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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

o seguro morreu de velho

Maria Araújo, 18.01.19

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Neste post, escrevi o que aconteceu quando bateram no meu carro.

Pois bem, depois de esperar até ao dia dez por uma chamada da companhia de seguros, decidi tomar a iniciativa de tratar do assunto, enviando um e-mail para o meu agente ( e amigo) de seguros a comunicar o ocorrido nesse último Domingo de 2018, pedindo esclarecimentos para o que eu poderia fazer.

Não obtendo reposta imediata da parte deste, na terça-feira passada, enviei novo e-mail.

A resposta foi-me dada no final do dia: que passasse no gabinete, no dia seguinte, com a cópia da declaração amigável.

Nunca tive de preencher uma declaração amigável, não fazia a mínima ideia qual o prazo para comunicar à companhia, lera na internet que seriam cinco dias, razão pela qual eu decidi agir, mas o meu amigo  confirmou que são sete dias.

Quando viu a cópia da declaração comentou de imediato que estava incompleta: não estavam registadas a data, a hora, feridos, testemunhas. E foi preenchido naquele momento, por mim.

O verso também não estava preenchido: descrição pormenorizada do acidente e os dados referentes , no caso, ao meu veículo.

Preenchidos estes, e assinada por mim, uma vez que, afinal, sou eu que  participo o acidente, o meu agente ia contactar a minha companiha de seguros e esta, por sua vez, contactaria a companhia de seguros do casal. Provavelmente, hoje ou segunda-feira terei alguém a ligar-me.

A simpatia e a prontidão do jovem casal fez-me acreditar que tudo se resolveria rapidamente, fico na dúvida se o casal  apresentou a declaração amigável à companhia, ou se a companhia está em falta comigo.

Se  o seguro morreu de velho,  ajo eu. Não quero ter uma surpresa desagradável.

 

Pedra Bela

Maria Araújo, 08.07.16

no Gerês, o lugar que não visitava há muitos anos, foi hoje o dia de rever, e em boa companhia.

Começámos pelo Parque da Ponte.

O Zé, neto do Rui, quis ver o Estádio 1º de Maio.

À hora do almoço fomos comer o bacalhau ao Ferreirense . Recomenda-se. Penso que é o restaurante onde se come o melhor bacalhau de Portugal.

Depois do almoço, fomos em direção à  Caniçada, passamos em casa da Ju que nos fez companhia, com o marido, a São Bento, Cascata do Arado (eu não subi as escadas em pedra que nos leva lá ao cimo, porque não levei calçado adequado). Ficámos três mulheres cá em baixo. Subiram o Rui e o neto, a A e o marido da Ju.

Seguimos para a Pedra Bela, um lugar especial para desfrutar da paisagem e tirar belas fotografias.

Obrigada, Rui, LenaA Ju e marido.

Foi um dia muito agradável.

 

 

De manhã, andámos pelo parque da Ponte

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a velhinha piscina municipal de Braga

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 o estádio

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(dentro do estádio)

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(treino no pavilhão de andebol do ABC)

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o café-bar do parque

 

Depois do almoço, a nossa visita ao Gerês. Começámos pela casa da Ju:

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em São Bento da Porta Aberta

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subimos à Cascata do Arado

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e tirámos fotografias na Pedra Bela

 

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(placa a Miguel Torga. Ficamos a saber que torga significa urze)

 

Serra!


E qualquer coisa dentro de mim se aclama...
Qualquer coisa profunda e dolorida,
Traída,
Feita de terra
E alma.

Uma paz de falcão na sua altura
A medir as fronteiras:
- sob a garra dos pés a fraga dura,
e o bico a picar estrelas verdadeiras...

in "Pátria"

 

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descemos em direção às pontes  (Gerês, São Bento, Terras de Bouro)

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(o Zé a comer o gelado)

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Uma bela tarde de natureza, sol e boa companhia.

a gastronomia minhota

Maria Araújo, 23.01.16

é boa demais e em Ponte de Lima, tem um sabor especial.

A reserva, no restaurante Cunha, em Gandra,  foi feita por uma amiga (que conhece o serviço), éramos 15 pessoas das quais cinco eram homens.

Há muitos anos que não comia arroz de sarrabulho, ontem, foi o dia. Quando recebi o convite, comentei com a minha amiga "Arroz de sarrabulho à noite, ai, que me vai dar a trombose!"

Mas palavra dada, palavra cumprida! 

Comi que nem um abade (exagero). 

Adoro entradas e se estiverem como gosto, a minha refeição ficava por aqui... "e das sobremesas", diz a minha companheira que estava ao meu lado direito.

Então, vinguei-me nas entradas: chouriço caseiro na brasa, polvo à galega, chouriço crioulo e pimentos padrão. Seguiram-se ameijoas, servidas pelo empregado, estavam deliciosas. E molhar a broa naquele molho, ai!

O arroz de sarrabulho vinha acompanhado de rojões de porco, castanhas, batatas, sangue, farinhato, tripa, que adoro, e fígado (detesto).

Vinhos, branco e tinto, da região.

A sobremesa seria o pijama à moda da casa: gelado, abacaxi, morangos, bolacha (esta não está ali a fazer nada) , cobertos com xarope de chocolate e de morango.

Comi que nem um abade, estava enfartada. Depois do café, veio para a mesa um delicioso digestivo, super forte,  mas estava a precisar. Bebe, não bebe... bebi. E caiu tão bem! Não fosse este, acho que teria de tomar um chá de cidreira antes de dormir.

A companhia foi cinco estelas: conversa, risos, histórias, recordações.

E vem o próximo.

 

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