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cantinho da casa

cantinho da casa

de Xertelo às Sete Lagoas

o irresistível convite de uma amiga para irmos de fim de semana até Covelo, Peneda, e com o objetivo de passarmos o dia de sábado nas Sete Lagoas do Gerês, não podia ser esquecido.

chegamos a Xertelo, na margem direita do Cávado, deixamos os carros estacionados, faríamos o percurso pela serra, 1:30h de caminhada pelo trilho "orientado" dos mariolas.

Xertelo, aldeia pequena, com poucos habitantes e idosos, mas muito recetivos a quem por lá passa.

verdes campos de cultivo, onde pastavam cavalos.

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o  cruzeiro de Xertelo

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 na entrada para o trilho aparece-nos o Fojo do Lobo, o único que vi, mas há muitos mais perto das aldeias

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zonas íngremes (evitava olhar para baixo e ver a inclinação da serra, eu que tenho vertigens) o cuidado com as pedras e os rochedos que barravam o caminho e obrigavam-nos a passar de lado.

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todo o percurso correu bem, ninguém tropeçou ou caiu, éramos guias de nós próprios. uns caminhavam mais apressados, outros, como eu, com as nossas máquinas fotográficas, ficavamos para trás para captar a paisagem.

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quando chegamos ao destino fiquei impressionada com a beleza do lugar. lá do alto, via umas a cor branca das rochas aqueles buracos escuros...as lagoas.

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mas à medida que descíamos, apercebia-me dos tons mais nítidos das lagoas.

belo! indescritível!

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 viam-se algumas pessoas com as toalhas estendidas nas rochas a desfrutarem da límpida água das lagoas.

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descer foi um problema, muitas rochas, todo o cuidado era pouco. um caminho de terra e rocha por onde todas as pessoas desciam, foi o mais seguro para nós.

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a água caía em cascata, uma hormonias de cores, o castanho das rochas, o azul e o verde transparentes, de rara beleza.

as nossas meninas, as primeiras a saltarem, divertiam-se à brava, enquanto os pais pediam cuidado

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eu e a minha amigas deixamo-nos ficar por aqui. o grupo foi conhecer algumas das lagoas, que eu adoraria ter visto mas...

é impossível sair do banho pelos nossos pés. a pedra é excessivamente escorregadia, só de gatas, arrastando o corpo nas rochas e com muito cuidado.

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tive receio de ir mais longe e ver mais, fotografar as outras lagoas.

no início da tarde o número de veraneantes era demais, preferi não correr riscos, captei as que a minha máquina alcançava.

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 e as nuvens pareciam algodão doce

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a água é bastante fria mas não impediu que os mais novos saltassem lá de cima e viessem de imediato enrolarem-se nas toalhas e sentarem-se ao sol, do choque térmico que sofriam.

o filho da minha amiga muito indeciso se havia de saltar ou não andava de um lado para o outro, lá no cimo da lagoa... mas  saltou.

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 algumas pessoas facilitavam...

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grupos de rapazes e famílias chegavam, o ambiente começou a ficar um pouco "chunga", tinhamos de voltar aos carros, mais 1.30h de caminhada pelos trilhos da Peneda, decidimos deixar as lagoas por volta das 16h

e tirei fotos das lagoas, agora na subida para o trilho

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no sentido inverso, as rochas que não vira, eram agora visíveis e algumas delas com formas interessantes: embora pouco nítida,  esta fez-me recuar aos descobrimentos. quem seriam? o Infante D. Henrique e um dos seus navegadores.

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a vegetação verde, pinheiros que desciam a serra, um aqui,  outros mais alé, ( e vimos pedaços de terra queimada, que assassinos!)

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tranquilos, chegamos a Xertelo.

dentro de um carro, parado no meio da pequena estrada, um casal de meia idade e três adolescentes falava com um dos nossos homens. percebi que estavam a querer saber como chegar às lagoas."

 às 17:30h queriam fazer os trilhos para as lagoas com três crianças?" , pensei.

mas o nosso homem aconselhou-os a não arriscar. eles não conheciam nada, chegariam tarde e o tempo era pouco para usufruirem das lagoas, fazia-se noite para o regresso, era muito arriscado. (foi o que ele nos contou mais tarde, já em casa).

a chegada a Xerdelo, abastecemos as garrafas com água pura da fonte

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não há estrada que ligue Xerdelo a Covelas, nós fomos por onde viemos e fizemos mais 10 a 15 km até casa.

situada no sopé de uma montanha, a aldeia de Covelas é pequena, como todas as da serra, distantes do Gerês e ou Montalegre, onde habitam 4 , 5  famílias.

dois dos nossos homens (um deles o filho da minha amiga)  decidiram, então, fazer mais 1.30h até casa, percuso este a pé e pela serra.

não valeu de nada evitarmos que desistissem de mais uma caminhada.... e nós seguimos viagem, de carro.

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chegamos a casa,uns para o banho, outros para a cozinha tratar do jantar para 15 pessoas.

e a noite foi de convívio.

domingo de manhã cedo, já se ouviam os chocalhos do gado que ia para os pastos.

uma passeio pelos campos e uma visita aos cães de caça.

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DSC08821.JPGe o cansaço das meninas era demais...

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almoço no terraço da casa, em grande convívio.

arrumamos as coisas. quando estavamos para sair de casa, os homens e os jovens decidiram ir ao rio, a 1 km de casa (tive pena de não ter ido, mas não me disseram nada) tivemos de esperar que chegassem e meter o carro à estrada.

pelo caminho, a linda paisagem do rio Cávado e do Gerês convidavam-me para a fotografia mas não foi possível com o carro em andamento.

depois do Maciço da Calcedónia, este foi o meu segundo desafio. acho que conseguirei ir um pouco mais longe, quem sabe, para o ano, na primavera, visitarmos as Minas dos Carris, mas com a ajuda de um guia.

 

setembro quentinho?

 

segundo a meteorologia a temperatura vai descer e talvez venha alguma chuva.

a contar com isto, espreitei o mapa meteorológico para Esposende, verifiquei que o vento era de este, decidi meter-me no carro e ir à praia.

um lindo dia de sol, serena, um vento suave, uma temperatura agradável, e o mar estava um belíssimo e transparente lago.

desde que cheguei até deixar a praia (16h) o mar manteve-se sempre muito calminho, com as suas lindas cores azul e verde.

vejam as fotos.

 

11: 30 h

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16:00h

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cestos Kasa

 

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estou cansada de ver as caixas dos sapatos nas prateleiras do armário que tenho só para calçado.

estes dias, fiz uma experiência com um dos cestos, em castanho, que tenho na cozinha.

na mouche! 

estes cestos dão para guardar no mínimo 3 pares de sapatos e para as botas de cano alto, que brevemente sairão das caixas.

cada uma das prateleiras encaixa três cestos, mas como duas delas são para ter à mão o calçado que uso na estação, só preciso mesmo de comprar três.

fui ao Continente e encontrei os ideais para o efeito.

passei pelo Aki, não gostei de nenhum, são muito altos, não servem.

fui ver noutras lojas e cheguei à conclusão que os do Continente são os que melhor se enquadram no espaço..

há duas cores: azul e bege.

o bege condiz com a cor castanho do armário, mas o azul sobressai no tom dele e como tenho um espelho com moldura azul, do lado oposto ao armário, parece-me ser o azul o que vou escolher.

com o tecido Ikea em tons de azul que comprei para forrar uma cadeira e um banco, acho que o closet vai ficar mais acolhedor

 

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as aulas de antigravity

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voltaram ao calendário, faço-as duas vezes por semana.

a jovem  professora, uma boa profissional, é muito exigente, varia os exercícios, corrige as nossas posições (hoje tive alguns elogios) e é muito simpática.

o final da aula, e depois do relaxamento, o modo como saímos dos hammocks, foi sensacional.

na posição como mostra a imagem ( a do vampiro) dobramos as pernas em direção à cabeça, damos a volta e ficamos de pé.

cada dia que passa é um desafio, pensamos que não somos capazes, mas fazemos tudo.

adoro!

 

 

 

rapagões

 

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há rapagões  maduros que não passam despercebidos a uma mulher.

hoje vi um, nas caixas do Continente.

falava ao telemóvel enquanto punha as compras no tapete.

no minímo, mediria 1,85m, cabelo branco, desportivamente vestido. como eu gosto.

saía eu desta loja, dirigi-me à entrada do hipermercado, mas no trajecto, olhei para trás umas sete vezes.

queria confirmar se era quem eu pensava.

pena que ele foi na direção oposta.

 

por vezes, confesso, sou uma palerma

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comprei hoje,pela primeira vez na Well's,  uma escova de dentes e uma pasta dentífrica.

quando já estava perto da saída, lembrei-me que me esquecera de pedir fatura.

voltei atrás e perguntei se era possível ter uma fatura.

responde-me uma das duas funcionárias que conversavam do lado de dentro do balcão: 

- se é para o IRS, não dá (como se eu não soubesse).

- eu sei que não, mas posso incluí-la na e-fatura- respondo.

volta à carga:

- para o IRS não conta, são compras sem receita médica.

- eu sei, mas quero uma fatura, se faz favor.

e responde ela de imediato, com ar de chateada e com o argumento de que não está disposta a fazer o que pedi: - para eu tirar uma fatura, tenho de fazer uma devolução e faturar de novo.

eu respondo: - não quer? obrigada, fica para a próxima. - e saio da loja.

mas por que raio ela tinha de me dizer o que eu já sei? por que não me pediu o talão e não fez o que devia ter feito?

por vezes, confesso, sou uma palerma. eu devia ter-lhe entregue o talão e obrigá-la a dar-me a fatura.

já aconteceu esquecer-me de pedir fatura e comentar com a operadora de caixa do supermercado, ela pediu-me o talão, fez as operações que tinha a fazer e deu-me uma nova.

há funcionários e funcionários.

o problema disto tudo é que a maioria das pessoas não pede fatura.

 

 

...

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Sendo hoje o 30º aniversário do Multibanco, e porque muito se fala, e por todo o lado, sobre esta máquina que veio revolucionar os hábitos dos portugueses, lembrei-me que as primeiras duas ou três máquinas que abriram cá na cidade  foram uma surpresa para as pessoas, ninguém queria acreditar que uma máquina pudesse "dar" dinheiro. 

Eu tive direito, porque já trabalhava, a um cartão do então Banco Totta & Açores, onde era depositado o meu vencimento.

A primeira vez que vi o cartão e o experimentei na máquina, fez-me alguma confusão. Introduzir o código não foi  o  problema, mas receei que o dinheiro não saísse. Acho que fiz figura de palerma, pois na altura estava acompanhado de alguém que me orientava nas operações, e eu perguntava "e agora?".

Prático e acessível, com o decorrer do tempo, habituei-me de tal forma ao cartão e à máquina que nunca mais andei com dinheiro de mais na carteira.

A seguir, foram os pagamentos das faturas da água, luz, e telefone.Que alívio não ter de me deslocar aos balcões! Era uma perda de tempo incrível ( a maioria das vezes tinha quem fizesse por mim).

Mais tarde, as transferências bancárias e os depósitos de dinheiro, depois o levantamento de dinheiro no estrangeiro.

Por fim, a Via Verde, e  rapidamente a vida tornou-se mais fácil.

E agora, a última novidade.