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3º dia na capital

por Maria Araújo, em 04.05.16

Terça-feira acordamos cedo, pusemo-nos prontas para ir para a rua, repetir, no meu caso, os Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, o CCB, os pastéis de Belém ( que não comemos) e a tarde seria o que nos apetecesse fazer.

Descemos em direção ao Martim Moniz, metemos pela Praça da Figueira, tomamos café na Rua Augusta e, como sempre, porque sou curiosa, quando passo à porta, gosto de ver se há alguma exposição, falei à minha amiga no MUDE.

Entramos, estava em exposição peças de mobiliário e vestuário de designers conhecidos do século XX. Reconheci algumas dessas peças de exposições anteriores

No fim do corredor, em frente à saída, tinha um expositor onde se lia "A cor é para todos", Made in Portugal ColorADD, onde se  via, em forma de pirâmide, uma inúmera quantidade de lápis de todas as cores da marca Viarco.

Só fotografado poderia mostrar aqui o quão de apelativo estava o expositor, mas como não se pode fotografar dentro do museu, não tive outra solução senão procurar no site do MUDE.

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Seguimos em direção ao Terreiro do Paço, para ver o rio e tirar as fotografias para mais tarde recordar (tenho imensas tiradas nos mesmos lugares mas com pessoas diferentes, desta vez não quis tirar) fomos para a paragem de autocarro com destino a Belém, onde uma longa fila de estrangeiros aguardava a chegada do transporte.

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 Alguns turistas tinham bilhete na mão, nós não sabíamos onde os comprar.

Chega um elétrico articulado, tentámos entrar pela frente para comprar os bilhetes, mas a cabine do condutor estava fechada, bati nos vidros para lhe perguntar como adquirir o bilhete, mas ele mostrou-me um ar sisudo, antipático.

Saímos. Andava um condutor dos tuk a perguntar aos estrangeiros se queriam um passeio pela cidade, até que me lembrei de lhe perguntar se havia algum lugar onde pudessemos comprar os bilhetes de autocarro.

Repondeu-nos que era no autocarro que se comprava e que custava 3 euros cada bilhete mas que se quisessemos que nos levava a Belém. 

Agradeci e respondi que não. Mas a fila começou a aumentar ainda comentamos que às tantas até qie seria uma ideia irmos de tuk.

Chamei-o mas ele ignorou-nos. Entretanto, chegou outro elétrico articulado, entramos e foi então que vimos, bem afastadas de nós, a máquina dos bilhetes.

E para lá chegar? Percebíamos que os estrangeiros tinham alguma dificuldade em tirar os bilhetes. Nós, entaladas, no meio dos estrangeiros, pedíamos licença para chegarmos à máquina.

Como sardinhas na canastra e sem que alguém se mexesse, o elétrico ia seguindo o seu percurso e eu comentava com a minha amiga "se entra aqui o agente de fiscalização, estamos lixadas". Confesso que tive muito receio. 

(Contei à minha amiga que, há dois anos, quando a Lia veio passar uns dias a Portugal, aconteceu-nos a mesma coisa. Fizemos a viagem até Belém sem os bilhetes. Aliás, eram poucos os estrangeiros que os tinham).

A cerca de quatro paragens do nosso destino, comentei: "Vamos sair aqui, não me sinto tranquila".

E ainda bem que o fizemos pois encontramos um loja de conveniência e compramos água, que já estava a fazer muita falta.

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Fizemos a visita aos Jerónimos, seguimos para o Padrão dos Descobrimentos, fomos ao cimo para captar as lindas vistas de Lisboa, passamos pela Torre de Belém e mesmo ali ao lado, e porque me lembrei do passatempo do Rui, fomos espreitar o Monumento aos Combatentes do Ultramar.

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Comentara com a minha amiga a hipótese de almoçarmos no Mercado da Ribeira, mas a hora já ia avançada, estava calor, queríamos ir ao CCB,  ficaria muito tarde, decidimos ficar mesmo por ali. E entramos na Portugália que, àquela hora, estava calma. Na esplanada não havia mesas, escolhemos uma no interior e junto à esplanada.

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Depois de bem alimentadas, fomos descansar as pernas para a relva do CCB, tendo por companhia os pássaros e outras pessoas que tiravam uma soneca. 

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 Apanhamos o autocarro para a baixa, subimos até ao Chiado para que a minha amiga ficasse com a fotografia da bela companhia do nosso Pessoa (eu não tirei porque já tenho de outras visitas).

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Descemos o Chiado, não fomos comer os deliciosos gelados Santini, ainda não tinhamos digerido o almoço....

Fomos às compras, estavamos cansadas, jantaríamos em casa.

Mas para acabar bem a tarde, ainda faltava algo que havia prometido a mim mesma fazer.

No FB comentara com esta doce jovem que um dia iria dar-lhe um abraço.

Quis o destino que o apartamento que alugamos ficasse a dois passos daqui.

Por volta das 19h fui procurar o edifício que estava bem à vista. Fui para o lado errado, mas uma funcionária indicou-me o caminho e avisou-me que tinha de tocar uma campainha e pedir autorização para fazer a visita.

Mas na porta lia-se " visitas, das 19h às 21h" . Outras pessoas estavam santadas à espera, esperei também.

19:10h abriu-se uma porta. Surge uma enfermeira que, com um sorriso simpático, diz que podiamos entrar.

Fiz um sinal que queria falar com ela. Expliquei-lhe que era uma surpresa que queria fazer à CC e, de repente, perguntou ela aos visitantes: "Está aqui alguém para a CC?"

Uma senhora que vira na entrada e que comentara para mim mesma que era, de certeza, a mãe, respondeu: "Estou eu".

"Tem mais algum acompanhante?"

"Não", responde, "hoje só estou eu."

"Então tem aqui esta senhora que quer fazer uma surpresa à sua filha. Autoriza que ela vá?"

E expliquei à mãe o que me levava ali. Ela comentou "Ah! É a blogger que a minha filha fala".

Ajudou-me a colocar a máscara e entramos.

Uns olhos espreitavam a entrada do quarto. Sorri. E ela, a CC, reconheceu-me.

Não foram muitos os minutos que estive lá. Eram preciosos para mãe e filha, mas foram suficientes para perceber que o que leio no blog é exactamente o que é pessoalmente.

Não são precisas muitas palavras para dizer o que senti e sinto por esta blogger. A CC tem um coração do tamanho do mundo.

 

Já no apartamento diz a minha amiga "O nosso amigo quer vir a Lisboa e convidou-nos para bebermos um copo".

Chegou por volta das 21:30h, saímos a pé em direção ao Martim Moniz. Entramos no hotel Mundial, subimos no elevador até ao terraço,o  Rooftop Bar,  um espaço muito bonito e simpático convidava  para uma boa conversa e melhores bebidas.

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Pena que as noites lisboetas estivessem frias. Alguns clientes agasalhavam as costas com as mantas azuis que os funcinários punham à disposição.

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Junto a uma coluna havia uma mesa. Sentámo-nos nos altos bancos, de costas para a coluna que nos protegia do frio. 

As bebidas das mulheres não tinham álcool: sumo compal de beterraba e maçã, cenoura, sumo de limão, geleia (de qualquer coisa que não me recordo), canela, ervas aromáticas e limão. Simplesmente deliciosas! 

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Regressamos a casa. Eles ainda beberam chá e comeram bolachas. Eu, que ainda tinha o sabor da bebida fresca, não conseguia beber e comer mais nada.

O dia seguinte seria o nosso último dia em Lisboa. A contar... brevemente.

 

Cantinho da Casa

Sete é um número perfeito

por Maria Araújo, em 10.05.15

 

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Agradeço a todas (os) vós, que estais desse lado, que contribuís para que este cantinho ainda esteja vivo, bem disposto e aberto à partilha de ideias.

Vamos comemorar?

Sirvam-se de bolinhos de morangos com cobertura de chocolate.

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 (imagem pinterest aqui, e a  receita)

hi

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E a bebida só podia ser fresquinha e com frutas da época. 

Tchin, tchin.

 

 

 

Cantinho da Casa

Uma bebida vintage

por Maria Araújo, em 30.01.14

 

fortificante que hoje poucos bebem.

Cantinho da Casa

14 de abril

por Maria Araújo, em 14.04.13

Café, Cimbalino, Bica, seja que nome lhe possamos dar, gosto muito de café.

2 , excecionalmente 3, não passo sem a minha bebida preferida e quente, o único vício que tenho.

Já tomaste o teu cafézinho, hoje?

 

 

 

Cantinho da Casa

sho(r)t de sopa

por Maria Araújo, em 07.08.12

No fim de semana, fiz uma sopa com 2 batatas, um pouco de grão de bico, 1 cenoura e favas.

Varinha mágica e, um creme delicioso, foi o resultado.

Nem sempre como sopa ao almoço, mas hoje apeteceu-me e lembrei-me que nas minhas mini férias bebi um "shot de sopa".

Sabendo muito bem o que é um shot, mas não associei à bebida sopa, perguntei à funcionária do restaurante do hotel em que constava o shot de sopa.

O jantar era buffet, pelo que me levou ao balcão onde tinha um tabuleiro com vários copos de shot e cujo conteúdo era sopa (óbvio, daahhhh).

Ela comentou que eram modernices, e talvez uma maneira de as pessoas a comerem/beberem.

Peguei num copo, levei-o para a mesa e bebi o deliciosao creme de legumes.

Há pouco, lembrei-me do shot. Aqueci a minha sopa, enchi o meu copo e, consolei-me!

Aqui está ele, o shot de sopa.

Uma boa tática para um jantar de família e/ou amigos(as) e para quem raramente a come/bebe.

 

 

 

 

Cantinho da Casa

Um e-mail

por Maria Araújo, em 02.02.12

 que recebi, muito interessante.

 

Você vai a um bar e bebe uma cerveja. Bebe a segunda, a terceira, e assim por diante.
O seu estômago manda uma mensagem ao seu cérebro,dizendo: "Espera aí... o gajo está a beber muito líquido, já estou cheio!!!"
O seu estômago e cérebro não distinguem que tipo de líquido está a ser ingerido, sabem apenas que "é líquido".
Quando o cérebro recebe esta mensagem, diz: "Eh lá, o gajo está marado!!!" E manda a seguinte mensagem para os rins: "Meu, filtra o máximo de sangue que puderes, porque o gajo está marado e está a beber muito líquido! Vamos deitar isso tudo p'ra fora" e o RIM começa a fazer horas extra... Filtra muito sangue e enche-se rapidamente.
Então, vem a primeira corrida à casa de banho. Se reparar, este 1º xixi tem a cor normal, isto é, é meio amarelado, porque além de água, vêm as impurezas do sangue.
O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua a beber e o estômago manda outra mensagem ao CÉREBRO:"Meu, ele não pára! Socorro!!!" e o CÉREBRO envia outra mensagem ao RIM: "Meu amigo, vê a filtragem!!!"
O RIM começa a filtrar como um doido, só que agora, o que ele expulsa não é álcool! O que envia para a bexiga, é só ÁGUA, o líquido precioso do corpo!!! É por isso que as mijadas seguintes são transparentes: porque é água! E quanto mais se continua a beber, mais o organismo deita                água para fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você vai ficando cada vez mais "passado".
Chega uma altura em que você está com um teor alcoólico tão alto, que o seu CÉREBRO fá-lo "desligar". É então que se desmaia ou adormece... Ele faz isto porque pensa: "O gajo está a querer matar-se, está a meter veneno no corpo... vou pôr este doido a dormir, para ver se assim ele pára de beber e nós tentamos expulsar o álcool do corpo dele."
Enquanto você está apagado, o CÉREBRO dá a seguinte ordem ao sangue:
"É pá, já pus o gajo a dormir! Agora, temos que tirar o veneno do corpo dele. O meu plano é o seguinte: como estamos com o nível de água muito baixo, vamos passar por todos os órgãos e tirar a água deles, e assim, conseguimos deitar fora este veneno."
O SANGUE é como se fosse o rapaz dos recados do corpo. E como um bom rapaz dos recados, obedece às ordens direitinho, e por isso, começa a tirar água de todos os órgãos. Como o CÉREBRO é constituído por 75% de água, é quem mais sofre com esta "ordem", e daqui vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca...
Sei que na altura nem pensamos nisto, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo de água, porque à medida que fazem xixi, vão repondo a água.

Sabia que...

tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?

-2 copos de água depois de acordar ajuda a activar os órgãos internos.
-1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na  digestão.
-1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
-1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.

 

 

 

 

Cantinho da Casa


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