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cantinho da casa

cantinho da casa

É DESTA QUE LEIO ISTO

Foi a primeira vez que li este título, não sei o que me levou a entrar nesta página. 

É o mês da luta contra o cancro, tenho lido de mais sobre o assunto, é este artigo uma realidade que nós não nos apercebemos, ainda que tenhamos familiares doentes e sejamos os seus cuidadores.

Sobre o livro "As Que Não Morrem", vale a pena ler o texto, aqui.

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O diagnóstico de um cancro tem uma miriade de consequências: é a morte lenta que não só a doença causa, mas também a cura, brutal para o corpo. Mas é também o trabalho inexcedível (e muitas vezes invisível) das enfermeiras para, em simultâneo, cuidar e avaliar; a desumanização que o paciente se sente atravessar; o abandono daqueles mais próximos que não querem enfrentar "a besta". Em "As Que Não Morrem", a poetisa Anne Boyer — que sobreviveu a um cancro da mama triplo negativo — descreve tudo isso sem peneiras e com a qualidade que lhe fez ser premiada com o Pulitzer para não-ficção em 2020 por este livro. O SAPO24 publica alguns excertos desta obra.

Não fico indiferente

hoje, dia 15 de fevereiro e até 20, o Dia Internacional da Criança com Cancro , que A Acreditar  promove com  a Fundação Rui Osório de Castro , a Semana Dourada e lançam o movimento NÃO FICO INDIFERENTE!

 

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"Junte-se a nós e torne esta a sua imagem de perfil até dia 20 de Fevereiro. Vamos fazer chegar mais longe a voz de apoio às crianças, jovens e suas famílias!"

"Foi hoje lançada a canção "We Are One", que pretende dar voz e apoiar todas as crianças que lutam contra o cancro! A música contou com a participação de mais de 900 mil crianças de todo o mundo!!!! Vamos todos ouvir com muita atenção?"

 

hábito

que não tenho, é de ver os programas da manhã e da tarde que passam nos três canais de televisão.

mas hoje, depois da fisioterapia, espero chegar a tempo de ver o "Grande Tarde" da SIC, em que vai falar uma amiga minha, que foi a minha cabeleireira durante anos, até passar o salão e abrir um espaço mais pequeno e acolhedor, exclusivo a mulheres e homens com cancro.

uma profissional dedicada, atenta, ávida de (in)formação na procura do melhor para os acompanhar e dar-lhes qualidade de vida, uma voz amiga, um carinho especial por todos os que por passam, e  no Mama Help, onde exerce a sua missão, duas vezes por semana.

se estiverem por casa e ligarem a TV, sintonizem a SIC.

 

 

 

 

Liga Portuguesa Contra o Cancro

 

 

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Um ano depois da primeira consulta na Liga Portuguesa Contra o Cancro, a minha amiga tinha hoje exames a fazer no Porto. Trabalha fora de Braga, seguia de tarde para a consulta.

No fim de semana manifestei interesse em ir com ela, como fiz no ano passado. Não queria, não era preciso, e tal.

Mas fui sem lhe dizer nada.

Apanhei o comboio da 12:35h, saí em Campanhã, fui comer alguma coisa, apanhei o Metro até ao Hospital São João e segui a pé até à Liga. E cheguei primeiro.

Vi-a estacionar e quando se aproximava da entrada, surjo à sua frente de braços abertos: "aqui estou eu! não podia deixar de vir!"

Enquanto esperavamos pela vez, fomos ver a mesa que se encontra no meio da sala de espera onde tem artigos expostos para venda.

Infelizmente, ambas tivemos familiares com cancro, sabemos que estes exames ficam caríssimos ao estado, não pagamos um cêntimo, toda a ajuda para a Liga é bem-vinda.

Porta-moedas e sacos das compras eram os artigos que podíamos escolher. O dinheiro era deixado numa caixa junto aos artigos.

Escolhemos os sacos das compras, o dela roxo o meu vermelho que, depois de dobrados, ficavam em forma de morango.

Ela foi para a consulta, eu fiquei na sala de espera a ler o livro que levei para a viagem de comboio, da autoria desta menina.

Felizmente as notícias foram as mesmas do ano passado: está tudo bem.

Imaginemos que as notícias não eram boas, quem estaria por perto para lhe dar apoio?

À saída, encostada a uma coluna, tem uma grande caixa em acrílico onde podemos deixar uma contribuição para a instituição. 10 euros foi o que cada uma de nós deixou. Se tivesse mais, mais deixaria.

Já no carro, diz-me ela: "imagina como será quando a pessoa recebe a notícia que tem de ser operada."

Correu bem, é o que importa.

E regressamos a Braga.

Dentro de um ano, volta.  

A partir do momento que se entra na Liga Portuguesa Contra o Cancro, nunca mais nos largam...Ainda bem!

"Elas sobrevivem ao cancro da mama"

É o título do post que este homem , que muito gosto de ler,  escreveu, junto com umas imagens fabulosas dos ícones dos carttons que fazem parte do nosso dia a dia da TV e do cinema.

Ora isto lembrou-me que, nos balneários do ginásio que frequento, costuma estar uma senhora dos seus 65 anos que não tem uma da mamas, mas sim uma grande cicatriz.

A  primeira vez que vi, desviei o olhar porque pensei que não era nada do que estava a ver.

Uma semana depois, novamente no balneário, estava ela sentada com o peito a descoberto e, sim, confirmei o que vira antes.Não tem a mama direita.

Age com muita naturalidade. Ela fala, ela ri, ela toma banho sem qualquer pudor.

Sensibilizada fiquei quando no FB vi as imagens este blogger que publicou. 

As mulheres não deixam de ser quem só porque não têm uma mama, ou as duas.

Vão lá ler e ver mais imagens. Está muito bom.

 

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