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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

o melhor para 2017

Maria Araújo, 31.12.16

Sou um pouco altruísta, é verdade, mas também penso e gosto muito de mim.

Se o ano de 2016 foi o concretizar de alguns objectivos que queria ver definitivamente cumpridos, e foram ( não devo um cêntimo dos empréstimos que tinha, ao banco),    não faço planos para 2017.

Aliás, não sou pessoa de os fazer, porque a experiência diz-me que nem sempre cumpro e/ou consigo realizá-los.

Então, vou vivendo cada dia com as decisões que tomo de véspera ou uns dias antes, ou decido hoje, por vezes, o que quero fazer hoje.

Para 2017 desejo que as pessoas que gosto muito, consigam ter força suficiente para vencer o cancro.

Um beijinho especial à CC, à Lu, à Fátima, e à Alice.

Feliz Ano para todos(as).

 

 

as minhas fotografias

Maria Araújo, 31.12.16

no Instagram. 

Jardim de Santa Bárbara; tecto do palco de Natal na Avenida Central; árvore com luzes de Natal; A Brasileira, à noite; o farol de São Pedro de Moel; fim de tarde no Bananeiro em noite de Natal; Presépio de Natal na escadaria do Barga Parque; no provador da H&M mostrando as confortáveis botas pretas da La Redoute; Mafalda e eu numa noite de passeio pelas ruas de Braga.

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neste final de ano

Maria Araújo, 30.12.16

havia de apanhar uma constipação.

Tudo porque de manhã, na aula de Bodybalance fiquei ao fundo do estúdio.
Acabaramos de fazer o aquecimento, a professora achava que estava quente e com a concordância de algumas senhoras ligou o ar condicionado para o frio.

A temperatura estava agradável, não era preciso frio.

Não me dou bem com o ar condicionado, passei bem a tarde bem, mas agora à noite, os espirros, a garganta, a tosse, os olhos que choram, resultou nesta constipação.

Se amanhã continuar, ninguém me tira de casa para festejar a passagem do ano.

 

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a cena repetiu-se

Maria Araújo, 30.12.16

agua-boa.jpg

 

Ontem, final da tarde o telemóvel tocou. Vi o número, que não conheci, decidi atender.

A voz de uma mulher pergunta se está a falar com a senhora x. Respondo que sim.

E começa a descarregar o que queria: fazer um pequeno inquério à qualidade da água da companhia.

Respondi, sabendo eu o que viria a seguir. A cena de 2011 ia repetir-se.

Estava preparada para as perguntas sobre: estado civil, número de filhos, profissão...

Antes de desligar agradece e diz que brevemente iria ser contactada. 

Ao início da tarde, descia eu a rua, toca o telemóvel.

Atendi. Era mesma voz.

Cumprimenta, pergunta se sou a senhora tal, que é da empresa x e que ontem tinham ligado. Que estava uma tarde bonita, cheia de sol, que a chuva não quer vir e tal.

Cortei a conversa e perguntei o que queria.

Repetiu que era da empresa x, que queriam fazer o teste à qualidade da água ( o teste do copo), que precisavam de ajuda, que ganham uma comissão quando vão a casa apresentar o produto.

Interrompi-a de novo dizendo que já conhecia o teste e o produto, que há uns anos alguém veio com a mesma conversa, que não nos largam, que não estava interessada em nada, que me desculpasse, não estava disposta a receber ninguém em minha casa, até porque tivera uma má experiência.

A mulher insistia que precisava de ganhar a comissão.

Eu interrompia dizendo que entendia, que sabia disso, mas não queria nada.

Voltava à carga comentando que o facto de eu ter tido uma má experiência não significava que todos são mal educados, e que quem cá viesse, seria educado. E suplicava constantemente que a ajudasse.

Insisti, também, que não. Que lhe desejava boa sorte mas não queria ninguém em minha casa a fazer o teste que conhecia, e que me desculpasse mas desta vez não podia ajudar.

E do outro lado ouviu-se um lamento.

Custou-me decepcionar a mulher, mas não dá.

Quando estas pessoas (con)vencem, metemo-nos em maus lençóis / despesas.

 

 

 

 

 

 

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