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o sol chegou

por Maria Araújo, em 13.06.18

o ânimo é outro, saí para umas compras.

Fotografei as decorações da cidade para a festa de São João, algumas ainda em montagem, encontrei um amigo que não via há mais de um ano, conversámos sobre a família e a vida.

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Passei na Sé, estava a imagem de Santo António  junto ao altar-mor.

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No regresso a casa, passei junto ao Starbucks, que abriu hoje, estava cheio de jovens na esplanada e havia fila para entrar ( não sou fã desta cadeia, a não ser fora do país quando quero tomar café).

 

 

Cantinho da Casa

o ruivo

por Maria Araújo, em 05.04.18

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Manhã serena, precisava ir a esta loja (em frente  às caixas do Hipermercado Continente) com descontos de 23%, todos os dias da semana,  à 5ª feira é o dia da L'Óreal e Wella, precisava urgentemente de champô e condicionador, decidi ir a pé ( 2,5km), e  fazer o meu exercício, já que nem sempre vou ao ginásio neste dia.

No regresso a casa, a cerca de 200 metros do Hipermercado, ouvia o ruído de um soprador de folhas de rua.

Presumo que  tenho andado com mais atenção ao que se passa à minha volta, no que ao sexo masculino diz respeito, e se no sábado foi o Pappillon, hoje, um homem, jovem,  alto, vestido com umas calças cor camel e uma malha polar ?? verde que me parece ser uma das fardas que os funcionários da Câmara usam, de costas para mim, movimentava a máquina  que soprava as folhas juntos aos prédios que ficam numa rua abaixo e paralela à avenida que eu percorria, chamou-me a atenção pela cor do cabelo, que muito raramente se vê por cá: ruivo.

À medida que caminhava, os meus olhos curiosos não se desviavam deste homem de cabelo ruivo. Ele vira-se e uma  vejo uma interessante e comprida barba ruiva.

Percebeu que alguém o observava, levantou os olhos, baixou-os, continuou a sua tarefa.

À medida que me afastava deste homem ruivo, pensava nela.

E se há uns meses foi um jovem que me chamara a atenção, também funcionário da Câmara, pela sua barba e coque, hoje o ruivo, parece-me que a Câmara está a apostar num quadro de funcionários jovens,dinâmicos e modernos.

Gostei! E vou estar mais atenta.

 

 

 

 

Cantinho da Casa

Buddha Eden

por Maria Araújo, em 22.02.18

É um grande e bonito espaço de arte,  cultura, luz, religião oriental.

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Mas pagar 4 euros pelo comboio que tem três paragens que não servem para nada, foi a desilusão.

Cinco euros para andar nos jardins é justo. Convicta que o comboio levava para outros lugares longínquos, dei por mim, nas segunda e terceira paragens e a poucos metros da primeira, junto às estátuas, onde ficara para ver os jardins. Afinal, para ver estes, tive de voltar para trás.

Comboio? Não aconselho. Um modo de sacar dinheiro.

Acredito que no verão seja mais complicado, mas para quem não tem problema algum em caminhar e ver o que interessa e com  pormenor, dispensa-o. E 3 horas são suficientes. Eu vi em 2h.

Gostei da visita, do espaço, do ambiente, dos alunos de uma escola que pareciam putos de 5 anos que corriam por aqueles caminhos que circundavam os jardins enquanto as raparigas posavam  junto às  imponentes estátuas para as  habituais selfies

Não fui á prova de vinhos. Não bebo sem comer.

De tarde, fiquei na cidade de  Caldas da Rainha, onde se pode desfrutar do enorme, fresco,  soalheiro  e belo Parque Dom Carlos I

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Cantinho da Casa

fomos dar um passeio

por Maria Araújo, em 03.12.17

pelo centro da cidade.

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Cantinho da Casa

viver a cidade

por Maria Araújo, em 20.11.17

Desde o início do verão passado que não caminhava pela via pedonal da Rodovia. Com este tempo soalheiro, temperatura agradável, o ideal para caminhar, ontem, resolvi voltar a fazer o percurso da via pedonal mas na direcção do Bom-Jesus.

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O rio Este tem pouco água, mas na pedra desnivelada do seu caminho ela cai e ouve-se o seu som sereno despertando-me o pensamento, talvez a chamar a atenção que há muito limpeza de vegetação a fazer.

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Quando cheguei à zona dos campos de jogos, à excepção destes que continuam a funcionar, toda a zona pedonal está vedada.

O parque está em obras (e bem precisava) penso que tem a ver com o evento Braga Capital Europeia  do Desporto que terá lugar no próximo ano.

 

 

 

 

A Câmara de Braga tem feito um bom trabalho na recuperação dos espaços verdes tão importantes  para os bracarenses.

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As duas vias passaram para o outro lado do rio Este: uma para ciclistas, outra para peões, que se prolongam até ao hotel Mélia, como já tinha referido aqui.

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Famílias passeavam pelo caminho a si destinados, os ciclistas o seu, crianças que nas suas bicicletas seguiam os pais.

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Cruzei-me com a minha irmã que caminhava com a nossa prima. Vi pessoas conhecidas que corriam ( ai, não, correr, não!), e um amigo meu que, "vestido a rigor" na sua pedalada para os lados do Bom-Jesus, se não me chamasse, não reparava nele. 

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Meti pelo passeio da Rodovia, sempre ao lado do Instituto Nano Tecnologia, passei nos campos de ténis, que estavam cheios de "desportistas" de fim de semana.

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Há quem diga que temos o Bom-Jesus e o Sameiro lá em cima que nos convida a respirar e  a viver a beleza dos seus templos e do ar puro, mas também precisamos de viver a cidade e nisto os bracarenses fazem-no muito bem.

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À tarde, fui dar um abraço à minha Sofia, que veio passar o fim-de-semana, mas a estudar.

Fui com ela até à estação de comboio, seguiu viagem para o Porto.

No próximo fim de semana a Tuna Feminina vai actuar numa cidade do interior do país e sendo um elemento do grupo, também vai.

 

 

Cantinho da Casa

o que fica de um encontro

por Maria Araújo, em 09.10.17

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Novos amigos bloggers, pessoas simpáticas e simples que vieram de LisboaCascais, AlmadaBarreiro, para conhecerem quem já anda por estes caminhos desde Abril de 2015.

Regressaram as queridas e bem dispostas  e Isabel, que conheci no primeiro encontro.

Infelizmente algumas pessoas não puderam comparecer, uns por bons motivos, outros menos bons, mas foram carinhosamente lembrados: a Gábi (um abraço para si) , a Manu que marcou a sua presença com a maravilhosa e doce ginjinha" ( espero que tenha uma excelente estada nessas terras além Europa), o Pedro, a quem não cheguei a dizer um "olá e um abraço" porque a fila era grandita e entretanto distraí-me com outras coisas; o Professor João Paulo que, lá longe, em São Paulo, quis cumprimentar-me e agradecer a minha gentileza pela recepção que teve em Braga, quando por cá esteve, há dois anos.

Depois, foi conversa, fotos, risos, cantos.

A E, uma jovem mãe, simpática e divertida (conhecemo-la no encontro em Braga), que levou umas deliciosas trouxas, fez questão de levar-nos à Gare do Oriente e conversarmos um pouco mais.

O regresso foi em óptima companhia: Rui e esposa, a Janita e a Afrodite.

O nosso agradecimento vai para os organizadores deste evento que nos levaram até à Casa do Alentejo, onde estive várias vezes tão perto e não sabia.

Parabéns, Ricardo e Kok. Mostrastes que sabeis receber.

Para o ano estaremos de novo juntos, sabe-se lá, ou desconfia-se, numa qualquer cidade deste maravilhoso país, que poderia ser mais belo se o poupassemos dos terríveis incêndios que não nos deixam em paz, e porque uma minoria, parece-me, gosta de ver a floresta a arder.

A foto de grupo está demais, mas por respeito e consideração a algumas pessoas não publico neste cantinho. Fica o poema do Kok e  algumas fotos minhas.

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Cantinho da Casa

coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 28.09.17

gosto de caminhar, não faço conta aos quilómetros, deixo-me ir descontraidamente, páro, tiro fotografias, altero os caminhos.

quando caminho porque planeio fazer compras ou por que tenho planos para o dia, a coisa funciona de outra forma.

hoje de manhã, decidi ir ao mercado municipal comprar fruta e como não queria ir de carro, porque não precisava de grandes compras, calcei os ténis e fui a pé.

entretanto, fui ter com a vendedora de legumes, que tinha sido operada há algum tempo e no seu lugar esteve a filha, queria saber se estava a recuperar bem e aproveitar para reclamar os marmelos e maçãs que tinha comprado há quinze dias, que dos 4 kg de ambos os frutos, não se aproveitou quase nada porque estavam podres.

os marmelos tinham bom aspecto, as maçãs não eram as mais bonitas, mas como eu queria para misturar com os marmelos para fazer marmelada e geleia, não comprei das melhores. e as vendedoras têm à mostra um peça de fruta cortada para mostrar ao cliente que a fruta é sã, acreditei no que vi, escolhi as melhores e trouxe para casa.

as maçãs não estranhei, mas os marmelos foi uma decepção, porque eram sãos por fora e ao abri-los com a faca, estavm podres. consegui apenas três tijelas de marmelada e um pequeno frasco de geleia.

quando manisfestei o meu descontentamento com as compras que fizera há 15 dias, e lhe disse que, na minha opinião, a fruta que a filha vendera naquele dia fora toda apanhado do chão porque estava podre, ela ficou tão envergonhada que me disse para escolher os marmelos e as maçãs que quisesse e para compensar fazia-me tudo mais barato.

comentei que não dissera aquilo para me compensar, mas porque não deve vender o que sabe que está estragado, e a continuar, perdia clientes em vez de conquistá-los.

ela insistia que escolhesse o que quisesse, disse que não, agradeci, apenas era um reparo que lhe fazia.

ela pega em sacos, vai aos cestos, escolhe a fruta, cerca de 4 kgs, e diz-me que aquilo é para mim e que faz-me um preço mais barato.

comprei mais umas pequenas coisas. 

mas quando dei por mim o peso era demais. são cerca de 15 minutos a pé do mercado a casa, pedi que guardasse os sacos, mais o das compras que tinha feito noutra bancada, porque ia buscar o carro.

era impossível andar a pé com todo aquele peso.

antes do almoço, liguei ao electricista, que estivera cá em casa há uma semana, para enviar a factura e pedir que viesse ver duas tomadas da cozinha que não tinha corrente.

respondeu-me que ia ver como estava o serviço com o funcionário, que me ligaria depois do almoço.

comentei que às 14h tinha o meu tratamento de fisioterapia, esperava então a sua confirmação para marcarmos uma hora.

às 14h15 não tinha recebido chamada alguma, liguei para a clínica a informar que não ia, mas a técnica de saúde disse que até às 18h podia aparecer e fazia o tratamento.

ora às 15h30 convicta que hoje já não tinha o electricista, meti pés ao caminho e fui à fisioterapia.

são cerca de 20 minutos a pé ( depende do calçado que levo ). sentei-me à espera que viesse alguém à recepção, que vê quem está para tratamento e tira a ficha,  e com a minha paciência, porque sabia que tinha de esperar, não era aquela a minha hora, dez minutos depois, toca o telemóvel, atendo, ouço a voz do electricista que me diz que em meia hora estaria cá em casa.

levanto-me, saio da clínica, volto para casa. as técnicas de saúde nem deram pela minha presença.

o electricista chegou, fez a reparação, saiu. 

vi as horas. eram 16h50, ainda estava a tempo de fazer o tratamento. mas tinha de andar mais 20 minutos e depois o regresso.

está uma tarde quente, já tinha transpirado qb, desisti e deixei-me ficar em casa.

quando faço muitos quilómetros porque quero e preparo-me para isso, não dou por nada e sabe-me bem.

andar de um lado para o outro, na cidade, porque os planos alteraram-se, fico sem vontade.

e hoje tinha feito planos para ir a pé visitar a minha amiga Alice.

 

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o verão está como eu gosto

por Maria Araújo, em 03.08.17

 

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O calor que este ano dava a entender ficar pelo verão fora, parece que decidiu  ir para outras bandas.

Apesar de os incêndios que assola(r)am este país ( há um ano foi assim) e com as temperaturas de primavera do mês de Julho, mas porque as terras estavam secas, a chuva das estações passadas não foi abundante, e porque o homem teima em queimar uma das preciosidades do nosso país, o verão está como eu gosto.

E o primeiro dia de Agosto, mostrou, subtilmente, que é o primeiro dia de inverno. Na verdade, as noites já não são as quentes de Junho passado. Sabe bem da colcha da cama porque se sente frio de  noite, ou mudar os calções e o top de dormir  para um pijama completo de calça e t-shirt. As blusas com manga sabem bem nestas manhãs frescas deste Agosto primaveril. O regresso à minha varanda, porque o calor não aperta, e ficar sentada debaixo do guarda-sol a desfrutar dos livros que leio neste verão.

Agosto, o mês dos emigrantes, o mês das férias para a maioria dos portugueses, o mês das marés vivas e das nortadas, é o mês que raramente saio para ir à praia. E há três semanas que lá não vou, sinto que está a fazer-me falta e ficar até ao pôr-do-sol

Estivesse na praia, e porque as do norte são mais frescas, há humidade, há ventos, há nevoeiro, iria lamentar-me.
Como estou na cidade, uma cidade quente e seca, que no mês de Julho, e a continuar no mês de Agosto, com temperaturas agradáveis, está o verão como eu gosto.

As temperaturas vão subir entre 9 e 15 de Agosto,  ( mapa para  as praias do norte) há que aproveitar estes dias porque descem a seguir, e o mês será todo de primavera. 

Setembro vem com a primeira quinzena com temperaturas de verão, mas não demasiado altas, e a segunda quinzena vai ser de verdadeiro outono.

«Primeiro dia de Agosto, primeiro dia de inverno», já se vêm as lojas com peças da colecção de Outono-Inverno 2018, já se pensa que o Natal chega breve. Eu já pensei.

 

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estou sem carro

por Maria Araújo, em 20.06.17

Emprestei-o à minha irmã, que trabalha a 35 km de Braga. O carro dela está na oficina desde ontem de manhã, não ficou pronto ontem nem hoje.

Então, tenho aulas marcadas, de manhã,  no ginásio.

Com este calor, ir a pé, nem pensar. Levar-me-ia  1 hora.

Como vivo no centro da cidade, tentei encontrar um autocarro que passe numas das paragens perto de casa, mas nenhum passa junto ao Continente, o destino mais perto do HP.  E ainda tenho de subir uma rua, que me leva 10 minutos. 

Tanto procurei  nos vários mapas de percursos da TUB que encontrei a paragem mais próxima na Avenida da Liberdade. São 15 minutos de percurso, chego antes da hora da aula.

Não estou habituada a andar de autocarro. Ando muito a pé, quando é necessário, mas sem o calor que faz. 

À tarde, por volta das 15h, tenho de voltar ao HP, mas para uma massagem. Se conseguir antecipá-la para as 14h, nem venho a casa almoçar. 

São estas pequenas rotinas que eu percebo o quanto o carro me faz falta.

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um passeio por Barcelos

por Maria Araújo, em 25.02.17

O dia estava agradável e antes que a chuva regresse, fui até Barcelos, cidade que não visitava há cerca de 4 anos.

Havia, ou houve, festa.  No campo da feira viam-se as pistas de carros de diversão, as bancadas de enchidos e produtos da região.

Uma volta pelo Centro Histórico, acabámos numa pastelaria onde se via ao balcão um tabuleiro que tinha um papel por cima de alguma coisa que presumi ser  um doce. Ao lado deste, dois púcaros de barro tampados, fizeram-me pensar que seria arroz ou papas de sarrabulho, embora estivéssemos numa pastelaria.

Pedimos chá. Perguntei o que tinha no tabuleiro.

«Sonhos», respondeu «Não gosta de sonhar?».

E pedi um sonho.

Veio para a mesa polvilhado de açúcar e canela. Abri-o. Tinha um recheio de creme de ovos pouco doce. 

Muito bom.

Durante o lanche, enquanto conversávamos, vi que à medida que as pessoas compravam sonhos, eram metidos ora num púcaro, ora no outro. Um continha a mistura de canela com açúcar e o outro, um molho.

Ainda pensei comprar para trazer para casa, mas o cuidado que tenho com o açúcar, fez-me desistir.

No regresso, vimo-nos em pulgas para encontrar a saída para Braga. Passara pela mesma situção há anos, mas nessa altura era início do outono, já noite, foi mais complicado.

As placas de sinalização que indicam as saídas da cidade são minúsculas e pouco visíveis. E quando subi uma estrada junto a um hipermercado e no topo desta deparei-me com uma rotunda e Braga não aparecia na placa de sinalização, a coisa complicou-se por segundos.

Barcelos é encantadora.

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