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cantinho da casa

cantinho da casa

Ter | 29.09.20

fui às compras

fui ao braga parque, entrei em algumas lojas para ver as novidades, só vi farrapos. 

não entrei nesta loja,nem nesta, que chegou a ter escrito na etiqueta  "orgulhosamente fabricado em Portugal", nesta só nos saldos, e porque os preços não me agradam, sendo grande parte das peças fabricadas na China, ou Blangadesh, e o coiso, então vou à Zara.

depois, fui ver lingerie,mais propriamente cuecas.

as rendas são mais que muitas, e se eu gosto um pouco, nem sempre compro porque me cansam.

nesta loja, a colecção é parca,e o que antes se via em várias mesas ou prateleiras, e por cores, limita-se a um espaço muito pequeno, já que a roupa de noite e de fitness espalha-se por todo o espaço.

saí do centro, não comprei nada.

hoje, passei na feira semanal e comprei seis cuecas.e também comprei uma camisola para o meu sobrinho neto,que vai fazer três anos,desta marca muito procurada na feira.

infelizmente, tal como nas lojas, o "fabricado em Portugal" não aparece.

vi uns vestidos desta marca, que adoro e sempre que vou a Lisboa perco-me a ver os modelos, a única que a etiqueta dizia "fabricado em Portugal", mas o meu guarda-roupa diz-me que não preciso, há que romper o que tenho.

gastei 21 euros.

 

 

 

 

 

Sex | 25.09.20

na consulta

Mais de vinte anos em tratamentos de fisioterapia numa clínica  razoável, e gostava, há alguns anos que noto que precisa de obras urgentes, sobretudo nas casas de banho e na recepção, assim como  na modernização dos aparelhos, e mais pessoal a trabalhar.

Dois utentes em cada cabine, não há privacidade, embora tenha um corredor com cabines vazias. A maioria dos utentes são pessoas idosas, não sei por que razão não usavam uma cabine por utente.

O que em tempos o pessoal era demais, com a crise de 2011 ficou limitado a duas auxiliares e uma terapeuta.São as duas auxiliares ( que tiveram formação para fazerem as massagens ao utente, competência da terapeuta) que têm todo o trabalho, está a terapeuta, grande parte do tempo, no ginásio. Com a pandemia a clínica  fechou, não sei se, entretanto, e após o confinamento, abriu.

Quando tive esta dor, fui a uma consulta de fisiatria no hospital privado, pela primeira vez faço as sessões aqui.

Há três ou quatro terapeutas, as cabines são arejadas e espaçosas, em cada uma há uma marquesa e uma cadeira. Todo o trabalho é feito pela terapeuta. A funcionária auxiliar trata da logística para a terapeuta  trabalhar e numa ou outra pequena coisa que possa ajudar.

A terapeuta é dinâmica, fala com o utente, controla a ficha deste, interessa-se em saber como está a correr o tratamento. E é muito faladora.E fala alto. Assim como a ajudante.  Nada que incomode muito mas, às vezes, sabe bem o utente descansar um pouco,  ter aqueles minutinhos de silêncio, até para tirar uma soneca.

Estão dois jovens estagiários que a ajudam em tudo, pois claro, muito simpáticos, com quem ela fala muito, ri-se alto, é uma alegria naquele espaço de tratamento. 

Hoje,esperei imenso tempo pela consulta,tinha a fisioterapia logo a seguir, mas quando todos os utentes entravam para os tratamentos, a médica chamou-me.

Estou bastante melhor, perguntou-me se achava que eram precisas mais algumas sessões, mas eu fui sincera com ela e disse que me sentia bem, que,  para já, não queria mais sessões, visto que o número de infectados da COVID-19 tem aumentado no país e receio que nos próximos meses piore, não me sinto tranquila andar fora e dentro no hospital.

Ela aceitou, mas disse uma coisa:" muito bem, mas acima de tudo é preciso bom senso".

Palavras que me tocaram, olhei para ela e perguntei porquê.

Respondeu-me: " há muita gente com doenças graves que não procuram os hospitais com medo de serem infectados".

Comentei que tenho as consultas do ano todas marcadas, não tenciono faltar a nenhuma.E se por algum motivo alguma urgência tiver, não ficarei à espera que a COVID19 passe, procurarei o hospital.

Deu-me alta hoje, mas ainda faltam cinco tratamentos para acabar.

Acho que não voltarei à antiga clínica, a vinte minutos de casa, tenho o hospital à porta.

 

Qui | 24.09.20

o melhor de 2020

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como sempre, quando um ano começa omeu desejo é que seja tão bom ou melhor que o anterior, 2020 começou sereno, tive a feliz oportunidade de visitar, pelo meu aniversário, Monsaraz e todos aqueles lindaslugares e paisagens do concelho de Reguengos de Monsaraz.

aproveitei todo este tempo para ler, ver filmes, fazer as minhas aulas  de pilates e yoga online, almoçar e jantar via whatsapp com a minha amiga N, sentia-se muito triste e inconformada por ter sido na altura da pandemia, pelas circunstâncias de não ter havido um funeral condigno com a pessoa que foi o seu pai, por tudo.

depois porque vieram os meus sobrinhos netos confinar para Portugal, estiveram quatro meses na casa da praia, longe de contactos, foi muito bom tê-los cá,eles adoraram,tivemos mmais vezes juntos, e deixaram saudades quando regressaram a casa, em Agosto passado

tive a oportunidade de voltar a Chaves e Amarante,lugares lindos que há muitos anos não visitava.

foi o recomeço de jantares, com a devida segurança, com algumas das minhas amigas.

já não falta muito tempo para o Natal, o ano que a maior parte  da família vem cá  a casa, não sei o que será, dou tempo ao tempo, estamos a caminhar para outra pandemia, e eu receio muito o que virá.

reconheço que, com tudo o que vivemos e estamos a viver, tem corrido muito bem por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

Ter | 22.09.20

888 casino

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Insuportável a música e o número de vezes seguidas que passa na televisão a publicidade ao jogo de poker.

Nos dias que correm, com as dificuldades que muitas famílias vivem, a publicidade a incitar ao jogo, e à hora que muitos adolescentes ainda estão acordados, devia ser proibida.

 

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