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rescaldo do Festival

por Maria Araújo, em 13.05.18

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Pouco vi das semi-finais do Festival da Eurovisão, vi algumas das canções da Final, porque queria vera votação, quem seria o vencedor ou vencedora.

Quando os vídeos das canções andavam pela internet e ouvi falar da canção de Israel, ouvi-a, não gostei como canção de festival.

Fui vendo outras, gostei da Lituânia, da Áustria, da Alemanha e da Irlanda. A do Chipre era estilo Jennifer Lopez, não me convenceu, mas a ganhar  Israel, aquela seria então a minha preferida.

Os resultados deram uma volta inesperada com o televoto, logo de início a decepção de ficarmos com tão poucos pontos e ver a Hungria, que não gostei nada,  passar-nos muito à frente.

E ficamos em último lugar ( não sei até que ponto houve ali uma vingançazinha aos comentários de Salvador Sobral  à canção israelita, podia ter deixado  para depois do espectáculo), que não merecíamos, comentei com alguém " o ano passado ganhamos, este ano vamos ficar em último lugar"

Ainda pensei num certo interesse político de alguns países em beneficiar Israel, mas isso são outras cantigas .

Gostei de ouvir algumas vozes da votação falarem português,  gostei da performance da Daniela Ruah e da Filomena Cautela, muito mais comunicativas e com um à-vontade peculiares.

Penso que o trabalho da RTP foi bom, se falhas tiveram, elas existem sempre, estão todos de parabéns, acho que Portugal já mostrou ( Europeu 2004)  à Europa e ao mundo que é capaz de organizar grandes e bons eventos.

Este foi mais um.

 

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perdi a cabeça!

por Maria Araújo, em 12.05.18

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Mais uma edição da Agro de Braga, em anos transactos, nas primeiras edições, durava cerca de quinze dias, passando para uma semana, ficou-se de há longos anos pelos quatro dias.

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Uma feira que atrai pessoas de todo o norte, tem muita oferta, há muito para ver e consolar os estômagos de coisas tão boas (mas que fazem mal se for um hábito), como os enchidos.

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Este ano, temos um Forum novo, mais espaçoso e apelativo, os forasteiros enchem o espaço e os bracarenses  aproveitam para provar de tudo um pouco, sobretudo vinho, e gastarem os euros em bons produtos.

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Ora andava eu por lá a ver o que poderia comprar, dei a volta à restauração, fotografei enchidos, legumes, doces, gelados, crepes, compotas, até que reparo numas fatias de presunto que  saíam de dentro do pão amontoado de propósito para atrair as gulas de quem por ali passava. 

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Os funcionários, não paravam; um cortava o presunto, outro as bifanas, outro grelhava as carnes que iam para a mesa dos gulosos destas iguarias tradicionais portuguesas.

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Um casal comprava um sande, já com o presunto, mas havia mais. Com uma colher o funcionário barrava a outra parte do pão, com queijo da serra. Ai Senhor Jesus, que tentação!

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Embora tenha cuidado com a minha alimentação e nem seja grande apreciadora de queijos, aquela sande fez-me despertar o desejo da gula, até porque adoro presunto.

Seis euros cada,  pedi uma para trazer para casa. 
Quando o funcionário vai segunda vez ao queijo, pedi que não pusesse mais.

À quantidade que põe, um queijo dará no máximo para três sandes.

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Voltei à bancada dos doces, faltava a sobremesa para hoje. Embora prefira fruta a doce, mas já que ia cometer um pecado ( espero que não me faça mal), mais uma gulodice não faria diferença.

E trouxe o que ele respondeu à minha pergunta: a ferradura, que leva canela e tem recheio de ovos.

Este doce tem a massa do folar, é uma delícia, porque não é doce demais.

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Em casa, fiz um chá e comi uma grande fatia de ferradura, nham, nham, nham (é infalível que o chá de cidreira vai ter de entrar em acção, mais logo).

Hoje, perdi a cabeça! 

 

 

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tive de me deitar

por Maria Araújo, em 11.05.18

ir duas vezes a Lisboa em sete dias, embora os dois dias desta semana aproveitasse para passear enquanto o bebé estava no colégio e a mãe a trabalhar, foram tão cansativos, que hoje não tinha forças para nada. Depois do almoço, deitei-me no sofá (coisa muito rara) não conseguia estar quieta, estava com frio. Fui buscar uma manta, voltei para o sofá e adormeci.

Recuperada do cansaço, estou com outra disposição, quero dar o prazer à Marta de marcar a minha presença  neste evento.

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dois dias de Lisboa

por Maria Araújo, em 10.05.18

Ontem à noite, o meu sobrinho neto comeu a papa, dormiu sem tomar o leite ( felizmente é um bebé que  não chora de noite, acorda e volta a adormecer), os olhos dele tinham indícios de conjuntivite, a mãe estava preocupada.

De manhã, acordei às 6h, não dormi mais, às 7h30 ele desperta, começa a rotina incansável da mãe.

Foi um alívio vê-lo bem. A fome de leite era de mais, dei-lhe o biberão enquanto a mãe se preparava para o levar ao colégio e seguir para o trabalho.

Um bebé doce, bem disposto, risonho ( só protesta quando a mãe lhe limpa os olhos e o nariz, mas quem gosta?).

Dia de regressar a casa, cansada que estava  do quanto que andei a pé, ficava este dia para tentar pôr em prática o que projectara.

Estou de regresso a casa, e no Alfa  (este comboio tem tomada de ligação para o telemóvel) já a sair de Lisboa, vou partilhar com fotografias como aproveitei o dia do 10° aniversário deste cantinho.

Comecei pelo Reservatório Mãe D'Água das Amoreiras.

Mal entrei fiquei fascinada com aquele espelho de água e ao fundo aquele doce burburinho da água que cai da fonte.

Uma visita que aconselho quando passearem pelas Amoreiras.

Nas paredes uma exposição canadiana com o tema "Pontos de Vista" que retrata  os direitos humanos.

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A etapa seguinte era seguir para os lados do Beato, queria ver a Exposição World Press Photo.

Pesquisei a sua localização, a minha sobrinha dissera-me que ficava longe, desconhecia os autocarros para a zona.

Lembrei-me que o amigo  José da Xã   deixara um comentário com vários nomes de lugares a visitar, um deles, o Museu do Azulejo, em Madre Deus. Coincidência repara que os autocarros com esse destino passam na rua onde vive a minha sobrinha.

Fui buscar a mala a casa, tinha o cartão viva viagem carregado, entrei no autocarro, saí à porta do Museu do Azulejo. E mais uma vez, fiquei deslumbrada.

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Com imensas fotografias no meu telemóvel queria preservar a bateria, o último passo era o Hub Criativo do Beato.

O funcionário do Museu não foi nada simpático quando lhe perguntei onde ficava este espaço, saí sem resposta, segui a minha intuição.

O edifício não aparecia, perguntei a um senhor que fumava à porta de um restaurante,  já em Xabregas, explicou-me que estava no caminho certo, teria de andar mais uns quantos metro, vire ali, depois acolá, é fácil lá chegar.

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Os passeios pela baixa de Lisboa foram a pé, levara sapatilhas o mais prático para caminhar na calçada da capital, estava rota de cansaço, lá cheguei ao armazém velho mas espaçoso do Beato.

As fotografias são impressionantes, emotivas, chocantes do quão o ser humano é cruel com o seu igual,  com a natureza e os animais.

 

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De saída para procurar um restaurante para almoçar, naquela freguesia de subúrbio, ainda entrei no espaço ao lado também com uma exposição "Energisers"  sobre pessoas que trabalham para a GALP e "que asseguram  a energia necessária para garantir que o mundo não pára" .

 

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Tinha duas horas para almoçar e apanhar o autocarro para Santa Apolónia, passo num restaurante "tipo" tasco que tinha uma ementa à porta que me convidou a entrar.

Gostei do aspecto, duas mesas ocupadas dor casais, sentei-me numa mesa ao lado da única rapariga sozinha naquele espaço.

Escolhi comer carapau assado na brasa com batata cozida e salada de alface e tomate com pimento assado ( o dono do restaurante erguntou-se se gostava e queria na salada), trouxe para a mesa um cesto com duas fatias de pão e um prato com azeitonas.

Não costumo comer pão às refeições, mas tendo que esperar pelo prato, e com a fome que tinha, foi a entrada que me soube pela vida, acompanhada de uma cerveja.

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Comi tudo, fiquei bem, estava pronta para seguir caminho.

O dono ainda me tentou com uma salada  de morangos, mas eu já não conseguia comer mais nada, pedi o café.

Explicou-me onde devia apanhar o autocarro, às 15h 05 estava eu na entrada da estação, pronta para viajar.

 

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Tinha muito tempo, tirei mais uma fotografias, fui para o comboio, liguei o telemóvel para me entreter na viagem e fazer este post, que não consegui publicar por falta de rede.

Adoro Lisboa, que nesta altura está cheia de turistas, fico cansada deste ambiente, espero que não seja preciso voltar, sinal que está tudo bem com a família, em outubro voltarei para a minha consulta.

Entretanto, na próxima semana vou a Vila Franca de Xira entregar os gatinhos, a sobrinha pediu-me para ficar lá um dia,  mas se puder, meto-me no primeiro comboio intercidades que houver para regressar a casa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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10 anos de blog

por Maria Araújo, em 09.05.18

Quem diria!

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Termos de Pesquisa (ontem)

por Maria Araújo, em 09.05.18
  1. Fatos de banho com cinto                                                                                   

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Experimentei no El Corte Inglês um fato de banho igual ao da imagem, gostei muito, é elegante, mas atrás ficava um pouco largo.

Comprei um modelo semelhante, sem cinto e com muitas tiras atrás.

Há padrões lindíssimos, mas muito  caros.

Para o pouco uso que lhes dou, os da Sfera são muito bons.

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Por onde andei hoje?

por Maria Araújo, em 08.05.18

Estou de novo em Lisboa, pelas fotos que publico,  quem quer identificar os lugares que visitei?

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volto a Lisboa

por Maria Araújo, em 08.05.18

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E não, não vou ao Festival da Eurovisão, cuja cidade passei no sábado passado mas não entrei, estava a chegar a hora de regressar à minha cidade.

Volto a Lisboa porque o pai do meu sobrinho neto vai viajar, o bebé, a mãe e o cão não vão ficar sozinhos.

Então, nestes dias que o bebé está no colégio e a mãe a trabalhar, andarei a visitar o que ainda não conheço e ao fim da tarde encontramo-nos para o descanso devido.

Quem tem uma tia disponível, tem tudo.

À hora deste post, estarei a caminho.

Até já, Lisboa.

 

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abortar o vôo

por Maria Araújo, em 07.05.18

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das muitas visitas a Lisboa e que fico em casa da minha sobrinha, foi a primeira vez que vi um avião abortar a aterragem

a minha sobrinha na sala, eu na cozinha diz ela:

"escuta, um avião abortou a aterragem".

quando fui espreitar já ele subia noutra direcção.

no dia seguinte, estavamos juntas na sala, o bebé dormia, diz ela:

" mais um avião que aborta a aterragem".

e da janela, vemo-lo subir, seguir noutra direcção, dar a volta.

entretanto, passaram um, dois, três aviões... mas não vimos o abortador.

comentei com ela que apesar de nunca ter havido nada de mais no aeroporto de Lisboa, de estar a poucos quilómetros do centro e ser acessível a quem chega e/ou parte, um novo aeroporto fora da cidade seria oportuno.

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 07.05.18

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Há três anos, uma amiga ofereceu-me, no aniversário, um fio com pendente da árvore da vida com brilhantes. 

Decidi mudar o fio deste, passei na ourivesaria para o substituir por um fio dourado para fazer conjunto com o fio com pendente cruz ( na imagem) que recebi no Natal passado.

Fui atendida por um dos donos, presumo que irmão do senhor que habitualmente me atende,  um senhor que andará pelos 70 anos, que não me lembro de o ver por ali.

Não havia fios finos dourados que servissem no pendente, estivemos a ver a medida que eu pretendia.

Ora,  nos cerca de 10 minutos que estive na loja, o diabo do homem, que eu não conheço, tratou-me sempre por tu.

- Ah, e tal, vê a medida deste, experimenta o que tenho aqui, olha esse serve-te, eu mando vir o que quiseres, quinta-feira já tens o fio, deixa ficar o pendente que trato disso, queres estas bolinhas no fio...

Eu, lixada, para não dizer fº*#ª@, farta da conversa dele, desta modernice de nas redes sociais as pessoas tratarem-se por tu, pensava para mim mesma "é preciso ter lata! o homem não enxerga que está a atender uma cliente que não conhece? e mesmo que conhecesse, se o trato de senhor tinha obrigação de o fazer da mesma forma"

O sócio (irmão???) e o filho, que sempre me atenderam  com simpatia e nunca me trataram desta forma, na outra ponta do balcão, ouviam a conversa e, certamente, não estariam a  gostar desta forma de tratamento.

Repito, eu não me lembro de ver aquela pessoa pela loja, e se não fosse por que me pareceu andar pelos 70 anos, reagia.

Sou apologista deste tipo de tratamento quando há confiança, respeito e empatia, doutra forma, não admito, nem eu altero o meu comportamento.

Fui educada desta forma, nada há a fazer.

 

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