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uma história que

por Maria Araújo, em 17.09.19

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começou aqui, continuou aqui, e duvido que acabe aqui.

Sete consultas de neurocirurgia que marquei entre 5 de Agosto e hoje, nos dois hospitais, Centro e  Sul, em nenhuma os médicos compareceram.

Resumidamente, o que aconteceu foi que depois de ter apresentado o motivo da reclamação no Livro de Reclamações, no passado mês, continuei com as marcações, na expectativa que um médico aparecesse, cheguei  à sexta consulta, para o dia 11, quarta-feira. Bom, as férias acabaram, desta vez vou conseguir, pensei... E mais uma vez, no dia anterior, recebo uma SMS a informar que o médico tivera um percalço, não podia dar consultas.

Não perdi tempo, fui ao hospital expor a situação ao gestor de clientes.

Mostrei a cópia da reclamação que fizera no dia 12 do mês passado, que leu, ligou para quem trata do assunto, percebi, e confirmou-o, que teria uma resposta em breve ( nada recebi ainda).

Parecendo-lhe que ficara esclarecida, foi então que referi o motivo da minha presença ali.

Queria  que apresentasse à admnistração a minha revolta, que explicasse que das seis consultas que marcara durante um mês de todas recebera chamadas telefónicas e/ou SMS a informar que os médicos, que foram vários, cancelaram-nas; que havia falta de organização do hospital, que iria escrever-lhe uma carta, que não era correcto o que estava a acontecer com os clientes (será que só eu fui a vítima?)

Mostrando eu relutância na marcação de nova consulta, o gestor de clientes sugeriu, então,  que procurasse um médico no exterior, que em nome do hospital pedia desculpa.

E foi então, para espanto meu, que na sexta-feira recebo uma SMS a confirmar uma consulta para hoje, no Hospital Braga Sul. Não desmarquei, e porque fora o próprio hospital a marcá-la, queria ver se finalmente o/a  médico(a) viria dar consulta.

O hosptital fica nos arredores da cidade, fui de carro, a consulta era às 10h00. Dei entrada, fui para a sala de espera. Passado cinco minutos a funcionária vem ter comigo, confirma se sou a Maria x, comunica-me que o médico não podia realizar a consulta.

Que raiva que senti!

Manisfestei-a à pobre coitada que não podia fazer nada, pedi que me desse um nome da administração, não sairia de lá sem expor, mais uma vez, mas agora neste hospital, o que estava a acontecer.

Queria, sobretudo, realçar que os utentes servem-se da APP e do balcão para fazerem as marcações, não se justifica que a administração mantenha a especialidade porque os médicos não comparecem para realizar as consultas

Fui recebida por uma senhora, que me ouvi com atenção.

Respondeu-me que estranhava o comportamento dos médicos, que eles abrem as agendas para marcação e o hospital não sabe do que se passa, que comprometiam a imagem do hospital.

Sugeriu-me nova marcação, o médico x é muito bom (comentei que este foi um dos que cancelara consulta), aceitei, mais uma vez, esta que é a sétima consulta, e que será??? no próximo dia 23. 

Mais foi dito, conclui que iria escrever uma carta para cada uma das administrações destes hospitais.

E quando neste post referi que tencionava procurar num hospital no Porto, fi-lo. A consulta aconteceria no dia 9, segunda-feira. Na sexta-feira da semana anterior, recebi uma SMS, um telefonema e  um e-mail comunicando que o médico não podia dar consulta.

Pergunto: o que se passa com os médicos da especialidade de neurocirugia dos hospitais privados?

 

 

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nem queria acreditar...

por Maria Araújo, em 23.08.19

mais uma tentativa de consulta de neurocirurgia, marquei na passada segunda-feira para hoje, às 18:00.

Comentei comigo que, desta vez, iria correr bem, eis que  às  09:25h recebo uma chamada, vejo o indicativo 22, reconheci o número, comentei " mais uma que não vai acontecer". Atendi, deixei a pessoa falar até que entro a descarregar, com educação, porque eu compreendo que estas pessoas estão a passar a informação, e expliquei que esta era a quarta consulta que era cancelada.

Pediu desculpa em nome do hospital,  disse-me que ia dar conhecimento das minhas reclamações, que vou ter resposta a esta, que sempre que precisasse que alguma coisa que a procurasse, que me elucidaria de tudo o que fosse necessário... Sugeriu-me outra data, mas eu não quis marcar nova consulta.

Nem quero pensar mais no assunto.

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a consulta de neurocirugia que não aconteceu

por Maria Araújo, em 12.08.19

Tenho um feeling muito bom ( pena que não o tenha para jogar no euromilhões ou na lotaria) .! E tive-o, hoje .

Depois da terceira tentativa de marcação de consulta de neurocirurgia, hoje, a consulta estava marcada para as 16:15h, fui a horas para dar entrada, subo ao andar respectivo, os minutos passavam, até que meia hora depois ouço a colaboradora chamar o meu nome, aproximei-me, convicta que ia entrar para o consultório, quando me diz que o médico estivera nesta unidade a dar consultas mas, entretanto, fora para o hospital Braga sul, se eu queria ir lá, ele estava até ao final do dia.

Palavra que ela disse!

Educadamente, e pedindo desculpa pelo que ia dizer pois não são elas que têm de ouvir as reclamações dos utentes, expliquei o que se passou nas duas vezes que tinha consulta da mesma especialidade, que desistia desta, e se o médico estava no outro hospital, deviam ter avisado pelo menos 15 minutos antes, não era depois de trinta minutos de espera que eu é que tinha de me deslocar ( 5km)  ao outro hospital, visto que  consulta fora marcada para esta unidade, que ia pedir o livro de reclamações. 

Desci, fui à recepção, pedi que anulassem a consulta para não pagar o que não tive, e pedi o Livro de Reclamações, onde registei tudo o que aconteceu desde a marcação da primeira consulta.

Eu considerei que foi uma falta de ética o ocorrido, mas Robinson Kanes tinha razão quando comentou isto no meu post:

"Falta de ética não direi. Falta de organização talvez... Hospitais privados não são muito diferentes do público, talvez os lençóis e os pijamas :-)"

É, sem dúvida, falta de organização.

Esperarei pacientemente a resposta à minha reclamação.

Antes de este hospital abrir em Braga, deslocava-me à Clipóvoa, agora Hospital da Luz.

Nunca tive problemas, nunca houve uma falha com as consultas, vou procurar a segunda opinião no Porto.

 

 

 

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consultas canceladas

por Maria Araújo, em 07.08.19

Acabada a fisioterapia, e sentindo que o meu braço não está a 100%, decidi ouvir outra opinião, marquei uma consulta de neurocirugia no hospital privado, zona sul ( há dois).

Ontem de manhã,  tinha a consulta, fui mais cedo para fazer o check-in, ainda tinha tempo para tomar um café, dirigi-me ao bar.

Estava na pequena fila, quando o telemóvel tocou.

Atendi, uma voz feminina perguntava se eu era a Maria, confirmei que sim, e eis que me diz que estava a falar do hospital privado, das consultas de neurocirugia... Interrompi-a dizendo que estava lá dento, já fizera o check-in, e diz-me ela:

- Pois é! A senhora já está cá, mas eu queria informá-la de que a doutora não vem às consultas. Tente marcar para sexta-feira, que ela vem, ou então para outro médico.

Fiquei chateada, pois claro, porque a informação foi dada em cima da hora, e como percalços todos temos ( não sei se houve algum da parte da médica), não havia nada a fazer, dirigi-me ao balcão para marcar nova consulta.

Expliquei à funcionária o que acontecera, aceitei a consulta para hoje, ao fim da manhã, mas no hospital centro.

De tarde, estava com a minha sobrinha e o bebé, o telemóvel tocou, o indicativo era do Porto, atendi.

Uma voz feminia perguntou-me se era a Maria, confirmei que sim, e eis que me diz que estava a falar do hospital privado, que tinha uma consulta de neurocirurgia marcada para quarta-feira, às 12h, mas tinha a informação do doutor de que não ia dar consulta, se podia marcar para outro dia, embora as marcações sejam para o final do mês.

E foi então que " descarreguei" na senhora.

Expliquei o que acontecera, que sou de Braga, que não tinha qualquer problema em me deslocar a qualquer um dos hospitais, mas era uma falta de ética, sobretudo para quem vem de longe, avisarem os utentes em cima da hora da consulta.

A senhora respondeu-me que desconhecia o ocorrido, e de repente, pede desculpa porque tinha acabado de ver no computador que de facto a consulta da manhã havia sido cancelada, mas ela não tinha culpa de nada, apenas transmitia a informação do médico.

E marcamos nova consulta, para a próxima semana, no hospital do centro, mas para outro médico.

Seria o fim da picada na segunda-feira receber nova chamada a informar-me que o médico não dá consultas. E vai ser então que vou fazer uma reclamação por escrito, embora caia em saco roto porque em tempos fiz uma e até hoje não obtive resposta.

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no hospital público

por Maria Araújo, em 06.06.19

Uma pessoa recebe uma carta do hospital público para uma consulta, que não esperava, da especialidade de pediatria e marcada para uma hora  em que a obriga a sair do seu emprego, e depois de mais de uma hora de espera, entra com o filho no gabinete e a primeira coisa que a médica faz é perguntar porque está naquela consulta, a resposta foi, e muito bem:

" Não sei, senhora doutora. A senhora é a médica, não sou eu".

Houve mais...

A pessoa questiona a si própria o que é que foi lá fazer, concluiu que não trouxe nada de útil e perdeu uma tarde de trabalho. 

 

 

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coisas do dia

por Maria Araújo, em 01.06.19

A médica é jovem.

Acho que simpatiza comigo.

Digo o que sinto, peço os exames de rotina que penso ser a altura certa para os fazer, sobretudo as análises ao sangue.

Fui à consulta.

Mal me viu, exclamou:

- Que gira!  Que bem que lhe fica o vestido!

Fiquei sem saber o que dizer, repetiu.

"Logo hoje que não me apeteceu fazer o traço nos olhos e aplicar a máscara de pestanas. Estou deslavada."

Fomos ver o peso, 44,4kg ( com as sandálias, o vestido é leve quase não conta), e digo eu:

- Eu não queria ter este peso.

Convicta que eu queria ser mais magra, olhou para mim e perguntou-me porquê.

- Gostaria de pesar os 46kg, o que peso agora é o peso dos  meus 20 anos.

- Nao diga nada, - comentou, ao mesmo tempo que sorria.

- Está muito bem.

- É o que me dizem- , respondi. 

Feita a auscultação, provavelmente a dor no braço será de algum esforço que fiz, na próxima semana vou fazer exames.

Na despedida, aproximou-se, cumprimentou-me com  dois beijos e disse: "está muito bem assim"

Há elogios inesperados que fazem bem à alma.

Este foi um.

Vamos ver o que vão dizer os resultados dos exames.

A idade avança, as forças são outras e, por vezes, abuso delas.

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calor de Maio

por Maria Araújo, em 31.05.19

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Sabia que ontem e hoje o tempo estaria bom para a praia pois o vento é de Este. 
Pensei ir de manhã cedo, fazer três horas de praia. 

A noite de quarta-feira para quinta, dormi apenas 3h, ontem adormeci no sofá, não vi nada do  5 Para a Meia-Noite, ia acordando mas os meus olhos não queriam nada com a TV, às 23h30 fui para a cama.

Felizmente dormi tudo o que precisava, decidi não ir ao ginásio nem à praia., deixei-me ficar por casa. 

Também não fui à praia porque tenho uma consulta de clínica geral. Há dias que me dói o braço esquerdo, não sei se fiz algum esforço  extra que me apanhou a omoplata e o ombro, estando agora fixa no braço... Pensamos que tudo está bem, mas os ossos fazem-nos lembrar que o tempo dá os seus sinais, temos de estar alerta.

Se estamos a entrar no mês de Junho e a 20 dias do Verão, se agora está calor e me queixo, que será do Verão que vier que, dizem, será muito quente?

Gosto do Verão, mas não me dou com o calor.

 

 

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apontamentos

por Maria Araújo, em 03.05.19

É inadmissível que se tenha uma consulta para uma hora x,  vai-se com antecedência, entra-se na sala de espera a horas, os minutos passam, passam, pergunta-se o porquê da demora, visto ser a primeira do dia, a resposta é que a médica costuma chamar à hora certa...

Quarenta minutos depois, sai do consultório um delegado de informação médica.

A consulta era de pediatria.

E a questão é que já aconteceu isto várias vezes, inclusive em Lisboa.

Considero uma falta de ética para com os pais, que faltam ao trabalho, e para a criança, que desespera de sono e fome, porque as suas rotinas não estão a ser cumpridas.

 

 

 

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o que é normal num dia pode não ser no outro

por Maria Araújo, em 24.01.19

Tinha uma consulta para as 15:40h, em Vila Verde, fui cedo, precisava de estar em casa por volta das 16:30h , ia buscar o bebé ao colégio, seguia com ele para uma consulta, a mãe encontrar-se-ia comigo no consultório.

A consulta é rápida, faz-se  as picadas, calça-se as meias, vem-se embora. Nunca demora mais de quinze minutos.

Com ideia chegar por volta das 15:15 h, e sair de lá de molde a chegar a casa à hora que previra, a cerca de 4 km do hospital, deparei-me com uma longa fila de carros. 
"Ou são obras, ou um acidente" pensei. Os minutos passavam, não chegaria à hora que previra.

Quase trinta minutos depois, à medida que meia dúzia de carros seguiam o seu caminho e do outro lado o trânsito fluía com regularidade, eis que vejo o que era: uma nova rotunda está a nascer ali, um pouco antes de uma mais antiga que fica a cerca de 1 km daquela.

Passada a obra, estacionei o carro num grande parque onde se faz a feira, percorri os escassos metros a pé, entrei pelo parque de estacionamento do hospital.

Tirei a senha de consulta, tinha sete pessoas à minha frente, esperei, esperei, esperei.

Às tantas, um homem alto meteu-se à minha frente, não conseguia ver o écran com os números de chamada, até que chegou a minha vez... vinte minutos depois de tirar a senha.

Aproximo-me do balcão, mostrei a senha à senhora, diz-me que não era para o balcão A, que devia ir para C.

Quando reparei na senha, fiquei possessa comigo mesma.

Observava sistematicamente a minha senha,  C, via os números passarem, mas os  meus olhos diziam-me que era o A,  o meu número tinha sido chamado há algum tempo e eu nada.

Aproximei-me da funcionária, que atendia o homem que se metera à minha frente, expliquei o que se passara, pediu que esperasse um pouco.

Outra funcionária tentava ajudar esta a resolver o assunto dele, a especialidade que ele queria não tem acordo com o seguro que possui, eu fervia pela espera, a funcionária dizia que tinha de acabar o que estava a fazer para atender-me de seguida.

A hora da consulta passara há muito, até que chamou-me. Mas não resolveu nada, havia um problema qualquer no sistema, perguntou-me se já tinha ido à consulta. Expliquei-lhe o que aconteceu, ela pedeiu-me que fosse para a consulta que passasse lá no fim para pagar.

No corredor estariam cerca de dez pessoas, tinha a certeza que a maioria não ia para a consulta de esclerose. E não iam mesmo. A porta  do gabinete estava entreaberta, percebi que não estava nenhum utente, e bati.

A médica mandou-me entrar. E foi num instante que foi feito o tratamento.

Saí na direcção ao balcão, com uma senha nova, ainda esperei pelo menos dez minutos.

Saí do hospital.

Pensei na fila que me esperava, pensei seguir na direcção de Amares, arrisquei o mesmo caminho. A fila era comprida, decidi meter por uma estrada secundária, certamente que " avançaria" pelo menos uns oitocentos metros.

Na mouche!

Quando voltei à estrada, estava a pouco mais de cem metros da obra.

Consegui meter-me na fila, passei a obra, estava a 10 km de casa, não apanhei mais trânsito, fiz o resto do percurso num instante.

Entretanto, teria de ligar à minha sobrinha a dizer que não chegava a tempo de ir buscar o bebé.

Ligou-me, eu conduzia, não atendi o telemóvel.

Quando cheguei, liguei-lhe, já estava no consultório.

Eu garantira à minha sobrinha que chegava a tempo. Cheguei dez minutos atrasada.

 

 

 

 

 

 

 

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frio glacial?!

por Maria Araújo, em 27.10.18

Fui à consulta anual de oftalmologia, no Hospital da Luz.

Numa mensagem que recebera, o utente não precisa de ir ao balcão principal, vai directaente à especialidade onde, no pequeno balcão da sala de espera, duas funcionárias fazem o serviço.

Pensei que seria rápido, mas não é. Além de a sala estar completamente cheia de utentes, forma-se uma razoável fila de espera, juntam-se os médicos que vêm ao balcão dar alguma instrução às funcionárias e/ou chamar o utente para a consulta.

Fui chamada com uma hora de atraso ( o normal, neste serviço). Azar meu esqueci-me de levar o livro  que leio actualmente.

Vale a simpatia do médico, que me trata por tu, que comentou que continuo elegante, que fui operada há nove anos,  já me conhece desde então, que o tempo passa depressa ( se passa!).

Examinou os olhos, estão bem, mas apesar de há um ano ter feito exames completos, achou que devia fazer novo exame às células, voltei para a sala de espera, estive mais trinta minutos à espera. Feitos estes, seria chamada para o médico comunicar-me o resultado, passaram outros trinta minutos. 

Entrei de novo, nada há que se tivesse alterado, despediu-se com um beijinho e: "vemo-nos dentro de um ano"

À saída, e verificando que as funcionárias do serviço também fazem a cobrança das consultas, não me apeteceu esperar, agora na fila mais pequena, desci e fui ao balcão  principal, que não tinha ninguém.

Hora de almoçar, o bar da praia estava fechado, o céu ora estava azul, ora as nuvens escondiam o sol, o vento norte era muito forte e frio. Desci à praia, por minutos.

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Antes de regressar a casa, ainda passei por Apúlia para comprar legumes frescos e flores.

No rádio do carro as notícias informavam que uma massa de ar frio e o vento forte faziam descer a temperatura aos 0º, prevendo-se queda de neve para Bragança. "Ou oito, ou oitenta", murmurei.

À medida que me aproximava da cidade, as nuvens escuras ameaçavam chuva e o vento continuava muito forte. Passei no horto, comprei amores e avenca.

No regresso a casa, uma carga de água fez-me o favor de tirar o pó do carro, que muito precisa de uma boa lavagem.

Em casa, calcei  umas meias quentes, que comprei recentemente, o frio chegou e parece que é para ficar.

 

 

 

 

 

 

 

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