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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

das coisas dos últimos dias

Maria Araújo, 30.01.20

Às 9:05h de hoje, estava a ligar para a oficina a pedir que alguém viesse pôr o carro a trabalhar, seguia então para lá para colocarem uma bateria nova.

Às 9,30h, tinha a bateria carregada, foram as luzes que ficaram acesas ( o carro não deu sinal, não entendo), fui levá-lo à oficina.

Fizeram o teste, a bateria ainda tinha alguma autonomia. 
Na ficha de cliente, a última bateria colocada no carro foi em 2015.

Mas eu preferi que pussesem uma nova.

Esperei cerca de vinte minutos, paguei, com IVA ( ficou cara, pois!), porque nesta oficina não perguntam se quer a factura com ou sem  IVA .

E ainda fui ao mercado municipal.

Entretanto, e já que estava na rua, passei no parque de estacionamento, contei ao senhor o que aconteceu na terça-feira passada ( não era ele que estava nesse final de tarde) e,  muito simpático, disse que não me preocupasse, estas coisas acontecem.

Queria  dar-lhe o valor em falta, 1,55€, respondeu que  já tinha passado, que não me preocupasse.

Insisti.

"Não tem a pagar nada", comentou.

E eu agradeci.

 

 

 

os "acidentes" acontecem

Maria Araújo, 09.10.15

 

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Segunda-feira caiu um pedaço de estuque do tecto do escritório. Um estrondo que me assustou e deixou sem  reação, sem saber o que fazer.

Amanhã, vem o trolha fazer a obra.

Ontem, depois do futebol, tirei o carro da garagem para ir levar uma amiga a casa, a bateria quase não dava de si, mas pegou. E correu bem.

Hoje de manhã, prontinha para ir ao ginásio, dou à ignição e bateria, nada!

Não tinha como carregar ou empurrar o carro para ver se pegava e ir à oficina.

Subi, mudei de roupa, fui a pé (são 25 minutos)  à oficina. Se ligasse, obrigavam-me a estar aqui horas à espera que viessem pôr o carro a trabalhar.

Assim, na hora, vim com um funcionário, pôs o carro a trabalhar, fui deixá-lo lá para pôr uma bateria nova. Se esperasse um pouco, traria o carro, mas era hora de fazer o almoço, preferi deixá-lo, voltei para casa a pé.

Diz a simpática recepcionista: "mas se vem logo de tarde vai ter de fazer nova caminhada!"

E respondo eu: "Se há coisa que menos me incomoda é andar a pé. Por volta das 16h estou cá."

E em 4 dias lá vão uns quantos euros. E não imagino por quanto vai ficar a obra.

Confesso: "que mês, este!"

Ai, a bateria!

Maria Araújo, 04.11.14

O meu carro está na garagem desde o dia 13 de setembro (quase dois meses), uma ou duas vezes por semana ligava a ignição deixava o motor trabalhar.  

Quando fui tirar a tala, há três semanas, o médico avisara-me que devia estar quinze dias sem conduzir.

Comecei a fisioterapia e depois de cinco sessões, das vinte que tenho, a mão ainda estava muito "empenada" não senti necessidade de conduzir, até porque faço o percurso a pé.

Na sexta-feira passada, fui à garagem, mais uma vez, para ligar o motor e enquanto este trabalhava, fui varrer umas quantas pontas de cigarro, cinco das quais com marca de baton vermelho, para o lado das escadas da madame do baton vermelho. (Que raiva! As pontas de cigarro continuam a acumular-se em frente à porta da garagem, mas não quero conversa com a madame do baton vermelho. Entretanto, no dia seguinte, verifiquei que ela apanhou-as. Presumo que tenha percebido a mensagem).

Voltei à garagem arrumei a vassoura, desliguei o carro e saí para a fisioterapia.

Como a recuperação está a ver-se, esta semana fiz os meus planos a contar pegar no carro e voltar ao ginásio e à minha vida normal.

Ontem, fui de novo à garagem e quando entro a minha boca diz: "Ai, a bateria! E agora?"

Entrei,meti a chave, a bateria dá sinal de si mas muito muito fraca e sem a força necessária para que o motor arranque.

O que acontecera? Na sexta-feira deixara a porta do lado direito aberta, a luz ficou ligada, descarregou a bateria.

Como resolver? Pedir aos familiares? Se estão a trabalhar e como o final da tarde agora é noite, não me apetece chatear ninguém.

Com o assunto por resolver, hoje, quando saí da fisioterapia (que frio que estava, apetecia um casacão de malha bem quente) fui à oficina.

Amanhã o carro vai sair do seu estado letárgico, vai à inspecção (os mecânicos da oficina fazem-me este favor e não pago nada por isso) e volto à minha rotina a quatro rodas, agora que o tempo é de outono de chuva e frio. Brrrrr!

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