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cantinho da casa

cantinho da casa

Sab | 03.06.17

sardinhada em família

 

 

 

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A minha sobrinha grávida ( vai ter um menino) veio passar o fim de semana a casa.

Enquanto a barriga não crescer de mais, penso que continuará a vir uma vez por mês, como é habitual.

Estou muito melhor da queda de ontem, logo tomo outro anti-inflamatório ( um só não é suficiente).

Já fui comprar a broa de milho para acompanhar as sardinhas, os pimentos, a batata cozida e o vinho, claro.

É que hoje, em casa dela, temos uma sardinhada.

 

 

Sex | 02.06.17

hoje, deu-se a queda

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Saía de uma consulta, descia o largo passeio, e sabendo que depois de atravessar a pequena passadeira junto uma saída de fornecedores do hospital, existe uma beira de passeio que acaba precisamente no meio do mesmo e capaz de provocar a queda de qualquer pessoa distraída.

Sempre que passo lá, comento: " um dia alguém vai cair aqui e magoar-se". Evitava-o, desviando-me, e seguia o meu caminho.

Hoje, deu-se a queda.

Saía da passagem de fornecedores um carro branco. Antes de eu atravessar a passadeira, a senhora que ia no carro passou primeiro, mas parou a meio.

Estava eu pronta para atravessar e, páro, também!

A senhora, que ia virar à esquerda, decide fazer marcha atrás, não me deixou passar e  vira à direita.

A comentar para o meu decote a asneira que ela fez, e porque não pode virar à direita (sujeita a vir um carro e baterem de frente), quando subi o passeio do outro lado, esqueci-me da tal beira que acaba no meio do passeio e katrapumba, estatelei os meus joelhos no chão.

Levantei-me de imediato. Ninguém por perto. Cheia de dores, mal conseguia dar um passo.

Passei as mãos por cima das calças a massajar os joelhos.

Vivo a 100 metros do hospital, nunca me custou tanto chegar a casa.

O joelho direito está inchado, custa-me a dobrá-lo.

Entretanto, a dor foi passando.

Só há pouco lembrei-me que devia pôr um pouco de gelo.

Está a melhorar.

Há duas ruas que vão dar ao hopsital. Vou passar a vir para casa por onde vou: pelo lado oposto.

 

 

Qui | 01.06.17

um relaxamento

 

Em todas as modalidades que faço no ginásio, cada professor(a) leva o seu iphone, liga-o à aparelhagem e a música de fundo soa maravilhosamente aos nossos ouvidos, atenuando o esforço e a dor dos exercícios.

O relaxamento tem sempre uma música suave, que não zen ( esta já não suporto).

Percebe-se que há professores fãs das músicas dos anos 80, que eu adoro.

Geralmente, os meus momentos de relaxe não são os desejáveis. Há sempre uma preocupação que invade o pensamento. Mas esforço-me por esquecer e viver o relaxamento.

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Ontem, no meu casulo, olhos fechados, uma bela e romântica melodia trouxeram-me lindas recordações de momentos em que " cheek to cheek" desfrutávamos da paixão, das carícias, do amor.

 

 

 

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