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cantinho da casa

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Seg | 28.06.21

sobre a vacinação

 

do Jornal O Público

"O vice-almirante tinha anunciado na véspera, durante uma audição na Assembleia da República, sobre as medidas de combate à pandemia, que para evitar um “pesadelo logístico em termos de convocação das pessoas”, em vez do envio de SMS quem estivesse a aguardar a segunda dose da AstraZeneca bastaria dirigir-se ao centro de vacinação onde foi vacinado, a partir das 18 horas, para receber a segunda dose." 

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Ontem, fui almoçar ao restaurante do  Altice Fórum.  Ao lado deste está o centro de vacinação desta cidade.

Faço amanhã as oitos semanas da toma da 1ª dose da vacina Astrazeneca e,  estando a par do que se passa sobre a vacinação, depois do almoço, fui à secretaria ( recentemente aberta fora do edifício), para me certificar do que lera, e se podia ir um destes dias, depois das 18:00h, tomar a 2ª dose.

Vejo a senhora teclar num aparelho, não percebi que tipo era, e disse-me:" não temos esta vacina. se faz as oito semanas no dia 29, passe cá nesse dia, ou nos dias seguintes, para saber se já a temos. "

Resposta minha:" A senhora está a querer dizer-me, também, que o utente tem de passar cá para se certificar se há vacina, e se não houver, vai passando.É isso?"

"Sim. O utente tem de passar cá. Se houver, é vacinado, se não houver, vai passando"

Ora, se não há a vacina, e entendo perfeitamente, pergunto: porque teremos nós, utentes, de "passar" para saber se há, quando, na minha opinião, seria de bom tom , apesar “pesadelo logístico em termos de convocação das pessoas”, enviarem a mensagem a quem falta tomar a dose, ou divulgarem nas notícias que a vacina está disponível?

Eu vivo perto do Fórum, não me custa nada ir lá, mas há pessoas que vivem longe e não podem, ou não têm tempo, para irem passando.

 

 

 

 

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