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cantinho da casa

cantinho da casa

coisas da internet

A semana passada fui ao Porto a uma consulta.

Depois desta, e antes de vir para o comboio,  passei na Zara do Centro Comercial Bom Sucesso.

Vi uns jeans castanho que gostei, mas não havia o meu número.

No dia seguinte, passei na Zara aqui da cidade, não havia nada em castanho. Pelo que parece nem todas as lojas têm os mesmos produtos e eu sempre me convenci que no caso desta marca, sim.

Em casa, fui ao site da loja e vendo a cor daquilo que pensava ser o que queria,  mandei vir. E esta estava em promoção.

Na segunda-feira tinha a mensagem para as levantar na Loja do Braga Parque.

Esta loja está completamente remodelada, pensando eu que tinha de me dirigir ao balcão, reparei num letreiro que indicava a máquina de levantamento de encomendas, aproximei-me, fui ao meu telemóvel ler o código, e no visor escrevi os números, lá vem a minha encomenda, que peguei e saí da loja.

Pensei no quanto se poupa em serviços sendo o cliente a fazer a operação.

Quando cheguei a casa, as calças não eram a cor que eu escolhera. Para mim são cinzentas.

Vesti-as, estavam bem, só precisavam de subir a bainha, não ia devolvê-las, afinal comprei-a s11 euros mais baratas, e não tenho nenhum par desta cor.

Voltei ao site, procurei de novo o castanho, mas não encontrei.

De repente, lembrei-me de pesquisar em calças castanhas, e lá apareceu como castanho chocolate, as que eu vira na loja do Porto. 

Ontem, fui ao Porto tratar da troca ou devolução do que tinha comprado em Lisboa, e não havendo o artigo, devolveram-me o dinheiro.Tentei encontrar o mesmo modelo noutras marcas, não só eram muito mais caras, mas também não me seduziram .

Passei na secção de roupa e procurei as calças que tinha visto em Lisboa ( não havia o meu número ),  encontrei-as nesta loja. Levei para os provadores três tons do mesmo modelo, uma delas castanho.

E depois de as vestir, trouxe verde tropa.

Hoje, fui buscar à costureira as calças da Zara, procurava o saco, perguntou ela :"são as de tom verde?"

Respondi cinzentas, e comentei:"eu queria em castanho , no site pareceu-me que era a cor, para mim são cinza e a senhora diz que são verdes, e trago um par verde que comprei ontem?".

Tirei  do saco as que comprei, comparei as cores, pouco tinham de parecidas, e lá ficaram para subir a bainha.

Então foi assim, em imagens:

jeans castanho chocolate, Zara

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as que pedi online, caqui, que para mim são cinzentas

Sem Título.jpg

as que comprei no Porto verde

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 a cor é  verde tropa.

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coisas deste dia de feriado

Fiquei de manhã com o sobrinho neto enquanto a mãe foi com o grupo do ginásio fazer umas actividades no parque da Rodovia

Tinha aula de Aerial Training, no ginásio, quando cheguei lá estava em cima da hora, e a aula já tinha começado. Mesmo assim, quando pensei que ainda poderia entrar, vi que os hammocks estavam todos ocupados, o que significa que a professora teria pensado que alguém não ia e permitira que outra pessoa ocupasse o lugar.

Tentei ir a uma aula de Total Condicinamento, não havia vagas.

Já que estava no ginásio, fui fazer o que não faço desde 2020: 35 minutos de tapete.

Saí do ginásio, vim fazer o almoço, assei castanhas sem ligar o forno e segui esta ideia. Algumas queimaram, sinal que da próxima vez tenho de usar a chama mais baixa logo no início do processo.

Estive uns quantos minutos ao telefone com a mana, a combinar o almoço de domingo, em sua casa, com uma parte da família.

Quando tive covid, há duas semanas, tirei as cortinas da sala e lavei-as. São seis, e pesadas. Elas são muito compridas, a gata sentava-se em cima delas, decidi cortá-las.

Mede aqui,mede ali, corta , alinhava, faz a bainha...e as dores nas costas também dão sinal.

Quatro estão nos seus lugares, faltam duas, ainda vai ser trabalho para hoje.

Entretanto, e depois de várias simulações na DECO, na ERSE e outros,decidi definitivamente tomar uma posição.

Fiz uma simulação aqui, vem na factura da EDP em "outras informações",isto:  " Para informações sobre ofertas de energia elétrica ou de gás natural, consulte o portal Poupa Energia da ADENE - Agência para a Energia em https://poupaenergia.pt, o simulador de preços de energia da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) em https://simulador.precos.erse.pt/ e o simulador de rotulagem de energia elétricada ERSE em https://simulador.rotulagem.erse.pt "

fui para esta última, poucos minutos depois recebi uma chamada.

A conversa do senhor indicava-me uma proposta para um fornecedor do mercado  liberalizado, com bons descontos,para gás e electricidade.

Confusa que estava, respondi que ia pensar.

Ficou de me ligar nesse mesmo dia, ao final da tarde, mas eu tive que sair, não  estive em casa até à horta de jantar.

Uma vez que online já há registo para o mercado regulado, e ouvindo este senhor, que tem feito muitos esclarecimentos no Instagram,  quando li num comentário que fez no seu blog que no mercado regularizado o preço é igual em todos os fornecedores, há pouco, entrei num deles, e fiz o registo.

Entretanto, este mês, já estou / estamos a pagar mais na EDP.

 

 

 

 

 

 

dos meus dias

Há alguns meses que ando meia despassarada com o que faço,mas não com o que é de responsabilidade,.

Não sei se é a idade, embora eu sinto que estou bem da cabeça, conduzo bem, tenho consciência do que faço, mas há pequenas coisas que  percebo que ela funciona mal, ou será cansaço, ou talvez todo este estado da situação do virus, em que tenho tido muito cuidado mas vejo pessoas das minhas relações infectadas e fico preocupada..

Não sei.

Por exemplo, na segunda-feira passada, fui dormir a casa da minha irmã. 

Tinha-a levado a casa. Na rua onde vive, paga-se o estacionamento,  mas atrás do prédio tem um caminho que dá acesso às garagens, quem é de fora e chega primeiro, de manhã cedo, estaciona o carro e vai à sua vida, regressando ao final do dia para voltar para casa.

É uma sorte arranjar estacionamento.Se não consigo, vou depois das 19.00h para casa dela, tiro o bilhete para o dia seguinte, no caso de sair depois das nove.

Então, na segunda-feira, levei a minha irmã a casa, mas ficamos um pouco de tempo a conversar dentro do carrro.

De repente, ela diz que o homem que está a aproximar-se vai tirar o carro que deixa estacionado nas traseiras do prédio, comento de imediato que vou estacionar o meu, ficava  para o dia seguinte, ia a casa e regressaria ao final da tarde, traria a minha mochila. Até porque na terça-feiraa ia de manhã cedo, de comboio, para o Porto e quando regressasse, levaria de carro para casa.

Tudo perfeito.

Leva-me cerca de vinte minutos a fazer o percurso a pé da minha casa à da minha irmã.

Levava dois sacos, que por sinal não estavam muito carregados.

Cheguei a casa dela para cozinharmos, não sei o que de repente precisei que se fez luz no meu cérebro e lembrei-me que não levara a mochila com o pijama, os cremes, a pasta e escova de dentes, enfim, essas coisinhas do nosso dia-a-dia.

A minha irã passou-se. Lamentava, mais que eu, porque ia ter de voltar a casa, porque não levava o carro, eu insistia que ia a pé, que o carro ficava estacionado pois perderia o lugar e no dia seguinte teria de ser ela a pôr a moeda de hora em hora, ou então, levava o carro para a minha garagem e teria ela de fazer o caminho de volta a pé.

E lá fui eu a casa buscar a mochila.

Eu estava de rastos de cansada. Foi um dia cheio. Deitei-me cedo.

Terça-feira,  fui de comboio para o Porto,cheguei à estação de Campanhã e fui levamtar dinheiro, precisava de carregar o bilhete de metro. Fiz a operação e. de repente, saem-me quatro notas de vinte euros e uma de dez. Pensei que a máquina estivesse avariada e me desse mais dinheiro que o que eu queria ( trinta euros).

Eu detesto ter muito dinheiro na carteira, uso o multibanco para quase tudo, guardei o dinheiro e voltei a meter o cartão na máquina para conferir quanto levantara.Vi no écran que de facto estava registado os noventa euros. O que aconteceu?

Em outros levantamentos, em vez de marcar o número três, marquei o nove.

Depois, pensei que em vez de pagar a consulta com o cartão pagaria em dinheiro, mas também lembrei-me que se a consulta de higiene oral pago noventa euros, a de ortodontia certamente seria muito mais, logo, teria  de usar o cartão multibanco porque o dinheiro não chegava. E comentava para mim que ando tola da cabeça, que só faço asneiras, que preciso de sair do meu ambiente e dar um giro e descansar... Mas para surpresa minha, e depois de estar na consulta quse uma hora, a assistente acompanhou-me ao elevador e disse que podia descer ao r/c e ir embora  porque não tinha nada a pagar.Yeah!

 Meti-me no comboio, cheguei a horas de ir buscar o carro e ir ao colégio buscar o sobrinho neto que tem aula de natação. É outra tarde do caraças! Preparo-o para a aula.

45 minutos depois, voo buscá-lo, dou-lhe banho, lá no ginásio, visto-o: " agora vou vestir as calças, levanta a perna, digo eu enquanto bebe o sumo que levo, agora levanta a outra... e por aí fora".Arrumo a roupa no saco, à pressa, pois ele foge para o corredor, vou a correr atrás dele, trago-o para a minha beira.

E levo-o a casa.

Venho para a minha, tomo um banho somente para relaxar.

Se consigo reservar a aula de Pilates, para a quarta-feira, sabe-me tão bem este bocadinho de tempo, é o meu dia grande.

À tarde, vou buscar o miúdo ao colégio.

Ora ontem, não me apetecia fazer jantar, comi um prato de sopa, um pão com queijo e maçã cozida, que adoro nesta época do ano.

Sentei-me no sofá a ver o Ricardo  Araújo Pereira, depois passei para a RTP2 ( dos canais que passa séries e filmes que gosto), passo depois para a SIC para ver a novela Bom Sucesso, apenas por que sou fã de António Fagundes. 

Mas de tão cansada que estava, e há noites que adormeço e quando acordo a novela já era, aconteceu ontem.

Quando acordei, a gata miava, andava atrás de mim.

Óbvio que pensei que ela queria comer. Antes de me deitar ponho um pouco de comida seca no prato.

E foi então que me lembrei que não tinha comida para ela, em casa. Tinha na garagem.

Eram 00:50h e eu tinha de sair de casa e ir à garagem buscar o saco que deixei lá na altura em que comprei duas embalagens, porque estavam em promoção, e para não subir as escadas carregada com as compras, o que não preciso de imediato, deixo-as na garagem.

Desci as escadas, liguei a lanterna do telemóvel, abri a garagem, peguei n embalagem, fechei a garagem, e voltei para casa.

Imaginava o que seria não ter nada e a gata miar a noite inteira.

Hoje,depois do almoço, tinha de sair com o carro, que estava na garagem, e quando vou para meter a chave na fechadura, a porta estava encostada. Significava que, à noite, eu convencera-me que a fechara à chave. Mas não. Abri a porta, a garagem estava intacta. O carro é velho, do mal o menos, mas estão guardados uns electrodomésticos e uma carpete que valem um bom dinheiro. E não são meus.

Uma amigaminha ligara-me a dizer que tinha tangerinas, limões e batatas para me dar , como estava com o  carro, não vinha carregada, passei hoje em casa dela.

Vim para casa, estacionei-o em frente à porta da garagem, amanhã tenho de sair cedo, não tenho de perder tempo a abrir e fechar, fechei o carro e vim para casa.

Quando cheguei casa, mudei de roupa, gosto de andar confortável, e fui lanchar.

Quando me lembrei do saco, não o vi na cozinha.

Procurei pela casa, e nada, "teria ficado fora da porta", pensei, abri-a, e nada.

E  depois de tanta procura, lembrei-me que quando subia as escadas não senti o peso do saco. "Pronto! Deixei-o no carro!", comentei para os meus botões.

E desci as escada e fui ao carro buscá-lo.

Felizmente,dentro de casa, a minha cabeça não tem esquecido de verificar se está tudo bem: as toneiras fechadas, o gás desligado, o ferro, quando o ligo, antes de sair de casa e de me deitar.

 

 

 

 

 

 

coisas desta manhã de 5ª feira

 Hoje de manhã fui esclarecer o que se passou ontem, aqui.

Não havia filas para nada. Quem tinha vacina agendada seguiu um caminho, estavam  apenas duas pessoas nas informações.

Chegou a minha vez, expliquei à jovem o que se passou na 3ª feira, que fui informada que receberia uma chamada para ser vacinada na 4ª, e a chamada não aconteceu.

Viu o meu cartão e disse-me para aparecer às 15horas de hoje, ou até às 16horas, mais tarde que esta hora não,  e seria vacinada.

Perguntei se vou ser vacinada mesmo, pois as informações que tive foram sempre dirferentes, e se ia directamente para o local da vacinação. 

Resposta afirmativa, saí de lá, meti o cartão na mala. 

Estava de carro, pensei passar pelo mercado municipal, mas perdi a vontade,  comprei num mercadinho alguma fruta que estava a precisar.

Cheguei a casa, e como é meu hábito, fui pôr as compras na bancada da cozinha. Fui tirar as sapatilhas, tirei o telemóvel da mala. Convicta de que metera o cartão de vacinação no bolso do forro da carteira, fui espreitar e não o vi.

Fui à  carteira,  vi na divisoria das notas, na da carta de condução, e nada!

Sacudi a mala , revistei nos entre os cartões!

Pensei que ao pagar as compras tivesse caído no balcão, ou que teria caído no carro, mas tinha a certeza de que o metera na mala.

Fui ver no carro, e nada!

Estava a ficar desesperada, teria de ir procurar no imenso parque automóvel do Fórum. Pensei ligar para a ARS e perguntar se podia  explicar no centro de vacinação o que aconteceu, e  se pelo número do cartão de saúde tivessem acesso aos dados e poderia ser vacinada.

Voltei a virar a mala , verifiquei tudo, até a bancada da cozinha onde pusera os sacos com a fruta.

E quando pensei ligar para a  ARS, vou à sala de jantar e vejo-o em cima da mesa.

Como é possível?

Eu não me lembro de ter entrado na sala. Os meus hábitos são os mesmos quando entro em casa,  como  e porque é que eu tirei o cartão da mala e fui pô-lo em cima da mesa?

Respirei de alívio.

Entretanto, tocou o telefone fixo.

Atendi.

Uma voz perguntou se era a dona da casa,  perguntei o que desejava, respondeu-me que estava a ligar de uma empresa de electricidade e que gostaria de saber qual a empresa que fornece a energia, que tem um desconto para mim...Interrompi, ainda com a cabeça "quente" do que acontecera com o cartão de vacinação, respondi que sou cliente EDP e que, por enquanto, não estava com intenção de mudar.

De repente,  diz: " a senhora é que sabe" , e desligou o telefone sem dizer um obrigada, um bom dia.

E é isto.

Hoje vou ter a segunda dose da Astrazeneca.

 

 

 

 

 

 

 

coisas desta sexta-feira

Sexta-feira é o dia de levar o sobrinho neto ao colégio.

Deixei o menino no colégio, fui às compras ao supermercado Froiz, sito, no Retail Center. É um supermercado que não há no centro da cidade, ficam os dois nos arredores. Gosto da limpoeza, do atendimento, dos produtos deste supermercado.

Caíam uns pingos de chuva que deram para molhar  a estrada e o carro, mas nada demais.

Feitas as compras, liguei a ignição, e de repente, vi um fumegar que vinha de cima do capot. Fiquei logo alerta.

Desliguei a ignição. Pensei que se saísse da grelha poderia ser do depósito da água, mas também pensei que seria condensação devido à chuva.

Não cheirava a queimado, a temperatura estava normal, mas o fumegar continuava.

Abri o capot, estava tudo normal, reparei que um tubo canelado tinha um fissura, isto é, estava rompido.

Não pensei mais. Liguei para a oficina, expliquei o que se passava, disseram-me que não podiam ver o carro, estavam com muito trabalho, que chamasse o reboque que levaria o carro para lá.

Quando chegou o reboque, e foi muito rápido, o senhor foi ver o carro e disse que era normal aquele tubo estar rompido, que o problema não era dali, que de certeza que precisava de água. 

Eu respondi que o carro tinha estado na oficina há pouco tempo, que o carro tem muitos anos e nunca fui eu que tratei de pôr água, sempre  deixei que a oficina se encarregasse de tudo.

O carro foi embora, e fiquei ali, sozinha, longe de casa.

A sobrinha queria ir buscar-me, mas eu disse que não viesse, que pediria um táxi.

Entretanto, não tinha o número de táxis, fui a pé, com as compras, até perto do Braga Parque, lá poderia apanhar um táxi.

A cerca de 200m do centro comercial, reparei numa paragem de autocarro, vi o  horário, vi que passa perto de casa...mas era no senttido inverso.

De repente, vem o autocarro, parou, perguntei para onde ia: " avenida central",respondeu o motorista.

Meti-me no autocarro, saí na primeira paragem desta avenida que ficaa cerca de 400m de casa.

Saco das compras( qb pesado) num braço, de x em x minutos passava para o outro, desde a entrada no autocarro até chegar a casa, foram dez minutos. 

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Ouvi na rádio do carro que vem uma vaga de calor para o início da semana,  mas as noites serão frescas ( tinha de ser, ainda é cedo para as noite quentes).

"um tempo excelente para ir até à praia" , comentei.

Se não fosse a gata, que não sai de casa, e o colégio do menino, alugava uma casa e passávamos um mês ou dois por lá ( a casa da sobrinha está  alugada até abril, senão ia de  borla).

Com a proibição de sair do concelho, não arrisco, o que me deixa desanimada. Também pensei ir durante a semana, mas receio que a polícia ande  a jeito.

Eu não desobedeço às regras de emergência e do" fique em casa", mas não falta quem o faça e tem uma sorte do caraças.

E eu tenho saudades da praia, daquele  pinhal, dos almoços na varanda, de ouvir os pássaros,de andar a brincar com o sobrinho neto junto à piscina, no escorrega, pelo meio dos pinheiros,da floresta encantada dos meus sobrinhos netosque estão longe do país.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

coisas do meu dia # manhã

acordei à 5:00h, sentia a bexiga cheia, levantei-me fui à casa de banho,voltei para a cama

às 6:00h, o sono não vinha, levantei-me,fui tomar o comprimido da tiróide

às 6:30, levantei-me de novo, fui buscar discos de algodão embebi-os em água de rosas ( está sempre no frigorífico), voltei para a cama, pus nas olheiras para refrescar e acalmar

às 700h, peguei no telemóvel,que devia despertar-me às 7:40h,  andei pelo Instagram

o despertador tocou, tomei banho,tomei o pequemo-almoço,vesti-me

saí de casa às 8:25h, fui buscar o sobrinho neto, é o dia que o levo à creche,de manhã

às 9:20h chegou o sobrinho neto, tinha de o levar à aula de ténis,a mãe ia a um funeral, o mais novo ficou com o pai

às 10:50h, estava no clube de ténis, fui, entretanto,fazer compras ao supermercado

estava na caixa self-service, a mãe ligou-me, ia buscar o menino, pedi que esperasse por mim, tinha a cadeira dele no meu carro.

às 12:00h, regressei a casa.

estou estourada, vou tentar tirar uma soneca depois do almoço

são as coisas do meu dia

 

 

 

coisas minhas # está calor

rteyery.jpg

estamos em Maio e já me apetece ligar a ventoinha. estou dentro de casa, e farto-me de transpirar.

ouvi dizer que o verão vai ser quente.

espero que os incêndios não sejam os mesmos ( aqueles que o homem provoca) ou em maior número dos anos anteriores.

já basta o coronavírus para matar pessoas e deitar abaixo a economia do país, e do mundo.

haja bom senso de todos.

poupem a floresta, por favor.

amanhã, vou à praia.

 

coisas minhas

hurry.jpg

 

Um final de tarde atribulado, ontem, com a chuva que caía ( e hoje ainda não parou) sem lugares ( a pagar) na rua, estacionei o carro num parque que tem elevador de acesso à rua, não nos molhávamos porque os gabinetes( imobiliárias, cabeleireiros, e outros) ficam debaixo do edíficio. 

Era dia de ir à Maia, às 18:00h costumamos sair de Braga,  eram 17: 20h quando fui buscar o carro. Introduzi o bilhete na máquina para pagar o estacionamento, meti duas moedas de 1 euro. O miúdo estava encostado às minhas pernas, e bem junto à máquina, não fosse ele escarpar-se, o lugar é de garagens, também, poderia vir algum carro. 

Tê-lo no colo não era possível, além de ser pesado também tinha várias coisas nas mãos, estava tudo controlado.

Mas o bilhete não saía da máquina. Ainda me virei para o guichê onde estava o segurança, para pedir ajuda, mas ele não me ouviu, aguardei que a máquina me devolvesse o bilhete, o que aconteceu, assim como o troco.

Cheguei ao carro, atirei com as moedas para o tablier, sentei o menino na cadeira.

Quando me aproximei da máquina para meter o bilhete e a barra subir para eu passar, a máquina não lia o bilhete.

O segurança, que estava na cabine, percebeu que a barra não levantava, veio ter comigo.

Pediu-me o bilhete, perguntou-me se tinha pago. Respondi que sim.

Olhou para mim, viu o menino atrás na cadeira, foi à cabine, voltou e, manualmente,  fez com que a barra subisse.

Agradeci e passei.

Fui à Maia, com esta chuva que não nos larga, regressei a casa, jantei, fui para o sofá. E adormeci.

Quando acordei, pensando eu que seria 00:40h, hora que habitualmente me deito e se não tiver ginásio de manhã cedo, fui deitar-me... Olhei o relógio da cozinha, eram 11:40h ( é mecânico estes 40), mas de tão cansada que estava, fui dormir. E hoje tinha ginásio.

Como é normal, também, quando me levanto do sofá depois de ter passado pelo sono, e vou dormir, nem sempre ele volta logo.

Foi então que se fez luz na minha mente: quando tirei o troco do tablier, reparei que não correspondia ao troco que devia receber, pois a máquina marcava 1,55€ de parque ( devia ter recebido 0,45 €) pensei  que afinal a máquina demorou a devolver o bilhete porque faltava dinheiro. 

E lembrei-me que lera qualquer coisa na máquina de 35 cêntimos, mas como estava preocupada com o menino, não reaciocinei, e como a máquina devolveu o bilhete e o dinheiro, 1,20€, que só à noite tirei do tablier,  para mim estava tudo normal. 

Hoje está um dia muito cinzento e de chuva, vou buscar o menino ao colégio, não passo lá, mas amanhã de manhã, vou falar com o senhor ( se for a mesma pessoa, senão, explico o que aconteceu).

Cheguei a casa, subi as escadas com o menino, já estava a fazer-se tarde, quando fui à carteira para tirar a chave de casa, lembrei-me que a tinha metido na gaveta do tablier ( faço isto sempre que vou ao ginásio, para depois chegar e estacionar na garagem). Com dúvida de que teria deixado no carro, remexi a carteira. Nada!

Que nervos!

Peguei no menino ao colo, desci as escadas, fui buscar a chave.

Toda eu tremia. Transpirava de nervos.

O tempo estava a passar, a sobrinha a chegar.
Quando chegou, eu estava mais calma, mas disse-lhe : "que final de tarde stressante".

Contei a cena da chave.

Faltou a do parque.