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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

desde 2006

Maria Araújo, 17.02.16

que tenho um saco de papel guardado no armário.  Não sou pessoa de me agarrar às coisas, muito menos a um saco de papel, mas nunca consegui desfazer-me deste porque sabia que, mais cedo ou mais tarde, iria usá-lo. Mas já passaram 9 anos e o saco continuava à espera que fizesse alguma coisa. Ora era ela que me olhava, ora era ele que me pedia, mas o tempo passava e deixava-os à espera do momento certo.

Este saco é giro, gostei dele desde a hora que a funcionária, ou funcionário? (nem me lembro) meteu as compras que fizera: uma camisa, que vesti no máximo 5 vezes, e a sweater primaveril azul escuro, que adoro e ainda visto.

Ora hoje, andava nas lides domésticas. Farta de ver os imensos sacos de papel que estavam pendurados atrás de uma porta da despensa e não tinha onde os guardar, lembrei-me que numa das publicações do buzzfeed, vira uma dica interessante que me resolveria o problema: os arquivadores de revistas. Imediatamente fui buscar os dois que não fazia uso, encaixei-os todos e, voilá, na mouche!

E foi então que o saco das compras que fiz no  ano de 2006, em Boston, na Abercrombie & Fitch, veio-me ao pensamento.

Tirei-o do armário, cortei-o, tirei as medidas.

Finalmente, ele e ela, estão prontos para receberem as respectivas molduras e ocuparem a única parede vazia do escritório.

Bem, agora tenho de comprar as molduras.

 

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Lá fora

Maria Araújo, 04.05.15

está um vento louco, leva tudo pelo ar e eu por aqui a descobrir coisas giras.

Mais uma vez, encontrei dicas interessantes que podemos fazer usando papel de cartão.

Escolhi os mais simples.

Vejam tudo no BuzzFeed.

 

uma caixa organizadora

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um candeeiro de tecto

 

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um quadro decorativo

 

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figuras decorativas

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uma prateleira

 

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E agora, vou descansar os olhinhos e dar uma volta  porque o eyecare acabou de dar o sinal. INFALÍVEL!

 

O papel na boca

Maria Araújo, 05.10.09

Interessante esta história recebida por e-mail. Uma lição para os momentos mais delicados da nossa vida.

 

 

"Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem honrado foi
injustamente acusado de
haver assassinado uma mulher.
Na realidade, o verdadeiro assassino era uma pessoa muito influente do
reino e por isso, desde o
primeiro momento, se procurou encontrar um bode expiatório para
encobrir o verdadeiro culpado.
Assim que o homem honesto e inocente foi preso e levado a juízo,
conhecendo-se de antemão que
teria escassas ou nulas oportunidades de escapar ao terrível
veredicto: morte por enforcamento.
O juiz cuidou, não obstante, de dar ao julgamento todo o aspecto de
justiça, e por isso ele disse ao
acusado:
- Conhecendo a sua fama de homem justo e devoto a Deus, vamos deixar
em suas mãos o seu
destino. Nós vamos escrever em dois papeis separados as palavras
culpado e inocente. Você
escolherá uma, e a sua escolha será a mão de Deus para que decida o seu destino.
Por óbvio, os assistentes corruptos do juiz haviam escrito nos dois
papeis a mesma palavra
culpado, e a pobre vítima ainda sem conhecer os detalhes, se dava
conta de que o sistema
proposto era uma trama para condená-lo à morte.
Não havia escapatória!
O juiz ordenou ao homem que pegasse um dos papeis dobrados.
O homem respirou profundamente, ficou em silêncio por alguns segundos
com os olhos fechados e,
quando a sala de julgamento começava a impacientar-se pela demora, ele
abriu os olhos e com um
estranho sorriso fez sua eleição: tomou um dos papéis e, levando-o à
sua boca, o mastigou e o
engoliu rapidamente.
Surpreendidos e indignados os presentes protestaram iradamente: - Por
que você fez isso? E
agora? Como vamos saber o veredicto?
- É muito simples, respondeu o homem. É questão de ler o papel que
ficou e saberemos o que dizia
o papel que eu escolhi.
Com resmungos e raiva mal dissimulada tiveram que liberar o homem e
jamais puderam voltar a
acusá-lo porque no papel que ficara sobre a mesa estava escrita a
palavra culpado."

 

 

 


Caríssimo amigo: Quando tudo parecer perdido, use sua imaginação.
Quando parecer que não
existe uma única luz no fim do túnel, use a sua imaginação.
Albert Einstein disse uma frase lapidar: "Nos momentos de crises,
somente a imaginação é mais
importante que o conhecimento".


Com efeito, você pode alcançar o conhecimento por meio de estudos, de
pesquisas e da
observação. Todavia, pela sabedoria ultrapassamos as fronteiras do
conhecimento humano e
adentramos numa dimensão de saber sobrenatural pela iluminação de
nossas mentes, a ponto de
encontrarmos soluções imediatas para situações que julgávamos
insolúveis; para situações que
julgávamos sem saída."