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cantinho da casa

cantinho da casa

telefonemas que valem a pena atender

Devido à COVID 19, há dois anos que deixou de haver massagem de rosto nas termas onde costumo fazer tratamentos  bem-estar.

Há um mês, voltei aqui para uma massagem, perguntei se já faziam o tratamento de rosto,  a resposta foi que não.

Ontem, ligaram-me de uma perfumaria neste centro comercial, ( só passo lá quando vou à loja Ikea) porque além de ter um vale de presente de aniversário, ofereciam uma massagem de rosto da Shiseido (os produtos que uso desde 2019).

Óbvio que aceitei.

E ainda bem que fui.

Fez-me a limpeza do rosto, uma massagem facial com uns dedos maravilhosos  ( se fosse rica,contratava-a para vir todas as semanas fazer este serviço), massagem cujas mãos delicadamente passaram pela cabeça e ombros.

Depois, aplicou o creme de rosto.

A minha pele estava linda! 

Como  fui com intenção de trazer o creme, ainda abri mais um pouco a carteira e trouxe algo mais.

Não estava à espera de gastar uns quantos euros, mas tendo em vista que estes cremes duram bastante nas minhas mãos, decidi investir também no sérum.

Antes de pagar, lembrou-se de passar uma sombra com brilho, nos olhos, e a máscara de pestanas ( sempre usei).

Então, olhei o espelho e comentei que estava preparada para a noite, mas devia ter sido para amanhã, uma vez que vou jantar fora e a este concerto ( ainda não recebi confirmação das meninas com quem vou ).

E saí da perfumaria directamente para o carro, não entrei na loja Ikea, não fosse gastar dinheiro em coisinhas que gosto.

Entretanto, com a tarde bonita que está, vou dar um passeio com a mana, a filha da mana, e a mamã do sobrinho neto.

 

 

 

 

 

 

 

influencer? bem bom

Admiro ler os seus textos.

Este "desafiou-me" a regressar às salas de cinema.

Também desafiei uma amiga.Fomos ontem, ao final da tarde.

Foram muitas as festas de fim de semana do vinil, em que vibramos a cantar e a dançar ao som desta Girls Band portuguesa.

Também estavamos a precisar de sair, de alguma coisa que animasse a vida.

E animou.

Não só a estória delas, como o ambiente, a formação da banda, os homens que fizeram parte do seu sucesso.

E trauteávamos.

No final, ninguém naquela sala se levantou.

Cantava-se.

Estavamos à espera de mais.

E o Bem Bom foi o remate deste delicioso filme que a "influencer",  que eu leio todos os dias, tão bem contou no seu texto.

Fez-me sair de casa, fez-me  voltar a comer as duas fatias de pizza (que me souberam muito bem) que, há um bom par de anos, eu e a minha amiga, a companheira das sextas-feiras à noite, quando nos apetecia, e depois de uma semana de trabalho, íamos jantar ao centro comercial, e deixamos de o fazer.

Hoje, enquanto fazia o almoço, cantava e dançava ao som desta banda  ( que saudades de dançar!)

E o dia correu mais animado.

 

 

 

fui às compras

fui ao braga parque, entrei em algumas lojas para ver as novidades, só vi farrapos. 

não entrei nesta loja,nem nesta, que chegou a ter escrito na etiqueta  "orgulhosamente fabricado em Portugal", nesta só nos saldos, e porque os preços não me agradam, sendo grande parte das peças fabricadas na China, ou Blangadesh, e o coiso, então vou à Zara.

depois, fui ver lingerie,mais propriamente cuecas.

as rendas são mais que muitas, e se eu gosto um pouco, nem sempre compro porque me cansam.

nesta loja, a colecção é parca,e o que antes se via em várias mesas ou prateleiras, e por cores, limita-se a um espaço muito pequeno, já que a roupa de noite e de fitness espalha-se por todo o espaço.

saí do centro, não comprei nada.

hoje, passei na feira semanal e comprei seis cuecas.e também comprei uma camisola para o meu sobrinho neto,que vai fazer três anos,desta marca muito procurada na feira.

infelizmente, tal como nas lojas, o "fabricado em Portugal" não aparece.

vi uns vestidos desta marca, que adoro e sempre que vou a Lisboa perco-me a ver os modelos, a única que a etiqueta dizia "fabricado em Portugal", mas o meu guarda-roupa diz-me que não preciso, há que romper o que tenho.

gastei 21 euros.

 

 

 

 

 

fui ao Porto

Tive uma consulta de higiena dentária com uma médica da minha cidade.

Gosto muito do trabalho pormenorizado que faz (pago uma nota grande menos 20).

A consulta estava marcada há cerca de 4 meses para as 11h.  Para chegar a horas, tenho de sair no comboio das 7h34, para em seguida apanhar o metro até à Casa da Música.

O problema é cá na cidade. 

Sair de casa às 8h10 para deixar o carro estacionado numa praceta onde não se paga estacionamento, pensava eu que o tempo chegava, e não me enganei, para depois descer a praceta, atravessar a rua para a estação de comboios, que são cerca de três minutos, e para chegar ao comboio um pouco antes da partida, uma vez que eu prefiro chegar e esperar sentada  que parta, a perder o comboio.

Esquecera-me que à hora que saí  de casa o movimento de carros junto à escola aqui da rua e na avenida da liberdade é intenso.

Estava habituada a sair para o trabalho às dez para as oito, não apanhava grande trânsito, chegava sempre a horas  de ir com as colegas tomar café.

Apanhei fila nas duas ruas, cheguei à praceta e não tinha um lugar onde estacionar o carro. Deixá-lo no parque da estação àquela hora também era complicado porque não só apanhava trânsito, mas também tinha de procurar lugar no andar -2 e correr para o comboio.

Havia um espaço pequeno na entrada da rua que dá para as traseiras do prédio onde vive a minha irmã.  Vi o carro dela estacionado mas estacionei o meu nesse bocado de espaço. Saí do carro mas a traseira ficava fora do passeio  e que impedia os transeuntes de o atravessar, obrigando-os a dar a volta ao meu carro.

Uma senhora, que passava naquele momento, disse-me que não havia problema em deixar o carro estacionado desta forma, que a polícia não multava. Como eu achei que não estava bem, liguei à  minha irmã para saber se ia sair para o trabalho naquele momento. Ela tirava o caro eu estacionava no lugar dela.

Não. Ainda demorava algum tempo.

Eu já estava a desesperar, até que ela diz para eu deixar a chave e tratava de o estacionar no lugar do seu.

- E a chave?-, perguntei.

A empregada estaria hoje lá em casa, quando chegasse do Porto ia buscá-la.

Assim fiz. Abriu-me a porta, deixei a chave na caixa do correio.

Já no comboio, vejo uma moça sair deste com um cartão na mão. 

Tranquila que estava por ter chegado a horas, eis que de repente o comboio deixa a estação e me lembro que não validara a viagem.

"Ai, o cartão!", saiu-me da boca.

E diz o senhor que se sentava ao meu lado: "Agora não lhe adianta nada, fale com o revisor".

Tinha acontecido a mesma situação há um ano e a senhora que estava ao meu lado dissera-me que  não devia esperar que o revisor chegasse para ver o cartão, que eu devia ir à carruagem da frente, que apresentasse o cartão e o talão de pagamento que ele não multava.

Lembrei-me desta cena, levantei-me, fui à carruagem da frente. Lá estava ele.

Expliquei que carregara o cartão no dia enterior, que tinha o talão, que pedia desculpa mas atrasara-me a estacionar o carro e para não perder o comboio esquecera-me de o validar.

O revisor pegou nele, passou no leitor de mão e assim fiz a viagem sossegada da vida.

Bolas! Já aconteceu isto pelo menos quatro vezes.

Depois de tomar o 2º pequeno-almoço, fui para o metro, apresentei o cartão à funcionária para carregar. 

Mal lhe dou o cartão diz que não é aquele.

- Como assim?!-,  perguntei - Sempre que preciso de apanhar e o dou para carregar, vocês dizem que são válidos por um ano, e quando chego cá, ora mudaram, ora estão fora de validade. 

- Ah! Mas é que os cartões são outros. Mudaram.

Que remédio tive eu comprar novo cartão. 

Expliquei quais eram os meus destinos, por isso, seriam três viagens. Ela diz que não, que são quatro, eu digo que são três, até que:

- Vá carregue quatro. Quanto é?

- 5,20 euros.

"Bolas!", pensei.

Combinara almoçar com a Sofia, depois da consulta, meti-me no metro, tinha de mudar na Trindade e apanhar o que vai para o Hospital São João.

A Sofia tinha apenas 30 minutos para almoçar e voltava à Faculdade. Fomos ao centro comercial junto ao Hospital. A restauração estava completamente cheia de estudantes universitários,de  pessoas que viriam das consultas daquele e do IPO. 

Fomos a um dos balcões de saladas e sandes. Vi que tinha wraps ( gosto dos wraps do McDonald's), a funcionária perguntou-me se era de frango, vira nas ementas que levava legumes, não perguntei nada dos ingredientes que incluía, respondi que sim. A Sofia quis uma sande ( estava muito bem composta).

E detestei o que comi. A massa fria, uma pasta enjoativa, maionese que não suporto, a não ser que seja feita cá em casa.  

A Sofia dizia-me para pedir que aquecesse o wrap, mas já tinha comido metade, não fui. Foi mesmo uma decepção.

Preferia ter almoçado uma tosta quentinha.

Fui ver algumas lojas que não há cá na cidade. Comprei umas coisas para a Sofia e uma malha de uma marca que nem me lembrava dela de tão cara que é, que na minha juventude ia para a porta da loja de Braga para apanhar alguma nos saldos, malhas essas boas e que duram uma vida: Sidney.

Queria azul, mas não havia o meu tamanho e trouxe a verde.

Estava na hora de ir para o comboio. Na estação, não me esqueci de validar o cartão. Entrei no comboio, sentei-me.

Uns minutos depois, senta-se ao meu lado uma senhora, que me pergunta:

- Este comboio é para Braga?

- Sim, acho que sim. No placard indicava a linha 5.

- Mas eu acho que não é este. É o da frente.

- E há outro comboio à frente?

Ela não me respondeu e saiu.

Levantei-me e e fiz a pergunta ao casal de namorados que estava do outro lado.

- Sim-, diz ele.

Fez-se luz nesta mente. Já não é a primeira vez que entro no primeiro comboio, por vezes quase vazio. À frente  há um comboio que parte primeiro e cujo destino, àquela hora é Braga.

Saí do comboio colado ao"meu".

" Bolas, Maria! Sabes bem que o comboio desta hora que está ao fundo na plataforma é o que tem o teu destino".

E entrei, já com ele quase cheio.

Partiu um minuto após me sentar.

Ah! Afinal gastei duas viagens de metro. Saí na Trindade, desci a avenida dos Aliados e fui tomar café à pastelaria Ateneia/Arcádia.

As duas restante, espero eu que sejam válidas, ficarão neste novo cartão até Abril de 2018, altura da próxima consulta lá nas bandas da Boavista.

 

 

 

esquisita?

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Hoje com intenção de ver o filme "Fátima",fui aos cinemas do centro comercial. O filme já tinha começado, era tarde demais, desisti e fui dar uma volta pelo centro, onde também não ia há bastante tempo.

Decidi entrar na Zara.Vira na loja online umas peças interessantes.
Entrei. Muita roupa, pouco espaço para os clientes circularem. Nada me agrada.

Farrapos, foi o que vi.

Esquisita?

E as pessoas pisavam a roupa caída no chão

Saí da loja.

 

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esta loja é...?!

O dia está cinzento, a temperatura desceu de mais.

Fui ao Braga Parque. Entrei na Benetton para fazer uma troca de uma camisola ( não suporto poliéster, poliamida) que recebi no aniversário, troquei por uma 100% algodão.Preferi pagar a diferença e trazer algo que visto.

Dentro da loja, encontrei a mãe de uma amiga minha. Também ia trocar umas peças da colecção de primavera. Dizia ela que nada lhe servia.

Estava eu a ver as camisola, quando ela vem ter comigo e pergunta-me: " Esta loja é a Primark?!"

" Não, esta loja é a Benetton", respondi.

"Ah! Estava a ver peças tão diferentes das que comprei, penso que estou na loja errada. Onde é a Primark?"

Expliquei-lhe onde é. Mas tive de lhe explicar bem.

A idade pesa, as pessoas perdem a noção dos lugares.

Mas também é um facto que esta senhora, que conheço bem, é pessoa de passear na rua, não frequenta o centro comercial.  Até por que este fica longe do centro da cidade.

Dei uma volta pela Zara Home, pela Massimo Dutti, entrei no Pingo Doce para fazer umas compras.

Estava farta de estar fechada no centro comercial,  vim embora

Não gosto de nada.

E tenho um cheque presente para utilizar.

 

 

 

e pensei: "roubaram-me o carro! ...

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ou alguém confundiu com o seu, e levou-o."

Fui ao centro comercial ver malas de viagem. Costumo estacionar o carro na rua, mas como poderia comprar alguma que gostasse, estacionei o carro no parque, piso -1, perto do elevador.

Fui à loja, não tinha a cor e o tamanho que queria, e as que gostei estavam esgotadas e/ou não há naquela loja.

A fucionária foi  ao computador, disse-me que na loja junto ao Continente havia uma em stock. Decidi ir lá..

Entrei no mesmo elevador e quando saí: "Ah, o carro?!", questionei-me. "Alguém levou o meu carro!"

No seu lugar estava um carro branco modelo e marca igual, mas branco.

"Esquisito, nunca tal me aconteceu", dizia de mim para mim.

Nunca ouvira comentar que houvesse roubo de carros, mas mesmo assim passou-me pela mente que alguém o roubasse.

Dei quatro voltas, fui mais à frente espreitar, voltei para trás, não fosse ter feito confusão. Nada!

As pessoas que entrava no elevador olhavam-me, percebiam que eu estava à procura do carro. Ninguém perguntou nada.

Decidi entrar no mesmo elevador e procurar um segurança.

Encontrei-o perto de uma loja junto a uma das saídas do centro.

Falei com ele.

Sorriu. "Não, aqui ninguém rouba carros. De certeza que a senhora  saiu no elevador errado."

"Eu não estou a dizer que o roubaram, estou a dizer que alguém podia ter levado o meu carro, por engano. Sei que isso pode acontecer."

"Não", repetia e sorria, "o seu carro está lá no lugar onde estacionou, tenho a certeza", dizia com muita convicção. "Em que elevador subiu?"

Expliquei, disse que conheço muito bem o centro, que nos dias de maior movimento nunca esqueci o lugar, que há muitos lugares vagos, não ia confundir o lugar onde deixara o meu.

"Siga-me", disse.

Descemos dois lanços de escadas, abre uma porta, duas portas, sempre a dizer "garanto que o seu carro está no lugar onde estacionou."...

E eis que deparo com o meu carro.

"É aquele! Não acredito! Como é possível? Eu desci neste elevador e no lugar do meu carro estava um carro da mesma marca, branco.

"Sabe que todos dizem a mesma coisa? A senhora não desceu neste elavador!"

"Desci, sim!"

E expliquei por onde viera, que passara a saída do parque do supermercado, que uma senhora estava a sair do estacionamento junto ao elevador, eu aproveitei para estacionar naquele lugar, uma vez que seria mais acessível chegar à loja.

E contou-me várias cenas, uma delas que um senhor afirmava que roubaram-lhe o carro, que andaram uma hora à procura dele, que perguntaram se não o tinha deixado na rua, o senhor convicto afirmava que não, até que um dos seguranças foi à rua verificar e o carro estava lá.  E contava que o senhor insistia que sempre o estacionava no parque, mas contrariamente ao habitual, dessa vez,  estacionou-o na rua, mas esquecera-se.

Ao mesmo tempo que comentava com ele que entrara e saíra naquele elevador, ele dizia que não, ainda muito confusa, e rindo-me, desfiz-me em desculpas.

O segurança dizia que eu entrara no elevador "x" junto à loja "y" ,  mas saíra noutro. E não estou a visualizar o dito elevador.

Entrei no carro, dei a volta para lembrar o percurso que fizera desde que entrara no parque. Passei junto do elevador e não vi o carro que estava no suposto lugar onde deixara o meu.

E ainda agora penso e farto-me de visualizar mentalmente o parque. Sempre e só conheci dois elevadores, os mais antigos, que estão em lados opostos, como podia eu  ter saído pelo elevador errado?

Nunca tal me aconteceu. 

Mas não vou ficar por aqui. Um destes dias vou voltar e ver qual o elevador que supostamente eu saí.

Nunca tal me acontecera. 

já só faltam 15 dias

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para abrir o edifício Nova Arcada, em Palmeira, Braga.

Não me interessa o centro comercial, não sou fã de lojas em espaços fechados, procuro-as apenas quando quero algo que não haja nas lojas de rua. 

Com o Ikea  por cá, finalmente,  as muitas fã  anseiam o próximo dia 17, e eu também, para encherem os olhos de coisas giras, e esvaziarem a carteira num ápice. 

Mas eu não vou no dia de inauguração, não! Sou alérgica a inaugurações, à confusão, ao frenesim das compras.

Hei de ir, sim, uns dias mais tarde, de manhã, sem horas de regressar a casa, com calma, para ver as novidades, as decorações, sozinha, sem ninguém a chatear-me a cabeça para me despachar.

Bem-vindo a Braga,Ikea.

 

 

 

 

 

Os carros para as crianças

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Um dia destes tinha ido ao centro comercial, vi uma senhora que empurrava um mini-carro para crianças, mas sem a criança lá dentro, ok.

Hoje de tarde, fui com a minha sobrinha e os meninos centro comercial, vejo passar uma mãe que empurrava um carro vermelho com uma criança lá dentro e diz o meu sobrinho neto: "mamã, também quero um carro vermelho".

O miúdo está cá há cerca de três semanas, já conhece os carros e eu que passo lá várias vezes nem sabia que existiam.

Foi então que percebi. Paga-se 1,50 euros a criança vai dentro do carro, a mãe ou o pai empurra e é uma maneira de as crianças andarem às compras com os pais sem chatearam muito.

Não havia carro vermelho, dos dois que estavam parados, escolheu o mini verde e lá fomos nós calmamente às compras.

Mas o miúdo quis ir ao "parquinho" (parque). Enquanto a mãe foi às compras para o bebé, eu empurrava o carro até ao parquinho, uns minutos de brincadeira, voltou ao carro, fomos dar uma volta pelo centro.

Uma ideia de marketing muito interessante, que  não é caro, não tem limite de tempo e a criança gosta. Fica mais caro aquela coisa do noddy em que se  paga 1 euro e dois minutos depois pára e a criança insatisfeita, quer mais.

 

 

 

 

 

Não havia necessidade

de se constuir um centro comercial enorme, nos arredores da cidade, quando temos centros qb, alguns mais antigos e parados no tempo.

Comentava-se que, por falta de verba, os Chineses teriam comprado o edifício e seria um grande centro de comércio chinês.

O tempo passou, estava previsto ser inaugurado em 2011, depois em 2014, ficou o edifício parado, não há quem o queira e agora vem a notícia da falência dos Dolce Vita de Vila Real, Porto e Coimbra.

Em anos de crise, não havia necessidade de construírem um centro comercial tão grande e fora da cidade.

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Centro comercial Dolce Vita, Braga