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mais um fim de semana

por Maria Araújo, em 08.02.19

que não esperava, em Lisboa.

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Nos passeios que faço a pé pela capital, este fim-de-semana, vou ver isto.

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

quando não se veste a camisa

por Maria Araújo, em 07.02.19

Em 2017, escrevi este post sobre o fecho do antigo café Sporting, que deu lugar a outro, da cadeia Jeronymo, com uma variedade interessante de coisas boas: bebidas, cafés, sandes e bolos, que  satisfaziam os clientes.

Quando os funcionários não vestem a camisa pelo trabalho, e o serviço é pouco eficiente, demorado, os clientes desaparecem.

Com dezoito meses de vida, o café fechou, vai dar lugar a mais um da cadeia de cafés e pastelaria  que se  estende pela cidade e arredores,  que não é, de todo, dos melhores.

Continuo a priviligiar o serviço da  Brasileira e da Lusitana os mais interessantes e emblemáticos desta cidade.

 

Cantinho da Casa

acessórios que regressam para dar vida ao cabelo

por Maria Araújo, em 06.02.19

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Há dias, num daqueles dias de chuva que tive forçosamente de sair,  fui comprar dois presentes de aniversário.

Passando à porta desta loja  ,que fechou há alguns anos no centro comercial, voltou, recentemente, para o comércio de rua, entrei.

Algumas indecisões, optei por dois colares, completamente diferentes, para pessoas com estilo próprio, fiquei satisfeita com as compras.

Via em pormenor as peças, reparei que os ganchos para o cabelo constam da nova colecção. Comentava  com a funcionária que sempre gostei de ganchos, em desuso há alguns anos,  tenho-os de vários modelos, do tempo em que ia às aulas de Flamenco, mas no verão continuam a ser o meu acessório favorito para usar em casa.

 

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Estão de volta,  nesta Primavera-Verão, de todos os modelos: coloridos, dourados, com flores,  para enfeitarmos o nosso cabelo.

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Cantinho da Casa

o conforto está na cor

por Maria Araújo, em 04.02.19

e nos detalhes, qualquer que seja o cantinho da casa.

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imagens que trouxe daqui.

Cantinho da Casa

as minhas confissões

por Maria Araújo, em 03.02.19

Há anos, escrevi este post, e outros ( # tag batom) sobre a vizinha do R/C fumar e deitar as pontas dos cigarros para a entrada da minha garagem.

Continuou por mais uns tempos, mas reparei que há uns largos meses que não vejo as pontas de cigarro espalhadas pelo piso.

Agora, têm sido os cocós dos gatos que são depositados, também, ( pega lá Maria, falaste demais, implicaste com a madame do batom vermelho, as pontas de cigarros desapareceram), junto à garagem, que remédio tenho eu senão pegar na vassoura e varrê-los para um canto para não ter a surpesa de os pisar e levar a sujidade colada às solas dos sapatos, que muito custa tirar, e empestar a casa com este "perfumado" cheiro.

Adiante. Vem este post a propósito de a madame do batom vermelho ser uma "simpatia" de mulher.

Funcionária numa loja comercial, deve ter a mania que é importante, talvez porque tenha um marido, e eu não tenho, é uma parva (desculpem-me, mas é verdade).

São muitas as vezes que, quando passa por mim sozinha, deita os olhos ao chão e não me cumprimenta. A não ser que se cruze comigo nas escadas, mas é um cumprimento estilo "por favor", como se fosse a dona do prédio ( ninguém aqui simpatiza com ela). Quando está acompanhada do marido, por vezes cumprimenta e olha-me de frente, outras vezes, faz de conta.

Ao domingo, terá folga, é costume sair com o marido pela hora do almoço.

Hoje, chegava eu do supermercado, quando me aproximei da porta do prédio, saem os dois. Ela à frente, ele atrás.

Sempre vestida de calças metidas nas botas de cano alto, ar empinado, batom vermelho em destaque, desviei-me para passarem, olhei para ela (vi que mastigava chiquelete) deitou os olhos ao chão. Ele segurou a porta para eu entrar e cumprimentou-me tão baixo que mal  o ouvi, ao mesmo tempo que eu o cumprimentava e agradecia o gesto.

A porta fechou-se, comentei eu para o meu decote, e porque às vezes também sou mazinha: " Parva! Tens a mania que és uma grande senhora, dizias à minha irmã que és minha vizinha e que eu sou muito simpática, passas por mim e baixas os olhos e não cumprimentas?  Quem pensas que  tu que és?"

Mas eu sei porque o faz.  

O pai costumava ir de cadeira de rodas para o lar de dia (agora ficou interno) o marido dela ia levá-lo e buscá-lo.

Há um lance largo de escadas para o r/c e como o homem tinha de subir e descer o carro de rodas, com o sogro, um dia lembrou-se de pedir autorização a todos os inquilinos para fazer uma rampa que facilitasse a descida/subida do carro.

Ninguém se opôs, mas eu adverti-o que deveria ver onde a colocar, respondera-me que seria junto às caixas do correio, visto que do lado oposto tem as escadas para os outros andares.

Ora, passado uns largos dias, ouvi um barulho ensurdecedor  nas escadas, lembrei-me que alguém estaria a tratar da rampa.

À noite, fui pôr o lixo na rua, vi que a rampa ocupava muito espaço, tinha uma inclinação bastante acentuada, e da forma como estava colocada, na descida o carro de rodas e o senhor facilmente seriam projectados contra a parede.

No dia seguinte, volta o ruído ao prédio, não me meti em nada, deixei-os fazer o serviço como entendessem.

Por azar, ou sorte, o meu irmão vinha cá a casa e não sei porquê precisou que eu descesse as escadas, quando chegou deu o toque para o telemóvel, desci.

A rampa tinha mudado de lugar, estava mesmo em frente às escadas de acesso aos andares, quem viesse da rua, habituado a entrar e subir as escadas desse lado, tropeçava na rampa, e quem descesse  deparar-se-ia com o mesmo problema.

Nervosa com o aparato, tive de falar.  

O vizinho do primeiro andar, um louco, entrou uns minutos depois do meu irmão, que entretanto subiu as escadas e não se meteu no assunto, e porque não era nada consigo, também não disse nada, fechou-se em casa.

Tremia quando expus a situação, aconselhei-os a tirar a rampa dali, iria causar danos a todos, pensassem noutra forma de facilitar a subida e descida do carro e do senhor.

Quando entrei em casa, o meu irmão comentou comigo no perigo que a rampa causaria a todos os inquilinos além de que tinha de ser uma rampa adequada, não em madeira, e com menor inclinação.

Os homens tiraram a rampa. Desde então nunca mais a madame foi a mesma ( e eu agradeço, não quero confusões com ninguém), o marido é uma simpatia quando  está sozinho e se cruza comigo, com ela cumprimenta o mais baixo possível.

Mas há mais.

Como sou eu que estou encarregue de receber o pagamento da energia eléctrica do prédio, a casa dela é alugada, quem paga a luz é o senhorio. 

Quando há alguma obra a fazer, o inquilino do terceiro andar toma a iniciativa de falar com os outros. Contudo, há um deles que me pediu que apresentasse uma queixa e de comum acordo com os outros, ao senhorio, porque a madame do batom vermelho, sempre que põe a máquina da roupa a lavar, a água infiltra-se na cozinha dele, e cá fora forma-se um riacho em frente às escadas dele e à minha garagem.

Sempre vira aquela água, pensei que seria água com detergente que ela usasse para limpar a cozinha e a casa de banho e que a deitasse escadas das traseiras abaixo, soube, há cerca de um ano, embora isto dure há anos, que o tubo da máquina de lavar não está direccionado para a canalização interna, mas para o exterior, isto é, para as escadas.

Para além de ela não poder fazer isto, a água, com seus produtos poluentes, que se acumula junto das escadas e da minha garagem forma uma película esbranquiçada e de lama, que porporciona o aparecimento de bicharada nos dias mais quentes.

E pediram-me para resolver o assunto.

Mas eu não vou resolvê-lo sozinha. Vou saber os pormenores, vou fazer uma carta que vai assinada por todos os inquilinos.

E a madame do batom vermelho vai culpar-me disto. E vai odiar-me.

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

uma foto # 5

por Maria Araújo, em 03.02.19

em Outubro passado, foram estas.

Há quinze dias, foi a do lado oposto.

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Cantinho da Casa

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"eve you ever seen the rain"

por Maria Araújo, em 02.02.19

depois de a Helena nos deixar, o sol chegou.

Uma música que adoro, de um grupo que gostei muito ( as recordações da minha juventude).

 

 

 

Cantinho da Casa

Trump(ada)

por Maria Araújo, em 02.02.19

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Cantinho da Casa

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a Helena foi serena

por Maria Araújo, em 01.02.19

Fui ao Porto no final da tarde, não chovia, não sentimos o vento forte que fez durante o dia.

Regressamos a  casa, o frio era muito, nada de chuva...até que a cerca de oito quilómetros de Braga, chovia.

Não era muita, mas comprova-se o que se diz: em Braga chove mais que em qualquer outro lugar.

Grata, Helena.

Temi a viagem

Cantinho da Casa

Helena, a desenfreada

por Maria Araújo, em 01.02.19

"O período crítico deverá acontecer entre as 12 e as 21 horas de sexta-feira, 1 de fevereiro, onde os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa irão estar sob aviso vermelho. Nos períodos anteriores e posteriores, o alerta nestes distritos será laranja, mantendo-se assim até sábado, momento em que os efeitos da Helena deverão diminuir consideravelmente. Até lá, resguarde-se e esteja atento à evolução das condições meteorológicas."

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E diz quem não é de cá:
"Ah, e tal, só em Braga é que chove com intensidade, quando saímos da cidade, não chove."

Pois bom, Helena, peço-te, por favor, que te acalmes, leva as tuas lágrimas e o teu ar desenfreado para outras bandas. Logo, ao final da tarde, auto-estrada fora, tenho como destino o Porto.

E no regresso, também.

Cantinho da Casa

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