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telemóvel avariado!

por Maria Araújo, em 22.03.19

Marcara, para hoje, uma massagem reafirmante que recebera de presente no outono passado (as Termas fecham entre Dezembro e Fevereiro), saí de manhã cedo em direcção às Termas de Cadelas.

Da cercival até aos dedos das mãos e dos pés, costas e ventre, foram 40 minutos deliciosos, que vou repetir, muito em breve.

No regresso, passei pelo Ikea, fiz o meu passeio pela loja, comprei umas coisas que precisava (há outras que já tenho em mente comprar, mas alguém tem de ajudar-me a carregar, também porque vou pintar o escritório, depois da Páscoa, vai ser tudo a seu tempo), enquanto via as novidades, o telemóvel tocou , um familiar precisava falar comigo. A conversa foi rápida.

Compras feitas, pego no telemóvel para ver mensagens de whatsapp e espreitar o Sapo blogs, a imagem desaparecia.

Após várias tentativas, guardei-o na mala.

Quando já almoçava, tentando novamente ir à internat, o telemóvel não dava sinal de si. Nem sequer ligava.

Trouxe as compras a casa.

Com a garantia do aparelho, fui à loja.

Atendeu-me uma miúda muito simpática mas que não gostei de a ver com a chiquelete na boa. É feio.  E

O telemóvel vai para a marca.

Embora soubesse a resposta que a funcionária ia dar, perguntei se não tinha um de susbtituição: " Não temos telemóveis para emprestar".

Comentei que deviam estar preparados para isto, ela repetiu que não têm telemóveis, ao que respondi que " deviam ter telemóveis para emprestar ao cliente, este pagaria uma caução que seria devolvida se o aparelho fosse entregue em boas condições, quando o procedesse ao levantamento do seu telemóvel".

E vim para casa sem nada, tenho um velhinho que já não sei como funciona.

Vou buscar o meu sobrinho neto bebé ao colégio, e acabar a tarde com um passeio pelo centro da cidade, com ele e a mãe, que está prestes a sair do trabalho.

Rendeu bem este dia quente de Primavera. Com estas temperaturas, já apetece fazer praia.

Bom fim-de-semana.  

 

 

 

 

 

 

 

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não costumo trocar presentes

por Maria Araújo, em 15.03.19

mas hoje, fui  trocar dois, de aniversário, um pack Mimos & SPA,  e umas calças denim MD, por outros artigos que me interessavam.

Trouxe umas calças clássicas, meia estação, para os dias de primavera. Ainda tentei trazer uma peça da nova colecção, mas os vestidos são compridos, as saias midi, as calças muito largas e/ou com bolsos do lado, não me (re)vejo nesta onda.

Segui para a FNAC, troquei o pack por um livro. Desta vez, fui pela leitura que faço dos posts sobre livros desta querida blogger, escolhi o autor Japonês, que não conhecia, Haruki Murakama, trouxe " Ouve a Canção do Vento" e " Flíper, 1973". 

Já de saída do centro comercial, voltei atrás, precisava de um calendário pequeno de 2019, mas não havia o que queria, dei uma volta pela loja que me faz perder a cabeça e a carteira: Tiger.

Numa das prateleiras vi o que todos tivemos na infância, continuou pela adolescência e, agora, ainda perco a cabeça, porque me fascina brincar : as bolas de sabão.

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O meu sobrinho neto bebé fica siderado com as bolas de sabão, adora tocar-lhes, faz o beicinho para soprar,bate palminhas, é uma brincadeira que nos diverte.

Não tinha cá em casa, trouxe duas embalagens por um euro.

E gastei dois euros em compras ( comprei sementes de calêndula), na Tiger, na minha ida às trocas de presentes de aniversário, no centro comercial.

 

 

 

 

 

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tenho capacidade de gerir o meu tempo

por Maria Araújo, em 14.12.18

contrariamente a alguns dos elementos da família, irmãos e sobrinhos que estão sempre atrasados para tudo e que, por vezes,  desesperam-me.

Hoje de manhã, fui à fisioterapia, tinha as horas contadas para tirar o carro do estacionamento, saí em cima da hora, não sabia da chave do carro...caíra na rua quando tirava os lenços da carteira.

Segui para o cemitério, uma hora gastei a arranjar as campas dos meus familiares, segui para casa da minha sobrinha para deixar a cadeira que tinha no meu carro do meu sobrinho neto, F, a viajar para Portugal (amanhã já o vou abraçar) e que resolvia as idas ao colégio do bebé, nos dias de chuva. Foi um problema para a tirar do meu carro, mas consegui. 

Estava perto do Braga Parque, passei no Pingo Doce para fazer compras, tive uma poupança de 30€, o estômago já dava sinal, fui pôr as compras no carro, voltei ao centro comercial.

Entrei na Massimo Dutti e sem perder tempo  fui procurar as calças que queria. Estavam a metade do preço, não encontrei o meu número, perguntei se havia em armazém.

" Há um par em.armazém, outro na loja", respondeu a funcionária , mas como a loja estava uma confusão, pediu à colega que trouxesse do armazém. Entregues as calças, e sendo as desta colecção de um tecido diferente das que costumo comprar, vesti-as, não quis correr o risco de não assentarem bem e ter voltar à loja para trocar, nestes dias confusos. Estavam bem, paguei, e saí da loja.

Tinha de passar pela farmácia, almocei algo ligeiro, ainda fui a uma loja de lingerie, já não havia o que eu procurava, saí do centro comercial.

Estacionei o carro num lugar para ambulâncias, mas como era em frente à farmácia, estava atenta.Por azar, as poucas pessoas que estavam a ser atendidas, demoraram imenso tempo. 

Com desconto de 10% em tudo,  fiquei cliente desta , comprei leite para o sobrinho neto bebé.

Regressei a casa mas não a tempo de ir buscar o bebé, e sem a cadeira no carro, foi a mãe (tinhamos combinado ir as duas).

O bebé veio cá a casa, dei-lhe a sopa de beterraba, a primeira vez com este tubérculo, comeu-a toda.

Ele come bem.

E o chão da cozinha ficou uma bagunça, mas eu sempre gostei que os meus sobrinhos a fizessem, quando lhes dava de comer, chegou a vez dos sobrinhos netos.

Este é o único que está mais tempo comigo, os outros quatro estão fora de Portugal.

Bate uma saudade deles!

Perdi-me neste texto.

Eu só queria contar que giro bem o tempo quando tenho muitas tarefas para fazer.

Bom fim-de-semana.

 

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nas compras

por Maria Araújo, em 02.11.18

 

Fui ao banco tratar de um assunto, passei à porta da loja Zara, entrei para ver uma roupa para o meu sobrinho neto ( fez um ano há 15 dias, dei-lhe calças e camisas, mas como adoro roupa de bebé fui espreitar o que havia de novo), andei a ver os casacos de pêlo para mim.

Dos que gostei não há o "XS" , a funcionária comunicou-me que existe na loja online, vesti os tamanhos grandes para ver como ficava e se gostava.

Desta vez, gostei de muitas peças que vi, mas nada que me faça falta, apenas quero mais um casaco de pêlo.

Na secção de criança, vi um vestido giro ( em tempos comprei roupa de criança para mim na MD), peguei nele, dei mais uma volta pela roupa de mulher, fui aos provadores, vesti o vestido ( na mouche), trouxe-o e um conjunto calça e sweat polar para o bebé.

Na caixa comentei com a funcionária que iria consultar a loja online para ver os artigos que não têm lá, e caso fizesse alguma encomenda e depois de vestir não gostasse do artigo, se  poderia devolver na loja ( precisava de ter a certeza).

De tarde, passei no centro comercial, existem mais modelos que vi online mas não existe na loja de rua, só que não gostei das cores.

Aguardo novas remessas, quiçá consiga comprar o tamanho XS,  que neste momento está também indisponível online, neste modelo e cor:

 

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 Os casacões de pêlo sem capuz

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fui às compras

por Maria Araújo, em 19.10.18

ao centro comercial, porque, infelizmente, e eu adoro o comércio de rua,  as lojas que eu queria ver umas coisas, não há no centro da cidade.

Há muito tempo que não comprava lingerie na Oysho, hoje, comprei um conjunto na cor cru, que mais gosto, mas perdida por muitos outros que gostei.

Passei na Tezenis, comprei um conjunto de cuecas, a funcionária insistia que levasse 5, porque não pagava uma, mas como eu não vou nesta conversa e as cores deste ano não são as que mais gosto, comprei um de três.

Segui para a Primark, procurava algo quentinho para vestir em casa nos dias frios e as meias para calçar com as botas que a maioria das jovens usam na rua, e eu uso em casa.

Comprei uma camisola de algodão e uma malha polar para oferecer a uma menina de 10 anos, que conheci nesta clínica, por quem tenho uma grande admiração pela força, por cada conquista, por mais pequena que seja, em vencer o seu problema de locomoção, pelo sorriso que nos dá quando a incentivamos, batemos palmas, dizemos, "consegues", "boa!", "já está".

Andei a ver os cintos na Zara online, pensei passar na loja, mas além de não ter paciência para as lojas de centros comerciais, não queria gastar mais dinheiro em compras. Não preciso de cintos, tenho bastantes, alguns com mais de 20 anos, largos, com franjas, de metal, finos, com fivelas grandes, douradas, prateadas, de várias cores. É um acessório que uso raramente.

Tenho uns jeans Levis que comprei há uns anos, estão novos porque nnão os visto, estavam separados para dar  à empregada do meu vizinho (dei-lhe um casaco de pêlo e um de fazenda que não usava, eram modelos demasiado largos e ocupavam muito espaço no guarda-roupa) resolvi que ia usar as calças, compraria um cinto na Zara. Desisti de ir à loja, saí do centro comercial.

Em casa, voltei à loja online da Zara e seleccionei os cintos que gosto, que de certeza que não vou comprar nenhum, vou à gaveta e selecciono os que penso que vou usar, não gasto dinheiro num novo não vá deixá-lo arrumado junto aos outros.

Mas gostei muito destes:

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domingo pelo Porto

por Maria Araújo, em 29.05.18

Festa de aniversário no Porto, eu e minha irmã  não queríamos levar carro, não era possível irmos de boleia, as cadeiras dos meninos nos bancos dos carros grandes não havia espaço para duas pessoas, dei a ideia de viajarmos de comboio, no regresso casa havia boleia.

Viajávamos as duas quando a minha irmã me pergunta se tenho batom com cor ( que não uso), esquecera-se de trazer, teria de comprar um, estavamos com tempo, passaríamos num centro comercial, chegaríamos à festa à hora marcada.

Lembrei-me do centro comercial Via Catarina, saímos de São Bento, evitamos subir a Rua 31 de Janeiro, eu calçava sapatos de salto alto (que só uso para festas) seria mais fácil metermos pela Rua de Sá da Bandeira e seguirmos pela Rua Passos Manuel.

Há cerca de um ano que não passava na Rua de Sá da Bandeira,  estava em obras o café A Brasileira, eis que me deparo com um edifício completamente renovado,  o Hotel "A Brasileira" Pestana, digno de uma fotografia ( click!)

 

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Seguimos para o Via Catarina,  fez  compras de meias e o batom, o filho veio ter connosco. Estavamos em frente ao belo edifício Marcolino, a minha irmã repara no edifíco da FNAC e comenta o pormenor dos sinos junto do relógio.

Tantas vezes estive em frente e nunca reparara nos sinos!

A viatura Uber estava a chegar, sinal vermelho para o peão, ainda tive tempo de tirar uma fotografia ao edifício.

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Ando muito nervosa e impaciente com as atitudes do vizinho do 1º andar, sem apetite de comer, sem vontade para andar na net e no computador, que não usava há  cinco dias, o pouco que faço é no telemóvel, para descontrair e acabar o dia com mais serenidade, lembrei-me do passado dia de domingo e registá-lo com algumas fotos do evento e de um dia bem passado.

 

Espaço crianças.

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 Espaço adultos

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 A mesa do bolo antes...

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 ... e depois

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compras online

por Maria Araújo, em 21.05.18

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Na minha primeira compra online, tive uma experiência negativa, por culpa dos CTT, foi-me devolvido o dinheiro, desde então evito usar a internet para compras.

No sábado jantava com uma amiga e uma dada altura da nossa conversa falamos de produtos de rosto. Deu-me o nome de  um creme que está a usar e aconselhado por uma dermatologista, "experimenta e diz-me", mas pelo que parece nem todas as farmácias têm o produto, falou-me na parafarmácia de um hipermercado onde comprou o seu.

Em casa, fui ao site, lá estava o produto com o preço que ela pagara:  €36,00.

Gosto de procurar noutros sites, encontrei três com esse produto e com preços diferentes.

Num destes, o mais barato,  €25,00 ainda trazia um creme de olhos de oferta. 

Simulei a compra para ver o valor dos portes e eis que a surpresa foi grande: não tem portes.

De imediato fiz a encomenda, acrescentei um produto que me interessava,  foi-me enviada a referência multibanco, aguardo confirmação do envio da encomenda.

Foi uma boa compra. O que  pagaria por um produto na parafarmácia, online comprei dois por  €35,00.

Espero, agora, que a má experiência não se repita.

 

 

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que friooo!

por Maria Araújo, em 22.03.18

 

 

Manhã em casa a tratar das minhas tarefas pessoais, à quinta-feira não costumo ir ao ginásio, fazer compras no mercado ficará para quinta-feira de Páscoa, depois do almoço fui dar uma volta pelo centro, há algum tempo que não passava por lá. 

Tirava umas fotografias às decorações da Semana Santa, alguém mete-se comigo, não dei conversa, até que me pergunta se não o conheço. E foi então que reparei quem era o senhor.

Era o pai da minha amiga M.  E ficamos uns bons minutos na praça em frente às duas grandes e belas igrejas, a conversar sobre as casas abandonadas, o centro comercial, uma construção dos anos 80, uma aberração do ex-presidente da Câmara, e muitos outros edifícios ao abandono dos quais já muito se falou, nos projectos,  alguns pendentes porque são propriedade da igreja, ficam assim "chutados" para canto. 

É que "o velho hospital de Braga está em obras,  será um hotel de luxo",  diz o pai da minha amiga e "a Câmara devia obrigar os donos destas casas da Rua de São Bentinho a arranjarem as fachadas nem que por dentro estivessem a cair, mas o exterior devia ser preservado, quiçá a Irmandade de Santa Cruz as comprar e aumentar ao lar de idosos.

E nesta treta toda, ele, o pai da M, que tem tido alguns  problemas de saúde, diz-me: "está muito frio, é hora de regressar a casa".

E com este frio bem gelado, com vontade de tomar o meu chá quentinho e as cookies que a minha amiga ofereceu, ainda fui comprar umas coisas giras para fazer umas decorações de Páscoa.

 

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há sempre uma pecita...

por Maria Araújo, em 21.03.18

Há dias  que me apetece almoçar fora de casa (são poucas as vezes, gosto de comer o que cozinho)  e quando isso acontece, penso no Ikea, pelo espaço, pelos pratos simples e variados, e aproveito para ver as novidades. Pensei no arranhador para a gata, era o pretexto para umas compras.

Para almoço, a menina sugeriu o lombo de bacalhau com broa, comentei que não aprecio o lombo, que prefiro a badana, comenta ela:" engraçado, a minha mãe também não come lombo, gosta da badana", optei pelo bacalhau espiritual.

Depois da nata e do café, calmamente, fui ao meu "passeio" pelos expositores. Prometera comprar o mínimo posssível,o aspirador avariara, a batedeira eléctrica há muito que pifou, batia as natas e/ou claras com o batedor, a obra na garagem, tinha de me controlar nas compras, mas não deixei de trazer umas toalhas, que não precisava mas gostei da cor, umas latas para os chás que não cabem na caixa grande e quero separá-los, vi uns tapetes coloridos e giros, peguei, pensei neles para o escritório " fica para mais tarde" , pensei; vi  umas tijelas, gostei da cor,  e como gosto de as ter de cores diferentes para usos diferentes, aproveitei o preço e comprei, e depois apaixonei-me pela cor da capa de almofada para o sofá; pareceu-me fofa uma almofada de dormir, não me lembrara que em tempos comprara uma igual, não me dei com ela, estou habituada à dureza da minha, estão as duas guardadas para os sobrinhos ou visitas que em determinadas ocasiões dormem cá, e foi já em casa que me lembrei que não comprara o arranhador para a Kat... e fora este que me levara lá.

Não posso ir a esta loja, há sempre uma pecita que me entusiasma a trazê-la para casa.

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os prazos de validade

por Maria Araújo, em 18.01.18

Sempre que vou às compras, tenho atenção aos prazos de validade, sobretudo dos lacticínios.

A manteiga é um dos produtos que menos gasto cá em casa, logo, quando a compro, faço as contas ao tempo que poderei gastá-la dentro do prazo, ou até uma ou duas semanas depois da validade, e porque gosto de a ter no frigorífico para alguma emergência à falta de margarina para algum bolo ou cozinhado.

O que acontece é que a maioria das vezes que ponho manteiga no pão, uso a Mimosa ou a Matinal, é quando faço torradas ou apetece-me aquecê-lo um pouco.

Quando os sobrinhos andavam no 1º ciclo, e mais tarde no secundário, nas escolas aqui da zona, almoçavam  comigo, por vezes comiam manteiga com pão e não pão com manteiga, ela gastava-se rapidamente.

Agora, são inúmeras as vezes que, quando me lembro de ver o prazo de validade, como foi o caso desta última embalagem, chega a passar um mês e, como é óbvio, vai para o lixo. 

Um produto que compro de longe a longe é a massa folhada, que adoro. Tenho o cuidado de ver o prazo, mais uma vez faço contas ao tempo que poderei cozinhá-la, compro normalmente duas embalagens.

Nas férias de Natal, a Sofia almoçou comigo,usei uma das embalagens. Sabia que deveria cozinhar a outra o mais breve possível, mas mesmo que passasse uns dias da validade, não havia nada a temer.

Hoje, pensei fazer  um prato  de massa folhada com bacalhau e espinafres ( adoro este legume) com molho bechamél ( que faço na hora).

Quando a tirei do frigorífico, reparei que o prazo de validade acabara há 9 dias. Não me preocupei, visto que há produtos que se aguentam por mais uma ou duas semanas, não estava empolada, nada a temer, pensei.

Abrindo a embalagem para estender a massa, esta rachou em várias partes. Não me recordo de alguma vez  ter acontecido isto, vim procurar na net. Mas não encontrei nada que me fizesse entender que o facto de ela rachar fosse sinal de estragada.

Continuei o meu cozinhado e quando decido pôr o recheio na massa, peguei nela, cheirei-a. Parecia-me boa. Virei-a, volto a cheirar e, dedididamente: " vai para o lixo!"

Amassei-a entre as minhas mãos e, infelizmente, deitei-a para o lixo, ao mesmo tempo que comentava para o meu decote: " Isto não pode ser, Maria. Tu não és mulher de desperdiçar nada. Tens de ter cuidado com o que compras. Em vez de comprar duas, compras uma. Se precisares de alguma coisa urgente, tens um supermercado à tua porta".

E o que fiz com o recheio?

Cobri a travessa de pirex com molho béchamel, coloquei o refogado de espinafres e as lascas de bacalhau em cima desse molho, pus uma fatia de pão de mistua em cima do refogado, cobri-o com o restante molho, e foi ao forno.

Não gosto de encher o prato e detesto que me sirvam enchendo o prato de comida. Ponho no prato o suficiente, sirvo-me as vezes que me apetecer.

Comi tudo.

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Numa semana foram para o lixo, metade de uma embalagem de manteiga, os cogumelos acabados de comprar, ontem, e a massa folhada de hoje.

Não posso, nem devo, repetir isto.

Mas quando vem alguém a casa e quer manteiga e não tenho, sinto-me mal.

 

 

 

 

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