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apontamentos

por Maria Araújo, em 03.05.19

É inadmissível que se tenha uma consulta para uma hora x,  vai-se com antecedência, entra-se na sala de espera a horas, os minutos passam, passam, pergunta-se o porquê da demora, visto ser a primeira do dia, a resposta é que a médica costuma chamar à hora certa...

Quarenta minutos depois, sai do consultório um delegado de informação médica.

A consulta era de pediatria.

E a questão é que já aconteceu isto várias vezes, inclusive em Lisboa.

Considero uma falta de ética para com os pais, que faltam ao trabalho, e para a criança, que desespera de sono e fome, porque as suas rotinas não estão a ser cumpridas.

 

 

 

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o que é normal num dia pode não ser no outro

por Maria Araújo, em 24.01.19

Tinha uma consulta para as 15:40h, em Vila Verde, fui cedo, precisava de estar em casa por volta das 16:30h , ia buscar o bebé ao colégio, seguia com ele para uma consulta, a mãe encontrar-se-ia comigo no consultório.

A consulta é rápida, faz-se  as picadas, calça-se as meias, vem-se embora. Nunca demora mais de quinze minutos.

Com ideia chegar por volta das 15:15 h, e sair de lá de molde a chegar a casa à hora que previra, a cerca de 4 km do hospital, deparei-me com uma longa fila de carros. 
"Ou são obras, ou um acidente" pensei. Os minutos passavam, não chegaria à hora que previra.

Quase trinta minutos depois, à medida que meia dúzia de carros seguiam o seu caminho e do outro lado o trânsito fluía com regularidade, eis que vejo o que era: uma nova rotunda está a nascer ali, um pouco antes de uma mais antiga que fica a cerca de 1 km daquela.

Passada a obra, estacionei o carro num grande parque onde se faz a feira, percorri os escassos metros a pé, entrei pelo parque de estacionamento do hospital.

Tirei a senha de consulta, tinha sete pessoas à minha frente, esperei, esperei, esperei.

Às tantas, um homem alto meteu-se à minha frente, não conseguia ver o écran com os números de chamada, até que chegou a minha vez... vinte minutos depois de tirar a senha.

Aproximo-me do balcão, mostrei a senha à senhora, diz-me que não era para o balcão A, que devia ir para C.

Quando reparei na senha, fiquei possessa comigo mesma.

Observava sistematicamente a minha senha,  C, via os números passarem, mas os  meus olhos diziam-me que era o A,  o meu número tinha sido chamado há algum tempo e eu nada.

Aproximei-me da funcionária, que atendia o homem que se metera à minha frente, expliquei o que se passara, pediu que esperasse um pouco.

Outra funcionária tentava ajudar esta a resolver o assunto dele, a especialidade que ele queria não tem acordo com o seguro que possui, eu fervia pela espera, a funcionária dizia que tinha de acabar o que estava a fazer para atender-me de seguida.

A hora da consulta passara há muito, até que chamou-me. Mas não resolveu nada, havia um problema qualquer no sistema, perguntou-me se já tinha ido à consulta. Expliquei-lhe o que aconteceu, ela pedeiu-me que fosse para a consulta que passasse lá no fim para pagar.

No corredor estariam cerca de dez pessoas, tinha a certeza que a maioria não ia para a consulta de esclerose. E não iam mesmo. A porta  do gabinete estava entreaberta, percebi que não estava nenhum utente, e bati.

A médica mandou-me entrar. E foi num instante que foi feito o tratamento.

Saí na direcção ao balcão, com uma senha nova, ainda esperei pelo menos dez minutos.

Saí do hospital.

Pensei na fila que me esperava, pensei seguir na direcção de Amares, arrisquei o mesmo caminho. A fila era comprida, decidi meter por uma estrada secundária, certamente que " avançaria" pelo menos uns oitocentos metros.

Na mouche!

Quando voltei à estrada, estava a pouco mais de cem metros da obra.

Consegui meter-me na fila, passei a obra, estava a 10 km de casa, não apanhei mais trânsito, fiz o resto do percurso num instante.

Entretanto, teria de ligar à minha sobrinha a dizer que não chegava a tempo de ir buscar o bebé.

Ligou-me, eu conduzia, não atendi o telemóvel.

Quando cheguei, liguei-lhe, já estava no consultório.

Eu garantira à minha sobrinha que chegava a tempo. Cheguei dez minutos atrasada.

 

 

 

 

 

 

 

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frio glacial?!

por Maria Araújo, em 27.10.18

Fui à consulta anual de oftalmologia, no Hospital da Luz.

Numa mensagem que recebera, o utente não precisa de ir ao balcão principal, vai directaente à especialidade onde, no pequeno balcão da sala de espera, duas funcionárias fazem o serviço.

Pensei que seria rápido, mas não é. Além de a sala estar completamente cheia de utentes, forma-se uma razoável fila de espera, juntam-se os médicos que vêm ao balcão dar alguma instrução às funcionárias e/ou chamar o utente para a consulta.

Fui chamada com uma hora de atraso ( o normal, neste serviço). Azar meu esqueci-me de levar o livro  que leio actualmente.

Vale a simpatia do médico, que me trata por tu, que comentou que continuo elegante, que fui operada há nove anos,  já me conhece desde então, que o tempo passa depressa ( se passa!).

Examinou os olhos, estão bem, mas apesar de há um ano ter feito exames completos, achou que devia fazer novo exame às células, voltei para a sala de espera, estive mais trinta minutos à espera. Feitos estes, seria chamada para o médico comunicar-me o resultado, passaram outros trinta minutos. 

Entrei de novo, nada há que se tivesse alterado, despediu-se com um beijinho e: "vemo-nos dentro de um ano"

À saída, e verificando que as funcionárias do serviço também fazem a cobrança das consultas, não me apeteceu esperar, agora na fila mais pequena, desci e fui ao balcão  principal, que não tinha ninguém.

Hora de almoçar, o bar da praia estava fechado, o céu ora estava azul, ora as nuvens escondiam o sol, o vento norte era muito forte e frio. Desci à praia, por minutos.

IMG_20181027_132643.jpg

 

Antes de regressar a casa, ainda passei por Apúlia para comprar legumes frescos e flores.

No rádio do carro as notícias informavam que uma massa de ar frio e o vento forte faziam descer a temperatura aos 0º, prevendo-se queda de neve para Bragança. "Ou oito, ou oitenta", murmurei.

À medida que me aproximava da cidade, as nuvens escuras ameaçavam chuva e o vento continuava muito forte. Passei no horto, comprei amores e avenca.

No regresso a casa, uma carga de água fez-me o favor de tirar o pó do carro, que muito precisa de uma boa lavagem.

Em casa, calcei  umas meias quentes, que comprei recentemente, o frio chegou e parece que é para ficar.

 

 

 

 

 

 

 

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telefonema inesperado

por Maria Araújo, em 10.10.18

Dentro de 6 horas, vou no comboio urbano para o Porto  e apanhar o comboio Alfa das 9:40h com destino a Lisboa.

Da clínica, é habitual ligarem a confirmar a minha presença na(s) consulta(s).

A consulta está marcada desde Abril, ainda não tinha recebido a chamada, antecipei-me, liguei ontem.

Tudo confirmado.

Estava a preparar as coisas para a viagem, às 22:25h toca o telemóvel.

O número era da clínica. Achei estranho, nunca me ligaram à noite.

A primeira consulta não era possível tê-la, a segunda mantém-se, perguntava a senhora se era possível marcar outra data ou aceitava que outro médico fizesse o tratamento.

Óbvio que não iria noutra data, para isso vou ao Porto, aceitei a segunda proposta.

Mas havia um senão. A única hora disponível era às 12h30, hora que chego a Lisboa.

Tentei que ela percebesse que já tinha bilhete comprado há dias, que não posso perder dinheiro da viagem ( e a consulta é cara) pelo que pedi que avisasse a médica que esperasse 15 minutos (a maioria das vezes entro para a consulta cerca de 20/30 minutos depois da hora marcada) logo que desembarcar, apanho um táxi.

Ficou combinado.

Depois terei de esperar pela consulta das 15h (vou arriscar na recepção que contatem a assistente e que veja a hipótese de o médico antecipar a consulta...esta é apenas para confirmar se tudo está bem, e eu sei que sim.São cinco minutos).

Desde 2007 que ando por lá, nunca tal coisa aconteceu.

 

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consulta demorada

por Maria Araújo, em 27.07.18

Há precisamente uma semana, fui à consulta de Medicina Geral pedir à minha médica receitas de medicação que habitualmente tomo : colesterol, tiroide, cálcio.

Em casa, conferi a medicação prescrita, reparei que faltava um, que ela diz ser importante tomar pelo menos durante dois anos.

Nova consulta marcada, para as 10h de hoje,  são 10:55h estou na sala de espera, vou lendo alguns blogs.

Combinei com uma das sobrinhas fazermos uma visita aos nossos sobrinhos/ sobrinhos netos,  que estão na praia, já me ligou a saber como  estão as coiss, convicta que eu estava em casa.

Tudo isto para dizer que a minha médica  dá muita atenção aos seus pacientes, é muito solicitada, e meiga.

 

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querias sol e praia?

por Maria Araújo, em 17.04.18

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Estavas toda feliz porque ias pôr o corpinho ao sol, por que deixaste para agora o que devias ter feito antes?

Pois é, estavas constantemente a comentar que tinhas de marcar a consulta de dermatologia para tirar umas verrugas, era hoje, depois amanhã, quando decidiste pegar no telefone foi-te dito que a tua médica  já não trabalha no hospital.

Procuraste outros nomes, leste currículo, " vou tentar esta" comentaste, consulta marcada e lá foste tu, hoje.

Simpática, a médica, diz que não estranhes porque o teu corpo vai parecer que um gato te arranhou, «amanhã está melhor, passe betadine, não apanhe sol».

Foram verrugas e sinais, só um foi para analisar, dentro de 2 /3 semanas voltas lá para tirar mais alguns. 

E tu que és cuidadosa, que devias ter ido mais cedo.Pensaste que eram apenas três verrugas, toma!

«Dou prejuízo ao hospital com a quantidade de adesivo que gasto » comentou a enfermeira que cobria o teu corpo de adesivos.

E agora? Querias sol e praia, Maria? 

Vai, mas contenta-te com um passeio pela beira-mar, que tanto gostas.

 

 

 

 

 

 

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o médico

por Maria Araújo, em 12.12.17

Imagem relacionada

 

Há 4 anos que não ia à consulta de otorrinolaringologia no hospital onde fui operada há 15 anos.

O médico esteve ausente, por doença, cerca de 2 anos, procurei um especialista aqui na cidade para as consultas de rotina.

Soube, no ano passado, que o médico recuperara, que regressara ao trabalho.

Há dias, lembrei-me de marcar consulta para ele, visto que me acompanhou ao longo destes anos todos e sempre tive confiança nele, estava na hora de voltar.

Fui hoje. Quando lhe disse que não ia à consulta há 4 anos, ele dizia 2, até que foi ver a minha ficha e confirmou que sim, 2013 foi o último ano que lá estive. 

Óbvio que não referi que o motivo da minha ausência fora o seu estado de saúde. Não me competia tocar no assunto. Disse-lhe que neste período de tempo tinha consultado um médico cá da cidade quando tivera um zumbido no ouvido esquerdo; que fizera audiograma, que estava normal, que ultimamente não tenho tido zumbidos nem dores.

Depois de examiná-los, comentou que não tenho pólipos no nariz, a garganta está bem. 

Ora, ao longo deste 16 anos de consultas, este médico sempre mostrou ser uma pessoa serena e pouco faladora. Por vezes sentia-me pouco à vontade com o silêncio que se gerava no consultório, dava-me a sensação que estava de mal com a vida.

Colegas minhas mudaram de médico, achavam-no antipático. Eu sempre afirmara que gostava dele, era feitio seu falar pouco com o paciente, que apesar de ser um homem de poucas falas, confiava nele.

Na estrada, pensava como iria encontrá-lo. Mais frágil? Mais calado?

Uma hora de espera, como sempre, para esta consulta, mal entrei, sorri. Contrariamente ao que pensara, está com bom ar, um pouco mais velho, como é natural, mas com uma postura dinâmica, simpática, comunicativa.Teria sido uma grande luta, com certeza.  

E na despedida, comentou que gostou muito de me ver.

E eu fiquei muito  contente de ver que ele está bem.

Para o ano, volto.

 

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estou mais magra

por Maria Araújo, em 10.11.17

Nunca fui uma pessoa abonada de peso. Nos meus 20 anos e até aos 40 e poucos, o peso normal, e porque sou baixa, andava pelos 45kg.

Nos 50tas o corpo mudou, apareceu um pneu ( ai, que raiva! adorava a minha barriga lisa) tentei combatê-lo, o que consegui, a barriga normal nestas idades não era demais, o peso aumentou chegando aos 47,5kg.

Há algum tempo que me pesava na balança do ginásio, não todos os dias porque não sou obcecada por ela, todos os 15 dias e depois das aulas, quando ia para o banho.

O verão é a estação que sempre me tirou o apetite. Em tempos idos cheguei a pesar 42 kg, foi mau, muito mau, outras coisas aconteceram, felizmente superadas, pelo que era normal  perder peso, não dava grande importância. 

No verão passado as minhas sobrinhas observaram-me que estava mais magra, criticavam-me por só comer peixe ( o que não é de todo verdade), que como pouco, que devia ter cuidado. 
Retroquei que me sentia bem, que evito carne vermelha, que também abuso, de  quando em vez faço os meus pecados, comendo umas batatas fritas, umas petingas fritas, bolinhos de bacalhau, uma picanha, enfim, essas coisas que adoro. Que o calor tira-me o apetite,  que me vou abaixo, a minha alimentação é mais leve, reduzo-a a saladas, sopa, fruta, pão. Mas fiquei a matutar nisto...

Com o exercício físico que faço semanalmente, o peso andava pelos 46,5kg, cheguei aos 47,5kg, não era o peso que gostava, mas alimentava-me conforme as minhas necessidades.

Há cerca de dois meses verifiquei que a balança andava a descer o peso, isto é, percebi que das várias vezes que me pesava os números eram sempre diferentes. Para mim a balança estaria descontrolada de tanto peso que passa por cima. E passei a verificá-lo com mais frequência, até que reparei que numa semana perdi 500 gramas. Passei para os 45kg.

No início desta semana voltei à balança. Fiquei assustada. Marcava 44,8kg. " Impossíve! Não me sinto mais magra, tenho abusado um pouco fora de casa, a balança está doida".

Na segunda-feira, encontrei uma amiga que não me via  há cerca de 5 meses que, nos breves minutos que conversamos, me disse umas quantas vezes: " estás mais magra".  Respondi-lhe que eram as rugas que fazem o rosto magro. Ela dizia que não. Fiquei a pensar naquilo até que hoje, depois das duas aulas que fiz, ia para o chuveiro e pesei-me: "44,7kg? Não, não pode ser, isto está mal".

De tarde tinha a consulta do ano de ginecologia. Antes desta, a enfermeira mede a tensão arterial e o peso. Quando fui para a balança, o peso estava nos 45,4kg. Comenta ela: " tiramos 600gramas para a roupa e sapatos" .

E foi então que comentei o que se passava. Que achava estranho a balança marcar pesos diferentes e baixos, que estava preocupada, pois estava com o peso dos 20 anos, sendo os 46kg o normal e que quero manter.

Comentou ela sorrindo: " a senhora queixa-se e muitas desejariam tê-lo. Costuma fazer exercício físico? Nâo estará a fazer de mais?, perguntou.

Fui para a consulta, falamos sobre o assunto, a médica riu-se e comentou: " quem dera a muitas mulheres ter o seu peso".

Depois de examinar,  já vestida, comenta ela: "uma senhora muito elegante e jovem" ao que respondo: " só no corpo que no rosto a idade vê-se". Responde ela de imediato: " mas essa cabeça está muito jovem". E rimo-nos. 

O facto é que eu acho estranho perder peso quando devia estar a ganhá-lo. Estamos no outono, as comidas são outras, o normal seria aumentar.

Resultado da consulta, por prevenção e porque a idade o exige: colonoscopia ( fiz há 9 anos a 1ª sem sedação e prometi que nunca mais queria sofrer) e endoscopia ( que nunca fiz) com sedação.

Na próxima semana entro em acção. 

 

 

 

 

 

 

 

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no Hospital

por Maria Araújo, em 21.10.17

da Luz, para a minha consulta anual de oftalmologia, logo à entrada somos avisados que vai haver um um simulacro de incêndio, devemos reagir com naturalidade. Depois de passar pelo balcão, subo ao respectivo andar e, pela primeira vez, a sala de espera está abarrotar de utentes. Não há lugar para sentar. Prevejo que a consulta, marcada para as 11h, a correr bem, seja lá para as 12:30 h.

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post agendado

por Maria Araújo, em 06.04.17

Estou na capital.

Não sei se vou estar na clínica o tempo da consulta.

Presumo que não vai ser preciso ficar as 5 ou mais horas previstas na última consulta porque sei que está tudo a funcionar bem.

Saindo cedo, vou tentar visitar este palácio.

A viagem de regresso é no Alfa das 19h10.

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 ( foto de novembro de 2016)

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