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cantinho da casa

cantinho da casa

a festa de aniversário

Sábado, foi a festa de aniversáriodo sobrinho neto para os colegas do colégio.

Foi neste Museu, porque a mãe decidiu que não queria levar as crianças para aqueles insufláveis nos parques interiores em que os miúdos andam aos gritos e saem de lá a pingar suor.

E se assim o pensou, melhor o fez, porque o dia foi de muita chuva.

Da sala não foram três crianças.

Então, a actividade constava na feitura de uma máscara.

Eu estive do lado de fora a controlar a saída de alguns meninos, porque em frente à porta da sala tinha um mar em papel, com peixes e canas em madeira, de uma workshop que tinha havido, e expuseram os trabalhos, pelo que, eles estavam mais interessados na pesca do que na máscara.De vez em quando vinham os adultos chamá-los para acabarem-nas.

No final da actividade, pôs-se uma mesa maior onde havia um bolo e pipocas.

Cantaram os parabéns.

A pinhata não foi pendurada, serviu de adorno à mesa.

A minha sobrinha encheu copos de papel com chupas, apitos, e outros pequenos presentes que deveriam estar dento da pinhata, e no final da festa cada criança levou este presente e  a máscara.

Sei que elas gostaram, mas também sei que queriam brincadeira, e o exterior proporcionava-se a isso, mas estava tudo molhado foi impossível levá-las para lá.

Então foi assim:

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o bolo de aniversário

O meu sobrinho neto é apaixonado por dinossauros.

Na sexta-feira passada, fez cinco anos.

A mãe manda fazer , sempre, um bolo de iogurte para festejar no colégio com os meninos da sala dele.

Ao que parece, foi um sucesso.

Não só as crianças ficaram deslumbradas com o bolo, mas também algumas mães, que deixavam os filhos,  e viram-no.

Eu estava em Lisboa, recebi a fotografia, fiquei deslumbrada, também.

Aqui está a foto:

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dia nacional do pijama

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No dia 20, sábado, foi o dia nacional do pijama.

Segunda-feira, dia de levar o sobrinho neto ao colégio, ia vestido com o pijama ( a minha sobrinha não gosta muito disto, nem sequer que o miúdo ande de pijama dentro de casa) e a criança ia feliz porque vai ter educação física e as actividades de hoje são todas feitas com o pijama vestido.

Em família, na semana passada, as crianças também fizeram uma casinha em papel, onde seria posto uma oferta em dinheiro, para ajudar uma associação, penso que desta cidade.

Manhã cedo, fui levantar dinheiro, também queria colaborar.

E ele ia feliz para o colégio.

Quando lá cheguei, a auxiliar que o recebeu já estava vestida de pijama.

Este colégio faz tudo pelas crianças. Outros há que não celebram nada.

Há quem diga que estão sempre em festa.

 

 

cansada!

acordei às 4h00, não dormi nem mais um minuto.

a cabeça pensava em tudo, dava voltas e mais voltas na cama.

é dia de levar o menino ao colégio, levantei-me cedo.

a minha sala tem três janela, no verão tinha substituído o estore de uma delas, estava na hora de substituir os outros dois, quando na semana passada abriram os colégios e as escolas, combinei com o meu colega, que faz uns biscates,  mudá-los hoje a partir das 10h00.

ainda  substituiu as cordas de secar a roupa lá fora.

depois do almoço, limpei os vidros das três janelas da sala, os parapeitos e aspirei de novo a casa ( tinha aspirado no fim de semana)

nem sei se vá com a sobrinha buscar o menino ao colégio.

estou  bastante cansada.

 

do regresso

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( como ele sobe e desce no escorrega)

 

Segunda-feira abriram os colégios, as creches e as escolas do 1º ciclo. O frenesim nas ruas é  muito, as crianças do 2º ciclo aproveitam, também, para sair de casa.

Ontem, num mini-parque da igreja desta freguesia, andavam elas a brincar com os mais novos, apoderaram-se do escorrega, da ponte, era uma algazarra que nos impediu de deixar o nosso pequenote de brincar no escorrega.

Jogou a bola com a mãe, naquele pequeno espaço relvado, que tem ao lado das diversões.

Quando todos se afastaram, estava na hora de regressarem a casa, o meu sobrinho neto subia e descia o escorrega. Depois, jogámos à bola com uma menina brasileira, muito educada e delicada, que passava a bola para os pés dele, como quem diz: "a bola é tua,não posso abusar". Fomos os últimos a sair daquele espaço.

Agora que as crianças voltaram à rotina dos colégios e escolas, eu tenho mais tempo para mim, voltei ao ginásio via APP,  que muita falta me fazia... É que, entretanto, engordei...finalmente!

Mas tenho saudades das aulas presenciais, do bocadinho da manhã para tomar o café no bar do ginásio e deixar-me ficar ali a ler os blogues no telemóvel. 

Será que os ginásios vão abrir?

 

 

confinamento e as crianças

continuo a bater na mesma tecla de que as crianças são as que mais saem prejudicadas deste confinamento.

O meu sobrinho neto é uma criança de rotinas. Desde bebé.

No colégio, tem actividades de música e ginástica, almoça pelas 11h30, 12h00,  depois tem a sesta.

À tarde terá outras acividades lúdicas, a partir das 16h00  brinca  com os colegas e as auxiliares.

Costumo ir buscá-lo pelas 17h00, damos um passeio pelo centro da cidade, ou trago-o para minha casa, brincamos os dois,  a mãe vem ter connosco depois do teletrabalho ( desde Março de 2020  que assim é).

Se no primeiro confinamento foi complicado gerir o tempo do teletrabalho com a criança, e eu  tive de gerir o meu para dar apoio à mãe, cuidando menino, este confinamente tem sido mais difícil para nós.

Umas vezes,  vou para casa dela, brinco com o miúdo, ora no quarto dele, ora na sala onde a mãe trabalha. E lá estou eu a ouvir a  conversa com os colegas de equipa, as reuniões,  e a criança  ouve a mãe a falar e tenta chamar a atenção para si.Ou pega nos carrinhos e vai brincar com eles na mesa onde a mãe trabalha.

E vou eu buscá-lo, ou chamo-o, para brincarmos, jogarmos à bola ( que ele adora),mas nem sempre está para me aturar.

E ontem foi um dia complicado. O tempo estava de chuva, não deu para sair com ele, andar no triciclo, desviá-lo da atenção que requer da mãe.

Então, fez de tudo o que uma criança faz quando está farta de estar em casa, de brincar com os brinquedos. E ele é criança para estar bastante tempo com os carrinhos, sem incomodar ninguém.

Depois, tem a televisão, que ajuda a entreter, mas cansa, também.

E tem as almofadas do sofá, que as atira para o chão, deita-se em cima delas,  ou então sobe para o sofá  e faz as  piruetas inimagináveis para uma criança de três anos, desafiando-se  e a quem está por perto.Ele é um menino de desafios. Gosta de fazer o mais difícil. Gosta mais disso de que fazer certas actividades, como desenhos.

Mas é uma criança tranquila, e meiga, e tem as suas horas de dormir.

Ontem, fartou-se de fazer corridas no corredor da casa, com o carrinho de brinquedos do Ikea. Primeiro com os brinquedos que lá estavam, depois sem nada. E ria-se, e dava o sinal de partida, emtrei na brincadeira dizendo: um,dois, treês. E advertindo-o para correr com calma.

Quando acaba o teletrabalho, a mãe dedica o tempo que tem até à hora do banho dele, e de jantar, para brincar ou fazer actividades com cartolina, ou desenhos,  ou jogos.

Com aquela brincadeira da criança, que estava excitada de tanto correr, a mãe comentou comigo que à noite com certeza que ia cair na cama de sono com tanta brincadeira.

Por volta das 22h00, a mãe ligou-me , desesperada, porque o miúdo, que vai dormir por volta das 20h30, não adormecia. E que, de cada vez que ia ao quarto, e tentava adormecê-lo ( e ele é uma criança que se deita e adormece logo), e pensando que estava a dormir, ia para a sala porque queria trabalhar um pouco, ele acordava e choramingava, ou aparecia na sala a choramingar.

E isto aconteceu várias vezes, e no preciso momento que ela falava comigo.

E ela desabafava que já estava farta de confinamento, que isto é muito mau para as crianças, que só tem um e é complicado, quanto mais quem tem dois ou mais filhos, está em teletrabalho, e ainda tem de os ajudar nas aulas online.

E eu muito calada. Não sabia o que dizer, sinceramente. E ela sabe que estou do seu lado. 

A minha sobrinha é grata pelo que lhe faço, eu sei. Mas  há horas que são dela, outras que são minhas, e eu também fico cansada disto tudo.

Se todos pensassemos que temos de ser uns para os outros e se cumprissemos, o mínimo, as regras de higiene , a distância de segurança durante esta pandemia, certamente, não estaríamos tanto tempo confinados.

Quero ter esperança de que dentro de um mês estejamos a desconfinar, mesmo que faseado, e que  os primeiros a saírem  deste "buraco" sejam as crianças.

A ML, deixou-me a pensar por muito tempo com o comentário que escreveu neste  post :  "Não percebe e está a perder um ano da sua infância".

 

 

 

 

 

 

 

há muitos anos que...

não bordava.

Passei na retrosaria onde se vende e faz de tudo nesta área de negócio, perguntei se havia alguma forma de aplicar o nome numa bata de criança.

A resposta foi que a bordam, mas tinham de descoser o bolso para bordá-lo na máquina de costura.

O preço era 6€,  se levasse o bolso descosido seria 4€.

Achei caro.

Hoje, peguei na caneta, escrevi o nome, procurei uma linha que se destacasse no tecido e comecei a bordá-lo.

Um ponto simples, o resultado é este.

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Mandei a fotografia à minha sobrinha.

Adorou!

Confesso. Há muitos anos que não faço nada de bordados. Penso que os que fiz foi na escola. 

Lavei-a.

Fui buscar o menino ao Colégio, mostrei a bata à auxiliar e avisei que a ia pôr no cabide pronta a vesti-la na segunda-feira.

Das batas que vi nas crianças, a  do meu sobrinho neto está perfeita.

 

 

O que foi o meu único

colégio que frequentei teria 5 anos idade, Colégio Dublin, e antigo Convento do Carmo, é agora um espaço muito agradável para almoçar ou jantar, com música ambiente e ao vivo.

Pela noite dentro, uma boa companhia, um copo na mão com a bebida que mais gostares, esqueceres os ruidosos e insuportáveis bares,  tens aqui um óptimo espaço para uma tranquila conversa.

Nas noites quentes de verão (como as deste ano ), refrescar os pés na deliciosa piscina, também faz parte do convívio e do relaxe.

 

 

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