Couto e enviar junto com estes? ( apontou para um livro que estava em cima do balcão).

Eu - Não. Vou enviar estes três, não me interessa. 

Ele - Mas o Mia Couto vai estar na Universidade do Minho. Não quer comprar? Ele tem uma trilogia, vem fazer a apresentação.

Eu - Não. Se comprar é para mim, mas vou decidir em casa.

Ele - E não quer comprar uma lotaria? ( no balcão, à vista).

Eu - Não. Eu só compro uma vez por ano...a de Natal. 

Ele - Mas nós já temos lotaria de Natal.

Eu - Obrigada, mas ainda é cedo. Para meados de Outubro, compro. 

E é isto. Sempre que vou aos CTT gostam de tentar impingir coisas. 
Não dá. Não gosto disso.

E hoje que até estou bem disposta ( aliás, estou sempre, mas hoje mais um pouco). 

E agora os romances que enviei, com muito gosto, para alimentar a Biblioteca  de Faja da Ovelha, concelho da Calheta, na Madeira.

Boas leituras, amigos.

 

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