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cantinho da casa

cantinho da casa

a festa de aniversário

Sábado, foi a festa de aniversáriodo sobrinho neto para os colegas do colégio.

Foi neste Museu, porque a mãe decidiu que não queria levar as crianças para aqueles insufláveis nos parques interiores em que os miúdos andam aos gritos e saem de lá a pingar suor.

E se assim o pensou, melhor o fez, porque o dia foi de muita chuva.

Da sala não foram três crianças.

Então, a actividade constava na feitura de uma máscara.

Eu estive do lado de fora a controlar a saída de alguns meninos, porque em frente à porta da sala tinha um mar em papel, com peixes e canas em madeira, de uma workshop que tinha havido, e expuseram os trabalhos, pelo que, eles estavam mais interessados na pesca do que na máscara.De vez em quando vinham os adultos chamá-los para acabarem-nas.

No final da actividade, pôs-se uma mesa maior onde havia um bolo e pipocas.

Cantaram os parabéns.

A pinhata não foi pendurada, serviu de adorno à mesa.

A minha sobrinha encheu copos de papel com chupas, apitos, e outros pequenos presentes que deveriam estar dento da pinhata, e no final da festa cada criança levou este presente e  a máscara.

Sei que elas gostaram, mas também sei que queriam brincadeira, e o exterior proporcionava-se a isso, mas estava tudo molhado foi impossível levá-las para lá.

Então foi assim:

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crianças

A Kat deixa muito pêlo onde quer que se sente ou deite a dormir, pelo que, neste Verão, lembrei-me de pôr uma toalha sem préstimo para mim, no banco da sala. 

Hoje o sobrinho neto vai jantar comigo.

Adora pegar nas mantas da gata, sacode-as e põe-nas no lugar.

Mas há pouco decidiu fazer dela uma toalha de praia...

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2° dia de Verão

O colégio do meu sobrinho neto, como muitos outros cá da cidade, costuma levar as crianças à praia, na segunda quinzena de Junho.

No ano passado, aliviados da pandemia, salvo erro, foram uma semana .

Ora, na 2a feira, a praia estava com sol e as crianças fartaram-se de brincar. Depois do almoço, voltaram à praia, foram tomar banho de mar.

Ontem, 1° dia de Verão esteve muito fraco, nem à praia foram, vieram mais cedo para casa.

Hoje, voltaram, recebemos fotos deles a brincarem na areia.

Depois do almoço, algures num centro de férias, voltaram à praia, era passarinhos a chilrear  em direção ao mar para o banho. Recebi um vídeo, o tempo estava fabuloso.

Melhor do que cá na cidade.

Amanhã, ele não vai, continua a brincadeira na praia para a semana,  e o tempo vai estar bom.

Fico muito feliz que o colégio leve as crianças ao parque, ao mercado, à feira, a lugares que são uma aprendizagem.

Amanhã vamos para lá da capital, de mini-férias, vou publicando fotografias.

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Braga Romana

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está ao rubro depois de dois anos de interrupção.

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Este ano há menos tendas, anda-se mais à vontade nas ruas,embora não falte gente e turistas muitos..

Mas no comes e bebes têm bastantes tendas, e acho bem.

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Fui dar uma volta, na quarta-feira, procurei a tenda das cerejas, que gosto de comprar na Braga Romana, mas estas ainda não estão no ponto. Mas comi-as num ápice.

Está muito calor, as crianças dos colégios têm ido visitar a feira romana, e o meu sobrinho neto foi hoje de manhã com os amigos do colégio.

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Não aguento este calor, e ainda não estamos no verão, que, a continuar com as temperaturas altas, não sei como vai ser para o meu dia-a-dia.

Logo, vou fazer uma massagem hidratante, em Caldas das Taipas, há que  preparar o corpo para o verão.

Amanhã, tenho um almoço na aldeia, em casa de uns  amigos da adolescência, lá para as bandas de Caldelas.

À noite, um jantar leve num café onde servem francesinhas, que dispenso, e outras coisas.

E vamos sete mulheres ver a nossa querida Susana Vieira, que muito admiramos.

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Domingo, se estiver bom tempo, vou à praia.

Fica um fim de semana cheio, que estou a precisar.

Bom fim-de-semana.

 

 

um esclarecimento

Ontem, fui levar o sobrinho neto à natação. Enquanto esperávamos que a professora viesse buscá-lo, e porque a aula é individual, um senhor aproximou-se do balneário dos meninos e entrou.

O miúdo foi com a professora, eu dei algum tempo para que ele saísse do balneário.

Mas demorava. Devagar abri a porta e vi que uma das portas da casa de banho estava fechada e os calções de banho jaziam no chão.

Tinha a minha mochila no banco, entrei sorrateira,  peguei nela, e saí.

Fui à recepção e perguntei se os adultos que têm aulas na piscina podem usar a casa de banho das crianças.

Ela respondeu que não.

Expliquei que costumava ir com o menino para o balneário da meninas, sentia-me mais à vontade porque no dos meninos tem um urinol, à vista de todos ( devia estar fechado, até porque uma das vezes o meu sobrinho neto achou piada àquilo e foi pôr a mão. Corri atrás dele e disse que não podia pôr as mãos ali) que as crianças não fazem xixi urinol, pelo que passei de novo a ir para o das meninas.

Ora, em dezembro passado, aconteceu que, no final da aula, e depois de dar banho ao miúdo, o lugar onde deixara a mochila estava ocupado, peguei na roupa e fui para o banco junto às bancada dos secadores.

Uma senhora sentou-se,também, com a filha, neste banco, com uns modos que não gostei, e desviei as roupas do meu sobrinho neto. 

Quando ela saiu, o senhor que ocupava o lugar onde tinha a mochila do miúdo, contou-me que essa senhora vira-o com a filha nesse banco, disse que não tinha nada que o usar, que era para as crianças se sentarem enquanto os pais usam os secadores. Ele lhe respondeu, e cito: " que não seja por isso", pegou na menina e foi ocupar o banco onde eu tinha as coisas do meu sobrinho neto.

Comentei que não sabia que o banco era só para esse fim, e se o lugar estava ocupado por ele,  eu não queria incomodá-lo, por isso fui para lá. E que na semana seguinte iria para o balneário dos meninos, que não queria conflitos com ninguém.

E foi então que passei a ir para o balneário dos meninos, não gostei de ver que tinha o urinol, senti que estava no lugar para homens, pelo que, na semana seguinte voltei ao das meninas.

Estas duas últimas semanas, com  muitas crianças em confinamento, espreitei o balneário dos meninos, não estava ninguém, fiquei por lá. E ontem, voltei. E foi quando vi esta cena do senhor ter ido fazer as necessidades dele na casa de banho das crianças.

A funcionária disse-me que de facto não é permitido os adultos que estão na piscina usarem as casas de banho das crianças, que já aconteceu com outros sócios, mas só identificando a pessoa é que pode chamá-la à atenção.

Comentei que estava ali para que me esclarecesse sobre o sucedido,  e se ele não podia fazer nada,  se eu tinha que identificar quem não conheço, que nem  sequer frequento o ginásio, vou uma vez por semana levar o menino para a natação, então não voltarei a usar o balneário dos meninos porque me sentia intimidada, e que nas próximas aulas  voltarei para o das meninas, porque estou mais à vontade, e se alguém reclamar que não devo estar ali, então farei uma queixa.

E mais uma vez esqueci que há um Livro de Reclamações. 

 

quem espera, desespera

Sou paciente, não o sou quando há crianças que não percebem o que é isto de atraso.

Há quinze dias,o sobrinho neto teve uma consulta no Porto num hospital privado.

Consulta que estava marcada para às nove horas, mas  teve de aguentar porque umas gotas agora, outras depois, quando regressou ao colégio já passava da hora do almoço dele.

Hoje, tem outra consulta, de pediatria, marcada para as 9:30h.

Não me deixaram subir, estou na recepção à espera dele e da mãe.

São 10:30h, e ainda não desceram.

Não consigo perceber porque uma consulta marcada para o início da manhã atrasa de mais.

Ou os médicos não chegam à hora de iniciarem o dia de trabalho, ou chegam à hora e começam as consultas meia hora depois...ou mais.

É uma consulta de rotina.

Já percebi que a criança vai chegar tarde ao colégio.

A criança não tem paciência para esperar.

Não me entra na cabeça estes atrasos.

 

confinamento

Hoje de manhã, falava com a minha sobrinha sobre o confinamento e as crianças dentro de casa.

Ela comentou  que custou-lhe muito o primeiro confinamento. 

Não foi fácil adaptar-se a trabalhar em casa, colégio fechado, filho dentro de casa. Mas teve férias ( obrigatórias) sempre prestou mais atenção ao filho.

Eu comentei que está a custar-me mais este ano, porque não faço ginástica nenhuma, não tenho tempo para isso,e no final do dia estou cansada, não me apetece fazer nada, adormeço no sofá. E quando vou dormir, o sono não volta. 

Tenho dormido muito mal neste confinamento.

Vale-me a força de espírito que tenho.

Mas estou farta. 

Preciso de voltarao ginásio. Prefiro estar cansada dos exercícios que lá faço do que cansada da situação que todos vivemos.

Se pudessemos sair de casa, acho que alugava uma casa na praia e íamos para lá viver por algum tempo.

E rezo para que as crianças voltem às creches ainda este mês.

Está a ser muito complicado para elas, também.

 

 

dia 20, Dia Universal

dos Direitos das Crianças, hoje, também o Dia do Pijama.

As crianças precisam do nosso carinho, precisam que as respeitemos, que lhe demos a liberdade de serem crianças felizes, de preferência com passeios pela  cidade, pelo campo, pela praia.

o contacto com a natureza vale mais que todos os brinquedos sofisticados que a publicidade faz entrar nas nossas casas.

o meu sobrinho neto, e os outros cinco que tenho, têm brinquedos,que são o mundo encantado delas,  mas os pais proporcionam-lhes momentos de convívio na cidade, no campo, nos parques, na praia, que eles muito adoram.

à sexta-feira levo o miúdo ao colégio, excepcionalmente, teria de ir de pijama.

quando a auxiliar veio buscá-lo à porta, vestia o seu.

e ele foi assim.

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