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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

07.02.11

914 - Bela a vida...

Maria Araújo

O fim de semana foi muito agradável.

Chegámos a Cerveira às 15 horas, fizemos o check-in.

O hotel,  ****, não é nada de especial. Já estive em hotéis com o mesmo número de estrelas, com decoração mais bonita e melhor atendimento.

Marquei a massagem para Domingo. Fomos a Tuy, a cerca de 10 km de Cerveira. Aqui, enchi o depósito de gasolina.

Fomos ao outlet. Não gostei. Escuro, muita confusão. E muitos portugueses. 

Não comprei nada, nem fui lá para gastar dinheiro.

Regressámos ao hotel. A recepcionista avisou-me que tinha ligado para o meu telemóvel. A verdade é que não o ouvira.

Disse-me então que a massagista a tinha avisado de que o aparelho de aquecimento das pedras galvânicas não funcionava. Sugeriu-me que, se eu quisesse, falasse com ela para escolhermos outra massagem.

Ainda pensei fazer a de bambu mas, cara como era, cancelei.

A recepcionista insistia que falasse com a massoterapeuta.

Fiquei indignada. Pensei e comentei : "Se o aparelho está avariado, então por que  motivo a recepção não tinha conhecimento? Foi preciso alguém marcá-la para dar a informação?! "

O jantar foi num restaurante acolhedor, com boa comida portuguesa.  Jantámos arroz de feijão vermelho com hortaliça e filetes de polvo, que estavam óptimos.

A sobremesa constou de bolo de noz.

A noite foi para descansar.

De manhã tomámos um bom pequeno-almoço.

Deixámos o hotel e fomos passear para o parque de Cerveira.

Seguimos em direcção ao centro. Uma pequena vila muito limpa, com casas bonitas e arranjadas.

E, apesar de se ver a vila em pouco tempo, estivemos por lá a gozar o quentinho sol.

Hora do almoço e, pormenor interessante, todos os restaurantes têm mesas no espaço exterior.

As pessoas almoçavam serenamente, enquanto alguns veraneantes, como nós, tiravam  fotografias àquele lugar simpático e calmo.

Depois do almoço, regressámos pela EN, decidirams tomar café em Moledo.

Diferente a praia! Mais uns anos e, o que vai ser das nossas praias?!

Tomámos um café numa esplanada. O sol aquecia o corpo e a alma.

De regresso a casa, por Ponte de Lima, saímos em Vila Verde e fomos comprar uns doces numa pastelaria onde o fabrico é óptimo. Mas eu não comprei nada. Entre os doces de pastelaria e os de casa, prefiro estes.

Gostaria de ter muito mais fins de semana calmos, como este,  sem ter de pensar no trabalho.

 

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