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cantinho da casa

cantinho da casa

o realizador

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Neste meu blog, o novo cantinho da casa, publiquei esta imagem que são fotos de cenas do filme "Mal Viver, "Viver Mal ", filmagens que aconteceram em plena pandemia, em 2021, no hotel Parque do Rio, em Ofir.

Os filmes estrearam no cinema em 2023. Vi os dois.

Ontem, de telemóvel não mão, leio no Instagram a notícia do falecimento de João Canijo.

Um grande realizador que deixa a nossa cultura cinematográfica mais pobre.

Um homem que tinha as suas actrizes favoritas, e que grande actrizes, para os seus filmes.

Aqui, as minhas  fotografias de algumas cenas do filme nas molduras que decoram as paredes das escadas de acesso aos quartos e salas de estar e de refeições do hotel.

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a Kat e a veterinária

A médica veterinária sugeriu fazer uma reavaliação à Kat para ajustar a medicação que toma.

Numa mensagem, a médica perguntou-me se a levo à clínica, ou se vem ela a casa.

Levá-la à clínica é um filme. É um stress para ela e para mim.

Vem a médica a casa.

Aqui ficam algumas fotos desta Kat "mazinha" , de 2010 até hoje, com 15 anos e quatro meses.

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1º dia do ano na praia

Estive numa consulta, no passado sábado, em Póvoa de Varzim.

Felizmente, não choveu pelo caminho.

Lá ao longe, as nuvens cinzentas não estavam carregadas, vislumbrava-se uma abertura de céu azu.

Depois da consulta, fui almoçar a Fão, já o sol convidava ao passeio sereno desta estação.

Um almoço de feijoada à moda do Porto. Faltava a tripa que eu gosto muito,mas estava bem servido.

No meu estômago não cabia a sobremesa.

Fui dar uma volta a pé pela margem do rio Cávado, passei no pequeno centro de Fão, fotografei os lindos carros de Bombeiros do início do século XX.

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Havia festa dos Cem anos desta Corporação.

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Fui à antiga casa Pã Pã comprar os folhados para o lanche de domingo.

Meti-me no carro e fui a Ofir.
Maré cheia.

As ondas passavam além dos geocilindros e o pequeno areal  era o da esplanada das torres .

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Pelo passadiço, fui  ver o lado sul. 

Não há areal. As ondas rebentavam e batiam nos predregulhos que protegem a duna onde tem uma vivenda no alto.

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Os surfistas que fazem as suas habilidades deste lado, estavam em frente à pequena praia das torres.

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Desci ao areal.

O sol estava quentinho, via-se  casais que, sentados na areia ou nos bancos do passadiço,  tomavam a vitamina D.

Deixei-me ficar por ali, uma vez que o mar não permitia que fosse mais longe.

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Algumas crianças brincavam na areia.

Outras passeavam o seu animal de estimação.

Outras passeavam,simplesmente.

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E foi quando vi um casal chegar à praia, despir-se e dirigir-se para o mar.

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Não foi difícil o casal entrar na água.

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Tirei o calçado, arregacei as calças e fui sentir a água do mar que estava com uma temperatura muito agradável.

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E observava os surfistas.

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Uma prancha esperava o seu surfista para vencer as ondas do mar.

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Deixei a praia para tomar o café na esplanada.

Depois, fui ver algumas novidades nas lojas de Esposende.

Sempre gostei da praia nas estações do frio, e em que o sol aquece o corpo e a alma.

Voltarei, brevemente.

 

 

o quarto de hotel

Fomos eu, a minha irmã, a minha sobrinha, e uma amiga nossa, a Lisboa,  à MEO ARENA ver o "OVO", no fim de semana de Natal.

Reservei, com um mês de antecedência, dois quartos, sem pequeno -almoço, num hotel 4* na zona de Saldanha.

Chegadas lá, fizemos o check-in.

Deixamos a bagagem nos quartos, saímos para ver a iluminação de Natal no Parque Eduardo VII.

Estávamos cansadas, fomos jantar ao El Corte Inglês.

Comemos bem.

De volta ao hotel, vimos que os quartos não correspondiam ao que conhecemos de outros hotéis com a mesma estrela.

A minha sobrinha faz sempre questão de ir para um hotel.

Evita o Airbnb porque desconfia da limpeza da roupa de cama.

As camas, no meu quarto,  estavam impecavelmente arranjadas.

Os lençóis brancos  não deixavam dúvidas da sua desinfecção.

As casas de banho mostravam limpeza .

Mas não tinha na sanita e no bidé a banda  de papel que indicava terem sido desinfectadas.

Pouco minutos depois de fazermos a inspecção ao quarto, batem à nossa porta.

A minha irmã e a minha sobrinha ficaram num dos três quartos do mesmo corredor.

Era a minha irmã.

Entrou no quarto, perguntou se o roupeiro, com portas de correr, abria bem.

Depois de ver, disse que o do quarto delas não abria.

O ar condicionado não funcionava.

Ficou furiosa.

Foi, entretanto, tomar banho.

Voltou ao nosso quarto, queixando -se que o manípulo do chuveiro não funcionava.

E  perguntou se havia cobertor extra.

Tendo verificado que no nosso quarto estava tudo funcional, aconselhei-a a ir à recepção e pedir que mudassem para outro quarto.

A nossa amiga  foi com ela.

E mudaram para um quarto maior.

Não fui ver o primeiro quarto, mas a fotografia que me mostrou do roupeiro era uma decepção.

Acomodadas, fomos dormir.

No dia seguinte, de manhã,tomamos um café no quarto, cortesia do hotel, e quando saíamos do quarto, vemos duas funcionárias do serviço de limpeza junto à porta.

Diz a mais velha, com voz forte , " querem que limpe o quarto?"

Parada e surpreendida com a pergunta, fiquei uns segundos a pensar nela.

Respondi: " Por favor, façam as camas".

Comentava com a minha amiga que nunca nenhuma funcionária fizera tal pergunta.

O serviço de limpeza dos hotéis sabe o que tem a fazer.

Passamos no quarto da minha irmã.

Mais uma coisa que não gostaram e repararam.

Na casa de banho do meu quarto tinha banheira com porta de correr.

Neste quarto,  tinha um poliban...mas com uma cortina de plástico.

Foi um dia muito cheio: visita ao Palácio da Ajuda, ao Museu , almoço rápido no Vasco da Gama, entramos na MEO ARENA a horas.

Gostamos do espetáculo, com muita cor, música, acrobacias.

Mas este não me despertou muito.

Cheguei a fechar os olhos, de tão cansada que estava.

Talvez porque a primeira vez que fui, em Abril passado, ao Cirque du Soleil ver   "CORTEO" , as expectativas foram muito altas.

E foi mesmo especial.

Depois do espetáculo, fomos jantar a Cascais.

À meia-noite em ponto, estávamos no hotel.

Foi uma noite bem dormida.

De manhã, quando fazíamos as malas reparei que as chávenas do café que tínhamos tomado no dia anterior estavam como as deixamos:sujas!

Comentei com a minha amiga" como é possível perguntarem se queríamos que limpassem o quarto, eu disse para fazerem as camas, e não levaram as chávenas sujas do café?! Que serviço é este?! Vou registar tudo isto  na avaliação do hotel".

Deixamos as malas no quarto, iríamos buscá-las quando fossemos para o check out.

Depois  de tomarmos o pequeno-almoço, passamos na Zara do Saldanha, a loja que a minha sobrinha  muito bem conhece do tempo que viveu na capital , por não ter confusão na época de saldos, saímos de lá com compras interessantes e úteis.

Estava na hora do check-out.

Passava o cartão no leitor do quarto e a porta não abria.

Tentei mais duas vezes.

Fui perguntar à minha irmã se a porta do quarto dela abriu.

Não.

Vejo a funcionária, imigrante, que saia de um quarto e disse o que se passava.

Ela não falava muito bem português, mas entendeu o que lhe dissemos.

Pegou no cartão de serviço e abriu as portas.

Faltavam quinze minutos para deixarmos os quartos, estes estavam bloqueados.

Descemos, passamos na recepção, mas não falamos nisto.

Recebi a avaliação da Booking, reencaminhei para a minha irmã, disse para comentar o que acontecera.

Assim foi.

Hoje, teve de ligar para o hotel.

Deixou lá algo que lhe faz falta.

Quem a atendeu, foi muito educada.

E, educadamente, a minha irmã  falou de tudo o que aconteceu.

 

 

 

 

 

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