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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

das coisas dos últimos dias

Maria Araújo, 30.01.20

Às 9:05h de hoje, estava a ligar para a oficina a pedir que alguém viesse pôr o carro a trabalhar, seguia então para lá para colocarem uma bateria nova.

Às 9,30h, tinha a bateria carregada, foram as luzes que ficaram acesas ( o carro não deu sinal, não entendo), fui levá-lo à oficina.

Fizeram o teste, a bateria ainda tinha alguma autonomia. 
Na ficha de cliente, a última bateria colocada no carro foi em 2015.

Mas eu preferi que pussesem uma nova.

Esperei cerca de vinte minutos, paguei, com IVA ( ficou cara, pois!), porque nesta oficina não perguntam se quer a factura com ou sem  IVA .

E ainda fui ao mercado municipal.

Entretanto, e já que estava na rua, passei no parque de estacionamento, contei ao senhor o que aconteceu na terça-feira passada ( não era ele que estava nesse final de tarde) e,  muito simpático, disse que não me preocupasse, estas coisas acontecem.

Queria  dar-lhe o valor em falta, 1,55€, respondeu que  já tinha passado, que não me preocupasse.

Insisti.

"Não tem a pagar nada", comentou.

E eu agradeci.

 

 

 

reparação demorada

Maria Araújo, 28.03.19

do choque,  e após vários adiamentos a pedido da oficina, na reparação do automóvel, hoje, finalmente, ficou lá.

E porquê?

declaração de seguro amigável foi feita um mês depois do choque.

aguardar a data da peritagem (foi rápida).

espera do telefonema da companhia de seguros a confirmar a ordem de entrega do carro na oficina.

segunda semana de fevereiro, com a data prevista para entrega do carro na oficina, viajara eu para a capital, emprestei o carro à sobrinha S. Ao estacioná-lo na garagem, fez mal a manobra, riscou todo o lado direito e ficou sem a barra lateral e parte do pára-choques.

na data marcada na oficina, expliquei o que acontecera, reparavam a parte deles eu trataria do resto.

no mesmo dia, recebera uma chamada da oficina para voltar lá, precisavam de falar comigo: o pára-choques estava partido. fazendo a reparação que lhes competia, iriam mexer nele, precisava de levar um novo.

feitos os telefonemas necessários na marcas e na concorrência, o pára-choques custava 220 euros.

o chefe da oficina achou muito caro, iria tentar nas sucatas encontrar um que estivesse em bom estado.voltei para casa com o carro.

passaram mais 15 dias,  recebo um telefonema em que me informavam que encontraram em Espanha, que custava 50 euros mais IVA, queriam a minha autorização para mandar vir, que, como é óbvio, aceitei.

mais uma semana à espera.

nova data marcada, para o início desta semana, volto a receber um telefonema em que me pediam que o carro fosse entregue no dia 28.

felizmente, o carro é utilizado para as minhas saídas fora do cento da cidade, não quis um carro de substituição.

lá ficou, hoje, para amanhã, ao final da tarde, o levantar.

com tudo isto, passaram três meses.

 

 

 

 

 

 

 

bateram no meu carro

Maria Araújo, 30.12.18

Imagem relacionada

Nem ao fim de semana o trânsito desta cidade deixa de ser caótico na zona que vem da A11 para a  variante do Braga Parque.

Também não imaginava que as pessoas vão para o Lidl passear e ver as novidades, arrependi-me logo de ter entrado para umas compras. Carro estacionado, vamos aproveitar, tentamos ser rápidas.

Feitas estas, tinha de deixar a minha amiga em casa, mas fui na direcção que sempre tomo, preferia dar uma volta maior a ter de me meter nas rotundas congestionadas de trânsito.

Mas ela achou que seria mais  rápido ir à rotunda. Quando chegamos, estava um caos. A alternativa seria seguir pela direita e apanhar a rotunda do Instituto de Nanotecnologia, voltar para trás, subíamos a ponte aérea e estavamos em casa.

Fiz-lhe a vontade.

Já na rotunda alternativa, ocupei a faixa da esquerda, entrei, fiz parte da mesma, dei o pisca para a direita para entrar na minha faixa.  Os carros à minha frente pararam para dar prioridade aos peões que atravessavam a passadeira. Parei e, de repente, um estrondo no meu carro.
Que susto! Toda eu tremia.

E a minha amiga só dizia que a culpa era de quem bateu.

Saímos do carro, o trânsito ficou mais congestionadao, vesti o colete.

De um Smart saiu um jovem casal. Ela conduzia o carro, super à vontade, disse logo que tinha a culpa, que bateu por trás, mas que eu não devia ter parado, que seria melhor sairmos dali e falarmos sobre o assunto. Sugeriu o parque de estacionamento do McDonald's. Metemo-nos nos carros, comentei com a minha amiga: " e se ela foge?". O carro surgiu atrás do meu. 

Munida da declaração amigável, tratamos de preenchê-la e embora ela insistisse que tinha a culpa, que batera por trás, tinha de assumir a responsabilidade, de quando em vez deixava escapar que eu não devia ter parado na rotunda. Ele, o companheiro, reafirmou que eu estava ali parada, que eles iam contornar a rotunda, que bateu no meu carro porque não estavam à espera de encontrar um obstáculo.

A  minha amiga  pede ao jovem rapaz que vá com ela e veja como nós fizemos, que há uma faixa que se estreita e onde existe uma passadeira, e que obriga que só um carro entre na via, reenforçando o motivo que nos levou a parar.

Esclarecido os destalhes, feito o  esquema do choque, e com uma simpatia que me agradou, despediram-se de nós com beijinhos.

Nunca a atitude do casal foi de arrogância e/ou má educação.

Com o carro amolgado: farolim de trás partido, pára-choques levantado, alguns pequenos arranhões, termino o ano de 2018 com este pequeno incidente que me deixou abalada dos nervos quando  o choque se deu.

 

coisas do meu dia

Maria Araújo, 20.11.18

Tinha marcado para hoje deixar o carro na oficina para fazer uma revisão, antes de ir à inspecção, desmarquei tudo,  o carro da minha irmã avariou, foi rebocado, emprestei o meu para ela ir trabalhar.

Fui levar o carro, aproveitei para, finalmente,  marcar uma consulta na clínica de fisioterapia  que fica em frenta à casa da minha irmã.

O médico dá consultas neste dia, tive sorte, alguém tinha cancelado a sua consulta da manhã, ficou para mim.

Depois desta,  foram marcadas as horas do tratamentos, a funcionária perguntou se queria fazer, nesse momento, o primeiro tratamento. 

Com certeza que sim,  ao meio-dia estava a sair da clínica.

A caminho de casa, decidi mudar o trajecto e passar no mercado municipal para comprar fruta, trouxe maçãs, tangerinas, bananas, romãs, castanhas e nozes.

Pensara fazer  lasanha de courgette e espinafres, para o almoço, aproveitava o forno para comer  as  primeiras castanhas deste ano.

Enquanto a lasanha estava no forno, na parte de baixo as castanhas assavam no tabuleiro, duas teriam escapado à faca, dois morteiros ouvi, fui ver o forno ( não o abri), a lasanha estava intacta e tostadinha, o forno cheio de padaços de castanha.

A lasanha estava deliciosa, as  castanhas de Trás-Os-Montes souberam muito bem, comi-as todas.

Sem carro, e com aula no ginásio às 17h15m,  fui para a paragem de autocarro  na expectativa de chegar a horas de conseguir uma senha para a aula das 16h30, estive trinta minutos à espera, já não chegava a tempo, quando  parou e perguntei ao condutor qual a hora do autocarro seguinte: "dentro de cinquenta minutos" - respondeu  -" mas saia daqui  por que as pessoas querem entrar", saí, este condutor não foi simpático,  passei pelo supermercado para comprar detergentes, a empregada vem amanhã, não quero que lhe falte nada ( a ela falta mais eficiência na limpeza da casa), voltei a casa, liguei o pc para ver os horários do autocarro que devia apanhar e que pára muito perto do ginásio.

A aula correu bem ( a D põe-nos KO) pergunta-nos: " meninas, estão bem?" e respondemos "sim", ela é excelente e um amor.

Desci a rua até ao Continente. Na paragem em frente a este, há um autocarro que passa de vinte em vinte minutos, leva dez a chegar onde ao centro e muito perto da minha casa, aproveitei para ir à padaria  minha preferida.

Fiz um jantar leve.

Sem notícias da minha irmã, se tinha chegado bem,  o que foi "diagnosticado" ao carro, enviei sms, tive resposta uma hora mais tarde.

Tinha chegado bem, o carro só fica pronto na quinta-feira, precisava do meu para amanhã, na quinta-feira vai com uma colega.

Amanhã, tenho duas aulas no ginásio. Não vou à primeira,  o autocarro não chega a horas, vou para a segunda, noutro autocarro que não passa perto do ginásio,  tenho de fazer a pé uma rua íngreme, mas são só cinco minutos.

Nunca pedi, nem peço, um carro emprestado.

Sempre que deixava o carro na oficina e tinha de ir trabalhar, ia de boleia ou na camioneta da carreira, como se diz cá no norte.

Não fosse a chuva, vinha a pé para casa.

O carro faz falta, oh, se faz!