Layout - Gaffe
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Em 2017, escrevi este post sobre o fecho do antigo café Sporting, que deu lugar a outro, da cadeia Jeronymo, com uma variedade interessante de coisas boas: bebidas, cafés, sandes e bolos, que satisfaziam os clientes.
Quando os funcionários não vestem a camisa pelo trabalho, e o serviço é pouco eficiente, demorado, os clientes desaparecem.
Com dezoito meses de vida, o café fechou, vai dar lugar a mais um da cadeia de cafés e pastelaria que se estende pela cidade e arredores, que não é, de todo, dos melhores.
Continuo a priviligiar o serviço da Brasileira e da Lusitana os mais interessantes e emblemáticos desta cidade.
pela minha cidade
uma loja

uma igreja (Terceiros)

um jardim
uma vitrine

um largo

uma rua estreita (o outro lado da Sé)

manequim observando os turistas

igreja (São João do Souto)

Praça de Santa Cruz (Igreja de São Marcos)

Igreja e Santa Cruz

um desfile de automóveis Citroen.


Porto



Braga



Da caminhada de Domingo, que não fazia há bastante tempo, fui em direcção ao novo, e inaugurado recentemente, Parque Desportivo da Rodovia, fiz o percurso de sempre, saí do lado do Instituto de Nano Tecnologia, não vi a zona radical, mas do que se deparou aos olhos, parece que triplicou, tem espaços apetrechados de aparelhos para várias modalidades desportivas, enfim, a cidade tem um parque moderno e convidativo às práticas desportivas.
Segui o meu caminho pela colina de Lamaçães, grandes construções acabadas, outras se erguem, passei pela loja Zu para comprar ração para a minha gata.
As minhas pernas têm dado sinal de cansaço, o regresso a casa era mais lento, faltavam 20 minutos para as 13h, numa curva junto às casas que em finais dos anos 70 ficou conhecida pelo nome de aldeia dos macacos, vi um pequeno café que tinha a placa "Jogos Santa Casa", a porta estava aberta, apeteceu-me comprar uma raspadinha de 1 euro ( o máximo que dou).
Entrei, estava uma senhora ao balcão junto à máquina de jogos, dei boa tarde, e diz ela de imediato: " está fechado".
Olhei para ela sem perceber, insisti que queria uma raspadinha. Repete:"está fechado".
E foi então que eu comentei: " Então a senhora diz que está fechado, mas eu entrei porque tem a porta aberta".
"Já disse que está fechado".
Virei as costa e saí, comentando para mim: " Ora esta! Devias ser mais simpática, dizias que estava na hora de fechar, pedias desculpa, não podias vender nada."
o ânimo é outro, saí para umas compras.
Fotografei as decorações da cidade para a festa de São João, algumas ainda em montagem, encontrei um amigo que não via há mais de um ano, conversámos sobre a família e a vida.


Passei na Sé, estava a imagem de Santo António junto ao altar-mor.

No regresso a casa, passei junto ao Starbucks, que abriu hoje, estava cheio de jovens na esplanada e havia fila para entrar ( não sou fã desta cadeia, a não ser fora do país quando quero tomar café).

Manhã serena, precisava ir a esta loja (em frente às caixas do Hipermercado Continente) com descontos de 23%, todos os dias da semana, à 5ª feira é o dia da L'Óreal e Wella, precisava urgentemente de champô e condicionador, decidi ir a pé ( 2,5km), e fazer o meu exercício, já que nem sempre vou ao ginásio neste dia.
No regresso a casa, a cerca de 200 metros do Hipermercado, ouvia o ruído de um soprador de folhas de rua.
Presumo que tenho andado com mais atenção ao que se passa à minha volta, no que ao sexo masculino diz respeito, e se no sábado foi o Pappillon, hoje, um homem, jovem, alto, vestido com umas calças cor camel e uma malha polar ?? verde que me parece ser uma das fardas que os funcionários da Câmara usam, de costas para mim, movimentava a máquina que soprava as folhas juntos aos prédios que ficam numa rua abaixo e paralela à avenida que eu percorria, chamou-me a atenção pela cor do cabelo, que muito raramente se vê por cá: ruivo.
À medida que caminhava, os meus olhos curiosos não se desviavam deste homem de cabelo ruivo. Ele vira-se e uma vejo uma interessante e comprida barba ruiva.
Percebeu que alguém o observava, levantou os olhos, baixou-os, continuou a sua tarefa.
À medida que me afastava deste homem ruivo, pensava nela.
E se há uns meses foi um jovem que me chamara a atenção, também funcionário da Câmara, pela sua barba e coque, hoje o ruivo, parece-me que a Câmara está a apostar num quadro de funcionários jovens,dinâmicos e modernos.
Gostei! E vou estar mais atenta.
É um grande e bonito espaço de arte, cultura, luz, religião oriental.









Mas pagar 4 euros pelo comboio que tem três paragens que não servem para nada, foi a desilusão.
Cinco euros para andar nos jardins é justo. Convicta que o comboio levava para outros lugares longínquos, dei por mim, nas segunda e terceira paragens e a poucos metros da primeira, junto às estátuas, onde ficara para ver os jardins. Afinal, para ver estes, tive de voltar para trás.
Comboio? Não aconselho. Um modo de sacar dinheiro.
Acredito que no verão seja mais complicado, mas para quem não tem problema algum em caminhar e ver o que interessa e com pormenor, dispensa-o. E 3 horas são suficientes. Eu vi em 2h.
Gostei da visita, do espaço, do ambiente, dos alunos de uma escola que pareciam putos de 5 anos que corriam por aqueles caminhos que circundavam os jardins enquanto as raparigas posavam junto às imponentes estátuas para as habituais selfies
Não fui á prova de vinhos. Não bebo sem comer.
De tarde, fiquei na cidade de Caldas da Rainha, onde se pode desfrutar do enorme, fresco, soalheiro e belo Parque Dom Carlos I


pelo centro da cidade.




Desde o início do verão passado que não caminhava pela via pedonal da Rodovia. Com este tempo soalheiro, temperatura agradável, o ideal para caminhar, ontem, resolvi voltar a fazer o percurso da via pedonal mas na direcção do Bom-Jesus.

O rio Este tem pouco água, mas na pedra desnivelada do seu caminho ela cai e ouve-se o seu som sereno despertando-me o pensamento, talvez a chamar a atenção que há muito limpeza de vegetação a fazer.

Quando cheguei à zona dos campos de jogos, à excepção destes que continuam a funcionar, toda a zona pedonal está vedada.
O parque está em obras (e bem precisava) penso que tem a ver com o evento Braga Capital Europeia do Desporto que terá lugar no próximo ano.

A Câmara de Braga tem feito um bom trabalho na recuperação dos espaços verdes tão importantes para os bracarenses.

As duas vias passaram para o outro lado do rio Este: uma para ciclistas, outra para peões, que se prolongam até ao hotel Mélia, como já tinha referido aqui.

Famílias passeavam pelo caminho a si destinados, os ciclistas o seu, crianças que nas suas bicicletas seguiam os pais.

Cruzei-me com a minha irmã que caminhava com a nossa prima. Vi pessoas conhecidas que corriam ( ai, não, correr, não!), e um amigo meu que, "vestido a rigor" na sua pedalada para os lados do Bom-Jesus, se não me chamasse, não reparava nele.

Meti pelo passeio da Rodovia, sempre ao lado do Instituto Nano Tecnologia, passei nos campos de ténis, que estavam cheios de "desportistas" de fim de semana.


Há quem diga que temos o Bom-Jesus e o Sameiro lá em cima que nos convida a respirar e a viver a beleza dos seus templos e do ar puro, mas também precisamos de viver a cidade e nisto os bracarenses fazem-no muito bem.

À tarde, fui dar um abraço à minha Sofia, que veio passar o fim-de-semana, mas a estudar.
Fui com ela até à estação de comboio, seguiu viagem para o Porto.
No próximo fim de semana a Tuna Feminina vai actuar numa cidade do interior do país e sendo um elemento do grupo, também vai.

Novos amigos bloggers, pessoas simpáticas e simples que vieram de Lisboa, Cascais, Almada, Barreiro, para conhecerem quem já anda por estes caminhos desde Abril de 2015.
Regressaram as queridas e bem dispostas Fê e Isabel, que conheci no primeiro encontro.
Infelizmente algumas pessoas não puderam comparecer, uns por bons motivos, outros menos bons, mas foram carinhosamente lembrados: a Gábi (um abraço para si) , a Manu que marcou a sua presença com a maravilhosa e doce ginjinha" ( espero que tenha uma excelente estada nessas terras além Europa), o Pedro, a quem não cheguei a dizer um "olá e um abraço" porque a fila era grandita e entretanto distraí-me com outras coisas; o Professor João Paulo que, lá longe, em São Paulo, quis cumprimentar-me e agradecer a minha gentileza pela recepção que teve em Braga, quando por cá esteve, há dois anos.
Depois, foi conversa, fotos, risos, cantos.
A E, uma jovem mãe, simpática e divertida (conhecemo-la no encontro em Braga), que levou umas deliciosas trouxas, fez questão de levar-nos à Gare do Oriente e conversarmos um pouco mais.
O regresso foi em óptima companhia: Rui e esposa, a Janita e a Afrodite.
O nosso agradecimento vai para os organizadores deste evento que nos levaram até à Casa do Alentejo, onde estive várias vezes tão perto e não sabia.
Parabéns, Ricardo e Kok. Mostrastes que sabeis receber.
Para o ano estaremos de novo juntos, sabe-se lá, ou desconfia-se, numa qualquer cidade deste maravilhoso país, que poderia ser mais belo se o poupassemos dos terríveis incêndios que não nos deixam em paz, e porque uma minoria, parece-me, gosta de ver a floresta a arder.
A foto de grupo está demais, mas por respeito e consideração a algumas pessoas não publico neste cantinho. Fica o poema do Kok e algumas fotos minhas.





