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cantinho da casa

cantinho da casa

29 de julho

13 anos do meu sobrinho neto, o primeiro dos oito.

O pré-adolescente, que está um rapaz alto e lindo, está de férias na sua cidade natal, Rio de Janeiro.

Este ano, não há festa com a família.

Talvez dentro de 3 semanas se vier ao norte passar uns dias com a família.

Feliz Aniversário, A.

Hoje, seria o aniversário do meu / nosso (bloggers) amigo Rui.

A pessoa mais gentil que conheci.

O senhor dos nossos encontros de amigos bloggers, e que dizia que " a melhor rede social é uma mesa rodeada de amigos".

E dos encontros que combinavas comigo e com a Clara, fosse em Braga, no Gerês, no Porto.

O importante era o convívio.

Estou-te grata por nos levares a lugares que eu não conhecia e outros que eu não visitava há muitos anos.

Ficam neste cantinho algumas recordações.

E a ginginha e os chocolates da querida Manu para brindarmos à amizade.

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Nasceste no dia 29 de Julho, partiste há seis anos, no mesmo dia que nasceste. 

Tu eras a bondade, a empatia, a delicadeza, a humanidade, a simplicidade. 

Tinhas tudo o que está a faltar neste mundo.

Onde quer que estejas, e em paz, nunca te esquecerei.

Com uma música que fui buscar ao teu blog,

Até um dia, amigo.

 

 

 

as pessoas são umas irresponsáveis

No trânsito, temos de cuidar de nós por causa dos outros.

Acham que nada acontece.

Infelizmente, e não desejo mal, alguns têm sorte.
Nas poucas vezes que vou ao Braga Parque e procuro um lugar para estacionar, sigo as setas no chão.

Mas há os espertos que, para ganharem um lugar, vão em contramão, sujeitos a baterem nos que cumprem as regras.

Vou nas calmas porque tenho sempre o azar de apanhar um a infringir.

Mais uma vez, hoje, quando estava de saída do estacionamento, viro para a via indicada pela seta, e aparece-me um veículo de frente.

No momento que passava ao lado da viatura, parei e disse ao condutor que estava em contramão.

Responde ele:" eu quero ir para ali".

Deduzindo que ia virar para o sitío certo, não, virou, de novo em contramão, de onde eu tinha surgido.

Ninguém quer ter o trabalho de dar a volta ao parque para encontrar um lugar.

E quando está cheio, há a preguiça de procurar lugar no parque inferior, encostr a viatura na rampa,ou ao lado de outras viaturas devidamente estacionadas. 

E há também quem nos questione como se nós, os cumpridores, não tenhamos razão.

Junto a uma rotunda para os lados de Lamaçães ( hoje passei de manhã cedo, havia zero trânsito), com passadeiras para cada uma das vias, tem dois bancos e os  CTT.

É "normal" ver-se viaturas estacionadas em cima da passadeira, ou a escassos metros desta.

E passam autocarros.

Até porque há uma escola perto.

Pois bem. Há dias surge um autocarro que "pretende" virar para a rua onde eu estava do outro lado à espera de entrar na rotunda, que não consegue passar.

Uma viatura parada, dificultava a entrada na via.

Em vez de continuar na minha direcção para a rotunda, encostei à direita ( onde também não faltam carros estacionados),para que o autocarro passasse.

O motorista agradeceu-me levantando a mão.

Quando passei ao lado da viatura, estava uma senhora dentro do carro que estaria a ver o telemóvel, e não se apercebeu de nada. 

Ou o contrário. Mas fez de conta.

Infelizmente há pessoas para tudo.

Ontem, ia para o ginásio, liguei o pisca para virar à esquerda, fazer meia rotunda e seguir o meu o percurso.

Tive de parar porque duas viaturas entraram na rotunda.

E qual não foi o meu espanto, na segunda viatura, vejo uma criança de pé, entre os dois bancos da frente. E a mãe, na boa, a conduzir.

Quando estamos sozinhas, resmungamos de mais.

Na inconsciência e irresponsabilidade destas pessoas que acham que o perigo não quer nada com elas.

 

os jardins # 12

Cartasis Garden

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fotos daqui

Portugal

"O murmúrio da água corrente pela pequena ribeira ecoa tranquilidade, simbolizando fluidez e renovação, enquanto a vegetação, com as suas cores vibrantes no passar das estações, evoca emoções e convida à contemplação. Um jardim que se torna mais do que um espaço físico: é uma experiência sensorial completa, um convite à introspeção e à conexão com a natureza." 

Num canto ao fundo do Passeio D.Sapo, ficam os dois últimos jardins 11 e 12.

Por que  distraio-me com os bonitos limões no passeio Unhas do Diabo, não há ano nenhum que me esqueça deles.

Por isso, ficam as imagens do site.

"perdi a minha carteira"

Antes de sair do mercado,  dirigi-me aos lavabos para lavar as mãos.

A porta estava fechada porque as funcionárias faziam a limpeza.

De reente, sai uma senhora da casa de banho do homens e diz : " Ai! Não sei da minha carteira. Perdi a minha carteira!"

Perguntei onde foi o último lugar que esteve.

"Na casa de banho!",respondeu.

Como estava fechada, fui bater à porta, ninguém abriu.

Da casa de banho para pessoas com deficiência, sai uma senhora, e pergunta ela :" Não viu aí uma carteira?!

Resposta negativa, a senhora começou a chorar.

Pedi para se acalmar, que costuma ter uma pessoa no balcão de atendimento ao público, e depois de eu bater à porta, ia pedir-lhe que falasse com as senhoras da limpeza.

Desesperada,  disse-me que tinha levantado dinheiro.

Perguntei onde  esteve antes de ir à casa de banho.

Respondeu que tinha feito umas compra numa bancada.

Aconselhei-a a ir lá poderia estar a carteira e o saco das compras guardado. E eu esperaria que viesse funcionário do atendimento.

Ela foi, e uns minutos depois aparece o funcionário.

Expliquei o que tinha acontecido.

Chegou a senhora e diz que não estava lá.

O funcionário, já decidido a contactar as senhora da limpeza,  diz ela: " Agora me lembro. Deixei a carteira em casa!"
"Eu só trouxe este saco", e mostrou-nos.Tinha a carteira do dinheiro lá dentro.

Agradeceu-nos, e disse que ia a casa.

Perguntei se morava longe, respondeu que não.

Saía do mercado e a sensação que tive foi que a senhora estava descontrolada por qualquer motivo.

Se ela me tinha dito que tinha levantado muito dinheiro, que tinha feito compras, e mostrou-nos o saco pequeno só com a carteira, pensei: " Será que a carteira que ela se referia era a mala?!"

Tendo a carteira do dinheiro consigo, se fez compras, por que saiu do mercado sem elas?

Coisas da nossa cabeça.

 

 

 

 

 

os jardins # 11

A Paz entre o Homem e a Natureza

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foto daqui

França

 

 

"imaginar o jardim da Paz como um lugar onde a humanidade e a natureza se possam reconciliar, inseparáveis, iguais, sendo cada uma das partes interessadas essencial para o bem-estar da outra, de forma a poderem existir. A nossa proposta é, assim, uma tentativa de representar a natureza no seu estado primitivo, ou muito pouco alterada pelas atividades humanas."

 

os jardins # 10

Jardim da Paz, Jardim para a Paz

Museu Jardim dos Povos Indígenas

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México

 

" Este jardim é especificamente inspirado em RIGOBERTA MENCHÚ TUM, uma líder indígena de origem maia, vencedora do Prémio Nobel da Paz em 1992, vítima de um conflito armado entre um governo opressivo, com políticas de extermínio contra a população indígena e uma guerrilheira que exigia justiça social."

uma barbearia

O sobrinho neto precisava de cortar o cabelo.

O miúdo já passou pela minha cabeleireira, e pela barbearia/cabeleireiro do ginásio que frequento.

Na semana passada, em frente à Barbearia Vasconcelos, sentados na Brasileira, a mãe decide marcar corte de cabelo para o miúdo.

Contrariamente às modernas barbearias / cabeleireiros, masculinos e femininos, esta é somente masculino.

Nunca lá tinha entrado... Até hoje.

Fui eu levá-lo.

A mãe iria buscá-lo depois do trabalho.

Tudo diferente do habitual, o miúdo estava maravilhado.

Viu um autocolante com o emblema do Sporting de Braga, quis que tirasse uma fotografia.

Os materiais no balcão, as cadeiras diferentes das que ele se senta, o barbeiro põe uma tábua almofadada apoiada nos braços de uma cadeira para o miúdo sentar-se e ficar mais alto para poder cortar o cabelo e a criança  olhar para espelho.

Pergunta-me o miúdo: " vou cair?"

"Não", respondi, ao mesmo tempo que o barbeiro lhe dizia que ele nunca cairia dali.

Se há lugar que o miúdo sempre se portou bem, e porta, é no cabeleireiro.

Depois de mostrar uma fotografia do corte que queria, o senhor pôs mãos à obra.

E disse-me: "Tire uma fotografia com o antes e o depois".

Assim fiz.

Entretanto, fui observando este antigo espaço, que permanece no tempo desde 1909, que eu conheço do exterior mas nunca o seu interior. 

A mãe chegou, estava já na parte final do corte.

Acabado este, e depois de pagar, diz -me o senhor: "Então não tira a fotogafia com o depois? Se tirou o antes, agora tem de ser o depois".

No centro da cidade, e muito mais perto de casa, acho que ficou cliente.

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os jardins # 9

Jardim da Paz, Jardim para a Paz

" Re-Imagining Peace "

(Re-Imaginar a Paz)

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EUA

"O lago perto da entrada, quase imóvel, convida a uma maior contemplação, servindo como um ponto focal calmante para a reflexão. A paleta de plantas é deliberadamente simples, concebida para complementar em vez de competir com a grandeza dos portões. "

 

 

 

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