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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

comédia

Maria Araújo, 14.03.17

gosto de rir, gosto que me doa o estômago de tanto me rir, mesmo sabendo que as minhas vincadas rugas  de expressão mais se acentuam.

quando soube que eles vinham cá, liguei de imediato para o Theatro Circo para reservar bilhetes. já só haviam 5 na 1ª plateia, que remédio tive eu dar 25 euros por cada bilhete.

mas não choro o dinheiro que dei.

logo à noite, quero rir a valer. preciso.

quem vai comigo, também precisa. e mais do que eu.

 

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em setembro

Maria Araújo, 01.12.16

atenta ao cartaz, e porque há muito desejava ver o grupo Harlem Gospel Choir  mas nunca conseguira bihetes, desta vez, foi em setembro que comprei.

Hoje é o dia.

 

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HOMENAGEM A ADELE
 
Já é o sétimo ano consecutivo na crescente história que une o Harlem Gospel Choir de Nova Iorque a Portugal sendo que desta vez as datas que apresentarão no nosso país na época festiva do Natal se integrarão numa mais alargada digressão Ibérica, sinal do impacto crescente que uma das mais celebradas formações deste género vem conseguindo do lado de cá do Atlântico.
 
O Harlem Gospel Choir, talvez o mais famoso grupo de gospel do mundo neste momento, já trouxe a Portugal espetáculos de homenagem a gigantes da música como Michael Jackson, Stevie Wonder ou Whitney Houston, compositores de méritos mais do que reconhecidos que nas experientes vozes deste grupo se tornam também autores de hinos universais capazes de capturar o espírito de uma época muito especial. Desta vez trarão na bagagem canções de uma das mais aplaudidas vozes da actualidade, Adele, cuja música, que lidera tops em todo o mundo, inspira um sentido tributo que é também uma oportunidade de celebração do que de melhor a vida nos oferece: o amor, pois claro.
 
Consigo, o Harlem Gospel Choir trará, além das canções de Adele que todos conhecem, uma vasta experiência própria de um colectivo que já cantou ao lado de ou para gente tão importante como Nelson Mandela, o papa João Paulo II, Paul McCartney, Diana Ross, U2 ou Gorillaz, entre tantos outros, que tem quase três décadas de uma história cheia que lhes permitiu colecionar muitos sucessos que agora se traduzem num envolvente espetáculo, capaz de elevar os espíritos e de inundar de paz qualquer plateia.
 
O convite é para uma celebração muito especial e dirige-se a toda a família. A banda sonora, essa será de luxo e entregue com o inimitável estilo do Harlem Gospel Choir: Adele como nunca a ouviram antes.
 

Futuro Eu

Maria Araújo, 10.09.16

Há anos, fui ver David Fonseca. Na altura todo o repertório foi cantando em Inglês.

Hoje, vou ao Theatro Circo ouvi-lo cantar em português.

Espero que me supreenda.

 

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“Futuro Eu” é o título do novo trabalho de David Fonseca e a base do concerto que apresentará no Theatro Circo. Com o título retirado da canção revelada através das redes sociais, “Futuro Eu” expõe um conceito inédito na sua já vasta obra em que o inesperado é princípio basilar. Publicado em Outubro último, “Futuro Eu” tem como grande novidade o facto de se tratar do primeiro disco integralmente composto em português de David Fonseca, mais um novo desafio artístico que, a avaliar pela forma elogiosa como a crítica especializada se referiu à sua sexta edição discográfica em nome próprio, ultrapassou com distinção. Sempre surpreendente, também ao nível cénico David Fonseca nos traz um conceito completamente inédito, conjugando como poucos dramaticidade com espetacular ou intimismo com energia, sempre numa envolvente plástica cuidada e única.
 

Variações - entre Braga e Nova Iorque

Maria Araújo, 04.12.15

Hoje é dia de espectáculo, e sendo ele em homenagem ao excelente e saudoso António Variações, não podia faltar.

 

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Samuel Úria e amigos

 

António Variações nasceu a 3 de Dezembro de 1944, em Amares, e faleceu em Lisboa, antes de completar 40 anos, corria o ano de 1984. No arranque dos anos 80, no entanto, assinou uma curta mas fulgurante carreira de que ainda hoje se sentem os ecos. Variações - Entre Braga e Nova Iorque pretende homenagear este criador pós-moderno num dos polos da sua inspiração artística, a cidade de Braga, que apontava como símbolo da sua ligação a uma nítida portugalidade que hoje inspira uma nova geração de músicos e cantores a expressar-se na sua própria língua e a assumir ligações às nossas raízes. Este espetáculo resulta de uma encomenda a Samuel Úria que convocou uma série de aliados, entre eles Tiago Cavaco, também conhecido como Guillul, figura de proa da FlorCaveira, um dos primeiros coletivos a assumir a influência direta de Variações na presente década