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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 26.04.18

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Fui ao Mercado Municipal, espreitei a zona dos talhos, que antigamente estavam apinhados de pessoas que iam comprar a carne para toda a semana, estava tudo vazio, não se viam talhos nem carne nem pessoas.

Espero que as próximas obras do mercado dêem vida ao que foi um grande Mercado Municipal e que hoje restringe-se à venda de legumes e frutas.

A vinda dos hipermercados e supermercados destruíram o nosso mercado onde havia uma certa confiança e familiaridade entre quem comprava e vendia.

Lembro-me de ir com a minha mãe, ajudá-la nas compras,  por vezes estávamos meia hora ou mais à espera, quer no talho quer no peixe, à espera da nossa vez, e de onde trazíamos de tudo, e com boa qualidade, para toda a semana.

Passei numa vendedora que legumes, que não a habitual, porque vi favas. Adoro-as na sopa, embora as pessoas digam que são deliciosas num arroz ou estufado, mas não aprecio. E a minha mãe cozinhava-as muito bem. Aliás, tudo o que ela cozinhava, excepto bolos, era bem feito. Dá-me umas saudades da comida da minha mãe!

Ora estava eu a comprar as favas, trouxe ovos biológicos, também, aproximam-se duas senhoras que perguntam o que era aquele legume.

A vendedora respondeu, mas elas não entenderam. 

Meti-me na conversa, disse o nome, que elas repetiram , e perante a pergunta " como se comem?",  expliquei que pode ser na sopa, no arroz ou estufadas. Pedi à vendedora uma, abri a vagem, retiro uma fava e ensinei como se tira a "pele".

Ficaram maravilhadas as duas senhoras brasileiras do interior do Estado de São Paulo que vieram viver para cá há pouco tempo, andavam a conhecer o mercado e os produtos.

Lembrei-me que está a chegar o mês das cerejas, mas este ano, com a chuva e o frio que tivémos nestes últimos dois meses, certamente que elas chegarão aos mercados para meados de Maio. Espero que com o calor destes dias traga muitas e boas cerejas.

Comprei flores que as vendedoras trazem do campo, e que prefiro-as às das floristas.

 

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 17.04.18

Gosto de andar a pé, evito o carro nos dias de sol ou nublados, faço tudo o que quero, caminhando.

Fui a pé a uma clínica veterinária que os meus sobrinhos dizem ser muito boa para saber é aconselhável levar os gatinhos, ver o sexo deles, os cuidados a ter quando tiverem de viajar para as duas famílias que os adotaram.

Aproveitei, falei da minha gata ser rebelde, de não gostar de muita gente cá em casa, de não gostar de veterinários, como fazer se pedir um domicílio.

A jovem que me atendeu foi de uma simpatia que me conquistou logo.

A minha gata não vai ao vet há cerca de 6 anos,  gostava que fosse vista, até porque está mais gorda,  e não sei se estou a facilitar a sua obesidade, embora a ração que lhe dou compro  nas lojas de animais.

Ofereceu-me uma amostra de racção fit que faz com que os gatos comam a medida certa e não sintam fome. Não faço a mínima ideia do preço, mas se um dia a levar lá e o peso estiver acima do normal, mudo de marca.

Combinamos para o fim de semana a consulta para os gatinhos.

Estava perto do hipermercado Continente, fui ver molduras, não comprei, não eram o que eu queria, antes de sair fui comer um bolo de arroz e tomar um pingo.

No regressoa casa,  os meus joelhos estavam a dar sinal de dor,  os músculos das pernas doíam-me também.

Contrariamente ao habitual, mal cheguei a casa, deitei-me no sofá, pus  uma almofada debaixo das pernas, descanso um pouco desta caminhada que não passou dos 6km.

Domingo, tive uma aula  de hidroginástica muito puxada, o dia esteve de chuva descansei a tarde toda no sofá.

Desde então não voltei ao ginásio,  amanhã vou, mas sinto-me rota de cansaço, até porque à noite, quando me sento a ver um pouco de televisão, adormeço e de manhã acordo muito cedo, não volto a adormecer.

Eu sei por que hoje senti este cansaço. O corpo reagiu à subida da temperatura que hoje se verificou. Tive calor.

 

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 28.03.18

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Tinha feito planos para ir ver a Animação de rua com um Grupo de alunos "farricocos" , de uma das escolas secundárias da cidade, a chuva caía com vontade, não os vi, certamente fora cancelada a actuação.

Passei pelo talho para pagar o cabrito encomendado, iria mais tarde, de carro, buscá-lo, não queria andar à chuva com um saco de 6 kg de carne.

A dona da mercearia/talho, costuma tratar a minha irmã, uma boa cliente, por doutora, que não é. Na maioria da vezes, a mana faz as encomendas de bacalhau e cabrito, eu sou a transportadora,  e a verdade é para se dizer, a carne e  o bacalhau são mais caros, mas dá gosto comprá-los; tudo de óptima qualidade.

Pelo Natal, fui buscar o bacalhau, a senhora voltou a falar na doutora, minha irmã, do que gosta de levar para casa e tal, comentei que a mana não é doutora. Ficou estupefacta a olhar-me... " é engenheira", acrescentei. E a minha irmã nunca se apercebeu que ela a chama de doutora.

De nada valeu corrigir. Hoje, ordena ao empregado que corte o cabrito da doutora em pedaços, que mais tarde a irmã (eu) viria buscá-lo, era pegar e sair da loja, o trânsito naquela rua não permite que deixe o carro em 2ª fila.

Regressei a casa, mas antes passei na Igreja da Misericórdia, quase sempre fechada, mas aberta na Semana Santa.

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Chave do carro na mão, voltei ao talho. Uns quantos carros estacionados em 2ª fila, deixei-o cá atrás com os piscas ligados. E se havia de me molhar foi naqueles escassos 20 metros que percorri.

Saco do cabrito na mão, a senhora vem dar-me um beijo, deseja uma Páscoa Feliz para a doutora, para mim e família e, de repente, pergunta: "O bacalhau era bom? Tinha uns bons lombos não tinha? A doutora disse que era muito bom".

Respondi afirmativamente, agradeci, desejei uma boa Páscoa, e saí.

A Semana Santa é de chuva, não me parece que hoje a Procissão de Nossa Senhora da "burrinha", a maior das quatro,  vá sair à rua. 

Só se a chuva parar, mas está frio, também. Se bem que já fui ver procissões com a chuva a cair e as pessoas não arredavam pé.

Por acaso, o sol está a sorri, agora!

Vou aproveitar e dar um beijo ao meu sobrinho neto ( 5 meses) alfacinha que chegou ontem de Lisboa para passar a Páscoa com a família.

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(imagem da internet)

 

 

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ai, as obras!

por Maria Araújo, em 07.03.18

O inquilino do 3º andar aproveitou os trolhas por cá, tratou da obra na sua garagem, também.

De tarde, com a empregada em casa, não me apetecia conversa, saí para ir ao cinema ( que não fui), carro estacionado junto à garagem, diz-me  o trolha patrão:

- Por que não põe o piso da garagem com tijoleira?

- Tijoleira?! Mas  para isso teríamos de alcatroar o caminho até às garagens. Os carros trazem terra nas rodas, não se justifica. 

- O senhor A também vai pôr. Fica o serviço bem feito e completo. Paga-me a tijoleira quando quiser. Dinheiro não me preocupa.

- Mas senhor J, acredite, se este piso fosse alcatroado, justificava-se, mas em paralelo...

- Em minha casa é igual, e olhe, mesmo que traga alguma terra, uma mangueirada de água limpa tudo. Este piso está inclinado, ponho-o impecável. 

Eu contrapunha dizendo que não tenho dinheiro, que não sei se valha a pena o investimento, até que... "dou-lhe o meu consentimento, ponha, faça o que quiser".

E desta forma vou pagar o dobro do que estava orçamentado. 

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 06.01.18

O sol entra pelas janelas da sala.

Pensara dar um passeio de tarde, mas não me apetece. Apetece-me, sim, o sofá.

Vou continuar a leitura  do livro deste 2º Desafio.

 

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coisas do meu dia (adenda)

por Maria Araújo, em 27.11.17

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Hoje de manhã, levantei o estore do quarto, sorri de contente porque os funcionários da AGERE não levaram os monstros, que contei aqui.

Vi que o gajo pôs a tralha a ocupar o espaço de estacionamento para pessoas com deficiência (existe uma placa) , com o pormenor de ter deixado um aparelho de televisão, que os funcionários não levam.

Saí para umas compras, cruzei-me com o vizinho do lado, o primeiro a vir morar para este prédio, há cerca de 50 anos. 

Parou e perguntou-me de quem era o lixo que estava  no passeio.

Respondi-lhe que é do P e que ele tem uma sorte do caraças porque não cumpre com os horários estipulados para colocarmos o lixo à porta e nunca teve multa (que eu saiba).

Não faço queixa porque não quero mais problemas a acrescentar aos que tive há anos (a polícia veio cá várias vezes) aquando das obras que fiz em casa.

Quem quiser que o faça.

Eis aqui a tralha de sua excelência o P , o vizinho do 1º andar.

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 22.11.17

Imagem relacionada

 

Na loja CTT da minha zona, depois de uma "conversa", que ficará para um post,  sobre o livro do desafio de leitura que não chegou ao destino, o funcionário ouviu a minha reclamação e diz-me: " Se o livro fosse enviado por correio registado, a coisa era outra".

Respondi que queria reclamar, deu-me um impresso (que trouxe para casa visto que tinha um compromisso hoje de tarde, não podia perder mais tempo) e acrescentei:

" O talão de envio do livro devia trazer registado o nome do funcionário que fez o despacho".

"Não sei porquê", respondeu.

" Mas sei eu", objectei.

Resolvendo o problema, um dia destes sai post.

 

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coisas (banais) do meu dia

por Maria Araújo, em 18.10.17

Muitas vezes aconteceu entrar numa loja vazia de clientes. Uns minutos depois, olho à minha volta e já lão estão duas, três pessoas.

Hoje, entrei numa loja de guarda-chuvas, luvas e chapéus, para comprar um guarda-chuva. Quando tal, entraram um casal estrangeiro e uma senhora.

O casal levou um guarda-chuva pequeno, pagou e saiu.

Eu, que não sou fã dos pequenos, via os grandes.

Escohi um, paguei e saí.

A senhora ficou na loja a pagar o pequeno que escolhera.

Pensei para o meu decote: " Tenho de entrar mais vezes em lojas vazias. Parece que dou sorte aos lojistas. Sempre que entro chamo clientes."

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 10.10.17

Estava eu na fisioterapia, deitada de rabo para o ar e enquanto a técnica auxiliar fazia a massagem à perna esquerda, falava-se de baptizados e festas de aniversário de casamento.

Tudo começou quando, na cama ao lado, a dona Dores, 88 anos, que faltara ontem à fisioterapia, e comentei que não a vira, respondeu que tivera o baptizado de um bisneto.

Às páginas tantas, a técnica diz que o marido é agnóstico e que de certeza que não quer festejar os 25 anos de casamento, porque não gosta de festas, que não é homem para estas coisas. Eu comento que se ela lhe pedir ele até aceita, e vem à conversa as casas de festas, o dinheiro que se gasta, volta a conversa para o baptizado do bisneto da dona Dores, que a festa foi muito bonita, que os pais da criança não são casados, e tal.

De repente, a técnica auxiliar pergunta-me sobre os meus sobrinhos, ao que respondo que só uma casou e baptizou a filha, no mesmo dia do casamento e porque o marido fez questão em casarem.

E que os meus sobrinhos não ligam nada a religião, embora fossem baptizados e fizessem a primeira comunhão, mas uma delas não quis andar na catequese não fez nenhuma comunhão. E que um tio foi pai e convidou-a para madrinha da filha ( ainda não houve baptizado). Ela ficou muito feliz pelo convite e foi quando eu comentei que ela não podia ser madrinha visto não ter feito qualquer comunhão e o crisma, que me respondeu que não queria saber disso, que arranjaria maneira de falar com o padre e que seria madrinha e ponto final.

Contando eu isto, eis que a dona Dores, deitada na cama, entra na conversa e com o seu jeitinho de idosa diz: " Ela não pode ser madrinha. Se não fez nenhuma comunhão nem foi crismada, não pode ser. Que carago! Que raio de educação os pais lhe deram? Não pode ser. Ela não pode ser madrinha"

De repente comento eu " na minha ingenuidade": "Sou sincera. Não sei por que não há-de ser madrinha. Sou católica, fiz as comunhões e o crisma, mas não concordo que a igreja dificulte as coisas..."

E a dona Dores, repito, com o seu jeito crítico, volta à carga.

Desato a rir. Tentei abafar as gargalhadas. A técnica auxiliar escondia o rosto de tanto rir do meu riso.

A dada altura, não conseguimos abafar as gargalhadas que nos saíam sem querer.

Às tantas, diz a técnica para a dona Dores:

" O meu filho tem 19 anos, foi baptizado, fez a comunhão mas disse que não queria ser crismado. Eu não o vou obrigar, logo ele também não pode ser padrinho de ninguém".

Aí a dona Dores calou-se. 

E as nossas risadas voltaram só de recordarmos as palavras da senhora.

Já na rua, ria-me sozinha de pensar na cena.

Que duas!

 

Subia o Arco da Porta Nova, onde àquela hora ( 15h), e diariamente, me cruzo com grupos de estrangeiros que irão, cetamente,  para o autocarro que os vai buscar e seguirem viagem.

Descia a rua um divertido grupo de raparigas (não consegui perceber se seriam estrangeiras ou portuguesas universitárias) quando, de repente, uma das que vem à frente levanta o braço e diz algo como:  "woww!"

Todas páram. Os estrangeiros que seguiam atrás, páram, também.

Simulando um laser intocável, levanta uma perna, avança alguns centímetros, a que estava ao seu lado faz o mesmo, e viram-se para as outras e fazem o gesto para continuarem a andar.

Desatam às gargalhadas as companheiras, todos os que ouviram aquele "woww!" e eu que subia a rua e me cruzei com todos eles.

Falei para o meu decote: " Hoje a tarde está a começar bem!"  

Segui o meu caminho a rir de cada vez que lembrava as cenas desta tarde.

Relaxei no SPA do ginásio com um dos dois tratamentos  de rosto que estavam em "dívida" desde Abril e eu não sabia.

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Coisas que adoro no Verão #3

por Maria Araújo, em 26.07.17

Em criança, na adolescência e até aos 23 anos, antes e depois do mês de férias que passávamos na praia, juntavam-se três famílias amigas e lá íamos todos almoçar para o  pinhal. Seguíamos até à praia, quando apetecesse, e no final do dia,  voltávamos a parar,  para o lanche, entre a praia e Barcelos.

Um "cumbibio" que durava até anoitecer. De vez e quando, ainda passávamos pelo café restaurante Pérola ( ainda existe, confirmei-o há dias quando fui a Barcelos, embora não sei se tem o mesmo género de serviço) e comíamos as deliciosas Clarinhas de Fão.

Enquanto os pais convinviam com os donos, os jovens vinham para o parque terra que ficava em frente, para a brincadeira e até que os adultos decidissem que já era hora de regressar a casa.

Os filhos cresceram, ficaram adultos. Uns casaram, outros seguiram outras caminhos para fora da idade, do país, acabaram-se os convívios.

Nesses tempos que não havia o telemóvel, a música era o diálogo, as brincadeiras, a conversa, as partidas...e a música do rádio portátil.

Hoje, ainda gosto de piqueniques.

 

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