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cantinho da casa

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Seg | 15.10.18

no orçamento de estado

para 2019, não concordo, de todo, com isto:

 

"Até agora, os livros gratuitos abrangiam somente o 1º e 2.º ciclos, ou seja, o ensino básico, alargando-se agora aos 7.º, 8.º, 9.º, 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade. Segundo estimativas dos comunistas, os custos da medida anunciada ascendem a “pouco mais de 100 milhões de euros”.

 

Ficaria mais satisfeita se premiassem o mérito atribuindo  bolsas de estudo a quem merece e/ou um subsídio aos estudantes universitários que trabalham e estudam para ajudarem os pais nas despesas de alojamento e propinas.

E não são poucos.

 

 

 

2 comentários

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    Maria Araújo 16.10.2018




    Marta, eu não escrevi que o estado devia dar livros a quem tem melhores notas, escrevi que não concordo com os manuais gratuitos até ao 12º.
    Até porque muitos alunos têm subsídio escolar, e alguns nem merecem, acredite, porque conheço.
    Estou de acordo que a ajuda consoante o escalão não é a melhor, pois todos sabemos que há alunos que têm o escalão baixo e precisavam do mais alto.
    Não sei como funciona agora, mas no meu tempo via-se coisas que nos doía o coração, sobretudo com crianças pobres e que tinham apenas material escolar e pagavam uma parte da refeição, enquanto outros, cujos pais declaravam o mínimo de rendimentos, conseguiam o escalão mais alto, e era vê-los com bons carros e as crianças com bastante dinheiro para gastarem em bolos e ou almoço fora da escola.
    Em relação à entrega dos livros no final do ano, estou completamente de acordo.
    E se muitos deles fossem entregues em boas condições.
    Havia muito a dizer, mas como agora não estou dentro do assunto, o melhor é ficar quieta.
    Então, o que eu opinei foi que há alunos na universidade que precisam de subsídios para ajudarem os pais nas despesas de casa e propinas, e para quem tem notas altas premiarem com um bolsa, pequena que fosse, porque estes também merecem incentivo para continuarem, e sabe a Marta que muitos deles não são ricos.
    E num à parte que faço, a minha sobrinha, que eu sempre pensara que quando entrasse para a faculdade tivesse bolsa de estudo, pela média que teve, acima de 18, e continua a ter boas notas, não lhe foi atribuído nada.
    Foi uma decepção quando lhe disseram que não tinha direito, sobretudo porque a mãe está sozinha para tudo ( e nunca se queixou).
    A miúda vai gerindo o dinheiro que a mãe lhe dá, mas sei que não é nada fácil para ambas.
    Este é um pequeno caso, mas há mais e muito complicados.

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