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cantinho da casa

cantinho da casa

Há coisas que me tiram do sério

e que, com muita paciência, às vezes, aguento. 

Uso pouco o telefone fixo, mas não quero privar-me de o ter. Há alturas, poucas, que ponho a conversa em dia com as amigas e sou capaz de estar ao telefone 1 hora, pelo que não se justificava pagar cerca de 15 euros de linha, porque o que gasto em chamadas é pouco.

No início do mês fui pedir o pacote de chamadas PT de 9,99.

Muito bem, a partir desse dia passaria a pagar este valor com chamadas grátis para os números começados por 2...

Ora, ao receber a fatura eletrónica, qual não é o meu espanto e vejo o valor a pagar 26,52,  muito superior ao que habitualmente pago (média de 18 euros).

Imprimi a fatura e fui à PT/MEO/TMN, aqui bem perto de casa.

Fui atendida por um jovem que perguntou: "em que posso ajudá-la?"

Expliquei o que se passava.

Pegou na fatura, verificou o valor, pousou-a junto ao pc, dedos no teclado...Durante 20 minutos não articulou uma única palavra, um único som. Após este tempo disse "aguarde um momento".

Levantou-se entrou num gabinete e regressou.

O ar condicionado incomodava-me. Senti frio. Coloquei-me junto ao balcão na posição lateral de modo a que o ar não me "batesse" nas costas, parte do corpo que sou demasiado sensível à temperatura.

De vez em quando, disfarçava um bocejo e com o corpo fazia girar o banco onde se sentava.

Passado mais 15 minutos, peguei no telemóvel e comecei a escrever uma mensagem sobre o que estava acontecer. Penso que o jovem percebeu e comenta:"tem de aguardar mais um pouco porque estão a acertar a fatura".

Agradeci e continuei o que escrevia.

12:57h, diz o jovem, que mastigava uma chiclete: "o assunto está resolvido, vai ser debitado na sua conta o valor x e na próxima fatura vai aparecer o acerto que fizemos".

Perguntei: "Vão enviar uma nova fatura do valor que vai ser debitado?"

Respondeu: "Provavelmente, sim". E nada mais articulou.

Sem pôr em questão o profissionalismo do jovem, penso que nós, clientes, merecemos algo mais como (e sem a chiclete na boca): "A senhora tem de aguardar um pouco...o processo está a ser verificado... demora algum tempo a obter uma resposta".

É tudo uma questão de atitude que, a mim, como cliente, me faz sentir que estou a ser simpaticamente atendida.

 

 

 

 

 

 

 

Maquilhagem

A propósito deste post , tenho uma aluna de uma turma de apoio ao estudo, com 11/12 anos, que  costuma trazer os olhos pintados com sombra e lápis.

No início do ano, discretamente, comentei que é muito jovem para se maquilhar. Ela ria-se e dizia que gostava, e que a mãe não se importava com isso. 

Deixei de comentar (fi-lo 2 ou 3 vezes).

A miúda fica nos lugares da frente.
Hoje, fiquei estática a olhá-la. Ela tem uma pele morena. Hoje, o seu rosto estava castanho...de base , a cor que as jovens entre os 18/ 30 anos usam. Se nestas acho demasiado pesado, ver numa pré adolescente, deixa-me sem palavras.

Mas se a mãe autoriza, quem sou eu para dar conselhos?

A maquilhagem está na moda, mas não se abuse dela.

 

 

 

 

Cara(s)

Costumo receber a "Caras" no meu e-mail.

A maioria das vezes, não a abro, não tenho tempo para ler/ver este tipo de revistas.

Acabei de entrar no correio eletrónico e vejo esta jovem, mundialmente famosa, que, verdade seja escrita, já lhe achei mais piada(mas é bonita)... Não fosse o namorado que tem, "ai, homem bonito!", acho que nem sequer o blogue dela espreitava.

Gosto do seu jeito de vestir. Peças simples e  modernas,  com algum classicismo à mistura.

Mas nem tudo fica bem. Gente famosa também falha nas roupas que escolhe.

Alguns "looks" que usou nos desfiles de moda (retiradas da revista Caras).

 

Ela

 

 

 

 

Ela & ele

 

 

 

 

 

 

(foto geral)

 

 

 

adoro

 

 

  o preto, a cor da moda de outono

 

 

não gosto de tigresas, mas nela fica bem.

 

 

 detalhes bonitos

 

elegantíssima

 

 

elegante

 

não gosto:

 saia

 

saia demasiado comprida, modelo sem graça

 

 

 

Uma foto de verão #3

 

Cheguei ao campo de jogos, nos arredores da cidade, onde a Sofia e uma amiga costumam passar o final da tarde.

Comentei: "hoje não há ninguém no campo".

Acrescenta a M: "está alguém numa cadeira de rodas".

Quando parei para que saíssem do carro, vi um jovem, em tronco nu, que agilmente atirava a bola de basquete, de longe, com uma rapidez impressionante e, com a mesma rapidez, movimentava a cadeira para aqui e acolá, ora apanhando a bola, ora encestando-a.

As duas miúdas aproximaram-se e envolveram-se no movimento do jovem, alternando os lançamentos.

Foi desta forma que captei as várias fotos de verão, num campo de jogos, onde os jovens passam o tempo, enquanto os pais trabalham.

 

 

 

 

 

 

 

Da Si

Li o post que  a Si publicou hoje  sobre um jovemque se desfazia em solidariedade, numa sala de espera de consultório.

O início do texto pareceu-me uma história como muitas que por aqui se contam, algumas delas fico na dúvida se serão reais ou não, mas isso fica para o leitor. Ao que parece, esta é real.

A Si queria da cena que observou, um  tema para contar uma história, e escreveu um bonito e sensível texto.

Leiam-no.

Fico feliz, também,  quando vejo jovens educados e solidários  fazerem o bemsem olharem a quem,   e  que não se incomodam com os comentários que possam fazer deles (caso do senhor idoso que duvidou da sexualidade deste jovem).

  

Mutirão e Promifé em Sampaio por Sibapa