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hoje, decidi fazer um follow friday

por Maria Araújo, em 17.10.17

Raramente participo  no Follow Friday que o Sapo Blogs costuma  lançar na plataforma, e na última sexta-feira do mês, que todos sabem, consiste na divulgação de um blog que para si é um bom blog, e também um modo de darmos a conhecer o nosso blog.

Fi-lo duas ou três vezes para fazer justiça a alguns blogs que senti merecerem esse destaque que, na minha óptica, passavam despercebidos. Mais do mesmo a cada Follow Friday, deixei de o fazer. 

Há algum tempo comecei a seguir um blog que me seduziu pela sua escrita directa, assertiva, clara, objectiva, educada, opinativa sobre assuntos de vital importância sobre nosso país, o mundo, a sociedade.

Sinto que merece um destaque nesta blogosfera, e para além do Sapo, levou-me, também, e com sua autorização, a enviar alguns dos seus posts para o meu grupo restrito de amigos, que não são frequentadores de blogs, nem tampouco bloggers são, e  por que nem sempre temos oportunidade de nos sentarmos à roda da mesa para um saudável convívio, trocamos e-mails sobre os mais diversos assuntos.

Ontem recebi um e-mail de um amigo, que me pôs a pensar no que aconteceu domingo e me levou a escrever/ destacar este blogger.  E quem vier a este cantinho, convido-vos a espreitar o blog.

Leiam este post, e se tiverem tempo leiam mais um ou outro dos muitos que escreve sobre tudo: actualidadenotícias, livros, opinião,  lugares e música, e muito mais que queiram encontrar nas #tags.

Hoje, neste recatado cantinho, decidi fazer um Follow Friday a alguém que precisa ser visível aqui e além blogosfera.

 

Cantinho da Casa

Lenda de São João e do Longuinhos

por Maria Araújo, em 21.09.17

 

A flor dos Jardins de Afrodite enviou-me o link, fiquei entusiasmada  em participar na corrente "Contos e Lendas" iniciadas pela CATARINA e pela PAPOILA.
Escolhi uma lenda da minha cidade de Braga. A história do popular cavaleiro Longuinhos, cuja estátua podem ver no cimo dos escadórios e junto ao elevador do Bom Jesus do Monte.
(Há muitos anos dizia-se que quem desse onze voltas à estátua, em pé-coxinho, teria noivo para casar; outras diziam que as raparigas que tinham namorado andavam à volta dela para que ele apressasse o casamento).
 

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Lendas Religiosas

 

Pois conta a lenda que, há muito tempo já, vivia nos arredores de Braga, perto do Bom Jesus do Monte, o famoso Longuinhos, senhor abastado e poderoso que mandava em toda a região. Quando Longuinhos passava, cavalgando o seu garboso ginete, os homens intimidavam-se um pouco, e as mulheres — principalmente as raparigas — ficavam a olhá-lo, como que em adoração! E Longuinhos, consciente do seu poder e da sua força, não deixava os créditos por mãos alheias. Como nenhum outro, ele sabia atrair as raparigas. E levava sempre consigo um bando enorme de sorrisos e de esperanças que bastavam para animar qualquer romaria da terra. 
Mas — caso singular — embora rodeado e seguido pelas mais lindas raparigas da região, nunca pelo cérebro de Longuinhos passou qualquer pensamento pecaminoso a respeito delas. Por isso era temido e respeitado. E o seu nome evocava apenas confiança, alegria, bailaricos e descantes. 

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Porém, certo dia, Longuinhos sentiu que o seu coração se alvoraçava. Foi quando conheceu uma jovem camponesa, tão bela, tão fresca que dir-se-ia uma flor campestre beijada pelo Sol. Chamava-se Rosinha, e nunca nome algum fora tão bem posto a alguém. Longuinhos sentia que o seu pensamento estava irremediavelmente preso à encantadora imagem que o seu coração guardava como precioso tesouro. 

Depois de hesitar algum tempo, tratou de saber quem era o pai de Rosinha. Fácil lhe foi descobri-lo. Era Pedro, um velho lavrador de modos rudes, quase boçais. Longuinhos procurou-o certa manhã. O primeiro contacto tornou-se um tanto difícil; mas depois, posto ao corrente das intenções de Longuinhos, foi com verdadeiro júbilo que o velho Pedro ouviu da boca de homem tão poderoso uma frase que testemunhava o mais vivo interesse pela filha dum pobre lavrador: 
— Pois, senhor Pedro, fique sabendo que eu gosto muito de sua filha! 
Todavia, rude e matreiro, o velho resolveu esconder a alegria que o tomava de assalto, para tentar um pequeno golpe. 
Franziu as sobrancelhas dum modo quase teatral, e respondeu secamente depois de alguns segundos de silêncio: 
— Quem manda na minha filha sou eu! Ela casará com quem eu quiser! Que me importa que goste dela? Ela é minha filha! 
Um tanto desnorteado, Longuinhos atacou de novo: 
— Senhor Pedro... Eu bem sei que o senhor é quem manda na Rosinha... Por isso mesmo vim falar consigo. Já me conhece com certeza... Sabe como eu sou rico... Posso fazê-la muito feliz! 
Um esgar de desdém foi a reacção do velho. Depois, numa voz onde traía um pouco da sua inquietude, o velho tornou: 
— Quer levá-la, não é? E eu? Fico para aqui abandonado como um traste velho, não?... 
Longuinhos apressou-se a dizer: 
— Que ideia! Dar-lhe-ei também, a si, o dinheiro suficiente para viver sem privações. 
O velho não disse palavra, mas um clarão de alegria iluminou-lhe o rosto. Sentindo que o velho Pedro estava de antemão conquistado, Longuinhos pediu-lhe com veemência: 
— Faça quanto puder para a convencer! Acredite que nunca mulher alguma me interessou até hoje para minha esposa... Só ela! 
Então, o velho colocou a mão no braço de Longuinhos e declarou: 
— Esteja descansado! A Rosinha só fará o que eu lhe mandar. E quanto a nós... enfim, creio que nos entenderemos... 
Um sorriso largo selou esse pacto de aliança. Contudo, quando uma hora mais tarde o velho Pedro chamou a filha e a pôs ao corrente da situação, esta olhou-o alarmada. 
— Mas isso não pode ser, meu pai! Bem sabe que não pode ser! 
Ele gritou-lhe: 
— Cala-te! É preciso que não voltes as costas à fortuna! 
Ela torceu as mãos no avental. 
— Mas bem sabe que eu... 
O pai interrompeu-a furioso: 
— Então não compreendes, filha, que me estás a arruinar com a tua recusa? 
As lágrimas subiram aos olhos de Rosinha, enquanto um queixume lhe subia aos lábios. 
— Oh, meu pai! Eu quero que me desculpe, mas não posso... Não devo aceitar a proposta do senhor Longuinhos... O meu coração já o dei... 
O velho Pedro desfechou um murro na tosca mesa de jantar. 
— Cala-te! Não quero ouvir as tuas lamentações! Que me interessa o teu coração?... Prometi ao senhor Longuinhos que havias de ser sua mulher, e hás-de sê-lo!...  
A resposta de Rosinha chegou tímida, mas pronta: 
— Só depois de morta, meu pai! 
O velho olhou a filha de frente. Uma crispação estranha mudava-lhe as feições e punha na sua voz o tom desesperado da cólera mal contida. 
— Filha ingrata! Eu que te tratei com tanto amor, tanto carinho! Pensei que serias sempre a minha protecção, a minha ajuda! E agora que podias salvar o teu pai da miséria… agora que me poderias auxiliar pela primeira vez… queres voltar-me as costas, abandonar-me... só por causa duma jura que fizeste?! 
As lágrimas, que teimosamente assomavam aos olhos de Rosinha, desfilaram silenciosamente pelo seu rosto aveludado. Mas o velho Pedro, que detestava silêncios e lágrimas, repetia furioso: 
— Achas bem, não é assim?... Valho menos que uma jura?... 
Então Rosinha compreendeu que era necessário falar, tentar qualquer coisa pelo seu amor, e declarou submissa: 
— O pai bem sabe que foi com o seu consentimento que jurei no Bom Jesus que casaria com o Artur! 
Um berro fez estremecer a rapariga: 
— Pois quebra a jura, já te disse! Sou eu que mando! És minha filha e tens de obedecer-me! Nem que tenha de levar-te de rastos, terás de acompanhar o senhor Longuinhos ao altar... 
Ela tentou um derradeiro apelo: 
— Meu pai... eu gosto do Artur... 
— Cala-te! Se não queres ser responsável pela minha miséria... obedece-me! 
Rosinha baixou a cabeça. Um desespero enorme abafou-lhe a garganta. Sentiu-se de súbito como que perdida e supreendeu-se a murmurar: 
— Faça-se a sua vontade, meu pai. 

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Durante noites e dias, Rosinha chorou perdidamente. Artur andava longe, não sabia o que estava acontecendo. E ela sentia-se à beira do abismo. Como fugir à vontade implacável de seu pai? Devia-lhe obediência. Portanto, se ele a obrigasse, não teria outro remédio senão casar com um homem a quem não amava! 
Nesse mesmo instante, os seus olhos chorosos apegaram-se a uma velha imagem de S. João. O seu coração bateu mais apressado. Oh! Se ele quisesse!... Um raio de esperança iluminou-lhe o rosto. Caiu de joelhos frente à imagem e implorou: 
— Oh meu bom, meu querido S. João, salva-me, por favor! Faz um dos teus milagres, S. João! Ficar-te-ei eternamente grata! Eu já não tenho forças para lutar!... E como posso eu opor-me aos desejos daquele que é meu pai?... S. João, se eu tiver de casar com outro que não seja o Artur, perdoa-me, meu Santinho que falte ao juramento que fiz! Bem sabes que não tenho culpa! Mas se tu quiseres... certamente poderás resolver tudo, meu S. João... 
Rosinha calou-se. Os soluços não a deixaram continuar a prece. E teve a sensação de que escutava uma voz distante, vaga mas muito terna, que lhe dizia: 
— Descansa, minha filha... Eu velarei por ti! Eu conseguirei que não faltes ao juramento que fizeste. 
Surpreendida, Rosinha ergueu a cabeça. Seria possível tamanho milagre?... Não seria antes uma alucinação dos seus sentidos?... 


Entretanto, segundo conta a lenda, o senhor Longuinhos, num dos momentos de meditação a que se entregava frequentemente no intervalo dos folguedos, teve também uma curiosa e estranha visão: um vulto vinha ao seu encontro e falava-lhe numa voz que não parecia deste mundo: 
— Longuinhos! Já não estou satisfeito contigo! Tu que eras bom, que eras justo, queres agora estragar a felicidade dos outros?... 
Atarantado, Longuinhos perguntou: 
— Mas quem me fala?... De quem é esta voz?... 
Serenamente a voz tornou: 
— Pois não me conheces? Sou S. João, Longuinhos... O teu santo predilecto, como tu costumas dizer! 
Longuinhos caiu de joelhos, tartamudeando: 
— Pois será possível?... Oh, meu S. João! Meu S. João!... Será possível? 
— Sim, é possível. E estou aqui para te dizer que não acho bem que procedas como ultimamente. A Rosinha gosta do Artur, pode e deve ser feliz com ele... Para que a queres tu desgraçar? 

Cada vez mais embaraçado, Longuinhos levou as mãos ao rosto. As palavras do santo continuavam a ressoar-lhe aos ouvidos, numa recriminação que o atormentava. A situação apareceu-lhe clara e ele acabou por compreendê-la. E, num assomo de remorso, murmurou: 
— Perdoa, meu S. João! Tenho sido um louco! Eu próprio hei-de ser o padrinho do casamento deles!  
Então a voz do santo tornou, serena e amiga: 
— Ora aí está uma boa acção que eu louvo e agradeço!... 
Longuinhos sorriu. Sorriu contente consigo mesmo. S. João, o seu santo predilecto, continuaria a ser seu amigo! Já seria um bem demasiadamente grande. Quanto ao resto... faria por esquecer! 

E, assim, conta ainda a lenda que Longuinhos não mais descansou enquanto Rosinha e Artur não casaram, apesar da contrariedade do senhor Pedro. E diz-se também que, ainda hoje, em certas aldeias do Norte, na procissão de S. João, há um par de noivos simbolizando a Rosinha e o Artur.

 

*Desenhos que fotografei da colecção do meu pai,  livro IV ,  "Lendas de Portugal", da autoria de Gentil Marques

 

 

Cantinho da Casa

está muito mais funcional

por Maria Araújo, em 06.06.17

a nova caixa de comentários do Sapo blogs.

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Cantinho da Casa

O Clube de Gatos do Sapo

por Maria Araújo, em 31.05.17

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vai publicar o 2º livro, desta vez com o título "Viagem ao Mundo dos Gatos", com histórias engraçadas contadas por pessoas que nem sequer fazem parte do clube mas ofereceram-se para colaborar com os seus contos, com novas histórias de novos membros do clube, com jogos de palavras, e muito mais para ver e ler.

A Marta, do blog o meu canto, tem sido incansável e fantástica no trabalho que teve em contactar a editora, pedir orçamentos, trocar opiniões, pedir a nossa ajuda e decisão na marcação do espaço, do dia de publicação, para que tudo isto fosse possível.

A todas as outras bloggers, Joana, Sofia, Anabela, Mula, Dona Pavlova, Narciso, Reticências, Happy, Luma Bijoux , Ana,  e todos os outros que não conheço os nomes,  mas que podem ver aqui,  que fizeram tudo para que os desenhos, que nos dificultaram a escolha de tão bonitos que eram, para a capa dos livros e dos convites fossem os mais bonitos.

Como somos pessoas que querem o melhor para os nossos felinos e para este Clube, depressa chegamos a acordo e foram escolhidas as capas, que vos mostro aqui, acabadas de receber por e-mail.

 

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O valor da venda destes livros será distribuído por várias associações de animais.

Ficaríamos gratas que passassem no próximo dia 4 no evento Animal Fest, vejam os nossos livros, comprem para os vossos filhos, pais, irmãos, amigos.

Ah! Os convites estão aqui. Levem a família, divirtam-se neste evento que vai ser, com toda a certeza, fantástico.

 

 

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Gostaria de estar presente, mas fica longe, e esta altura não é possível representar o nosso Clube.

Obrigada a todos(as) os que por lá passarem.

O meu abraço aos membros do Clube de Gatos do Sapo.

 

 

 

Cantinho da Casa

coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 28.04.17

Não estou habituada a ficar em casa o dia todo e andar as manhãs pela internet.

Com o pintor a pintar, a casa está uma desordem, não dá para fazer nada,  há que matar o tempo pondo a leitura dos blogs em dia.

A sala fica pronta hoje, talvez seja possível, para o final do dia, limpá-la e pôr os móveis nos seus lugares.

Escolhi a cor branco céu para a sala.

Estou a gostar.

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E nestas andanças pelas leituras dos blogs do Sapo, encontrei este desafio e que vou participar ( vejam ali, na barra lateral).

 

 

 

 

Cantinho da Casa

Ups! Não será gafe?!

por Maria Araújo, em 01.03.17

Em Maio completo 9 anos nos blogs do Sapo.

À excepção deste post, e  devido a este, que tive para cima de 3 000 visitas ( dou tanta importância que nem me lembro) hoje, e porque gosto de espreitar as estatísticas, vejo número surpreendente!.

E pensei: " Não há gafe?!"

"Pois, é!  Quando a esmola é muita, o pobre desconfia".

 

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Cantinho da Casa

o que gosto de ver nos blogs dos outros

por Maria Araújo, em 25.01.17

Decoração, muita decoração, em découvrir l'endroit du décor.

 

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Cantinho da Casa

  1. ikea blogs - 1

 

Sou fã de decoração, dos blogs de decoração, das ideias e marca Ikea.

Já tinha constatado que as molduras  da marca são muitos frágeis. 

Mas ontem, nas minhas limpezas e depois de desmontar a árvore de Natal e arrumar todas as decorações,  duas molduras partiram-se.

Acho que não compro mais molduras Ikea.

 

 

Resultado de imagem para molduras ikea

 

Cantinho da Casa

de volta às poupanças

por Maria Araújo, em 02.01.17

Mais uma vez no início de cada ano, é o que se lê e ouve pela blogosfera.

Se uns cumprem, outros ficam a meio, outros há que desistem.

Comecei, sem compromisso, há cerca de um ano e meio, com dois mealheiros: um pequeno para moedas de ,050 ‎€ e 1 ‎€, outro para notas.

O objectivo era uma viagem aos Açores, em 2016.

Uma das amigas tinha férias programadas com a família, tinha de poupar para a viagem.

A outra queria ir, mas por que combináramos viajarmos as três, não fomos. Desistimos.

A minha amiga foi uns dias para a praia, cá no norte, eu fiquei por aqui.

Mas sempre que me lembrava de pôr umas moedas e/ou notas, lá ia eu.

Não faço a mínima ideia quanto tenho em cada um deles, mas continuo a enchê-los.

Quem sabe se é desta vez que decido ir ao Rio de Janeiro ( já podia ter ido, mas a vontade de fazer uma viagem tão longa, é pouca), abro-os e talvez tenha uma surpresa.

Até lá, repito, sem compromisso, continurei a meter a moeda ou a nota.

 

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Cantinho da Casa

blogs # chat(o)s

por Maria Araújo, em 17.12.16

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Há blogs que gosto de visitar mas perdem algum interesse quando o espaço comentários são autênticas salas de chat.

 

 

Cantinho da Casa


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