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coisas minhas

por Maria Araújo, em 08.08.19

Com o tempo de chuva destes últimos dois dias, e apesar de a temperatura estar amena e  vestir mangas curtas, estava eu na Brasileira com a minha sobrinha, e filhote, a tomar um café de saco, comentei:

" Esta chuva dá-me vontade de entrar nas lojas e ver a colecção de Outono. Pena é que ainda não há nada"

É que me lembrei que tenho um casaco comprido preto, que comprei há mais de 10 anos, num dia de muito calor, na Zara.

Gostei muito dele, veste muito bem, é elegante, só o uso para as saídas à noite, para uma festa, ou num almoço ou jantar.

Este tempo lembra-nos de cada uma!

 

 

 

 

 

 

 

 

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ditados populares do mês de Agosto

por Maria Araújo, em 08.08.19

que assentam muito bem neste mês de Verão com sabor a Outono, porque hoje não precisei de regar as plantas, 

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"Primeiro de agosto, primeiro de inverno"

"Chuva de Agosto apressa o mosto"

"Quem malha em Agosto, malha com desgosto" 
 
" Em Agosto toda a fruta tem seu gosto"
 
"Temporã é a castanha que em Agosto arreganha"
 

"Seja como for,  Agosto quer calor"

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a fotografia possível

por Maria Araújo, em 08.04.19

Havia de chover de mais quando entramos na A3.

Nem nos piores dias de Outono e Inverno tivemos chuva tão intensa quanto nestes dias de Abril.

Ouvira, de manhã, na rádio, que o final da tarde seria de aguaceiros com queda de granizo para o norte do país (o que aconteceu).

Comentei com os meus botões que a verificar-se a meteorologia, seríamos apanhadas na autoestrada o que não era nada bom. Detesto viagens com chuva.

E a poucos quilómetros da portagem, depois de uma carga de água, eis que fui chamada a atenção para o lindo arco-íris que se formou no horizonte.

Na banco de trás do carro, tive tempo para deitar mão ao telemóvel, e antes que fugissemos do seu alcance, foi esta a fotografia possível mas que em nada mostra a intensidade das cores do lindíssimo arco-íris.

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"eve you ever seen the rain"

por Maria Araújo, em 02.02.19

depois de a Helena nos deixar, o sol chegou.

Uma música que adoro, de um grupo que gostei muito ( as recordações da minha juventude).

 

 

 

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estou preparada

por Maria Araújo, em 29.01.19

desde as 10h para sair de casa e fazer umas compras de fruta e legumes.

Não pára de chover, não me apetece sair.

Decidi vestir um vestido que não usava há uns anos, e porque ainda uso as meias de compressão, por cima destas visto uma meia calça opaca, e enquanto estou por casa, umas meias de lã.

Nestes dias de chuva, a falta da cadeira do bebé no carro ( acho que vou ter de comprar uma nem que seja usada)  sinto-me impotente quando tenho de ir buscá-lo ao colégio.

E assim passo um dia sem vontade de nada fazer. 

Ai! Sol como me fazes falta!

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trovoada, um espectáculo!

por Maria Araújo, em 02.06.18

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Na minha adolescência, de férias  com a família, na praia, no mês de Agosto, vi pela primeira vez, em várias frentes,  um espectáculo de relâmpagos que caíam no mar.

O meu irmão mais velho tinha pavor ao vento forte, mas gostava da beleza da trovoada, fomos  para o grande quintal da casa da praia ver este belo espectáculo que ia aumentando de instensidade ao mesmo tempo que as nuvens ficavam mais carregadas e a escuridão aumentava também, até que me apercebo que estava demasiado "em cima" de nós, os estrondos assustavam-me, fugi para dentro de casa, os outros ficaram. "Não há que temer, as faíscas caem no mar", diziam.

Desde então nunca mais vi nada idêntico...até ontem.

Não tenho medo de mais da trovoada quando estou dentro de casa, mas fora, depende do lugar onde me encontro.

Fui ao funeral de um colega numa aldeia do concelho da Póvoa de Lanhoso.  À saída de Braga, para  Este, as nuvens escuras e carregadas anunciavam uma forte carga de água. Saímos à hora marcada, não choveu em todo o percurso até chegarmos à aldeia. 

Outros colegas chegavam, paravam na berma da estrada, desconhecíamos o lugar onde ficava a igreja, era ainda cedo para a cerimónia fúnebre, quando uma forte carga de água nos impediu de sair do carro seguida de uma poderosa faísca e do estrondoso trovão que seria o primeiro de muitos que iríamos apanhar pelo caminho até à igreja.

Depois de perguntarmos onde ela ficava, seguimos debaixo de fortes descargas eléctricas, os raios potentes de luz assustavam-nos, mas ao mesmo tempo estando nós dentro do carro não temíamos. O nosso receio era as  muitas árvores junto da estrada, teríamos de estacionar o carro tanto quanto possível afastado delas.

Num largo perto da igreja, decido estacionar o carro junto a uma paragem de autocarro, quando uma descarga seguida de um forte trovão assustou-nos de mais. Tínhamos pressa de ir para a igreja, ficarmos mais seguras.  Quando já estávamos à porta, fechávamos os guarda-chuvas, no campo em frente à igreja um raio de luz cai mesmo à frente dos nossos olhos, o estrondo foi tal que parecia que tudo caía em cima de nós.

Foi esta a segunda vez na minha vida que apanhei um grande susto e me levou para dentro da igreja, mas antes ainda perguntei a um senhor, que me parecia ser o sacristão, se a igreja tinha pára-raios. A resposta foi que não sabia, entramos, muitos dos nossos colegas ocupavam os bancos, esperavam o corpo que ainda não tinha chegado para a cerimónia fúnebre, sentamo-nos, ficamos mais tranquilas. 

Acalmou um pouco o tempo, mas quando nos pareceu que a trovoada e a chuva teriam ido para outras bandas, não, voltaram os trovões, por  mais algum tempo.

Quando a cerimónia acabou já não tínhamos a chuva e a trovoada.

Fomos à casa de campo da minha amiga. Quando chegamos lembrou-se que deixara no carro ( fui eu que levei  meu) o comando do portão, teríamos de saltá-lo.

Primeiro ela. Pensando que eu não conseguiria saltar (ahahah!),foi buscar o escadote, passou para o lado de fora para eu subir e saltar para o outro lado. 

O sol de final de tarde sorria, estava um ar fresco e perfumado, a relva verde molhada da chuva, não nos impediu de vermos as árvores de fruto ( tudo obra dela) que, disse a M,  à excepção dos quivis e talvez os maracujás, este ano não vão dar nada,  

Adorei ver as poucas  flores da romã e do maracujá. São lindas!

 

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Sexta-feira Santa

por Maria Araújo, em 30.03.18

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fria, chuva, trovoada, granizo.

Comprei amores e margaridas, tirei os vasos da varanda,  trouxe-os para a marquise tal era a quantidade de granizo que caía.

Hoje de manhã, saí de casa para umas compras, apeteceu-me voltar atrás e calçar as luvas que não uso há anos.

Que tempo!

 

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pedras preciosas

por Maria Araújo, em 29.03.18

Fui ver o meu sobrinho neto.

Lindo, gordinho, comia a sopa de alho francês. 

E a mãe não pode parar, têm de ser seguidas as colheres que vão à boca.

O telemóvel tocou, fui falar  para o pequeno espaço de quintal.

Reparei que a ameixeira já tem flor.

Mas a beleza da árvore estava nas numerosas gotas da chuva, autênticas pedras preciosas que pendiam nas pequenas pétalas e nos ramos.

Uma bela árvore em final de tarde.

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 28.03.18

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Tinha feito planos para ir ver a Animação de rua com um Grupo de alunos "farricocos" , de uma das escolas secundárias da cidade, a chuva caía com vontade, não os vi, certamente fora cancelada a actuação.

Passei pelo talho para pagar o cabrito encomendado, iria mais tarde, de carro, buscá-lo, não queria andar à chuva com um saco de 6 kg de carne.

A dona da mercearia/talho, costuma tratar a minha irmã, uma boa cliente, por doutora, que não é. Na maioria da vezes, a mana faz as encomendas de bacalhau e cabrito, eu sou a transportadora,  e a verdade é para se dizer, a carne e  o bacalhau são mais caros, mas dá gosto comprá-los; tudo de óptima qualidade.

Pelo Natal, fui buscar o bacalhau, a senhora voltou a falar na doutora, minha irmã, do que gosta de levar para casa e tal, comentei que a mana não é doutora. Ficou estupefacta a olhar-me... " é engenheira", acrescentei. E a minha irmã nunca se apercebeu que ela a chama de doutora.

De nada valeu corrigir. Hoje, ordena ao empregado que corte o cabrito da doutora em pedaços, que mais tarde a irmã (eu) viria buscá-lo, era pegar e sair da loja, o trânsito naquela rua não permite que deixe o carro em 2ª fila.

Regressei a casa, mas antes passei na Igreja da Misericórdia, quase sempre fechada, mas aberta na Semana Santa.

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Chave do carro na mão, voltei ao talho. Uns quantos carros estacionados em 2ª fila, deixei-o cá atrás com os piscas ligados. E se havia de me molhar foi naqueles escassos 20 metros que percorri.

Saco do cabrito na mão, a senhora vem dar-me um beijo, deseja uma Páscoa Feliz para a doutora, para mim e família e, de repente, pergunta: "O bacalhau era bom? Tinha uns bons lombos não tinha? A doutora disse que era muito bom".

Respondi afirmativamente, agradeci, desejei uma boa Páscoa, e saí.

A Semana Santa é de chuva, não me parece que hoje a Procissão de Nossa Senhora da "burrinha", a maior das quatro,  vá sair à rua. 

Só se a chuva parar, mas está frio, também. Se bem que já fui ver procissões com a chuva a cair e as pessoas não arredavam pé.

Por acaso, o sol está a sorri, agora!

Vou aproveitar e dar um beijo ao meu sobrinho neto ( 5 meses) alfacinha que chegou ontem de Lisboa para passar a Páscoa com a família.

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(imagem da internet)

 

 

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coisas do tempo

por Maria Araújo, em 26.03.18

Prevista que está a chuva a partir de 4ª feira, e que se vai manter por cá até meio da primeira semana de Abril, fui dar um passeio pela praia.

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Em Ofir os praticantes de body board e surf andavam por lá, o sol era quentinho, embora o vento fosse frio, desta vez não almocei no bar do costume. A esplanada coberta desapareceu, não queria almoçar  na esplanada ao sabor do vento, que nem era forte, mas sentia-me mais confortável se estivesse protegida.

Fui na direcção de Esposende procurar a antiga esplanada, que mudara de proprietário, estivera fechada algum tempo, há muito que não gozava do sol neste lugar.

E que bem se estava.

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Depois do almoço, fui dar a volta pela praia.

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As altas dunas de areia que o mar e o vento trouxeram eram demasiado altas, ocupavam o caminho até à praia. E como seria de esperar, o areal está mais pequeno, continuam as imensas pedras ao longo do areal, os cafés em cima da praia (que devia ser proibidos existirem) com sinais de destruição e lixo.

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À medida que me aproximava do local onde o rio desagua, e que estivera em obras a última vez que por lá passei, fui vendo as mudanças da obra do homem. E quando chego à beira do local onde outrora se viam muitos pescadores, porque ali dava-se a junção do rio Cávado com o mar, eis que vejo um areal artificial de praia onde algumas pessoas   pescavam, outras passeavam.

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Não queria acreditar como um lugar inacessível é agora um local de veraneio.

Ao fundo, na ínsua que sofrera obras com a colocação de geocilindros e que estavam praticamente cobertos de areia, vê-se, agora, a descoberto e com alguns sinais de destruição, e porque o mar não perdoa.

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Acredito que estas obras são feitas no sentido de protegerem as populações, mas tanto desvio, tanto artifício, e o mar continua a fazer das suas, vejo estas construções caírem por terra, mais ano, menos ano.

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 A Sofia ( 19 anos)  e o Diogo (21 anos) andavam na escola do 1º ciclo, costumava levá-los à praia nos primeiros dias de Setembro, antes de as aulas começarem. Em 10/15 anos muito mudou nestas praias do norte.

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Coisas do tempo...

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