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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

31.10.16

esperar a reparação de avaria elétrica até dez dias?

Maria Araújo

Mais uma vez, a minha rua está completamente às escuras.

Do lado oposto, a rua da escola secundária está iluminada. Nunca há avaria  nos seus candeeiros.

Muitos dos alunos passam na minha rua.  E hoje, saíam da escola de telemóvel na mão para lhes iluminarem o caminho. 

As constantes avarias na iluminação desta rua vêm acontecendo há cerca de seis anos, mas nos últimos dois  anos é recorrente e nesta altura do ano.

Entre setembro e outubro já são quatro vezes que ligo para a EDP.

Enquanto as luzes  do café e do parque de estacionamento estiverem acesas, a coisa vai correndo bem. Fechados estes, fica breu.

Acabei de ligar para a EDP. Amanhã é feriado, não sei se têm piquetes, vou reclamar já, pensei. 

Depois de fornecer os dados e de a colaboradora ter dito que a minha informação ficou registada, que a reparação poderá levar até dez dias, que pode ser menos, e blá, blá, blá.

Indignada comentei que as avarias na rua eram frequentes e nunca da parte da EDP alguém  me dissera que poderia levar até dez dias a fazerem a reparação.

Aconteceu, sim, esperar dois dias, mas nunca fora informada do tempo de espera.

E ela insistia nisto, " ficou registada a sua informação, já foi enviada para os técnicos, pode levar dez dias".

E pronto, temos de esperar.

A minha rua está às escuras. Amanhã é feriado. Quarta-feira vou ligar de novo.

 

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30.10.16

hora de inverno?

Maria Araújo

não existe para a minha gata, Kat.

Hoje, às 5:30 h já estava a chatear- me para levantar- me e dar- lhe de comer.

A hora mudou, acordou-me uma hora mais cedo, o que já esperava.

Não me levantei. E ela miava baixinho, passava as patas no meu cabelo. E eu dizia-lhe: " não ,Kat, não é hora".

Às 6:45 h, fui dar-lhe de comer.

Depois de comer, ela sossega e vai dormir. Eu é que não adormeço.

Supostamente, hoje, dormimos mais uma hora.

Eu não! Não consegui adormercer.

Os animais educam-se. Mais dois dias e ela volta ao ritmo.

 

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29.10.16

tivesse um APA

Maria Araújo

na praia, um dos meus sonhos, o que faria nos fins-de-semana serenos de outono e inverno?

De manhã, numa esplanada da praia, um café, um livro, ou simplesmente deixar o pensamento perder-se na imensidão do mar.

De tarde, caminhar pelo paredão e pela beira-mar, desfrutar do melhor que a natureza nos proporciona.

Hoje fui  comprar areia e ração numa loja pet em Apúlia, tomei café na esplanada e:

 

um casal na praia, ele em tronco nu ( e a água devia estar muito boa)

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Passei por Esposende, fiz um percurso pela marginal, meti pela praia e regressei ao carro. Seriam 2,5 km a pé.

As obras de reestruturação da orla marítima continuam, agora junto ao farol.

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um jovem chinês deitado no cais, na mira de uma boa fotografia

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olha peixe!

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é uma tainha!

 

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passarinhos a brincar, piu,piu,piu.

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28.10.16

foi pelo cão, não foi por ela

Maria Araújo

 

 

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 (Destrucion, que não tem uma pata, e o Mickey)

 

A Sofia precisava de levar os gatos à clinica veterinária. Pediu-me para a levar.

Um no colo, outro na caixa, lá fomos.

Atrás de nós, entrou uma senhora com a filha que levavam um cachorro muito bonito. O pequeno estava doente, percebia-se muito bem.

Quando a veterinária perguntou quem estava primeiro, a Sofia disse que era ela. Olhando para a senhora, que ainda estava a dar os dados do cão, disse que lhe dava a vez.

Ela respondeu: " pois, é que..." e não acabou a frase.

E eu atrás chamei à atenção da Sofia. Não foi por que a Sofia lhe desse a vez, foi por que a senhora entrou para a sala e nem um obrigada lhe disse.

Entramos para uma das salas de consulta. Elas estavam na sala do lado.

Quando passaram perto de nós, o cachorro ia com soro para uma sala de observações.

Passado cerca de quarente minutos, mãe e filha, regressaram. Pararam em frente a nós a falar com a veterinária. O cachorro, com o soro, veio também numa casota, parecia mais animado, embora tivesse ficado lá.

A senhora viu-nos, saiu da sala, ignorou-nos.  Estavamos à espera que agradecesse, mas não.

A Sofia comentou: " Não custava nada agradecer-me por lhe  ter dado a vez. Foi pelo cão, que está doente, não foi por ela. Fossemos nós que estivessemos no seu lugar, agradecer-lhe-íamos mais que uma vez."

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(o Mickey, não parava de brincar)

 

A veterinária veio então tratar dos gatos. Começou pelo Mickey. De repente, a funcionária entrou, deu-lhe o telefone, estava a dra não sei das quantas que queria falar com ela. A vet saiu da sala e lá estivemos mais 15 minutos à espera.

Mas quando regressou, teve atitude correcta de pedir desculpa pela demora.

Pareceu-me ser uma veterinária competente e meiga para os animais e isso fez esquecer o tempo que estivemos lá: 1:10h. 

 

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(Destruction nem se mexia de assustado que estava, mas deixou que cuidassem dele) 

 

28.10.16

foi pelo cãozito, não foi por ela

Maria Araújo

A Sofia precisava de levar os gatos à clinica veterinária. Pediu-me para a levar.

Um no colo, outro na caixa, lá fomos.

Atrás de nós, entrou uma senhora com a filha, que levavam um cachorro muito bonito. O pequeno estava doente, percebia-se muito bem.

Quando a veterinária perguntou quem estava primeiro, a Sofia disse que era ela. Olhando para a senhora, que ainda estava a dar os dados do cão, disse que lhe dava a vez.

Ela respondeu " pois, é que..." e não acabou a frase.

E eu atrás chamei-a à atenção da Sofia. Não foi por que a Sofia lhe deu a vez, foi por que a senhora entrou para a sala e nem um obrigada lhe deu.

Entramos para uma das salas de consulta. Elas estavam na sala do lado.

Quando passaram perto de nós, o cachorro ia com soro para uma sala de observações.

Passado cerca de 40 minutos, mãe e filha, regressaram. Pararam em frente a falar com a veterinária. O cachorro, com soro, veio também numa casota, parecia mais animado, embora tivesse ficado lá.

A senhora viu-nos, saiu da sala e não olhou para nós.  Estava à espera que agradecesse, mas não. A Sofia comentou: " Não custava nada agradecer-me por lhe  ter dado a vez. Fi-lo pelo cão que está doente, não foi por ela. Fossemos nós que estivessemos no seu lugar,agradecer-lhe-íamos mais que uma vez."

A veterinária veio então tratar dos gatos. Começou pelo Mickey. De repente, a funcionária entrou, deu-lhe o telefone, estava a dra não sei das quantas que queria falar com ela. A vet saiu da sala e lá estivemos mais 15 minutos à espera.

Mas quando regressou, teve atitude correcta de pedir desculpa pela demora.

Pareceu-me ser uma veterinária competente e meiga para os animais e isso fez esquecer o tempo que estivemos lá: 1:10h. 

 

 

 

28.10.16

lojas decoradas

Maria Araújo

 

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Anoitecia, ontem, quando desci de carro uma rua desta cidade onde há uma loja de decoração que, sou sincera, não sei como ainda está de pé.

Artigos super caros,  não há dinheiro para ela, não convida a entrar.

Com o calor que esteve, esquecemos facilmente que estamos em finais de outubro e o frio mal chegou.

Imagine-se, agora, a entrada da loja muito iluminada com lâmpadas de Natal, as montras cobertas de neve e os ursos polares a compor a decoração. 

Por este andar, vamos calçar sandálias e vestir t-shirts na festa do Natal.

 

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