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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

e a obra está parada

Maria Araújo, 30.10.15

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o trolha não vem pintar o tecto, amanhã não pode, e eu fico completamente desmotivada para arrumar a casa. a hora mudou, as vezes que veio cá foi ao fim da tarde e comentei como seria agora ao que me respondeu: " não há problema, trabalho à luz do candeeiro". 

e estou farta de ver os livros espalhados pela sala, pelo meu quarto, pelo closet, nem tenho vontade de estar em casa, não fosse o tempo impedir de sair (hoje está melhor).

 

 

e o trolha veio

Maria Araújo, 21.10.15

 

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Segunda-feira liguei-lhe:

- Ah, e tal, hoje não posso, tenho uma consulta. Amanhã, no final da tarde, vou sem falta.

Ontem, por volta das 18h liguei, mas o telemóvel estava desligado. E pensei "sacana, às tantas, não vem!"

Meia hora depois, a campainha tocou. Era ele.

- Ah, e tal, eu liguei-lhe para o lembrar que prometera vir hoje, mas o senhor tem o telemóvel desligado,- comentei.

- Mas eu não ouvi!- respondeu. - Está desligado!- acrescentou, depois de tirá-lo do bolso das calças.

Uma hora depois, diz que está terminado e vinha cá hoje.

E hoje, veio. Trabalho de mais 1 hora.

- Sexta-feira, por favor ligue-me pelo meio-dia, dou cá um salto e vejo se a massa está seca. Se estiver, venho no final da tarde pintar o tecto. Lembre-me, por favor! - pediu-me.

- Espero bem que sim, senhor J. Preciso de pôr as minhas coisas nos lugares e vai para 15 dias que a obra começou.

A questão é que, mais uma vez, não tive coragem de pedir à empregada para não vir hoje e limpar a casa com os livros, revistas, computador velho, candeeiro, mesinhas, espalhados pelo meu quarto e closet, fazem-me mal aos nervos, caramba!

 

 

 

 

 

telefonei ao trolha

Maria Araújo, 14.10.15

"Ah, e tal, tive um trabalho com uma máquina (máquina? comentei de mim para mim), depois era tarde, e ontem também não pude, o tempo passou e esqueci-me. Hoje não posso, passo aí amanhã."

"Eu disse ao senhor que tinha de vir até hoje. Amanhã vou para Lisboa, não é possível". 

E pensando eu que ele ia dizer que vinha no sábado e preparada para lhe dar a resposta, talvez porque se lembrou que o tinha avisado que ia estar todo o fim de semana fora, diz-me ele: "Segunda-feira ligue-me e eu passo aí, sem falta!"

São mesmo trolhas, caramba!

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o sacana do trolha

Maria Araújo, 13.10.15

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disse que vinha ontem ou hoje no final do dia dar um retoque ao friso do tecto e lixar a massa para depois pintar.

tenho tudo fora dos sítios. domingo limpei os livros e coloquei-os num canto do meu quarto. o computador,o scanner e a impressora estão no closet, as pastas de arquivo no chão, despachei caixas para a reciclagem,

quero pôr algumas coisas nos seus lugares antes de ir para a capital, mas já percebi que só para a semana, se vier, dará continuidade à obra.

raios partam estes mentirosos.

fosse ele como o da fotografia, quem ligava era eu. e o patrão, que esperasse!

os "acidentes" acontecem

Maria Araújo, 09.10.15

 

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Segunda-feira caiu um pedaço de estuque do tecto do escritório. Um estrondo que me assustou e deixou sem  reação, sem saber o que fazer.

Amanhã, vem o trolha fazer a obra.

Ontem, depois do futebol, tirei o carro da garagem para ir levar uma amiga a casa, a bateria quase não dava de si, mas pegou. E correu bem.

Hoje de manhã, prontinha para ir ao ginásio, dou à ignição e bateria, nada!

Não tinha como carregar ou empurrar o carro para ver se pegava e ir à oficina.

Subi, mudei de roupa, fui a pé (são 25 minutos)  à oficina. Se ligasse, obrigavam-me a estar aqui horas à espera que viessem pôr o carro a trabalhar.

Assim, na hora, vim com um funcionário, pôs o carro a trabalhar, fui deixá-lo lá para pôr uma bateria nova. Se esperasse um pouco, traria o carro, mas era hora de fazer o almoço, preferi deixá-lo, voltei para casa a pé.

Diz a simpática recepcionista: "mas se vem logo de tarde vai ter de fazer nova caminhada!"

E respondo eu: "Se há coisa que menos me incomoda é andar a pé. Por volta das 16h estou cá."

E em 4 dias lá vão uns quantos euros. E não imagino por quanto vai ficar a obra.

Confesso: "que mês, este!"

Não havia necessidade

Maria Araújo, 15.05.15

de se constuir um centro comercial enorme, nos arredores da cidade, quando temos centros qb, alguns mais antigos e parados no tempo.

Comentava-se que, por falta de verba, os Chineses teriam comprado o edifício e seria um grande centro de comércio chinês.

O tempo passou, estava previsto ser inaugurado em 2011, depois em 2014, ficou o edifício parado, não há quem o queira e agora vem a notícia da falência dos Dolce Vita de Vila Real, Porto e Coimbra.

Em anos de crise, não havia necessidade de construírem um centro comercial tão grande e fora da cidade.

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Centro comercial Dolce Vita, Braga