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quando a cidade vive a sua história

por Maria Araújo, em 24.05.15

parece que a vida fica mais simples, vai-se para a rua (o tempo também ajuda, "obrigada,São Pedro"), há festa, há alegria, há animação, há GNR para a reinação.

"Reviver Bracara Augusta" começou na quarta-feira e acaba hoje.

É, na minha opinião, das melhores festas de rua que a cidade tem, seguida, nos  últimos três anos, e aquando de "Braga Capital Europeia da Juventude", a Noite Branca.

O São João, festa da cidade, já teve o seu período áureo no século passado, cheio de multidão que, até ao amanhecer, subia e descia a avenida principal da cidade.As camionetas vinham dos arredores cheias de foliões, que de tão cansados estavam da noite, dormiam as poucas horas que tinham para a romaria do dia 24, ao relento ou dentro dos autocarros...mas isso no tempo em que se podia andar à vontade na rua.

Com abertura dos grandes centros comerciais os horários de trabalho à noite, muito mudou. Só mesmo os mais jovens, os que já estão de férias, para se aguentarem na noite e para a bebedeira.

Desde então, porque já não tenho paciência para andar no meio da multidão, são poucas as vezes que vou gozar a noite de São João.

Adiante. Então, as minhas festas de rua são Braga Romana e a Noite Branca.

Este ano, com o centenário do Theatro Circo, não faltam programas. Seleciono alguns,  não posso ir a todos,  "olhem, não páro!"

Fazendo o resumo por fotografia e vídeos, com a manhã de hoje no Parque da Rodovia em que o Fitness Club fez as aulas de zumba e body balance ao ar livre, fica a minha reportagem destes quatro dias de folia.

Hoje é o encerramento de "Reviver Bracara Augusta". Vi o programa da noite, estou decidida a acabar em grande esta festa de grande importância cultural para a cidade, o país e o mundo (muitos turistas levam a nossa história além fronteiras).

 

quinta-feira

 

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sexta-feira

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Concerto GNR

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 sábado

 

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domingo

"Mexe-te Braga"

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Procissão dos Passos

por Maria Araújo, em 29.03.15

Há muitos anos, acho até que desde miúda, que não ia à procissão dos Passos.

Hoje fui ver, aqui perto de casa, e fiquei decepcionada. Um cortejo pequeno.

Ou as pessoas não têm dinheiro para vestir as crianças de anjos e/ou outras figuras bíblicas, ou as crianças não querem (eu nunca quis), ou a tradição já não é o que era e as pessoas preferem ser espectadoras.

Também, se não me recordo há quantos anos não vou, posso estar a exagerar e esta procissão ser de facto pequena.

Passaram os GNR, que abriam a procissão, alguns estandartes que voavam quando o vento soprava ais forte e quem os levava fazia um grande esforço para os segurar.

E de repente a procissão parou em frente à Igreja da Santa Cruz . Dos altifalantes saía a voz do Arcebispo Primaz que, durante cerca de meia-hora, fez a pregação.

A temperatura não era de primavera, o sol fraquito ia sorrindo sem aquecer os corpos e a paciência não era muita. Viam-se alguns anjinhos fora do cortejo a brincar no jardim em frente. Pudera! Quem aguenta meia-hora com a brisa fria que fazia?

Alguns idosos  que se sentavam nas escadas da Igeja de São Marcos, onde arranjei um lugar para poder tirar algumas fotografias, comentavam "não há anjos? as pessoas estão a guardar-se para as procissões da Semana Santa?"

E os transeuntes que já tinham visto a procissão noutra rua passavam pelo meio do cortejo parado, sem respeito por quem estava ali à espera que a pregação acabasse e pudesse seguir o seu caminho.

Habituada que estou a ver muitos andores, passaram apenas dois, mais alguns anjinhos, grandes e pequenos, os seminaristas e a banda.

E eu  que pensara que ia ver um grandiosa procissão.

E as fotografias não foram as melhores, também.

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665 - Feira do cavalo

por Maria Araújo, em 27.06.10

Ontem foi um dia de relaxe.

Comecei com a minha aula de hidroginástica.Gosto de ir ao Sábado porque são poucos alunos e posso movimentar-me à vontade na água.

Ainda fui ao jacuzzi. Dispensei-me do banho turco, uma vez que estava com ideia de ir à praia.

A meteorologia indicava alguma nebulosidade e vento de NW.

Quando cheguei a casa, tive um convite para ir à praia e, no final da tarde, seguir para Ponte de Lima, ás  feiras novas, onde os cavalos são os personagens principais.

Nunca tinha ido a uma feira destas. Aceitei.

A praia estava agradável. Enquanto o namorado da minha irmã dormia um sono, nós jogávamos à bola. A Sofia, sem a bola, não é ninguém.
Maré alta, bandeira amarela, mas a Sofia teve de tomar o seu banho de mar.

Saímos cedo. Uma bebida na esplanada e seguimos para Esposende, para mudarmos de roupa.

Decidimos jantar na Foz do Neiva. Queríamos saborear um arroz de marisco.

Mas o restaurante Pedra Alta já não existe há 5 anos. Ficámos admirados.

Eu não ia lá há pelo menos 12 anos.

Perguntamos onde se podia jantar bem,  ao que nos foi indicado um restaurante, tipo tasco,  situado bem perto do lugar onde havíamos parado.

Entramos. Um restaurante simples, com dois funcionários jovens, muito simpáticos.

O dono do restaurante veio cumprimentar-nos.

Broa, azeitonas temperadas com azeite e alho, pão, vinho branco da casa , água.

De repente, puseram na mesa uma travessa com quatro navalheiras, correspondente a quatro pessoas.

O funcionário disse prontamente: "esta entrada faz parte da ementa".

Hummmm! Que delícia! E eu não comia navalheiras há anos! (ai o colesterol!)

Deliciámo-nos com este petisco. A Sofia só comeu as patas.

Ficou uma navalheira, que a minha irmã trouxe para o filho mais velho.

Veio o arroz. Delicioso! Bem temperado!

Sobremesa, nada! Estavamos satisfeitos. Tomamos café.

Seguimos para Ponte de Lima.

A noite estava óptima. A Lua acompanhava-nos com todo o seu esplendor.

Fomos dar uma volta pela feira.

Seguimos para os cavalos.

Muitos Espanhóis. Muita gente bonita. Ambiente simpático.

Uma mostra de cavalos. Entrega de prémios e iria seguir-se dois jogos de "horseball".

Nunca tinha assistido a um jogo destes. Corrida de cavalos, sim, lá em Ponte de Lima.

A preparação do campo levou 30 minutos. O staff era constituído por jovens estudantes, alunos do JP.

O primeiro jogo foi entre as selecções de Portugal e Espanha. O segundo, que não vi, pois já era hora de regressar a Braga, seria entre a Bélgica e a França.

Estes campeonatos acontecem de dois em dois anos.

Adorei o jogo. O esforço, a valentia, a rapidez dos cavalos, a luta pela posse da bola ,são excitantes.

Os espectadores, que eram aos milhares, torciam por Portugal, cantando e batendo palmas como se de um jogo de futebol se tratasse.

E Portugal ganhou à Espanha por 6-4.

Regressámos a casa. A Sofia fez uma jogada de mestre. Disse à mãe que ficava a dormir aqui em minha casa, confidenciando comigo que era para enganar a mãe.

E, para meu espanto, quando saí do carro, ela saiu também.
Afinal quem quis enganar foi a mim, pois ela queria mesmo ficar a dormir aqui.

Objectivo alcançado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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