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À minha primeira sobrinha

por Maria Araújo, em 30.09.14

a minha afilhada, a grávida mais linda do Rio, a mãe do meu primeiro sobrinho neto, o carioca, um dia de Aniversário muito Feliz.

Mereces tudo, Filipa.

 

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Uma notícia inesperada

por Maria Araújo, em 24.04.14

 

 

 

 

 

 

Nuno Ramalho, de 21 anos, e Vasco Rodrigues e João Vieira, ambos de 18, são as três vítimas mortais do acidente, todos alunos de Engenharia Informática´.

 

Ontem, quando ouvi e vi a notícia, pensava: "que desgosto para os pais, receberem uma notícia destas".

 

Há cerca de uma hora, soube o que nunca me passou pela mente...

 

A minha prima Ana Maria, professora de Inglês, viúva, mãe de três filhos, uma mulher sofredora, lutadora, humilde, bom coração, ficou sem o filho, o Nuno Ramalho.

 

Fica em paz, primo Nuno.

 

 

 

 

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Coisas que me põem triste

por Maria Araújo, em 01.03.14

 

 

 

lido num blog:

 

{#emotions_dlg.meeting}

 

" Ontem à noite...

 

Quando vi a filhota mais velha a entrar no avião, enquanto abraçava a mais nova que não controlava o choro, senti uma vontade enorme de mandar este País às urtigas e apanhar o mesmo avião para nunca mais voltar..."

 

 

 

 

 

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28 de janeiro...

por Maria Araújo, em 28.01.14

o vídeo que gostaria que partilhassem nos vosso blogues, como eu partilho, daqui.

 

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Sex shop

por Maria Araújo, em 14.11.13

Entrei hoje, pela primeira vez numa sex shop, um pouco disfarçada, ok, no centro comercial perto de casa, com uma amiga, aniversariante (54 anos) e a filha (27 anos) esta a passar férias cá,  vive em Tenerife (enfermeira que não arranjou emprego, saiu do país há cerca de 6 anos, não tenciona voltar nunca, muito trabalho, mas uma vida económica muito confortável).

O que lá fomos ver/comprar foi para a mãe.

A filha, adepta de brinquedos, lingerie e acessórios estimulantes({#emotions_dlg.ok}), gostou de uma camisa. Enquanto  via, a mãe dava-me cotoveladas no braço para eu estar atenta ao que ela dizia.

A dona da loja (que pancada!) com o à-vontade que eu jamais imaginava ter (conheço-a daqui da zona há muitos anos) saiam-lhe da boca palavras atrevidas que nos faziam rir à gargalhada ao mesmo tempo que as mãos falavam, também.

E dava opiniões à minha amiga. Esta ria-se e dizia que não tinha idade para esses brinquedos intímos.

De repente, vimos os vibradores. A minha amiga riu-se e eu meti-me com ela.

Eis que sinto algo vibrar atrás de mim.

A senhora tinha um à mão...

A minha preocupação foi vererificar se alguém, fora da loja, estava a observar-nos. Não.

A filha pagou tudo, saímos da loja com sorrisos descontraídos.

Diz a mãe para filha: "por que foste comprar mais uma lingerie?"

"Ó mãe, se eu gosto, porque não gastar em coisas que me dão prazer?"

Confesso que passo muitas vezes nesta loja, vejo a montra, mas nunca me atrevera a entrar.

Também não sei se voltaria lá pois o à-vontade da senhora deixou-me desconcertada.

(Nota: um post com conhecimento da minha amiga).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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18 de julho

por Maria Araújo, em 18.07.13

Entrei aqui no Sapo, e vejo a fotografia de Nelson Mandela.

95 anos de uma vida cheia de fragilidades, força e coragem.

Parabéns, Nelson Mandela.

 

{#emotions_dlg.meeting}

 

Este dia seria o aniversário de minha mãe. Faleceu 13 dias antes de completar 53 anos.

Hoje, teria 84 anos.

Lembro-a com muito carinho, saudade e lágrimas nos olhos.

Paz à tua alma, mãe.

 

 

 

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O cancro do meu filho Derek em imagens

por Maria Araújo, em 09.05.13

 

Ninguém pode ficar indiferente à dor de uma criança.

Ninguém pode ficar indiferente à dor de uma mãe.

Ninguém pode ficar indiferente à dor das imagens...

 

Da revista Sábado, as fotos.

 

 

 

 

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Feliz Dia da Mãe

por Maria Araújo, em 05.05.13

Às mães deste cantinho, A.Sofia, minha irmã mais nova, à minha sobrinha Filipa, a mamã do meu 1º sobrinho neto, às cunhadas, Renata e Lígia, "Feliz Dia da Mãe".

Obrigada pelos 11 sobrinhos que me deram.

 

 

 

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Dia Mundial do Professor

por Maria Araújo, em 05.10.09

Hoje é  o meu dia. É o dia de todos os profissionais da educação.

Sendo ALVO de críticas, geralmente ofensivas da sociedade portuguesa, são eles que têm o IMPORTANTE papel de ensinar, educar, apoiar, dar, chorar, rir, saber fazer, saber estar ...saber ser pai, mãe, e criança.

 

 

 

 

Eu gosto de ser professora.

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Angústia

por Maria Araújo, em 04.02.09

Vou escrever o que se tem passado aqui no meu prédio há já um ano sobre algo que me tem posto angustiada, triste e revoltada. 

O meu vizinho do 1º andar, que terá 52 anos, é único filho, demasiado inteligente, muito culto (tomara eu ter a capacidade que ele tem de conhecer óperas, livros, falar Inglês e Alemão) mas com perturbações de nível psicológico graves, embora nunca tivesse admitido.
Há anos a mãe dasabafava comigo as manias dele, as desistências em tudo o que tentava meter-se.

O pai, que faleceu há uns anos, tinha também perturbações psicológicas, embora fossem controladas.

Quando havia alguma obra no prédio, este  quase ia abaixo com as reacções do gajo, desculpem-me a expressão. Subia as escadas e dava pontapés na porta, insultava os inquilinos, eu estava incluída, porque também fiz obras em casa, era o fim do mundo. Chamava-se a polícia, mas nada se resolvia. A mãe pedia aos trolhas que fizessem pouco  barulho, mas obras são obras eram feitas durante a hora normal de trabalho, logo tinha que as aguentar.

O gajo dorme de dia, e mal, e à noite deita-se muito tarde, por vezes a ouvir ópera, incomodando os vizinhos que têm de se levantar cedo para o trabalho. Por vezes eu não preciso de ligar a TV porque ouço cá em cima, o que ele está a ver/ouvir.

Bom, mas como ia dizendo, há cerca de umaano comecei a ouvir insultos. Como na rua passam muitos estudantes para a escola secundária que fica na rua oposta, pensava eu que seria lá fora. Até que o gajo começou a subir o tom de voz  e percebi que era ele que insultava a mãe.

No dia 7 de Junho do ano passado estava eu a chegar  da praia, seriam 15 horas, ouvi berros, insultos e gritos seguidos de choro.

Meu coração quase me saltava do peito! Tremia, não sabia o que fazer.

Subi ao 3º andar, vivo no 2º,  e fui pedir ajuda à vizinha, para que telefonasse ao marido e este à PSP para vir em auxílio da senhora que já conta 83 anos.

A minha vizinha queria descer e acudir a senhora, mas sabendo eu o tipo de homem que ele é, adverti-a a não se meter.

Chamou-se a polícia.

Ele tinha agredido a mãe, embora esta não tivesse sinais visíveis, pelo que nem foi preciso pedir o INEM.

Óbvio que eu não me meti no assunto. Isto foi relatado pela PSP, depois de eu ter ido testemunhar o que ouvira.

Desde então tem sido um forró, desculpem-me, porque o gajo descarrega na pobre senhora toda a sua loucura.

Nunca mais houve sossego no prédio e no meu coração.

Entro em pânico quando ouço os insultos, embora nem sempre a senhora chore.

Desde essa data a polícia é solicitada a intervir, mas o certo é que nada pode fazer, porque os agentes dizem que ele não põe as mãos na mãe. Deduzo que a empurra, parte vidros, louça, seja o que for, mas evita tocar nela.

Um Domingo de tarde, antes do Natal, estava eu aqui sossegada a fazer  as minhas tarefas quando se deu mais uma das loucuras dele. Decidi não chamar a polícia, mas enviei um e-mail.

Dias depois fui à PSP saber o que fizeram do meu e-mail. Tinha seguido para o Ministério Público. Fui a esta entidade e soube que iriam abrir um processo.

Fui à Segurança Social e tive conhecimento que a senhora iria frequentar um lar de dia, mas ao que parece foi uma vez, pois o filho não se digna levar a mãe.

Passa o tempo e parece-me que tudo está parado.

Esta noite, por volta das 23h45 estava eu aqui a ler blogs e escuto a voz do gajo. Aproximei-me do meu esritório, por cima do quarto da mãe para perceber o que ele dizia.

Ele gritava: "Mete-te na cama f* ...p*...". Durou cerca de 5 minutos esta cena, até que ouço "METE-TE NA CAMA FILHA DA P*...."  Ouço gritos e o choro da senhora. Ouviu-se um estore a subir e descer. Foi a senhora do 3º andar. Eu fiquei estática.

De repente, volto para o pc e vou ao "gmail". Encontro online a minha melhor amiga e descarrego tudo o que sinto.

Deitei-me por volta da 1:00h com a firme decisão de  fazer uma queixa no Ministério Público. Fi-lo hoje de manhã.

Há mais quatro inquilinos no prédio e sou a única que tem agido na denuncia deste caso. Os vizinhos são pessoas de bem, educadas, mas não se mexem. Dizem que se eu precisar de ajuda vão comigo. Mas eu estou nisto sozinha.

Entretanto recebo o correio, por volta das 12h00, carta do Tribunal, deduzi que seria alguma informação sobre a denúncia que fiz por e-mail.

Abri o envelope. Tenho que me apresentar como testemunha, na próxima Sexta-feira, às 10h30. É um assunto importante e delicado, não admito violência doméstica com crianças e idosos. São  seres  desprotegidos, não sabem defender-se. Fico magoada, angustiada.

Tenho um único receio. Que o gajo, depois desta audiência, me faça frente. Para eu entrar em minha casa tenho de passar à sua porta,  este prédio não tem elevador.

Receio, mas vou em frente.

Para acabar, desde esse dia 7 de Junho de 2008 que ele tem a mãe em cativeiro. Ela saía todas as manhã para fazer as compras do dia-a-dia. Eram os seus únicos momentos de lazer e distracção. Descobri  que ela tem Alzheimer.

Muito mais teria a desabafar aqui, mas o essencial está dito.

Se pudesse, invadia a casa do gajo e metia a senhora num lar. Ela precisa URGENTEMENTE de apoio e serviços mínimos de higiene.

 

 Idosos  por leticialimeira2003

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