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cantinho da casa

cantinho da casa

fiz umas compras

Procurava em várias sapatarias uns botins,  mas não eram o que gostava.

Ontem, procurei online na MD.

Hoje, passei na loja do Braga Parque.

Calcei, paguei, e saí.

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Vinha embora, já tinha o que queria, mas voltei para trás e entrei na Zara.

Adoro vermelho.

Mal entrei na loja, vejo o cabide com as peças desta cor.

Verifico sempre a composição da peça.

Tendo maior percentagem de poliéster, fica lá no sítio. 

E além de gostar do modelo do casaco, é  100% lã.

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Gostei do preço, trouxe-o comigo.

Já perto da saída do centro  comercial, entrei na loja de animais, trouxe duas embalagens de ração para a minha gata, Na compra da 2a embalagem tinha 40% de desconto.

E ainda comprei uns snacks que ela adora.

E vim para casa.

Sem contar, fiz umas compras que me agradaram.

 

 

compras que não fazem falta

Quando há cerca de três anos li neste blog um post sobre as malhas  BabyWool,  da MO, na altura, época de saldos, do que restava da colecção, camisolas de gola alta, que eu não uso, comprei um casaco preto e um bege, decote em V.

No ano seguinte, logo no início da estação, fui ver as cores e os modelos, comprei mais dois casacos, decote redondo, bege e cinza, e uma camisola azul decote em V.

No ano passado, comprei mais um casaco azul marinho decote redondo  e uma camisola  branca.

Espreitando aqui  a nova coleção desta estação, com cores giras, adorei o vermelho, a minha cor preferida. E trouxe mais um casaco.

Em casa, fui contar os casacos e as camisolas que tenho, descobri que, no ano passado, no El Corte Inglês de Lisboa,  comprei uma camisola decote redondo, em caxemira, e tenho uma H&M, de malha fina, que raramente uso, achei que ter mais um casaco de lã era exagero. É uma compra que não me faz falta.

Neste tempo de pandemia, não me apetece andar pelas lojas, nem sequer penso em comprar roupa, que tenho de mais (a minha irmã levou dois sacos de roupa para dar às funcionárias da empresa e já tenho outro saco Ikea com mais para ela levar), não preciso de calçado, estou por casa, saio apenas para as compras, decidi diminuir as minhas idas ao ginásio, pensei na hipótese de o devolver e comprar outra coisa que me faça mais falta.

Hoje,fui ao Hipermercado, queria ver os tapetes, andava de volta deles, sempre indecisa se havia de comprar ou não, em boa hora decidi devolver o casaco com o mesmo preço do tapete trouxe um destes.

Depois, passei pelas prateleiras, vi expostas umas toalhas de mesa giríssimas, por mim trazia uma de cada, trouxe uma azul para oferecer no Natal, e a verde para mim.

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Preciso de fazer a lista de presentes de Natal deste ano. Talvez volte para comprar outras.

E porque já se fala em Natal e já se preparam as ruas para a época mais linda do ano, não sei como vai ser cá em casa. É o ano das dezasseis a dezoito pessoas, eu não quero ajuntamento familiar, custe o que custar.

Está previsto os sobrinhos netos cariocas virem a Portugal, mas como a pandemia aumenta, a intenção de virem para cá e ficarem de quarentena, não sei se vale a pena correr o risco. Mas quem decide são os papás. 

A brincar, falamos que para o ano vamos todos para o Brasil. Natal na praia?! 

Até que seria uma boa ideia, ahahah!

 

os casacos da estação

que mais me seduzem, os compridos de tecido felpudo e os curtos de pêlo.

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Tenho um de pêlo sintético, de cor castanho, andava à procura de um preto. Vi vários, vestia-os, nem todos os tamanhos S ficavam bem ( já sabem que sou baixa).

A semana passada, na Zara, havia um tamanho XS que não sabiam por onde andava " talvez esteja dentro da loja nas mãos de alguém", disseram-me. E desisti.

Hoje,  no site da Zara, descobri que na loja do Centro Comercial tinham o tamanho XS.

Embora não seja fã de casacos com capuz, passei por lá, experimentei, gostei de me ver com ele, e comprei.

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coisas minhas

Com o tempo de chuva destes últimos dois dias, e apesar de a temperatura estar amena e  vestir mangas curtas, estava eu na Brasileira com a minha sobrinha, e filhote, a tomar um café de saco, comentei:

" Esta chuva dá-me vontade de entrar nas lojas e ver a colecção de Outono. Pena é que ainda não há nada"

É que me lembrei que tenho um casaco comprido preto, que comprei há mais de 10 anos, num dia de muito calor, na Zara.

Gostei muito dele, veste muito bem, é elegante, só o uso para as saídas à noite, para uma festa, ou num almoço ou jantar.

Este tempo lembra-nos de cada uma!

 

 

 

 

 

 

 

 

o casaco dos meus sonhos

Nas minhas idas ao Porto, espreito as lojas que não há cá na minha cidade.

Em setembro, vi um casaco, cor  camel, caxemira, lindo de morrer e pelo qual me apaixonei. Um casaco para durar uma vida.

Não tinha o preço, mas também não perguntei.

Há 15 dias, passei pela loja e vi-o.

As funcionárias deviam ter pensado que eu não tenho dinheiro para ele, nem me perguntaram se queria ajuda, como é costume.

Não peguei nele, não o quis experimentar, mas desta vez o preço estava lá: 995  €... Mas não era da Max Mara. Se fosse o preço seria bem mais alto.

 

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O casaco

Melhorei muito da minha suposta gripe, aguentei as aulas, mas a voz ainda está um pouco débil.

Tendo a temperatura descido, e como na escola, este ano, ainda não ligaram nem devem ligar o aquecimento, hoje vesti o casaco de pelo, aquele que referi no post anterior. Comprei-o  há alguns anos mas não o vestia porque não gostava de me ver com ele e decidira guardar para quando fosse uma cota muito friorenta.

Também não sou grande apreciadora de pelos e peles, embora no meu tempo de universitária herdasse um de pele da minha mãe e o vestisse muitas vezes. Depois, fartei-me dele e dei-o.

À medida que ia "crescendo" ia mudando os meus gostos (por que será que  quando se tem 20/30 anos se veste como uma senhora?), e havendo agora muita oferta tornou-se  mais fácil encontrar o que se gosta e quer(com algumas reservas).

Mas sempre fui adepta das linhas simples e cores alegres.

Tenho no móvel mais casacos que já usei há alguns anos, à espera de serem vestidos para mais umas temporadas. Há de chegar a sua vez.

Vai longe o tempo em que me fartava das roupas e dava-as, novas, para depois fazer outras.

Também não gosto de encher os armários com roupa que sei que não vou usar e/ou já está um pouco rompida.

O meu lema foi e é"dar a quem faz falta e aceitar o que me oferecem".

E respondendo a um comentário da menina Cristina, tirei uma foto ao meu casaco, para melhor ver que vale sempre a pena aproveitar o que temos. Mas cuidado! Quem fizer o trabalho que o faça bem feito.

A minha modista, agora com 74 anos e ainda rija, a mulher que fez a roupa à medida do meu corpo desde que eu era uma menina do 1º ciclo, até hoje...  porque quando quero um vestido ou uma saia feitos por ela, fá-los (embora seja muito mentirosa; o que é prometido para hoje, ficará pronto para amanhã ou depois ou, com jeito, daqui a uma semana), continua a trabalhar para uma ou outra cliente mais antiga. Há laços que se criam e que nunca mais se desfazem. Ela continua a ser a minha modista, a mulher que sempre fez o que eu gostei e gosto (até um desabafo).

A foto: