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sem querer, poupei mais

por Maria Araújo, em 12.04.19

Fui ao Continente comprar areia para a gata, e na loja Zu, alimento seco.

Tenho dois cupões de desconto, um para compras Continente, o outro para a loja Modalfa.

Encontrei nesta uma camisola às riscas,100% algodão, para os dias temperados desta estação.

Passei na peixaria, fui atendida com pouco tempo de espera, deram-me um aparelho que dá sinal para levantar o produto quando estivesse pronto. E esperei cerca de  trinta minutos. Já estava farta de esperar, não tinha mais compras para fazer enquanto o peixe era amanhado, no lugar de muitas pessoas deixava-o " esquecido", mas eu não faço isso, pacientemente, esperei.

Ainda questionei a funcionária que me explicou que o número que tinha no aparelho não tem nada a ver com a ordem de atendimento.

Uns minutos depois, lá senti o aparelho a dar sinal que podia levantá-lo.

Fui buscar a areia, e segui para a fila.

Já na caixa,mostro à funcionária o talão de desconto da Modalfa, diz-me ela:

- Este cupão só é utilizável nas lojas Modalfa.

Comentário meu:

- Mas a peça é da Modalfa.

- Sim, é. Mas não é válido aqui no hipermercado. Para ter o desconto, tem de ir a uma loja física, fora do hipermercado.

Óbvio que observei que era injusto porque na cidade não há loja, que para usufruir dele tenho de fazer vários quilómetros, não se justifica.

Muito simpática, perguntou-me se levava a peça. Trouxe-a porque gostei dela e está com um desconto ( mesmo que não estivesse, trazia-a).

Comentei que tenho de estar atenta aos cupões para que não volte a repetir o erro, pois já acontecera com uma peça Zippy para o meu sobrinho neto e não a trouxe porque o desconto era na loja.

Pensando no assunto, se as peças são da marca e vendidas no hipermercado, por que temos de ir à loja se o produto é o mesmo?!

Já em casa, fiz as contas.

Comprei a camisola com promoção, tive 3,90 de desconto. Se tivesse comprado na loja com desconto no cupão de 25% ,  seria de 3,25 euros.

Afinal, sem querer, poupei mais na compra da mesma peça, no hipermercado.

 

 

Cantinho da Casa

às vezes fazem-me de idiota?!

por Maria Araújo, em 04.10.18

Há precisamente uma semana, uma pessoa falou em comprar um presente de aniversário para alguém por quem temos uma considerável estima.

Como eu havia falado nisto, uma semana mais tarde a pessoa e mais uma colega foram deliciar-se com um tratamento, que gostaram muito,  falaram-me em comprar um voucher para oferecer a alguém que nós estimamos. E pediram-me para tratar da compra.

Eu concordei, respondi que nunca comprara um voucher neste sítio, ia ligar para saber como fazer para o adquirir.

Com uma delas por perto, fiz várias ligações, não conseguidas, elas deixaram o ginásio, eu regressei a casa.

Em casa tentei ligar do telefone fixo, consegui, obtive o esclarecimento que pretendia.

Cautelosa que sou, queria o ok das outras pessoas para comprar o voucher, até porque quem o pagaria era eu, esquecera-me que nuncative os seus contactos ( nem quero).E lembrei-me do messenger.

A pessoa costuma estar ligada, enviei a mensagem, não obtive resposta. Esperei até ao final da tarde, enviei segunda mensagem, e nada.

Passou o fim de semana,  zero resposta.

Segunda-feira,  à volta de uma mesa do bar sentava-se a pessoa, a colega, e mais quatro pessoas.

Aproximei-me, cumprimentei todas, perguntei à pessoa se lera as mensagens que enviara.

Com uma expressão no rosto de quem não entendeu nada, ou eu estava a ser parva, todas olharam para mim,  virou-se para o grupo e diz qualquer coisa sobre o fim de semana.

Sentindo-me ignorada, não obtendo resposta à minha pergunta, toquei-lhe no ombro e disse que depois falava com ela. Saí dali indignada.

Dez minutos depois, viu-me,  aproximou-se e perguntou-me: "Então M, o que foi que aconteceu?"

A minha vontade era dizer que não fora nada, que nada tinha importância, mas como respeito as pessoas, e ela é simpática e damo-nos bem como colegas,  expliquei -lhe.

E respondeu-me que tem outras contas no FB, ultimamente não ia à que eu conheço, que o problema do presente estava resolvido ( perguntei-me se alguma vez houvera problema), e nesse preciso momento pára para cumprimentar alguém.

Eu segui o meu caminho.

Passaram três dias, e entretanto a pessoa  já foi à sua conta de FB onde tem a mensagem que enviei, não respondeu com um pedido de desculpa, não me disse se ofereceram algum presente e o quê, e eu continuo a fazer figura de idiota porque sei que resolveram outra coisa e não me incluíram no grupo. 

Se tivesse comprado o voucher, como me foi pedido, e não fosse eu cautelosa, iriam dizer que tinham comprado outra coisa, ficaria eu com ele nas minhas mãos, com um gasto que não queria ter nesta altura.

Perante isto, prometera a mim mesma ignorar tudo  que se passou .

Hoje, falei com todas como se nada tivesse passado. E elas falaram comigo como se nada tivesse passado.

Mas fiquei aborrecida, porque quando alguém me pede alguma coisa e mostro disponibilidade, faço o que está ao meu alcance para colaborar.

Já vi que com algumas pessoas não vale a pena. Que não me peçam nada, não alinharei em nada.

Como em "Os Tubarões": estou fora!

 

 

Cantinho da Casa

uma boa compra

por Maria Araújo, em 10.03.18

Aspirador avariado há três semanas, não me dei ao trabalho de pedir um orçamento de reparação, o motor fazia um ruído ensurdecedor, provavelmente não teria reparação ou se tivesse ficaria cara, estava na hora de comprar um novo.

O meu irmão tinha-me falado num aspirador sem saco, dos melhores que tivera.

Ficou-me na ideia, passei por uma loja, a oferta era muita: animal care, silence force, verticais, com saco, sem saco, já não sabia o que escolher,  optei por pesquisar nas várias marcas e ver os preços.

Na terça-feira passada, voltei à loja. Andava de um lado para o outro, as mesmas dúvidas, um funcionário aproximou-se e perguntou se queria ajuda.

Respondi que sim, expliquei o que queria, que gostava da sua opinião.

Mostrou-me um, marca da loja, com saco, caro para o que queria.

Falei nos aparelhos sem saco da marca Rowenta, que eu vira online, mostrei a referência. Estava indisponível a cor  no catálogo online, mas também não esta que me interessava, 

Da estante, retirou um modelo dessa marca, mostrou-me as peças que tinha, o filtro, o depósito, tudo.

Apesar de ser um pouco caro e não estar à espera de dar mais de 90 euros, fiquei convencida, sobretudo pela eficiência do depósito e do filtro. O ruído, um pormenor que me interessava (não há modelo teste) ficou de lado, decidi trazer o aparelho. 

No mesmo dia experimentei-o e gostei do nível baixo de ruído.

No dia seguinte, a empregada usou-o.

Hoje, usei-o para aspirar o colchão, como sempre faço todas as semanas, e quando reparo no depósito, ela não tinha despejado o pó no lixo... um gesto tão simples e lógico de fazer que raramente faz. Fico lixada.

Estou a gostar do aparelho, acho que vale o dinheiro que paguei, espero que dure um bom tempo...Mas tenho de ser a cuidar dele porque se estiver à espera que a empregada o estime, ui!  " Se estragar, a patroa que pague!", é o que todas pensam.

O meu novo aparelho Rowenta , sem saco...

 

Cantinho da Casa

fui ao Porto

por Maria Araújo, em 19.10.17

Tive uma consulta de higiena dentária com uma médica da minha cidade.

Gosto muito do trabalho pormenorizado que faz (pago uma nota grande menos 20).

A consulta estava marcada há cerca de 4 meses para as 11h.  Para chegar a horas, tenho de sair no comboio das 7h34, para em seguida apanhar o metro até à Casa da Música.

O problema é cá na cidade. 

Sair de casa às 8h10 para deixar o carro estacionado numa praceta onde não se paga estacionamento, pensava eu que o tempo chegava, e não me enganei, para depois descer a praceta, atravessar a rua para a estação de comboios, que são cerca de três minutos, e para chegar ao comboio um pouco antes da partida, uma vez que eu prefiro chegar e esperar sentada  que parta, a perder o comboio.

Esquecera-me que à hora que saí  de casa o movimento de carros junto à escola aqui da rua e na avenida da liberdade é intenso.

Estava habituada a sair para o trabalho às dez para as oito, não apanhava grande trânsito, chegava sempre a horas  de ir com as colegas tomar café.

Apanhei fila nas duas ruas, cheguei à praceta e não tinha um lugar onde estacionar o carro. Deixá-lo no parque da estação àquela hora também era complicado porque não só apanhava trânsito, mas também tinha de procurar lugar no andar -2 e correr para o comboio.

Havia um espaço pequeno na entrada da rua que dá para as traseiras do prédio onde vive a minha irmã.  Vi o carro dela estacionado mas estacionei o meu nesse bocado de espaço. Saí do carro mas a traseira ficava fora do passeio  e que impedia os transeuntes de o atravessar, obrigando-os a dar a volta ao meu carro.

Uma senhora, que passava naquele momento, disse-me que não havia problema em deixar o carro estacionado desta forma, que a polícia não multava. Como eu achei que não estava bem, liguei à  minha irmã para saber se ia sair para o trabalho naquele momento. Ela tirava o caro eu estacionava no lugar dela.

Não. Ainda demorava algum tempo.

Eu já estava a desesperar, até que ela diz para eu deixar a chave e tratava de o estacionar no lugar do seu.

- E a chave?-, perguntei.

A empregada estaria hoje lá em casa, quando chegasse do Porto ia buscá-la.

Assim fiz. Abriu-me a porta, deixei a chave na caixa do correio.

Já no comboio, vejo uma moça sair deste com um cartão na mão. 

Tranquila que estava por ter chegado a horas, eis que de repente o comboio deixa a estação e me lembro que não validara a viagem.

"Ai, o cartão!", saiu-me da boca.

E diz o senhor que se sentava ao meu lado: "Agora não lhe adianta nada, fale com o revisor".

Tinha acontecido a mesma situação há um ano e a senhora que estava ao meu lado dissera-me que  não devia esperar que o revisor chegasse para ver o cartão, que eu devia ir à carruagem da frente, que apresentasse o cartão e o talão de pagamento que ele não multava.

Lembrei-me desta cena, levantei-me, fui à carruagem da frente. Lá estava ele.

Expliquei que carregara o cartão no dia enterior, que tinha o talão, que pedia desculpa mas atrasara-me a estacionar o carro e para não perder o comboio esquecera-me de o validar.

O revisor pegou nele, passou no leitor de mão e assim fiz a viagem sossegada da vida.

Bolas! Já aconteceu isto pelo menos quatro vezes.

Depois de tomar o 2º pequeno-almoço, fui para o metro, apresentei o cartão à funcionária para carregar. 

Mal lhe dou o cartão diz que não é aquele.

- Como assim?!-,  perguntei - Sempre que preciso de apanhar e o dou para carregar, vocês dizem que são válidos por um ano, e quando chego cá, ora mudaram, ora estão fora de validade. 

- Ah! Mas é que os cartões são outros. Mudaram.

Que remédio tive eu comprar novo cartão. 

Expliquei quais eram os meus destinos, por isso, seriam três viagens. Ela diz que não, que são quatro, eu digo que são três, até que:

- Vá carregue quatro. Quanto é?

- 5,20 euros.

"Bolas!", pensei.

Combinara almoçar com a Sofia, depois da consulta, meti-me no metro, tinha de mudar na Trindade e apanhar o que vai para o Hospital São João.

A Sofia tinha apenas 30 minutos para almoçar e voltava à Faculdade. Fomos ao centro comercial junto ao Hospital. A restauração estava completamente cheia de estudantes universitários,de  pessoas que viriam das consultas daquele e do IPO. 

Fomos a um dos balcões de saladas e sandes. Vi que tinha wraps ( gosto dos wraps do McDonald's), a funcionária perguntou-me se era de frango, vira nas ementas que levava legumes, não perguntei nada dos ingredientes que incluía, respondi que sim. A Sofia quis uma sande ( estava muito bem composta).

E detestei o que comi. A massa fria, uma pasta enjoativa, maionese que não suporto, a não ser que seja feita cá em casa.  

A Sofia dizia-me para pedir que aquecesse o wrap, mas já tinha comido metade, não fui. Foi mesmo uma decepção.

Preferia ter almoçado uma tosta quentinha.

Fui ver algumas lojas que não há cá na cidade. Comprei umas coisas para a Sofia e uma malha de uma marca que nem me lembrava dela de tão cara que é, que na minha juventude ia para a porta da loja de Braga para apanhar alguma nos saldos, malhas essas boas e que duram uma vida: Sidney.

Queria azul, mas não havia o meu tamanho e trouxe a verde.

Estava na hora de ir para o comboio. Na estação, não me esqueci de validar o cartão. Entrei no comboio, sentei-me.

Uns minutos depois, senta-se ao meu lado uma senhora, que me pergunta:

- Este comboio é para Braga?

- Sim, acho que sim. No placard indicava a linha 5.

- Mas eu acho que não é este. É o da frente.

- E há outro comboio à frente?

Ela não me respondeu e saiu.

Levantei-me e e fiz a pergunta ao casal de namorados que estava do outro lado.

- Sim-, diz ele.

Fez-se luz nesta mente. Já não é a primeira vez que entro no primeiro comboio, por vezes quase vazio. À frente  há um comboio que parte primeiro e cujo destino, àquela hora é Braga.

Saí do comboio colado ao"meu".

" Bolas, Maria! Sabes bem que o comboio desta hora que está ao fundo na plataforma é o que tem o teu destino".

E entrei, já com ele quase cheio.

Partiu um minuto após me sentar.

Ah! Afinal gastei duas viagens de metro. Saí na Trindade, desci a avenida dos Aliados e fui tomar café à pastelaria Ateneia/Arcádia.

As duas restante, espero eu que sejam válidas, ficarão neste novo cartão até Abril de 2018, altura da próxima consulta lá nas bandas da Boavista.

 

 

 

Cantinho da Casa

fiquei sem um...

por Maria Araújo, em 06.02.17

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relógio, passei na Bluebird e comprei outro. 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

por que se falou de camisas

por Maria Araújo, em 18.01.17

aqui, costumo encontrar na secção de criança, de algumas marcas, as camisas que gosto.

Nas compras de Natal, procurávamos roupa para um dos sobrinhos, levei a minha irmã mais nova ( prestes a fazer 50 anos) à secção de rapariga.

Vi uma blusa que gostei muito. Ela adorou.

Procuramos tamanho 1,70m.  

Nem a vestiu.

No dia de Natal disse-me ela: " Gostas da camisa que comprei?"

Que bem lhe ficava.

Após o Natal, decidi comprar uma para mim.

Já está lavada e passada para a festa de aniversário da minha mana.

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Cantinho da Casa

Os bicolores Chanel

por Maria Araújo, em 02.05.16

Lisboa, terça-feira, 26 de abril, o nosso amigo estava a trabalhar, chegou o dia de mostrar outras zonas da capital à minha amiga (a contar num outro post).

Quando passamos junto ao Elevador de Santa Justa, mesmo ali, do lado direiro,o que me pareceu ser uma banal sapataria, lancei, por lançar, os olhos à montra e parei!

Umas sandálias bicolores preto/ bege, e vermelho/bege, baixas, levaram-me para os anos 60, Coco de Chanel.

A minha amiga comentava comigo, "são giras, são o teu estilo, parecem ser uma boas sandálias..."

Entramos.Um casal meia idade, muito simpático atendeu-nos, ele foi buscar uma sandália de cada cor. 

Como adoro vermelho, calcei a vermelha/bege, depois pedi a preta/bege. Uma de cada cor nos meus pés, sem dúvida alguma, gostei mais da preta/bege.

Gostei do pormenor da tira atrás, comentei com a minha amiga e o senhor, "As cores Chanel nos meus pés. Vou levar este par".

Os bicolores Chanel...

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os meus bicolores (made in Portugal)

 

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Cantinho da Casa

já cá estão

por Maria Araújo, em 27.09.15

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os bilhetes para o jogo Portugal-Dinamarca, mas deram algum trabalho...

Quando ontem a minha amiga me diz ao telefone que vira na página do Continente que os bilhetes categoria 1, central poente, estavam esgotados, fui espreitar.

Decidimos, então, comprar os bilhetes online para termos a oportunidade de escolher a categoria 2 e ala desejada.

Executo os passos pedidos. No  2º passo tinha de confirmar se  desejava receber os bilhetes em casa, com pagamento de 4,90,  ou levantar  no estádio, no dia do jogo, com um acréscimo de 2,90. Não se punha a condição de os levantar no hipermercado. 

Do outro lado da linha, a minha amiga diz para continuar a operação, que dividimos o valor pelas três, o que interessa é conseguirmos a ala que desejavamos. E tinhamos 50% em cartão e eu não sabia de nada, até ver o total da fatura.

Quando faço o pagamento e na expetativa que abrisse uma janela com a planta do estádio para poder fazer a escolha da ala, eis que não aparece nada. Procurei, voltei atrás, mas sem sucesso.

"Que frustração! Pagamos 4,90 pela entrega em casa e não sabemos que bilhetes vamos receber?" comentava eu com a minha amiga.

E foi quando se me fez luz : "Vou cancelar a compra. Amanhã vou ao Continente, compro eu os bilhetes. Poupamos 4,90, e escolhemos a ala que queremos.", dizia-lhe eu.

A minha amiga fez questão em ir comigo e hoje por volta das 12h estavamos as duas ao balcão de apoio ao cliente a expôr o assunto, com a cópia que imprimimos da compra e do cancelamento. 

Expliquei o que tinha acontecido, que o motivo do cancelamento foi o facto de não sabermos que bilhetes iríamos receber em casa e não queriamos ir para um qualquer lugar que podia ser na ala norte.

A funcionária foi muito simpática. Informou-nos que a Federação não tinha enviado bilhetes da categoria 2 da ala que pretendíamos,  mas para as extremidades. Tinham, sim para a mesma categoria, ala nascente (que nós não gostamos), e aí sim, tinham os lugares centrais e se quisesse reclamar deveria fazê-lo à Federação Portuguesa de Futebol.

Sem hipótese de escolha, disse à minha amiga que por mim, aceitava. Perguntei-lhe se estava disposta a comprar o que nos era proposto.

Aceitou, compramos os três bilhetes com os tais 50% em cartão.

Pagamos e, no regresso a casa, depois de me despedir dela, lembrei-me e questionei-me: "Será que não há outros postos de venda de bilhetes? Afinal, até ontem, desconhecia que tinha desconto, não foi este que me levou a querer comprar os bilhetes no hipermercado."

Há pouco, em conversa ao telefone com a minha irmã, que também vai ao jogo, fez-me a mesma pergunta. Não sei mesmo se o Continente é o único posto de venda, mas também já não interessa, já cá estão, o melhor é esquecer.

Quanto à reclamação de bilhetes à Federação, não faço porque é perda de tempo.

Mas não deixo de sentir algum descontentamento por não existir a condição de levantamento de bilhetes ao balcão, neste caso, no hipermercado.

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

acabei de comprar um portátil

por Maria Araújo, em 14.07.15

 

 

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quando entrei na página do Sapo e aparece aquela enorme imagem, publicidade da Worten, a chamar a atenção para os descontos e como estivera na loja recentemente a vê-los, o modelo que queria tem 10% de desconto, não hesitei, fiz a compra online.

pronto, vai acabar a minha falta de paciência com este meu velhinho pc que, na verdade, trabalhou muitas, muitas horas.

foi dos primeiros computadores daquele célebre "negócio" socrático:  e.escola

 

 

Cantinho da Casa

Um desejo

por Maria Araújo, em 15.11.14

desde que elas invadiram o mercado: as New Balance, que adoro, adoro, adoro.

Que importa a idade de quem as calça? Tenho pé de princesa, basta. E gosto, pronto! (Seria uma prenda de Natal super fixe).

Não sendo prenda de Natal, lá para o final do inverno "perco o amor aos euros" e compro um par de uma destas cores que eu amo:

 

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