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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

06.05.17

Fátima, o meu/nosso dilema

Maria Araújo

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Vou a Fátima no dia 12. Até aqui, tudo bem.

Mas estou/estamos com um dilema que é: como vai ser a noite/ casas de banho?

Sem alojamento, com os agasalhos necessários para a noite, depois de ter enviado um e-mail a comunicar a meteorologia para os dias 12 e 13, com chuva,  a "organizadora"  diz isto :

 

"Segundo a H , não se dorme nessa noite (há muitas cerimónias a decorrer), vamos andando de capelinha em capelinha. Fátima é fria, logo tempos que levar roupa quentinha para a noite. No caso de chover, levar um impermeável........  xixi,..... há muitas casas de banho públicas e cafés, e..."

 

Ontem, num jantar de amigos, e em conversa com uma das amigas que faz parte do grupo de Fátima, habituada a longas caminhadas em peregrinação ( mas a idade também já pesa) e a cerimónias deste género, comentou comigo:

"Sempre pensei que participaríamos nas cerimónias da noite de 12 e no dia 13, de manhã cedo, regressaríamos a casa.

Não estava à espera de ficarmos para o dia 13 até porque não temos alojamento, vai ser muito complicado aguentarmos a noite toda no recinto. E se chover, o melhor será levarmos calçado impermeável, que é muito caro. Vou tentar arranjar emprestado."

Ora, a vai a pé, como sempre o faz, há anos, encontra-se connosco, sei lá bem onde, no recinto.

A C, a "organizadora", que é amigas delas, acha que nós aguentamos a noite e o dia. Decidiu-se, ficou decidido.  

Os bilhetes de autocarro, ida e volta, estão comprados.

Comentei com a A, no jantar, que quem não aguentar as 24h o melhor será não ficarmos para as cerimónias do dia 13.

Comentário dela:

" Se não aguentarmos, e a P diz o mesmo, manhã cedo metemo-nos num autocarro até à Batalha, ou Coimbra e seguimos para Braga. Que se lixe o dinheiro do bilhete."

Inteiramente de acordo. Tenho a certeza que não vou conseguir ficar 24h num recinto com uma multidão de pessoas, imagino com longas filas para as casas de banho, seguido das horas em pé durante a noite.... É este o meu/nosso dilema.

 

03.05.17

ela gostaria

Maria Araújo

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de adoptar este gatinho, que não tem nome,  que trouxe da ABRA para o alimentar como fez com  o Mickey com quem ela passava 24 sobre 24 h a cuidar dele.

Hoje levamos o gato bebé à veterinária.

No regresso a casa, a Sofia diz-me que gostava de ficar com ele.

Fiz-lhe entender que já tem dois gatos, que indo estudar para fora (diz que os vai levar) não pode ter 3 gatos que lhe darão muito trabalho e não pode adoptar todos os gatos que traz para cuidar. 

"Eu sei", respondeu-me. 

 

 

E o Mickey está crescido, lindo, malandro, brincalhão.

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02.05.17

Semana 17 - Desafio 365 Fotos

Maria Araújo

 

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Dias complicados, sem telemóvel, pintura da casa, arrumações, esta semana  decidi por fotografias de casas que conheci:

 

Foto 1 - Casa anos 50, Braga.

 

Foto 2 - Apúlia, praia.

 

Foto 3 - Encosta do Rio Douro.

 

Foto 4 - Palácio Marquês de Fronteira, Lisboa.

 

Foto 5 - Casa de aldeia, Terras de Bouro.

 

Foto 6 - Vale de Tibães, Braga.

 

Foto 7 - Casa em Xertelo, Gerês.

01.05.17

1º de Maio, o dia que...

Maria Araújo

não é de todos.

E eu repito a mesma coisa todos os anos: salvo os serviços mínimos, era o dia de todos os trabalhadores.

A sociedade de consumo mudou as regras, este 1º de Maio devia ser respeitado.

Fui caminhar. As grandes e pequenas superfícies estavam abertas. Passei no Supermercado do El Corte Inglês, o único que respeitou o1º de Maio, estava fechado.

Mas nas obras, aquelas que os grandes senhores têm pressa em acabar, os trabalhadores estão lá a despachá-la, para a  abrir breve, breve.

Não dou 15 dias para que o Continente Bom Dia da Rua 25 de Abril ( a poucos metros de casa), a conflituosa obra que levou ao debate dos moradores, e não só, fique prontinha.

1º de Maio, o Dia que já foi do Trabalhador.

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